segunda-feira, 23 de março de 2026

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA 23 DE MARÇO DE 2026 (1 Pedro 1.2)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA 
23 DE MARÇO DE 2026
A SALVAÇÃO É FRUTO DO PLANO ETERNO DO PAI POR MEIO DE SUA PRESCIÊNCIA 

1 Pedro 1.2 “Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas. “

 

“Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, “

Os propósitos de Deus previstos desde a eternidade foram concretizados quando os Seus “eleitos” passaram a incluir todos que confessam a fé em Jesus, o Cristo. O corpo eleito de que consiste de todo aquele que escolheu considerar os céus como sua residência permanente, e que já virou as costas ao mundo.

Quando os autores inspirados do Novo Testamento escreveram sobre a “presciência” de Deus, o assunto era a Sua “presciência” em relação à salvação revelada no Filho. Trata-se da presciência a respeito do novo Israel, a Sua igreja. Pedro acreditava que era importante os cristãos, fossem pagãos ou judeus de nascença, entenderem que o Deus que Se revelara a Israel era o mesmo Deus que Se revelou em Jesus de Nazaré.

Ou seja, a igreja não era uma ideia de última hora de Deus. Ela sempre esteve na mente de Deus. Deus sabia de antemão e predeterminara que deveria existir uma igreja de Jesus Cristo, um povo escolhido que englobaria não só Israel, mas toda a humanidade.

 

“... em santificação do Espírito, “

A expressão em santificação do Espírito ou “ em santidade de Espírito ”, declara que os “eleitos” de Deus foram transformados em santos pela ação do Espírito. A mesma frase ocorre em 2 Tessalonicenses 2:13, onde certas traduções dizem “ através da santificação pelo Espírito ”.

O Espírito santifica o crente (Atos 2:38) e lhe ajuda a viver piedosamente. O crente é denominado “santo” no sentido de que a sua vida é um reflexo da própria santidade de Deus (1 Pedro 1:15, 16). Ele é santo porque foi separado pelo Espírito para ser um dos eleitos de Deus.

 

“... para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: “

A santificação concedida ao crente pelo Espírito Santo visa a sua obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo. Pedro estava lembrando seus leitores de que a santificação não é um ato passivo realizado no cristão. O próprio crente opta por seguir a vontade de Deus de modo que a vontade de Deus se torne a sua própria vontade.

Por um lado, Cristo santifica (1 Coríntios 1:30). Por outro lado, a santificação é um imperativo moral imposto ao crente. É um ato de obediência que deve ocorrer com perseverança até a vinda do Senhor: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12.14).

Afinal, Pedro está falando de um contínuo derramar que acompanha a perseverante obediência do que é santificado. Eis como João trata desse mesmo assunto: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1.7).

 

“Graça e paz vos sejam multiplicadas. “

O apóstolo começou a segunda carta com estas mesmas palavras em grego (2 Pedro 1:2). Paulo costumava usar as palavras “graça e paz” nos cumprimentos de suas cartas. Pedro acrescentou o desejo de que elas se multiplicassem a seus leitores.

Essas palavras eram muito mais do que uma formalidade. Pedro queria comunicar àqueles cristãos seus mais profundos desejos de que a graça e os dons gratuitos de Deus, juntamente com uma paz divina, fossem característicos em suas vidas.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
9/1/2025

FONTES:

SOARES, Esequias. Em defesa da fé: Combatendo as antigas heresias, que se apresentam com nova aparência. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

HORTON, Stanley. I e II Pedro – A razão da nossa Esperança. Rio de Janeiro: CPAD.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201409_02.pdf

 

domingo, 22 de março de 2026

Lição 13: A Trindade Santa e a Igreja de Cristo. 1 Trimestre de 2026.

TEXTO ÁUREO

Mateus 28.19 “Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”.


