sábado, 3 de agosto de 2024

Ester 2.17

 

Ester 2.17 “E o rei amou a Ester mais do que a todas as mulheres, e alcançou perante ele graça e benevolência mais do que todas as virgens; e pôs a coroa real na sua cabeça, e a fez rainha em lugar de Vasti.”

 

“E o rei amou a Ester mais do que a todas as mulheres, e alcançou perante ele graça e benevolência mais do que todas as virgens;”

No mês de dezembro de 479 A.C., exatamente quatro anos depois do seu divórcio com Vasti, Xerxes fez de Ester a sua rainha. Ester conquistou o coração do rei. Ele a amou mais do que a todas as mulheres e mostrou-lhe mais benevolência do que a todas as virgens do concurso. Assim, ela obteve graça e favor aos olhos do rei, como havia acontecido com Hegai e outras pessoas: “e alcançava Ester graça aos olhos de todos quantos a viam” (V.15).

Quem pensaria que uma judia, uma cativa, uma órfã, teria nascido para ser uma rainha, uma imperatriz! Mas foi assim que ocorreu. A Providência às vezes levanta o pobre do pó, para fazê-lo assentar entre os príncipes: “Levanta o pobre do pó, e desde o monturo exalta o necessitado, para o fazer assentar entre os príncipes, para o fazer herdar o trono de glória; porque do Senhor são os alicerces da terra, e assentou sobre eles o mundo” (1 Samuel 2.8). Aqueles que buscam agradar a Deus estarão nas graças dos homens também: “E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens” (Lucas 2.52).

 

“... e pôs a coroa real na sua cabeça, e a fez rainha em lugar de Vasti.”

Assuero pôs uma coroa real na cabeça de Ester e a fez rainha no lugar de Vasti. A escolha da nova rainha requeria novo banquete, desta vez em honra a Ester.

O rei Assuero então agraciou a solenidade de sua coroação com uma festa, em que talvez Ester, em acordo com o rei, fez uma aparição pública, o que Vasti se negara a fazer, para que tivesse a honra da obediência, na mesma situação em que a outra incorreu na mácula da desobediência.

Todo o povo se alegrou com a coroação. Pois o rei deu “alívio as províncias” (v.18). O alívio às províncias era em termos de isenção de impostos, que embora pareça improvável ao leitor ocidental, é bem atestada na antiga Pérsia.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
6/8/2024

FONTES:

QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201803_03.pdf

HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.

BALDWIN, Joyce G. Ester – Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1986.

HENRY, Matthew. Comentário Bíblico – Josué a Ester. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.

SWINDOLL, Charles R. Ester: uma mulher de sensibilidade e coragem - tradução de Neyd Siqueira. - São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

Ester 2.4

 

Ester 2.4 “E a moça que parecer bem aos olhos do rei, reine em lugar de Vasti. E isto pareceu bem aos olhos do rei, e ele assim fez.”

 

“E a moça que parecer bem aos olhos do rei, reine em lugar de Vasti.”

Após algum tempo da deposição da rainha Vasti quando já havia apaziguado o furor do rei Assuero. Lembrou-se o rei do que tinha decretado sobre ela (v.1). Então seus servos lhe orientaram a fazer algo para que o rei se consolasse.

O rei deveria por oficiais em todas as províncias para ajuntarem moças virgens na fortaleza de Susã, ao harém do rei, a casa das mulheres, elas seriam tratadas com unguentos, arrumadas e preparadas para o deleite do rei sob os cuidados de Hegai, camareiro do rei (v.3)  a fim de ser escolhida pelo rei uma nova rainha em lugar de Vasti.

As semelhanças entre As Mil e Uma Noites e este incidente do livro de Ester são  freqüentemente ressaltadas, mas é impossível verificar-se a data da lenda árabe, e portanto fazer qualquer comparação significativa. R. Ringgren argumenta que o “concurso de beleza” no contexto real é “um tema permanente e talvez um tema inconstante”. “Pelo menos pode-se dizer que este livro não apresenta algo de que nunca se ouviu falar no ambiente em que ele foi formado.”

 

“E isto pareceu bem aos olhos do rei, e ele assim fez.”

