quinta-feira, 16 de abril de 2026

Mateus 6.15

Mateus 6.15 “Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.”

 

“Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.”

O vocábulo grego para perdoardes (afiemi) é o que significa “lançar fora”, “cancelar” ou “perdoar”. Quando pecamos e pedimos que Deus nos perdoe, Ele remove o nosso pecado e o lança fora. Ele não imputa esse pecado contra nós, e reage conosco como se jamais tivéssemos pecado: “E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades” (Hebreus 10.17).

Ofensas é a tradução da forma plural (paraptoma), que também pode ser traduzida por “transgressões”. Esta palavra é usada nos Evangelhos somente aqui e em Marcos 11:25 e 26. Carrega a ideia de “dar um passo em falso”, “tropeçar” ou “cair”. Assim como a palavra “dívida” (ofeilema) no versículo 12, “ofensas” é outro termo equivalente a “pecado”.

O perdão de Deus para conosco depende da nossa disposição em perdoar aos homens que pecaram contra nós. Independentemente da pessoa merecer ou não o nosso perdão. Temos que perdoar assim como Jesus perdoou a todos até aos que O crucificaram: “E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34). As últimas palavras do diácono Estevão foram um pedido de misericódia a Deus pelos seus assassinos: “E apedrejaram a Estêvão que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito. “E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu” (Atos 7:59,60).

Se negarmos o perdão, então Deus não nos perdoará. A parábola de Jesus sobre o credor incompassivo (Mateus 18:23–35) foi contada para nos ensinar essa verdade. Jesus deixou isso claro em Sua oração modelo: “Perdoa as nossas dívidas [ofensas], assim como nós perdoamos aos nossos devedores [ofensores]” (Mateus 6.12). Queremos ser perdoados da mesma forma que perdoamos os outros? Muitos estão selando sua culpa com essa oração. Se quisermos que Deus nos perdoe, precisamos esquecer a ofensa, perdoando o ofensor.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
16/04/2026

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno – O Legado de Abraão, Isaque e Jacó. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

RENOVATO, Elinaldo. Colossenses – a perseverança da igreja na palavra nesses dias difíceis e trabalhosos. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201205_02.pdf

Colossenses 3.13

Colossenses 3.13 “Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.”

 

“Suportando-vos uns aos outros,”

Paulo espera que os colossenses continuem desenvolvendo as virtudes de tolerância e perdão. Suportai-vos (anechomai) significa ser tolerante com os outros, disposto a suportar situações difíceis e irritantes, e provocação dos outros. Em Efésios 4:2, Paulo afirmou que o amor deve ser acrescentado à característica de suportar uns aos outros: “com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor”. O amor é a base de todo relacionamento do cristão com seus irmãos ou mesmo com os descrentes.

Jesus suportou aqueles cujas ações poderiam provar a Sua paciência (Mateus 17:17; Marcos 9:19; Lucas 9:41). Também devemos estar disposta a suportar insultos e atos abusivos de outros por causa da fé. Falando positivamente, “suportar” significa tolerar gentilmente a maldade e abençoar em vez de retaliar (Lucas 6:28; Romanos 12:14; 1 Pedro 2:21–23).

Falando negativamente, significa não ficar chateado e enfurecido quando injustiçado ou tratado mal. Os colossenses deveriam aprender a não reagir inapropriadamente à descortesia de outros, mas a agir com um espírito tolerante. Paulo usou uns aos outros e mutuamente para expressar a proximidade que deveria existir na comunidade de crentes. Como irmãos e irmãs em Cristo, precisamos ter o cuidado de não agir como membros de uma família que se irritam mais uns com os outros do que com quem é de fora da família.

 

“... e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro;”

O verbo perdoai-vos (charizomai) se referir ao perdão de uma dívida ou ofensa (Lucas 7:42, 43; 2 Coríntios 2:7, 10; Efésios 4:32). Sugere um sentido pleno de perdão, como no caso dos dois devedores cujas dívidas foram totalmente perdoadas em Lucas 7:42. Paulo usou o verbo num tempo que indica que os colossenses deveriam perdoar continuamente uns aos outros.

Jesus ensinou que o perdão deve ser praticado perpetuamente: “setenta vezes sete” (Mateus 18:22). Jesus ilustrou este conceito com uma parábola sobre um escravo que foi perdoado pelo seu senhor por uma grande dívida, mas que depois exigiu que um colega escravo lhe pagasse uma pequena dívida. O senhor, então, puniu esse escravo implacável (Mateus 18:23–34).  Jesus concluiu a parábola, afirmando: “Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão” (Mateus 18:35). Deus não perdoará quem se recusar a perdoar o seu próximo (Mateus 6:14).

Queixa (momfe), como substantivo no grego, só aparece neste versículo do Novo Testamento e significa “culpar” ou “criticar” (Marcos 7:2; Romanos 9:19; Hebreus 8:8). Paulo não sugeriu que a queixa tivesse que ser justa. Estejamos ou não justificados por nos ofender com alguma coisa, temos que oferecer perdão a quem nos ofendeu. Depois que a ofensa for perdoada, ela deve ser esquecida.