“Portanto, ide,” 

Esse versículo nos orienta de maneira cronológica a maneira que deve ser anunciada a Grande Comissão. Em primeiro lugar deve-se ir onde estão as pessoas sendo longe ou perto. Nosso Senhor fez o mesmo quando desceu do céu (saiu da zona de conforto), não tendo aspiração de ser semelhante a Deus (ignorou seu título, sua glória) e assumiu a forma de servo (fez-se semelhante a nós). E uma vez na nossa forma foi não somente as ovelhas perdidas da Casa de seu Pai: “Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo bem, e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele” (Atos 10:38). 

Cristo foi o enviado do Pai, agora nós que somos conhecidos pelo seu nome somos os enviados dEle: “Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós“ (João 20:21). Ou seja, devemos nos despojar de todo o nosso orgulho e conquistas, deixar a zona de conforto e nos misturarmos com aqueles que estão nas trevas a fim de os resgatar para a nossa maravilhosa luz: ”E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo “ (Filipenses 3:8). 


“... ensinai todas as nações,” 

Em segundo lugar deve-se ensinar todas as nações, afinal o nosso alvo é toda a criatura independente de cultura, passado, idade ou aparência. Era previsto na palavra que o Messias seria mestre nessa disciplina: “Bom e reto é o Senhor; por isso ensinará o caminho aos pecadores ” (Salmos 25:8), e de fato o foi, ora de causar espanto: ”porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas" (Mateus 7:29). 

Nós igreja do Senhor, somos chamados a realizar as mesmas obras que ele realizou, sobre esse importante ministério o apóstolo Paulo nos exorta: ...”se é ensinar, haja dedicação ao ensino" (Romanos 12:7). Ensinar para tornar nosso ouvinte um novo discípulo de Cristo. Discípulo é aquele que aprende de um mestre. O termo se aplica com frequência nos evangelhos aos seguidores de Jesus (Mateus 5.1; João 2.12). 

Disso segue o discipulado, ensino para ser seguidor de Cristo, ou seja, o ensino bíblico básico para o novo convertido desenvolver-se espiritualmente. Trata-se de instruções que abrangem vários aspectos da vida, na área espiritual, emocional e social. O discipulado não é opção, é mandamento divino para a edificação e crescimento espiritual de cada cristão. 

Além do discipulado, Ele também ordenou que esses novos discípulos guardem o que aprenderam: “ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado” (Mateus 28.20). Ou seja, as doutrinas e os pontos doutrinários que Jesus ensinou. O livro de Atos mostra os apóstolos no cumprimento dessa palavra (Atos 2.42; 4.1,2; 5.21,28). 


“batizando-as” 

Em terceiro lugar “batizando-as”. O batismo é uma ordenança de Cristo. Na língua original do Novo Testamento, o grego, a palavra batismo (baptizō) significa “imergir”, “mergulhar”. Todos os que creem devem ser batizados, porém para isso é necessário ser discípulo e não apenas ouvinte. 

Muitos usam o texto do Eunuco etíope para justificar que para se batizar basta somente crer. Analise o texto: “ E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja batizado? E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus ” (Atos 8:36,37). Veja porem que o texto possui contexto e nos diz nele que esse eunuco “tinha ido a Jerusalém para adoração” o que quer dizer que era prosélito (Gentio convertido ao judaísmo) e “assentado no seu carro, lia o profeta Isaías” era conhecedor e estudante das doutrinas do judaísmo, ele possuía um rolo do profeta Isaías e estudava durante a viagem. Felipe na oportunidade lhe indicou Cristo e lhe esclareceu que a profecia que o eunuco lia se referia ao seu recente advento. E acontecendo assim, ele pediu para ser batizado. 

Ora, o eunuco não era um leigo das escrituras como a maioria dos judeus também não eram. Porém a nós gentios é esclarecido “Que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo ” (Efésios 2:12). O que quero dizer é que na maioria das vezes muitos de nós somos leigos acerca das coisas de Deus. Por isso é sim necessário o discipulado básico ao menos. 


“... em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” 

Por último em Mateus 28.19, encontramos a fórmula do batismo na expressão: “do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”, pois a salvação procede do Pai que a planejou; do Filho, que a consumou; e do Espírito Santo que convence o homem do pecado que o separa de Deus.. 