Escolhendo outra rainha, a saudade do rei seria apaziguada. Os servos estavam bem conscientes da fraqueza do caráter de Xerxes e se aproveitaram totalmente disso para atingir seus propósitos que deveriam incluir suas próprias filhas no concurso.

Assuero aceitou o conselho dos seus servos para substituir Vasti. Ele concordou com a sugestão e assim se fez; deu ordens para que a sugestão deles fosse levada a cabo.

Certamente, nada desse plano coincide com a lei de Deus expressa no Antigo ou Novo Testamento. Entretanto, a maioria das pessoas envolvidas no plano era pagã e as práticas retratadas no texto, muito provavelmente, eram comuns naquela cultura.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
6/8/2024

FONTES:

QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201803_03.pdf

BALDWIN, Joyce G. Ester – Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1986.

HENRY, Matthew. Comentário Bíblico – Josué a Ester. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.

Ester 1.15

 

Ester 1.15 “O que, segundo a lei, se devia fazer à rainha Vasti, por não ter obedecido ao mandado do rei Assuero, por meio dos camareiros.”

 

“O que, segundo a lei, se devia fazer à rainha Vasti,”

Embora estivesse grandemente irado, o rei nada faria antes de consultar seus conselheiros privados. O rei tinha sete príncipes que compunham sua equipe de conselheiros mais íntimos: “Carsena, Setar, Admata, Társis, Meres, Marsena, e Memucã” (V.14).

Esse conselho de sete homens era comum a todos os reis da Pérsia: “Porquanto és enviado da parte do rei e dos seus sete conselheiros para fazeres inquirição a respeito de Judá e de Jerusalém, conforme à lei do teu Deus, que está na tua mão” (Esdras 7:14).

Quanto maior o poder de um homem, maior sua necessidade de conselhos, para que não abuse de seu poder. Desses conselheiros diz-se que eram homens cultos, sabiam a lei e o direito, e que eram sábios, entendiam dos tempos, e que grande confiança tinha o rei neles, e grande honra a eles conferia, pois viam a face do rei e se assentavam os primeiros no reino (1.13,14). Na multidão de tais conselheiros há segurança.

Observe que embora fosse a rainha a culpada, a lei deveria ser cumprida, embora o rei estivesse irado, ele nada faria que seus conselheiros não assegurassem estar de acordo com a lei.

 

“... por não ter obedecido ao mandado do rei Assuero, por meio dos camareiros.”

O rei não havia falado diretamente com Vasti, mas através dos sete camareiros cujos nomes são dados “Meumã, Bizta, Harbona, Bigtá, Abagta, Zetar e Carcas” (1.10). Todos eles foram testemunhas da não obediencia da rainha Vasti e foram consultados pelos sete sábios.

Após essa oitiva os sábios discutiriam acerca das implicações da desobediência pública na presença dos camareiros, do povo e dos príncipes e se decidiria o destino da rainha Vasti.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
6/8/2024

FONTES:

QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201803_02.pdf

BALDWIN, Joyce G. Ester – Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1986.

HENRY, Matthew. Comentário Bíblico – Josué a Ester. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.

Ester 1.12

 

Ester 1.12 “Porém a rainha Vasti recusou vir conforme a palavra do rei, por meio dos camareiros; assim o rei muito se enfureceu, e acendeu nele a sua ira.”

 

“Porém a rainha Vasti recusou vir conforme a palavra do rei, por meio dos camareiros;”

No último dia da festa no pátio do palácio real, o rei Assuero com seu coração já alegre do seu vinho solicitou aoss camareiros que buscassem a rainha Vasti e colocassem nela sua coroa para mostrar tanto ao povo quanto aos príncipes sua beleza. Considerando Vasti como seu tesouro mais precioso, o rei queria levar a sua grande exibição a um climax, mostrando a sua beleza.

A afirmação de que o rei mandou chamar Vasti quando [seu] coração... já estava alegre do vinho (1:10) é simplesmente uma forma de se dizer “quando ele estava bêbado”. Porém a rainha Vasti não se submeteu a ordem do Rei.

