terça-feira, 13 de outubro de 2026

Mateus 22:37

Mateus 22:37 “E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.”

 

“E Jesus disse-lhe:”

Um dos fariseus, doutor da lei, interrogou Jesus para o experimentar, após Ele ter emudecido os saduceus no mesmo lugar, respondendo-lhes acerca da ressurreição: “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus. Porque na ressurreição nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no céu” (Mateus 22:29b,30).

Este doutor da lei lhe perguntou: “Mestre, qual é o grande mandamento na lei?”(v.36). E Jesus lhe responde citando Deuteronômio 6.5 que diz:

 

 “Amarás, pois, o Senhor teu Deus”

Deuteronômio 6.5 está incluído no Shemá Israel. O Shemá é composto de três trechos da Torá (Deuteronômio 6:4-9; 11:13-21; e Números 15:37-41). È uma prece recitada duas vezes ao dia: ao deitar-se e ao levantar-se, conforme preceito da Torá.  Este verso também é conhecido como o grande mandamento (Marcos 12.29,30). O Senhor Jesus citou este trecho do em Seu sumário da natureza e da nossa obrigação diante a lei.

A obediência de Israel não deveria surgir de um legalismo estéril baseado na necessidade e no dever. Deveria surgir de um relacionamento baseado em amor. O termo bíblico “amar”, tem uma conotação muito profunda. Oséias usa esse verbo para expressar a afeição de Javé por Israel, fazendo uso de poderosas metáforas, extraídas da vida doméstica, do relacionamento entre marido e esposa: “E o Senhor me disse: Vai outra vez, ama uma mulher,…” (Oséias 3:1a) e do relacionamento entre pai é filho: “Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei a meu filho” (Oséias 11:1).

O homem não pode amar a Deus conforme ama a outro ser humano. O amor a Deus envolve santo temor e reverência (vs. 13), e exprime-se por meio daquela lealdade devotada e singela de onde se deriva um serviço obediente e de todo o coração. O amor a Deus, desacompanhado da obediência, não é amor (1 João 4.7-21).

 

“... de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.”

A extensão do amor do homem a Deus deveria ser total. Israel deveria amar a Deus com todo o seu ser. A expressão de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força é uma das favoritas em Deuteronômio (4: 29; 10: 12; 11: 13; 13: 3; 26: 16; 30: 2, 6, 10), e nos oferece uma percepção parcial da antiga psicologia hebraica.

O coração era considerado a sede da mente e da vontade bem como de uma vasta gama de emoções: “Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos” (Provérbios 23.26). O termo alma é de difícil definição, mas parece ser referir à fonte de vida e vitalidade, ou mesmo do próprio “ser”. Nesse sentido Cristo derramou sua alma na morte por nós (Isaias 53.12). Os dois termos, coração e alma entre si indicam que o homem deve amar a Deus sem qualquer reserva em sua devoção. Para dar ainda mais força à ordem, uma terceira expressão é acrescentada, de toda a tua força, que diz respeito ao lado físico e mental do ser humano.

O texto hebraico inclui as três palavras “coração”, “alma” e “força”. A citação de Mateus insere o termo “entendimento”, mas omite “força”. Quando a passagem é citada em Marcos e Lucas, eles relatam quatro termos: “coração”, “alma”, “entendimento” e “força” (Marcos 12:30; Lucas 10:27). Variações nos Evangelhos Sinópticos podem ser resultantes do uso da versão Septuaginta. Algumas cópias antigas dessa tradução grega traduzem o vocábulo hebraico equivalente a “coração” para “entendimento” ou “mente”.

Uma possível razão pela qual Jesus usou a palavra mente, quando Deuteronômio não o fez, foi porque Moisés e seu público judaico estavam limitados à língua hebraica. Em hebraico não há palavra específica para mente. Em hebraico, o termo para coração, "Lebahb", inclui a mente. No pensamento judaico, o coração e a mente não são separados ou distintos. Os gregos (e, portanto, os romanos) fazem essa distinção. Como mencionado acima, os gregos viam o coração — "kardia" — como a fonte de emoções, desejos e escolhas. A mente, de acordo com os gregos, era o lugar do intelecto e da consciência mental.