A fórmula tríplice do batismo é uma maneira de ressaltar a Santíssima Trindade: O Pai, o Filho e o Espírito Santo. A Trindade é uma doutrina com sólidos fundamentos bíblicos. Essa doutrina está implícita no Antigo Testamento, pois há declarações que indicam claramente a pluralidade na unidade de Deus (Gênesis 1.26; 3.22; 11.6, 7; Isaías 6.8). 

Apesar da ênfase da doutrina monoteísta como o shemá: “Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR” (Deuteronômio 6.4) reafirmada pelo Senhor Jesus (Marcos 12.29), o Antigo Testamento mostra que a unidade de Deus não é absoluta. E o Novo Testamento revela de maneira explicita que essa pluralidade se restringe ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo (1 Coríntios 12.4-6; 2 Coríntios 13.13; Efésios 4.4-6; 1 Pedro 1.2).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR 
17/03/2021 

FONTES: 

SOARES, Esequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da doutrina bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro: CPAD, 2020. 

MENZIES, W. W.; HORTON, S. M. Doutrinas bíblicas: os fundamentos da nossa fé. 5.ed., RJ: CPAD, 2005.

 

sábado, 21 de março de 2026

Genesis 12.7

Genesis 12.7 “E apareceu o SENHOR a Abrão e disse: À tua semente darei esta terra. E edificou ali um altar ao SENHOR, que lhe aparecera.” 

 

 “E apareceu o SENHOR a Abrão e disse: À tua semente darei esta terra.”

Segundo o relato de Gênesis, esta é a primeira menção de uma teofania a Abraão (Gênesis 15:17; 17:1; 18:1), e ocorreu em Siquem, embora Estêvão tenha se referido a uma anterior em Ur, relacionada ao seu primeiro chamado (Atos 7:2). A forma dessa manifestação divina não está clara; mas, de qualquer maneira, ela confirmou ao patriarca a presença do Senhor naquela nova terra.

Iavé então prometeu: Darei à tua descendência esta terra, embora Abraão não tivesse herdeiros até aquele momento. O termo traduzido por “descendência” é o hebraico (zera), que significa literalmente “semente”. Ele é regularmente usado como um substantivo coletivo e assim traduzido, “descendência”. Neste contexto, é evidente que a “descendência” ou “a semente” de Abraão se refere aos israelitas, que descenderiam dele e herdariam a Terra Prometida, sendo este um tema recorrente em todas as narrativas de Gênesis. Essa promessa é aqui antecipada, pois ela ainda se completará mais tarde. Ela é conhecida como aliança abraâmica.

 

“E edificou ali um altar ao SENHOR, que lhe aparecera.”

Em resposta à teofania e à promessa precedentes, o primeiro ato de Abraão foi edificar um altar ao Senhor. Antes de ir adiante, ele sentiu que deveria parar e adorar ao Senhor. Então levantou um altar. Ele expressou gratidão e louvor a Iavé, o qual o conduziu em segurança pelo longo e perigoso caminho da Mesopotâmia a Harã e dali até Canaã.

Esta é a primeira referência clara a Abraão edificar um altar. Não há aqui a menção de animais sacrificados, dizem alguns que o altar foi apenas um símbolo da fé do patriarca em que seus descendentes um dia receberiam a terra que Deus lhes prometera. Todavia, quase desde o começo de Gênesis, lemos que sacrifícios foram feitos a Deus.

Abel ofereceu animais a Deus: “E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta” (Gênesis 4:4), Noé fez o mesmo após o dilúvio: “E edificou Noé um altar ao Senhor; e tomou de todo o animal limpo e de toda a ave limpa, e ofereceu holocausto sobre o altar” (Gênesis 8:20) e Abraão mais tarde queimou um carneiro num altar em lugar de seu filho Isaque: “Então levantou Abraão os seus olhos e olhou; e eis um carneiro detrás dele, travado pelos seus chifres, num mato; e foi Abraão, e tomou o carneiro, e ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho” (Gênesis 22:13).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
21/03/2026

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno – O Legado de Abraão, Isaque e Jacó. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201509_05.pdf


Gênesis 12:17

Gênesis 12:17 “Feriu, porém, o Senhor a Faraó e a sua casa, com grandes pragas, por causa de Sarai, mulher de Abrão.”