Ninguém sabe por que Vasti não obedeceu à ordem de seu marido. Alguns sugeriram que comparecer perante uma multidão sem um véu seria uma ofensa ao senso de propriedade da rainha. Outra idéia é que essas apresentações fossem feitas tipicamente por concubinas, e que a rainha entendeu que tal exigência estivesse abaixo de sua posição e dignidade.

Independentemente dos motivos da rainha, no que diz respeito ao rei e seus conselheiros, tal recusa significava uma inadmissível desobediência ao marido!

 

“... assim o rei muito se enfureceu, e acendeu nele a sua ira.”

A impertinência dela em recusar-se a aparecer, humilhou muito o rei da Pérsia. Enquanto exibia a glória de seu reino, exibiu a vergonha da família, uma esposa que agia como bem lhe aprouvesse. Desentendimentos entre parceiros de jugo são sempre ruins, mas em público constituem um grande escândalo, ocasionando embaraço e desconforto.

O rei muito se enfureceu com a recusa da esposa e se inflamou de ira. A reação dele é compreensível: diante de uma multidão de homens poderosos a quem ele estava tentando impressionar com sua majestade, o governante que controlava o mundo não podia controlar a própria esposa.

O ressentimento abrasador do rei deveria certamente encontrou nisso expressão, para prejuízo de Vasti que posteriormente será deposta.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
6/8/2024

FONTES:

QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201803_02.pdf

BALDWIN, Joyce G. Ester – Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1986.

HENRY, Matthew. Comentário Bíblico – Josué a Ester. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.

Ester 9.28

 

Ester 9.28 “E que estes dias seriam lembrados e guardados em cada geração, família, província e cidade, e que esses dias de Purim não fossem revogados entre os judeus, e que a memória deles nunca teria fim entre os de sua descendência.”

 

“E que estes dias seriam lembrados e guardados em cada geração, família, província e cidade,”

Mardoqueu para comemorar a preservação dos judeus da Pérsia da destruição que lhes sobreviria por intermédio da conspiração de Hamã, enviou cartas a todos os judeus que se achavam nas províncias do rei Assuero para que guardassem esses dias. Eles deveriam ainda dar banquetes de alegria, presentes uns aos outros e dádivas aos pobres (v.22).

Esses dias se refém aos dias catorze e quinze do mês de Adar (v.21). Dias estes que os judeus tiveram livramento dos seus inimigos. Pois, nesses dias Deus havia transformado tristeza em alegria (v.22). Esses dois dias deveriam ser lembrados e comemorados em cada geração independente do lugar em que os judeus habitassem.

 

“... e que esses dias de Purim não fossem revogados entre os judeus, e que a memória deles nunca teria fim entre os de sua descendência.”

Esses dias ficaram conhecidos como Purim pelo fato de Hamã ter lançado “Pur”, ou seja, sortes para determinar o dia do extermínio dos judeus. O livro de Ester que se encontra entre os livros chamados “Megilloth” (Cinco rolos) na Bíblia hebraica é lido todos os anos por ocasião dessa festa.

Mardoqueu escreveu ainda para que esses dias não fossem revogados ou esquecidos entre os judeus para que jamais fossem esquecidos. Habacuque orou a Deus para que as próximas gerações não esquecessem da sua obra: “Ouvi, Senhor, a tua palavra, e temi; aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida” (Habacuque 3.2).

Era necessário o aviso, pois acontecia das gerações desprezarem as obras passadas: “E foi também congregada toda aquela geração a seus pais, e outra geração após ela se levantou, que não conhecia ao Senhor, nem tampouco a obra que ele fizera a Israel” (Juízes 2.10).

O verso 27 acrescenta que naqueles dias a ordem de Mardoqueu foi cumprida cabalmente: “Confirmaram os judeus, e tomaram sobre si, e sobre a sua descendência, e sobre todos os que se achegassem a eles, que não se deixaria de guardar estes dois dias conforme ao que se escrevera deles, e segundo o seu tempo determinado, todos os anos”.