Amar a Deus com todo o teu pensamento/entendimento. Significar submeter o “intelecto” ou os “pensamentos” à sua vontade. Amar sua lei e seu evangelho mais do que fazemos as decisões de nossas próprias mentes. Estar disposto a submeter todas as nossas faculdades ao seu ensino e orientação, e dedicar a ele todas as nossas realizações intelectuais e todos os resultados de nossos esforços mentais intelectuais.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
13/10/2026

FONTES:

GOMES, Osiel. O Deus da Aliança - Advertências, Promessas e Bênçãos no Livro de Deuteronômio. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

Thompson J. A. Deuteronômio: introdução e comentário; tradução Carlos Osvaldo Pinto. Edição: 1. ed. Publicação: São Paulo : Vida Nova, 1982.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

https://pt.chabad.org/library/article_cdo/aid/1216847/jewish/Shem-Israel.htm

https://textoaureoebd.blogspot.com/2026/09/deuteronomio-65.html

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201210_02.pdf

https://thebiblesays.com/pt/commentary/mat+22:37

Deuteronômio 5:7

Deuteronômio 5:7 “Não terás outros deuses diante de mim;”

 


“Não terás outros deuses...”


Esse é o primeiro mandamento do decálogo (10 Mandamentos em pedra). O propósito deste mandamento é levar Israel a amar e a temer a Deus, e a adorar somente a Ele com sinceridade.

Este mandamento foi promulgado numa época que a idolatria norteava as nações e essa ordem era algo novo num código de leis. Trata-se do monoteísmo revelado que influenciou o mundo inteiro com a expansão do cristianismo.

O monoteísmo é a crença em um só Deus, como sugere a própria palavra: monos, "único", e theos, "Deus". A ênfase nesta unidade contrasta de maneira visível com o henoteísmo e a monolatria, além do politeísmo.

Não se conhecia a idolatria antes do dilúvio. O monoteísmo ara a crença experimentada pelos primeiros homens. A Bíblia afirma que todas essas formas falsas de adoração são uma degeneração do monoteísmo original: "Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém” (Romanos 1:21-25)

Os patriarcas do Gênesis, Abraão, Isaque e Jacó, eram monoteístas e instruíram seus descendentes nessa crença (Deuteronômio 13.6; 28.64; Jeremias 19.4). Todavia os fiéis haviam se tornado poucos. Tornou-se então monoteísmo nesta época uma inovação, visto que as nações da época eram politeístas.

  • A Mesopotâmia é o berço da civilização humana e o centro irradiador da idolatria. Abraão nasceu em Ur dos caldeus, cidade da Mesopotâmia (Genesis 11.27-31). Seus ancestrais serviam a outros deuses (Josué 24.2,15). Os babilônios/caldeus adoravam a diversos deuses: como Sin, o deus-sol de Ur e Harã; Istar, a deusa do amor e da guerra; e Enlil, deus do vento e da terra.Bel, que veio a ser identificado como Marduque ou Merodaque, o patrono da cidade de Babilônia.
  • Os assírios adoravam: Adrameleque e a Nisroque.
  • A terra do Nilo foi grandemente afetada por essa idolatria. E Israel e seus ancestrais tiveram vínculos com as culturas mesopotâmica e egípcia.Os antigos egípcios empregavam o termo "terra dos deuses", para o seu país. Cada grande cidade contava com suas tríades de acordo com as dinastias: em Ábidos, Osíris, ísis e Hórus; em Mênfis, Ptah, Sekhmet e Nefertum, e, em Tebas, Amom, Mut e Khonsu.
  • Os cananeus adoravam a Baal (Jz 6.31). Astarote ou Astarte (Jz 10.6), identificada em nossas versões como "postes sagrados", deusa cananeia da fertilidade" era deusa nacional dos sidônios.
  • Dagom e Baal-Zebube eram deuses dos filisteus (Jz 16.23-24; 2 Rs 1.2-3, 6,16).
  • Camos era o deus nacional dos moabitas (Nm 21.29; Jz 11.24;).
  • Malcam ou Milcom (1 Rs 11.33) era o deus nacional dos amonitas. Milcom, e Moloque. Parecem ser nomes alternativos.


As principais formas de adoração no paganismo do Antigo Oriente Médio eram três: politeísmo, henoteísmo e monolatria.