 

“Feriu, porém, o Senhor a Faraó e a sua casa, com grandes pragas,”

Deus interveio e puniu Faraó e a sua casa com grandes pragas porque ele levara Sara, mulher de Abrão. Deus feriu a Faraó, e desta maneira evitou o progresso do seu pecado. Observe que são ferimentos felizes aqueles que nos impedem de seguir um caminho de pecado, e que efetivamente nos trazem ao nosso dever, em particular, ao dever de restaurar aquilo que tomamos e detivemos erradamente. Observe que não somente Faraó, mas a sua casa, foram vítimas de pragas, provavelmente especialmente aqueles príncipes que tinham recomendado Sarai a Faraó. Observe que os parceiros no pecado se tornam, com razão, parceiros na punição. Aqueles que servem a luxúria de outros devem esperar compartilhar das suas pragas.

A Bíblia não indica a natureza das pragas que o Senhor mandou contra a casa do Faraó. O termo hebraico (nega) geralmente se refere a doenças que uma pessoa pode ter contraído de outra, como doenças de pele ou lepra (Levítico 13 e 14). Todavia, às vezes pragas aconteciam como resultado direto de uma punição divina, como no caso do Egito nos dias de Moisés (Êxodo 11:1) e a lepra que Deus infligiu ao rei Uzias (2 Reis 15:5). Seja como for, as pragas aqui mencionadas fazem-nos lembrar o que sobreveio ao Egito tempos mais tarde, por causa da presença do povo de Israel naquela terra. Tais calamidades tinham por fim levar Faraó a liberar Sarai e a expulsar do Egito Abrão e sua gente.

 

“... por causa de Sarai, mulher de Abrão.”

Nós não sabemos quais foram estas pragas. Mas sem dúvida havia algo nas pragas propriamente ditas, ou alguma explicação acrescentada a elas, suficiente para convencê-los de que foi por causa de Sarai que estas pragas lhes sobrevieram. Sarai havia sido levada para a casa de Faraó (v.15). A residência real era o local onde ele mantinha o seu harém. Uma mulher que tivesse de ser incluída em um harém real passava por um período de purificações cerimoniais, como uma preparação para incorporar esse harém.  Foi durante esse período que houve a intervenção divina.

O Faraó evidentemente creu que as pragas provinham de um deus que o amaldiçoava porque ele tomara a mulher de Abrão. Considerando que o Faraó acreditava ser ele mesmo um deus, ele só teria reagido com respeito diante de Abrão e Sarai, se estivesse mesmo convencido de que um deus poderoso o estava castigando por causa do casal. Nisto ele estava certo, pois Deus prometeu a Abraão: “amaldiçoarei os que te amaldiçoarem” (12:3). Pelo menos neste contexto, o Faraó não agiu corretamente com Abraão ao tomar sua mulher. Por isso ele sofreu maldições (pragas).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
21/03/2026

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno – O Legado de Abraão, Isaque e Jacó. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry – Genesis a Deuteronômio. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001. 

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201509_05.pdf


Gênesis 12:16

Gênesis 12:16 “E fez bem a Abrão por amor dela; e ele teve ovelhas, vacas, jumentos, servos e servas, jumentas e camelos.”

 

“E fez bem a Abrão por amor dela;”

Sarai havia sido tomada de Abrão por Faraó. Para compensar Abrão pela perda da suposta irmã. Faraó presenteou-o generosamente com ovelhas, bois, jumentos, escravos e escravas, jumentas e camelos. Esse pagamento deveria ser entendido como um“dote”.

Quando chegou no Egito, Abraão já era um homem rico. E agora, tendo sido favorecido peio próprio rei, como futuro cunhado, muito aumentaram as suas possessões materiais e o seu prestígio.