A festa sempre foi popular entre os judeus, como Flavio Josefo atesta, e a sua celebração continua até o presente. Gerações posteriores começaram a observar apenas um dia (14). O dia anterior (13) é conhecido como o Jejum de Ester em comemoração ao jejum de Ester antes de comparecer à audiência com o rei em favor dos judeus (Ester 4,15,16).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
4/8/2024

FONTES:

QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

PFEIFFER, Charles F.; REA, VOS, Howard F.; REA, John.Dicionário Bíblico Wycliffe. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

JOSEFO, F. História dos hebreus. 8. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 03 DE AGOSTO DE 2024 (João 3.16)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
03 DE AGOSTO DE 2024
JESUS CRISTO, NOSSO SENHOR, COMO REDENTOR ETERNO

João 3.16 "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. "


O novo nascimento é possível graças ao amor de Deus. João 3:16 tem sido devidamente chamado de “o texto áureo” das Escrituras. Se algum versículo resume o amor insondável de Deus, é este.


“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito,

“Porque” conecta esta declaração com o pensamento anterior, apresentando o motivo pelo qual o Filho do Homem seria “levantado”: “E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado” (João 3:14) para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Deus amou o mundo. Pode-se imaginar os judeus pensando que o amor de Deus se restringia a Israel, mas essa passagem deixa claro que o amor de Deus não se restringe a nenhuma raça. Ele é universal, abrange a todos. Seu amor pelo mundo não é porque o mundo é amável; pelo contrário, o mundo é detestável. A humanidade é composta de ímpios, pecadores e inimigos de Deus: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8).

“De tal maneira” indica o grau ou a intensidade do amor de Deus. Seu amor pela humanidade custou-lhe a morte de seu próprio Filho “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? “ (Romanos 8:32) Assim como o amor de Deus por Israel moveu-o a salvar o povo da morte física através das instruções que ele deu a respeito da serpente de bronze, seu amor o motiva a salvar da morte espiritual todos que olham para Jesus, seu Filho, o qual foi levantado.

O Termo Filho Unigênito termo aparece cinco vezes nos escritos de João, todas relacionadas a Jesus (1.14,18; 3.16,18; 1 João 4.9). Isso revela claramente sua divindade. “Unigênito”, na Bíblia, conduz a idéia de natureza, caráter, tipo, e não de geração. Jesus é o “unigênito do Pai” no sentido do seu relacionamento exclusivo com Ele. Cristo não foi criado por Deus, Ele preexiste eternamente, por isso é chamado de Pai da Eternidade (Isaías 9.6). Ele já era chamado Filho mesmo antes da sua encarnação, como vemos em 1 João 4.9: “Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos”


 “... para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ”

Deus não só deu o Seu Filho unigênito ao enviá-lo ao mundo, mas também O deu para ser levantado – para morrer na cruz – por todas as pessoas “E eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a mim” (João 12:32)

O amor de Deus espera uma resposta de fé. Ele quer que cada pessoa creia nele. O novo nascimento requer fé. “Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11:6). Sem fé “nascer da água e do Espírito” não faria sentido, ou até seria impossível. Essa fé deve levar o crente a se submeter humildemente à vontade de Deus e fazer o que ele ordena em sua Palavra. O contexto dessa passagem ensina que essa fé é obediente. Assim como os israelitas tiveram que crer e olhar para a serpente de bronze para viver, hoje temos que crer em Jesus com uma fé obediente. A fé que salva é a fé que obedece “Se me amais, guardai os meus mandamentos “ (João 14:15)

O propósito do dom [dádiva] do Filho de Deus é declarado com uma negação e uma afirmação (veja 1:3): “para que todo o que crê em Jesus não pereça, mas tenha a vida eterna”. “Perecer” contrasta fortemente com ter “a vida eterna”.

João não oferece nenhum meio termo entre crer e se negar a crer em Jesus. Crer no Filho resulta em vida, ao passo que se negar a crer no Filho resulta em perdição. Dado o contraste entre “perecer” e “ter a vida eterna”, é razoável concluir que perecer também é por toda a eternidade. A perdição e punição dos que se negarem a crer é ensinada explicitamente em outras passagens “ E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna” (Mateus 26.46). Este “perecer” não significa ser aniquilado, e sim passar a eternidade no inferno, separado de Deus e de Cristo.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
11/10/2023

FONTES:

GABY, Wagner. Até os confins da terra – Pregando o evangelho a todos os povos até a volta de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202111_01.pdf

CARSON, D. A. A difícil doutrina do amor de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 02 DE AGOSTO DE 2024 (Ezequiel 16.8)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
02 DE AGOSTO DE 2024
O COMPROMISSO DE DEUS COM O POVO DE ISRAEL

Ezequiel 16.8 “E, passando eu junto de ti, vi-te, e eis que o teu tempo era tempo de amores; e estendi sobre ti a aba do meu manto, e cobri a tua nudez; e dei-te juramento, e entrei em aliança contigo, diz o Senhor DEUS, e tu ficaste sendo minha.”