  • O politeísmo é a crença em muitos deusespoli, "muito", e theos, "Deus". Era a religião dos antigos mesopotâmios, egípcios, gregos, romanos e do atual hinduísmo.
  • O henoteísmo é uma forma primitiva de religião que admite a existência de muitos deuses; no entanto, apenas um deles tem a supremacia. A forma henoteísta deve ser definida como uma crença em um Deus, mas admitindo a existência de outros deuses.
  • A palavra monolatria vem de monos, "único", e latreia, "serviço sagrado, culto". Define-se como adoração ou culto "de uma deidade única para cada grupo étnico-político (clã, tribo, povo).



Os ídolos, de fato, não são deuses (Dt 32.21; Gl 4.8). Apenas são chamados assim por existirem na mente dos seus adoradores (1 Co 8.5), mas não reais de fato. O objeto de adoração dos gentios são representações demoníacas; os pagãos adoram os próprios demônios (Lv 17.7; Dt 32.17; 1 Co 10.20). Não existe Deus além de Javé (Is 44.6; 45.5, 6). Os cristãos devem manter distância dos ídolos (1 Co 10.14; 1 Jo 5.21).



“...diante de mim. ” 

Literalmente “ à minha face”. Esta frase vagamente incomum também parece ser usada em relação ao ato de tomar uma segunda esposa enquanto a primeira ainda estivesse viva. Tal uso, de uma quebra de um relacionamento pessoal exclusivo, ajuda a explicar o seu significado aqui.

Portanto, nenhum outro deus pode ser adorado simultaneamente com YHWH.Ele não dividirá seu louvor com quem quer que seja: Ele é único: “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura” (Isaías 42:8)

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
13/10/26

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A igreja de Cristo e o império do mal – Como viver neste mundo dominado pelo espírito da Babilônia. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

SOARES, Esequias. Os dez mandamentos - Valores Divinos para uma Sociedade em Constante Mudança. Rio de Janeiro: CPAD, 2014.

COLE, Alan R. Êxodo - Introdução e Comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1981.

https://textoaureoebd.blogspot.com/2024/01/exodo-203.html


Romanos 10:17

Romanos 10:17 “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.”

 

“De sorte que a fé é pelo ouvir,”

Essa declaração expressa o tema principal dessa seção. É o novo método para a salvação revelado “a fé”. Diz Charles R. Erdman, que “o evangelho não é questão de intuição, ou imaginação, ou conjectura, ou desvario, mas de revelação. É uma mensagem outorgada por Deus aos homens; sua síntese e substância são a pessoa e a obra de Cristo; e a fé consiste na humilde e grata aceitação dessa mensagem. A fé não responde num vácuo ou às cegas.

As pessoas precisam ouvir as boas novas da salvação em Cristo a fim de crerem “E como crerão naquele de quem não ouviram?“E como ouvirão, se não há quem pregue?” (v.14). Deus escolheu o método “a loucura da pregação” (1 Coríntios 1.21). Paulo se identificando a Tito em sua epístola, diz que Deus manifestou a sua palavra pela pregação: “Paulo, servo de Deus, e apóstolo de Jesus Cristo, segundo a fé dos eleitos de Deus, e o conhecimento da verdade, que é segundo a piedade, Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos; Mas a seu tempo manifestou a sua palavra pela pregação que me foi confiada segundo o mandamento de Deus, nosso Salvador” (Tito 1:1-3).

A fé nasce quando cremos naquilo que nos foi dito (Naquilo que ouvimos) a respeito da oferta de Deus da salvação, e na pessoa de Jesus Cristo, nosso Senhor. A mensagem literal do versículo seria: “Portanto, a fé vem proveniente de dentro do ouvir-atendendo, e este ouvir-atendendo vem por operação de a Palavra  de Deus.”

 

“... e o ouvir pela palavra de Deus.”

Inicialmente lembramos que literalmente o ouvir, o dom de ouvir, veio pela Palavra de Deus.Quando Moisés foi chamado ele argumento a Deus que não seria ouvido: “Mas eis que não me crerão, nem ouvirão a minha voz, porque dirão: O Senhor não te apareceu” (Êxodo 4:1b), porém, Deus lhe repreendedo dosse : “Quem fez a boca do homem? Ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o Senhor?” (Êxodo 4:11b). Tanto o ouvir como ouvido, tanto o falar como a fala vieram a existir pela palavra de Deus. Jesus respondeu a pergunta de João, o Batista, com essa afirmação: “Os cegos veem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem” (Mateus 11.5).