 

“... e ele teve ovelhas, vacas, jumentos, servos e servas, jumentas e camelos.”

Os animais e escravos aqui enumerados estavam tipicamente associados a pessoas ricas, sobretudo no período patriarcal (20:14; Jó 1:3). Neste período primitivo da história, o fator determinante da riqueza de um indivíduo não era dinheiro no banco nem investimentos em ações e títulos. A riqueza estava basicamente no gado e nos escravos; ou seja, contava-se a riqueza de uma pessoa pelo número de animais que ela possuía e pela quantidade de escravos que pastoreavam o seu gado.

Com base nisto, Abraão enriqueceu ainda mais. O mesmo aconteceu com Ló, que deve ter acompanhado Abraão no Egito (veja 13:1), embora o relato não o mencione. O próximo capítulo relata que os rebanhos e gados dos dois eram tão grandes que surgiu uma disputa entre os servos por pastos suficientes para todos os animais.

A menção de “camelos” como parte do presente de Faraó a Abraão geralmente é vista como um anacronismo por alguns eruditos bíblicos, pois esses animais só passaram a ser comuns no mundo antigo na última parte do segundo milênio a.C. Todavia, hoje existem algumas evidências de camelos domesticados no segundo milênio a.C. no sul da Arábia. E na região do Neguebe (sul) da antiga Canaã, ossos de camelos foram descobertos em contextos humanos em Arade, datando de cerca de 2900 a.C., e em Bir Residim, datando de 1900 a.C.

Esta última data não é muito posterior ao tempo de Abraão. A escassez de referências a camelos nos relatos antigos pode ser devida a eles serem considerados um artigo de luxo. Nesse caso, as referências antigas a esses animais em Gênesis só enfatizam a riqueza dos patriarcas (13:2; 24:10; 26:12–14; 31:34).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
21/03/2026

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno – O Legado de Abraão, Isaque e Jacó. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201509_05.pdf

Gênesis 12:10

Gênesis 12:10 “E havia fome naquela terra; e desceu Abrão ao Egito, para peregrinar ali, porquanto a fome era grande na terra.”

 

“E havia fome naquela terra;”

Abrão havia tomado a Sarai, sua mulher, a Ló, filho de seu irmão, seus bens, e as almas que lhe acresceram em Harã; e enfim chegaram à terra de Canaã (Gênesis 12:5). Em Canaã Abrão passou por aquela terra até ao lugar de Siquém, até ao carvalho de Moré (Gênesis 12:6). Moveu-se dali para a montanha do lado oriental de Betel (Gênesis 12:8). Depois caminhou Abrão dali, seguindo ainda para o lado do sul. (Gênesis 12:9). E de repente o texto bíblico nos informa que havia fome naquela terra.

Uma fome havia na terra de Canaã, uma fome terrível. Essa é a primeira fome a ser registrada na Bíblia, na história da humanidade. Não há que duvidar, porém, de que muitos outros períodos de fome já haviam ocorrido, embora não tivessem ficado registrados na Bíblia. Adam Clarke via alguma razão moral para a fome. Pois Canaã era uma terra extremamente fértil, “Deus a deixara desolada por causa da iniqüidade de seus ocupantes”.

No entanto essa fome não houve somente para punir a iniqüidade dos cananeus, mas para testar a fé de Abrão, que ali estava. Uma fé forte é normalmente testada com diversas provações, para que se ache em louvor, e honra e glória: “Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo” (1 Pedro 1:7). Pois, às vezes, agrada a Deus provar com grandes aflições aqueles que são apenas jovens iniciantes na fé.

 

“... e desceu Abrão ao Egito, para peregrinar ali,”

Diante de uma fome, Abraão optou por levar sua comitiva de pessoas, rebanhos e gados ao egito, para ali ficar. Evidentemente, Abraão ouvira falar que havia muita comida no Egito. Para Kidner é irreal considerar o Egito como necessariamente território vedado ao povo de Deus neste estágio, pois logo deveria ser-lhe cedido como refúgio, e sua presença ali não invalidaria seu direito a Canaã. Entretanto, tudo indica que Abrão não parou para perguntar, mas prosseguiu por sua própria iniciativa, levando tudo em conta, menos Deus.