 

“E, passando eu junto de ti, vi-te, e eis que o teu tempo era tempo de amores;”

Na segunda vez que o viajante (Deus) passa por ali (cidade de Jerusalém), descobre que a criança abandonada, por ele salva, já chegara à idade do casamento.

Desta vez, ela estava no tempo de amores – uma expressão que significa que ela estava pronta para um relacionamento maduro: “Então vieram a ela os filhos de babilônia para o leito dos amores, e a contaminaram com as suas impudicícias; e ela se contaminou com eles; então a sua alma apartou-se deles” (Ezequiel 23:17).

 

“... e estendi sobre ti a aba do meu manto, e cobri a tua nudez;”

A declaração estendi sobre ti as abas do meu manto faz alusão a um ato simbólico em que o futuro marido colocava a parte inferior de seu manto sobre a noiva, pedindo-a em casamento: “E disse ele: Quem és tu? E ela disse: Sou Rute, tua serva; estende pois tua capa sobre a tua serva, porque tu és o remidor” (Rute 3:9).

Esse gesto de estender o manto tinha um segundo propósito: cobrir-lhe a nudez. Embora ela tivesse se transformado numa linda mulher, ainda estava nua e suja (indefesa). Passa, então, a lavá-la e purificá-la, porque seu estado externo não melhorou com o decorrer do tempo e ela ainda estava nua e manchada de sangue.

Mas com as atenções do seu benfeitor, e com seus presentes de roupas e jóias, veio a ser uma rainha entre as nações, e sua beleza se tomou renomada por toda a parte.

 

“... e dei-te juramento, e entrei em aliança contigo, diz o Senhor DEUS, e tu ficaste sendo minha.”

Deus desejou torná-la Sua, então jurou-lhe fidelidade e entrou em aliança com ela. John B. Taylor escreveu: A expressão entrar em aliança contigo, embora seja uma expressão legítima para o contrato do casamento (Provérbios 2:17; Malaquias 2:14), dá um indício da realidade histórica da qual esta história é apenas a alegoria.

Parece, portanto, perfeitamente legítimo ver aliança do casamento como sendo uma referência à aliança do Sinai, o momento em que Israel, no propósito de Deus, atingira a maioridade como nação. Nessa aliança, assim como em qualquer contrato de casamento, o marido deveria ser fiel e prover os devidos cuidados e proteção à esposa.

 

Deus na realidade não entrou em aliança com a cidade, e sim com o povo de Israel; ainda que a narrativa se baseie fortemente na história da própria cidade. Ao tentar equacionar fatos históricos com essa ilustração, parece melhor visualizar a jovem e desprovida mulher como sendo Israel na escravidão egípcia. Então, imediatamente antes das dez pragas, Deus adotou Israel para ser o Seu povo.

A adoção ocorreu em Êxodo 6:6, embora o versículo 5 diga que Deus se lembrou da Sua aliança. Essa aliança era a que Ele firmara com Abraão, Isaque e Jacó. De certo modo, quando Deus disse pela primeira vez: “Viva”, Ele entrou em aliança. Entretanto, Ele só agiu diretamente com base nessa aliança a partir da libertação de Israel do Egito (Gênesis 15:8–18).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
31/7/2024

FONTES:

QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

TAYLOR, John B. Ezequiel introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1984.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201908_02.pdf

quinta-feira, 1 de agosto de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 01 DE AGOSTO DE 2024 (Salmo 128.6)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
01 DE AGOSTO DE 2024
NETOS COMO RECOMPENSAS AOS AVÓS É SINÔNIMO DE RENOVAÇÃO DE VIDA

Salmo 128.6 “E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israel.”