Mas o caso aqui é justamente o ouvir-atendendo da tradução literal. Esse ouvir-atendendo vem de Deus, Este transmite graça através da pregação: “Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo” (Apocalipse 1:3). A depravação total nos impede de ir a Cristo por nós mesmos, mas quando sua palavra nos é transmitida Cristo se apresenta a nós. Isso nos concede um estado de Graça para recebê-lo. Este estado de Graça pode ser resistido: “Mas nem todos têm obedecido ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem creu na nossa pregação?” (v.16).

Os próprios judeus cometeram o erro de se negarem a ouvir atentamente a mensagem de Jesus. Durante Seu ministério terreno, Jesus citou Isaías 6:10: “Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por mim curados” (Mateus 13:15).

Não apenas judeus resistem ao Espírito Santo transmitido através da pregação. Alguns são como crianças que colocam as mãos nos ouvidos para não ouvir um colega. Fato é que quem não “ouve-atendendo”, conseqüentemente, não crê, ou seja não permite que a fé nasça em seu coração pelo ouvir.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
11/10/26

FONTES:

GOMES, Osiel. O Deus da Aliança - Advertências, Promessas e Bênçãos no Livro de Deuteronômio. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

BARCLAY, William. The Letter to the Romans - Tradução: Carlos Biagini.

Comentário do Novo Testamento: Aplicação Pessoal. Tradução: Degmar Ribas. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/Po_lessons/Po_200903_04.pdf

A DISCIPLINA DIVINA REVELA A JUSTIÇA DE DEUS E PRESERVA OS FIÉIS (Deuteronômio 4:4) 13/10/26


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA
13 DE OUTIBRO DE 2026
A DISCIPLINA DIVINA REVELA A JUSTIÇA DE DEUS E PRESERVA OS FIÉIS

Deuteronômio 4:4 “Porém vós, que vos achegastes ao Senhor vosso Deus, hoje todos estais vivos.”

 

“Porém vós, que vos achegastes ao Senhor vosso Deus, hoje todos estais vivos.”

Em Baal-Peor os hebreus haviam se envolvidos com idolatria. Quando certos homens se ajuntaram sexualmente a mulheres moabitas, praticando ritos idólatras, adorando assim o deus Baal. Esse ato atraiu contra eles um imediato e severo julgamento. Vinte e quatro mil pessoas morreram em resultado de uma praga (Números 25.9). Todavia, aqueles  que se apegaram ao SENHOR foram preservados e alguns ainda estavam vivos no momento em que Moisés falava.

O verbo traduzido aqui como "apegar" significa basicamente "agarrar-se" ou "segurar-se a". Expressa proximidade emocional e lealdade. Moisés usa o mesmo verbo em Gênesis 2:24 para explicar como um homem deixa seus pais para "unir-se" à sua esposa e "tornar-se uma só carne". Podemos dizer com segurança que aqueles que se recusaram a violar a aliança de Deus o fizeram com base no amor e na lealdade a Deus. Em contraste, aqueles que se envolveram no culto pagão o fizeram por causa da infidelidade à aliança de Deus.

Este incidente nos mostra a importância de nos submetermos aos mandamentos de Deus: “Após o Senhor, vosso Deus, andareis, e a ele temereis, e os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis, e a ele servireis, e a ele vos achegareis” (Deuteronômio 13:4). Em um sentido mais amplo, a vida e a morte espiritual dependiam da obediência de Israel. Contudo, também em um sentido mais imediato, a vida e a morte física dependiam de sua obediência. No Novo Testamento, Jesus afirmou: “E sei que o seu mandamento é a vida eterna” (João 12:50ª).

Moisés advertiu aqueles que estavam vivos, aqueles que permaneceram fiéis que eles deviam continuar nessa fidelidade. Israel estava prestes a atacar um povo forte e expulsá-lo da Terra Prometida. Se Israel não tivesse a bênção do Senhor sobre si, logo poderia sofrer grandes perdas e ser expulso de Canaã.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
7/10/26

FONTES:

GOMES, Osiel. O Deus da Aliança - Advertências, Promessas e Bênçãos no Livro de Deuteronômio. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

Thompson J. A. Deuteronômio: introdução e comentário; tradução Carlos Osvaldo Pinto. Edição: 1. ed. Publicação: São Paulo : Vida Nova, 1982.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

https://thebiblesays.com/pt/commentary/deu+4:1