Apesar do Egito receber poucas chuvas, a fertilidade do seu solo advinha de chuvas que caíam na África central, as quais faziam o Nilo transbordar anualmente, depositando no solo uma camada rica em nutrientes. Então, quando as águas do Nilo baixavam, tendo encharcado o solo, a terra produzia colheitas abundantes. Muitas pessoas viam o Egito como o manancial do mundo mediterrâneo. Em sua maior parte, diferentemente das terras ao redor, o Egito não era tão suscetível a sofrer com as secas.

 

“... porquanto a fome era grande na terra.”

A razão da migração é repetida aqui com ênfase. Essa fome deve ter ocorrido poucos anos depois da chegada de Abraão em Canaã. Pois ele tinha setenta e cinco anos quando partiu de Harã; e, visto que Ismael, seu filho com a escrava egípcia, tinha treze anos quando Abraão estava com noventa e nove anos, então restam somente oito anos para abrir espaço para os eventos registrados nos capítulos doze a dezesseis de Gênesis.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
21/03/2026

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno – O Legado de Abraão, Isaque e Jacó. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

Kidner, Derek. Gênesis: introdução e comentário. Trad. Odayr Olivetti.São Paulo: Vida Nova, 2004.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry – Genesis a Deuteronômio. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001. 

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201509_05.pdf

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA 21 DE MARÇO DE 2026 (Lucas 1.38)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA 
21 DE MARÇO DE 2026
MARIA É MODELO DE FÉ E SUBMISSÃO À VONTADE DE DEUS 

Lucas 1.38 “Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela.”

 

“Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra.”

Após ouvir a comissão do anjo Gabriel Maria curvou-se à vontade do Senhor e respondeu: “Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra” (ARA). Podemos imaginar as emoções de enlevo e medo misturadas em Maria, ante à extraordinária informação. Enlevo, pela honra de ter sido escolhida, entre milhões de mães judias, para dar à luz o Salvador do mundo; medo, por causa dos mal-entendidos e acusações falsas que pesariam sobre ela.

A resposta de Maria é de quieta submissão. Serva (doulé) significa “escrava. ” Expressa a completa obediência. Entre os escravos, as mulheres ocupavam a posição mais baixa, sendo geralmente menosprezadas e maltratadas. A escrava nada mais podia fazer senão a vontade do seu Senhor. Se somente um versículo pudesse esclarecer por que Deus escolheu Maria, seria esse. Maria se considerava com a expressão “a serva do Senhor”. Mais tarde, Maria cantaria: “porque o Senhir contemplou na humildade da sua serva” (Lucas 1:48).

Tendemos a pensar nessa resposta como sendo a coisa mais natural do mundo, e, destarte, deixamos de perceber o heroísmo de Maria. Ainda não estava casada com José. Podia-se imaginar que a reação dele à gravidez dela fosse forte, e Mateus nos conta que realmente pensou em divorciar-se dela (Mateus 1:19).

Além disto, ainda que a pena da morte pelo adultério (Deuteronômio 22:23,24) pareça não ter sido executada frequentemente, continuava em vigor. Maria não poderia ter a certeza de que não sofreria, talvez até viesse a morrer. Mas reconhecia a vontade de Deus e a aceitava.Apesar disso, ela disse ao anjo: “que se cumpra em mim conforme a tua palavra”. Em outras palavras: “Se é assim que Deus quer, assim será”. Ela foi submissa à vontade de Deus.