 

 “E verás os filhos de teus filhos,”

Os homens que temem ao Senhor e andam nos seus caminhos vivem suas jovens vidas novamente, em seus netos. Salomão não disse que “Coroa dos velhos são os filhos dos filhos”? (Provérbios 17.6) E realmente, isto é verdade. O homem bom se alegra porque uma descendência piedosa provavelmente terá continuidade; ele se alegra na crença de que outras casas, tão felizes como a sua, serão edificadas, em que altares para a glória de Deus arderão com o sacrifício da manhã e da tarde.

George Swinnock escreveu: Senhor, que a tua bênção assim acompanhe os meus esforços, que todos os meus filhos possam ser Benaia, edificação do Senhor, e então todos serão Abner, a luz de seu pai; e que todas as minhas filhas possam ser Bitia, filhas do Senhor, e então todas serão Abigail, a alegria de seu pai.

Esta promessa sugere vida longa, e esta vida será feliz, com uma continuidade na nossa descendência. É um sinal da imortalidade do homem o fato de que ele se alegra pela extensão da sua vida através da vida dos seus descendentes.

 

“... e a paz sobre Israel.”

Com estas doces palavras, o salmo 125 foi concluído. Esta é uma fórmula favorita. Que a herança de Deus esteja em paz, e nós estaremos satisfeitos com isto. Nós consideramos como nossa própria prosperidade que os escolhidos do Senhor encontrem repouso e tranqüilidade.

A vida de Jacó foi extremamente agitada e conheceu pouca paz; mas o Senhor o libertou de todas as suas tribulações, e o trouxe a um local de descanso, em Gósen, por algum tempo, e posteriormente, o levou para dormir com seus pais na cova de Macpela. A gloriosa Semente de Deus foi terrivelmente afligida e, por fim, crucificada; mas Ele ressuscitou para a paz eterna, e na sua paz habitamos.

Os descendentes espirituais de Israel ainda compartilham das suas condições angustiantes, mas resta um repouso também para eles, e eles terão paz, do Deus da paz. Israel foi um suplicante nas suas orações nos dias da sua aflição, mas se tornou um príncipe vitorioso, e nisto a sua alma encontrou paz. Sim, é verdade - “Paz sobre Israel! Paz sobre Israel!”

Alexander Henderson citando um famoso clérigo escocês disse: “‘Paz sobre Israel’. A grande bênção da paz, que o Senhor prometeu ao seu povo já nesta vida (pois quando o Senhor concede misericórdia a alguém, Ele também concede paz; a paz e a graça são inseparáveis), esta paz, eu digo, não consiste no fato de que o povo de Deus não tenha inimigos; não, pois existe uma inimizade imortal e incessante contra eles. Nem a sua paz consiste no fato de que os seus inimigos não os atacarão, nem consiste no fato de que os seus inimigos não os perturbarão nem afligirão. Nós apenas nos enganamos se, enquanto estivermos nesta nossa peregrinação, e na nossa batalha aqui, nos prometermos uma paz deste tipo; pois enquanto nós vivermos neste mundo, ainda teremos inimigos, e estes inimigos irão nos atacar, perseguir e afligir”.

Não podemos nos esquecer que somos portadores de uma paz diferente do mundo: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14.27). Uma paz que não cessa, pois faz parte do fruto que Deus concede aos que recebem seu Espírito: “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança” (Gálatas 5.22).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
31/7/2024

FONTES:

QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

SPURGEON, Charles. Os Tesouros de Davi – Volume 3. Rio de Janeiro: CPAD, 2017. (William Gumatt, Thomas Watson e Christopher Love)

quarta-feira, 31 de julho de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 31 DE JULHO DE 2024 (Gênesis 2:24)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
31 DE JULHO DE 2024
A LIDERANÇA MASCULINA NA FAMÍLIA PRESSUPÕEM ATITUDE, AMOR E HONRA

Gênesis 2:24 “Portanto, deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. ” 


“ Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, “ 

Os filhos devem deixar seus pais para inaugurarem uma nova família, que não será igual a família do marido e nem a família da mulher. Assim, à sombra dos seus pais, o novo casal certamente não poderia, jamais, cumprir integralmente o projeto do Criador. Essa nova família terá que se desenvolver naturalmente. O pastor Reynaldo Odilo em seu livro, Eu e a minha casa, tem um capítulo que nos ensina muito sobre a importância de deixar os pais. Ele aponta que os pais devem ser deixados em três aspectos: geográfico, emocional e financeiro.

Geográfico. Toda família precisa de “espaço” para crescer. Para isso, Deus mandou o novo casal, antes de se unir, deixar pai e mãe. Observe uma planta. Ela precisa de um espaço só dela: veja quando o trigo divide um pequeno espaço geográfico com o joio — Mateus 13.28-30 — é um problema. A grande dificuldade é que as raízes do joio e do trigo podem se entrelaçar, diante da proximidade territorial. Isso significa a necessidade do trigo por um espaço individual, próprio. A mesma coisa acontece com o novo lar. A casa dos pais pode ser um lugar cheio de amor, carinho, conforto e compreensão, porém nunca será o melhor lugar para construir uma nova família. Ê preciso deixar tudo o que prende o novo casal ao passado! Não é fácil, mas é preciso.

Emocional ou psicológico. A planta precisa de luz solar para fazer a fotossíntese e crescer. Entretanto, essa radiação trará certo incômodo a ela nos horários mais quentes do dia. Isso, porém, é necessário. Utilizando o mesmo raciocínio, pode-se dizer que os pais não devem privar seus filhos dos eventuais desafios psicológicos — exposição ao sol. É preciso que cada nova família adquira individualidade, tomando suas próprias decisões. Por mais que "doa” ver os filhos passarem por certos "percalços” no novo contexto familiar, o bloqueio emocional ao novo casal, pelos pais, (impedir que deixe psicologicamente os genitores) ensejará prejuízo.

Financeiro. A ordem de "deixar pai e mãe” também atinge a parte financeira, porém o dever de os pais ajudarem financeiramente os filhos (2 Coríntios 12.14) e vice-versa (Marcos 7.10-13) nunca terminará diante de Deus, bem como perante a lei civil. Muitos filhos casados, de maneira irresponsável, sobrecarregarem seus pais financeiramente, inclusive indo morar com eles, tirando-lhes a privacidade e fazendo-lhes passar, ocasionalmente, privações. Por outro lado, pais que fazem questão de pagar todas as despesas dos filhos casados, impedindo-lhes de ter suas próprias experiências financeiras, também podem dar origem a inúmeros conflitos dentro da nova família, fazendo a situação do casal ficar insustentável.

Não existe nenhuma contradição entre os mandamentos do Senhor, pois eles são puros e alumiam os olhos (Salmo 19.7,8). Honrar pai e mãe, assim, não entra em contradição com o mandamento que determina deixar pai e mãe, por ocasião do casamento. Como mencionado, esse "deixar” restringe-se, tão somente, aos aspectos geográfico, emocional e financeiro, mas em relação ao dever de honrá-los permanecerá enquanto os filhos estiverem vivos. Jesus, por exemplo, até na hora da morte honrou sua mãe, provendo-lhe uma casa para morar — a de João.


“..., e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. ” 

A palavra para “apegar-se” significava originalmente “colar ou cimentar”. No casamento, marido e mulher tornam-se “uma só carne” (Efésios 5:28–31). Essa unicidade é fisicamente expressa pela união sexual deles (veja 1 Coríntios 6:16; 7:2–4). Deus fez o homem e a mulher para se complementarem e se completarem mutuamente (Gênesis 2:18, 24). Esse plano original deveria ser o modelo para todas as futuras uniões sexuais. 

Por sua própria natureza, esse modelo exclui a poligamia, a poliandria, o divórcio e o novo casamento. João Crisóstomo escreveu: “Se fosse da vontade de Deus fazer as coisas dessa maneira, quando Ele fez um homem, teria feito muitas mulheres”. A intenção de Deus exclui uniões do mesmo sexo (Romanos 1:26, 27). Se Ele tivesse planejado que homens estivessem com homens e mulheres com mulheres, Ele teria feito outro homem para Adão e outra mulher para Eva. Quando os homens alteram os propósitos de Deus, os resultados são catastróficos.


DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
15/7/2023

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A igreja de Cristo e o império do mal – Como viver neste mundo dominado pelo espírito da Babilônia. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

ODYLO, Reinaldo. Eu e minha Casa - Orientações da Palavra de Deus para a Família do Século XXI. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201209_02.pdf

terça-feira, 30 de julho de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 30 DE JULHO DE 2024 (Salmo 27.14)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
30 DE JULHO DE 2024
ESPERANDO O TEMPO CERTO E O DESFECHO DO DEVIDO PROCESSO 

Salmo 27.14 “Espera no Senhor, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no Senhor.”

 

“Espera no Senhor, anima-te,”

“Espera no Senhor” - O salmista exorta a si mesmo a depender do Senhor pelo fato de que ele nunca falhou em suas promessas. A palavra hebraica para esperar significa, na verdade, ter esperança. Ter esperança em Deus é esperar por Sua ação em Seu tempo propício: “Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão” (Isaías 40.31). Espera à porta do Senhor com oração. Espera aos seus pés com humildade. Espera à sua mesa com serviço. Espera à sua janela com expectativa.

Consola-te, segura com firmeza (septuaginta), porta-te vigorosamente ou deixa-te como homem, cuja palavra o apóstolo Paulo usou em 1 Coríntios 16.13: “Vigiai, estai firmes na fé; portai-vos varonilmente, e fortalecei-vos”. Estas são palavras de encorajamento contra o desleixo, o medo, o desânimo de coração ou outras fraquezas.

“Anima-te” - Este é o lema do soldado. Seja o meu também. Sempre precisamos de ânimo e, para o seu exercício, temos tanta razão quanto necessidade, se formos soldados do Rei Jesus. As palavras de encorajamento são reminiscentes das palavras de Moisés a Josué: “Esforça-te e anima-te; porque com este povo entrarás na terra que o Senhor jurou a teus pais lhes dar; e tu os farás herdá-la” (Deuteronômio 31:7), da comissão de Deus a Josué: “Esforça-te, e tem bom ânimo” (Josué 1:6, 7, 9, 18) e das palavras de Josué ao povo: “Não temais, nem vos espanteis; esforçai-vos e animai-vos; porque assim o fará o Senhor a todos os vossos inimigos, contra os quais pelejardes” (Josué 10:25). A história da redenção não terminou com a Conquista. Continua enquanto o povo de Deus “esperar no Senhor” e fazer a sua vontade.

 

“... e ele fortalecerá o teu coração;”

Como o agricultor que espera pacientemente a semente germinar e a safra amadurecer, os crentes devem esperar com paciência no Senhor que certamente os libertará e julgará seus opressores. Enquanto esperam, eles precisam “fortalecer” seus corações: "Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações; porque já a vinda do Senhor está próxima" (Tiago 5.8). Sendo o coração fortalecido, o mecanismo inteiro da humanidade estará cheio de poder. O coração forte torna o braço forte. 

Paulo fez a mesma exortação  aos tessalonicenses que aguardavam a parousia: "Para confirmar os vossos corações, para que sejais irrepreensíveis em santidade diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo com todos os seus santos" (1 Tessalonicenses 3.13), e o autor de Hebreus recomenda que o coração esteja “confirmado com graça”, como um antídoto contra o falso ensino (Hebreus 13.9). O que se recomenda, então, é um firme apego à fé em meio de tentações e provações.

“Espera, pois, no Senhor.”

Na palavra “pois”, Davi coloca o seu selo particular nas palavras que, como homem inspirado, ele fora movido a escrever. É o seu testemunho como também o mandamento de Deus. De fato, este que escreve estas notas parcas descobriu por experiência que estas palavras são tão doces, tão reanimadoras, tão proveitosas para aproximar-se de Deus que por conta própria ele também se sente preso a escrever: “Espera, pois, no Senhor”.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
29/7/2024

FONTES:

QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

SPURGEON, Charles. Os tesouros de Davi – Volume 3. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.

MOO, Douglas J. Tiago - Introdução e Comentário. São Paulo: Vida Nova, 1990.