 

“E o anjo ausentou-se dela. ”

Após a aceitação humilde e devota de Maria o anjo se ausentou dela. E provavelmente retornou ao trono de Deus, onde ele assiste: “Eu sou Gabriel, que assisto diante de Deus, e fui enviado para falar-te e trazer-te estas boas-novas” (Lucas 1.19). Isso porque Maria não duvidou e nem ao menos pediu um sinal como fizera Zacarias: "Como terei certeza disso? Já sou velho, e minha mulher é de idade avançada" (Lucas 1:18). Gabriel após contatar a incredulidade de Zacarias não se ausentou imediatamente, mas a ele declarou: "Agora, você ficará mudo e não poderá falar até o dia em que isso acontecer, porque não acreditou nas minhas palavras, que se cumprirão no tempo certo" (Lucas 1:20).

Depois que o anjo “se ausentou dela”.Maria dispôs-se e “foi apressadamente à regiãomontanhosa, a uma cidade de Judá” (v.39) para versua parente Isabel. Isabel provavelmente era umadas poucas pessoas que acreditaria no que acontecera com Maria.Quando Isabel viu Maria, ela “ficou cheia do Espírito Santo” (v.40) e “exclamou em alta voz sobre ela:Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o frutodo teu ventre! E de onde me provém que me venhavisitar a mãe do meu Senhor?” (vv.42b, 43).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
11/2/2026

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.

MORRIS, Leon L. Lucas, Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 2007. (Série cultura bíblica)

PERLMAN, Myer. Lucas, o Evangelho do Homem Perfeito. l.ed. - Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1995.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200612_04.pdf

sexta-feira, 20 de março de 2026

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA 20 DE MARÇO DE 2026 (Atos 10:38)


 LEITURA BÍBLICA DIÁRIA 
20 DE MARÇO DE 2026
O ESPÍRITO CAPACITOU JESUS EM TODA A SUA MISSÃO TERRENA 

Atos 10:38 “Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder; o qual andou fazendo bem, e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele.”

 

“Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder;”

Aqui em poucas palavras, Pedro esboçou o poderoso ministério de Jesus Cristo. Ele foi ungido por Deus com o Espírito Santo. Aqui se emprega a redação de Isaías 61:1 para interpretar o que aconteceu a Jesus no rio Jordão, assim como no sermão do próprio Jesus em Lucas 4:18: “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor”.

A palavra “ungido” vem do costume de ungir com óleo os líderes escolhidos por Deus. Era um símbolo dos poderes espirituais necessários para a sua obra. Deus ungiu a Jesus de Nazaré para sua obra como o Messias, não com óleo, como os reis de Israel e Judá, mas com o Espírito Santo e poder, ou seja, com o poder do Espírito Santo

O Espírito Santo concedeu a Jesus poder (virtude), este relacionamento com o Espírito foi evidente por toda a vida de Jesus e em todo o exercício de Seu ministério, especialmente na pregação das boas novas do Reino de Deus e na realização de milagres. Com este poder Jesus conseguiu socorrer e curar: “Enviou a sua palavra, e os sarou; e os livrou da sua destruição (Salmos 107:20).

Cristo não apenas falava acerca de virtude espiritual. Manifestava-a também, como Paulo depois dele afirmava: “a minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder; Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus” (1 Coríntios 2:3-5).

 

“... o qual andou fazendo bem, e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele.”

O verbo fazendo o bem é interessante. O substantivo correspondente, “benfeitor” era empregado pelos soberanos daqueles tempos como descrição de si mesmos: “Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores” (Lucas 22:25-27), de tal modo que Jesus está sendo implicitamente comparado com eles neste trecho, e revelado como o verdadeiro ajudador do povo. Estamos no mundo para fazer todo o bem que pudermos e, como Jesus, devemos ser perseverantes e abundantes nessa tarefa.

O tema do antagonismo e oposição contra o diabo também é significante; é tirado do conceito do reino de Deus que Jesus veio estabelecer em contraste com as forças do mal que a ele se opõem. Ele foi enviado para desfazer as obras do diabo (1 João 3.8). Pedro nos avisa que "o diabo. vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão. buscando a quem possa tragar”. O Senhor Jesus, em seu ministério de três anos e meio, andava por toda a parte, destruindo e frustrando as obras do diabo (Hebreus 2.14,15). Deste modo, obteve vitória total sobre o inimigo.

Seu poder foi considerado maior do que o do diabo, porque Deus era com ele. Afinal suas obras foram feitas em Deus. Deus não apenas o enviou, mas desde o princípio esteve com Ele, reconheceu-o, assistiu-o e sustentou-o em todos os seus serviços e sofrimentos. Note que Deus sempre estará com aqueles a quem Ele unge. Deus em pessoa estará com aqueles a quem Ele dá o seu Espírito.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
9/2/2026

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

PEARLMAN, Myer. Atos: E as igreja se fez missões. CPAD, 1ª edição, Rio de Janeiro, 1995.

MARSHALL, Howard. Atos - Introdução e Comentário. Vida Nova/Mundo Cristão. 1991.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry – Mateus a João. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

 

quinta-feira, 19 de março de 2026

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA 19 DE MARÇO DE 2026 (Mateus 12.28)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA 
19 DE MARÇO DE 2026
OS MILAGRES DE JESUS FORAM REALIZADOS NO PODER DO ESPÍRITO 

Mateus 12.28 “Mas, se eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus, logo é chegado a vós o reino de Deus.”

 

“Mas, se eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus,”

Após argumentar que Satanás não se levantaria contra si mesmo e que não somente Ele expulsava demônios, mas também os filhos deles (ou patrícios). Jesus concluiu que seria lógico os inimigos de Jesus admitirem que os exorcistas judeus eram falsários, então, tinham que admitir que Jesus expelira demônios pela mesma autoridade que eles,ou seja pelo Espírito de Deus.  Assim sendo as obras realizadas por Jesus tinham origem em Deus.

Em vez de “o Espírito de Deus”, Lucas diz “o dedo de Deus” (Lucas 11:20). Conforme Ezequiel 3:14: “Então o Espírito me levantou, e me levou; e eu me fui amargurado, na indignação do meu espírito; porém a mão do Senhor era forte sobre mim.”

Então o Mestre dá a forma correta ao registro. Se pelo Espírito de Deus, não “por Belzebu”, ele expulsava os demônios... É conseguintemente chegado a vós o Reino de Deus. Dizendo isso Jesus estava mostrando que ele era o messias. Pois a atuação do Messias devia demonstrar o poder especial de Deus e sua presença entre os homens: ”O Espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos” (Isaías 61:1). Alem dessa havia diversas profecias que falavam da necessidade do Messias demonstrar o poder do Espírito Santo(Isaías 42.1). Jesus mostra aqui que cumpria as exigências proféticas em relação ao Messias.

 

 “... logo é chegado a vós o reino de Deus.”

O argumento final de Cristo chama a atenção para o seu próprio ministério, particularmente para a expulsão dos demônios, que era evidência suficiente de que era chegado o reino de Deus. A palavra traduzida por é chegado (ephthasen) significa no grego moderno “já está chegando”. Aqui implica em que o reino chegou num sentido muito real, não, porém, em sua plenitude. Jesus estava de fato realizando obras do reino, mas a suprema obra do reino, a sua morte e ressurreição, estava ainda no futuro.

A frase “o reino de Deus” aparece somente quatro vezes no relato de Mateus (12:28; 19:24; 21:31, 43). O termo favorito de Mateus era “o reino dos céus”. São títulos diferentes para a mesma instituição. O reino originou-se no céu e pertence a Deus. Ele é governado hoje pelo Seu Filho, do Seu trono no céu (Atos 2:22–36). A igreja faz parte desse reino (16:18, 19).

 

Jesus provou que era rei do reino dos céus. E não pertencia ao reino do maligno: e também que esse reino dos céus já chegara, sem que os homens tomassem conhecimento dele, embora já operasse no meio deles.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
9/2/2026

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

TASKER, R. V. G. Mateus: Introdução e comentário. Série Cultura Bíblica –São Paulo: Mundo Cristão, 1980.

ROBERTSON, A. T. Comentário Mateus & marcos à luz do novo testamento grego. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.