Em todos os lugares onde há pessoas, há problemas de relacionamento humano. Entre os cristãos, não poderia ser diferente. Não são anjos, ou espíritos, mas pessoas, de carne e osso, com suas virtudes e defeitos. Há ocasiões em que a velha natureza carnal levanta-se e cobra “seus direitos”, e os crentes comportam-se como se nunca tivessem nascido de novo.

É comum, em muitas igrejas, haver um espírito de murmuração, de “disse-me-disse”, de fuxico, de mexerico. Isso não é atitude digna de quem é cristão: “Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo...” (Levítico 19.16). Porém, Paulo, em sua mensagem aos colossenses, exorta que, havendo queixas entre irmãos, o caminho não é agir pela carne, mas pelo Espírito.

 

“... assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.”

Na frase como o Senhor vos perdoou (charizomai), o verbo “perdoou” é o mesmo usado anteriormente no versículo; porém está no tempo aoristo, indicando que o Senhor concluiu o ato de perdoar os antigos pecados dos colossenses. O perdão é uma característica importante para os cristãos. Se Deus nos perdoa todas as muitas vezes que violamos a Sua vontade, também devemos nos perdoar uns aos outros. Só uma pessoa sem pecado teria o direito de não perdoar. Jesus nos deu o exemplo e o motivo para perdoarmos.

O texto original diz apenas: “E assim como o Senhor vos perdoou, também vós”. O complemento da oração é subentendido: “...também vós deveis perdoar”. Quem experimentou o perdão de Deus deve se dispor a perdoar os outros. Há pessoas que dizem: “Perdoo, mas não esqueço”. Quem diz isso, na verdade, está querendo dizer que não perdoou. Quando oramos o Pai Nosso, dizemos: “Perdoa as nossas dívidas [ofensas], assim como nós perdoamos aos nossos devedores [ofensores]” (Mateus 6.12). Queremos ser perdoados da mesma forma que perdoamos os outros? Muitos estão selando sua culpa com essa oração. Se quisermos que Deus nos perdoe, precisamos esquecer a ofensa, perdoando o ofensor.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
16/04/2026

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno – O Legado de Abraão, Isaque e Jacó. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

RENOVATO, Elinaldo. Colossenses – a perseverança da igreja na palavra nesses dias difíceis e trabalhosos. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201312_01.pdf

Gênesis 33:4

Gênesis 33:4 “Então Esaú correu-lhe ao encontro, e abraçou-o, e lançou-se sobre o seu pescoço, e beijou-o; e choraram.”

 

“Então Esaú correu-lhe ao encontro, e abraçou-o,”

A calorosa saudação de Esaú ao irmão contrasta absolutamente com a atitude homicida que ele demonstrara quando o irmão partiu, muitos anos antes: “Esaú disse no seu coração: Chegar-se-ão os dias de luto de meu pai; e matarei a Jacó meu irmão” (Gênesis 27:41). Jacó, obviamente, não sabia como seu irmão reagiria ao seu retorno para casa, após tanto tempo. Temeroso e desconfiado do que aconteceria, ele dividiu uma grande porção de seus animais em rebanhos para presenteá-los a Esaú.

Será que ele aceitaria esses animais como presentes generosos e olharia para Jacó favoravelmente mais uma vez, ou as feridas da intensa rivalidade entre os irmãos, envolvendo fraude e trapaça, eram profundas demais para terem sido curadas com o tempo? Como não tinha certeza Jacó ainda fez mais: “inclinou-se à terra sete vezes, até que chegou a seu irmão” (v.3). Henry diz que um comportamento humilde e dócil leva a uma boa distância da ira. Muitos se preservam se humilhando: “a bala voa acima daquele que se curva”. A resposta de Jacó não demorou a ser revelada, pois Esaú correu-lhe ao encontro e o abraçou. Um toque de ironia é perceptível aqui: enquanto Esaú corria para cumprimentar o irmão, Jacó manquejava (Genesis 32:31) em direção ao que poderia ser um desfecho fatal.

 

“... e lançou-se sobre o seu pescoço, e beijou-o; e choraram.”

Todavia, quando o irmão mais velho arrojou-se-lhe ao pescoço e beijou (o irmão mais novo), Jacó percebeu que a ira de Esaú já não queimava. Os dois choraram lágrimas de perdão e reconciliação. Não foi só Jacó que experimentou uma mudança de coração, Esaú também; e essas mudanças se tornaram visíveis na expressão da forte emoção que essa reunião de família  propiciou.

A culpa e o perdão são tão eloqüentes em cada movimento da mútua aproximação, que o Senhor nosso não pôde achar melhor modelo para o pai do pródigo neste ponto, do que Esaú: “E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou” (Lucas 15:20). Jacó reconheceu posteriormente que viu no rosto de Esaú, o rosto de Deus: “como se tivesse visto o rosto de Deus, e tomaste contentamento em mim” (Gênesis 33:10).

Ambos choraram. Jacó chorou de alegria, por ser recebido tão gentilmente por seu irmão a quem ele havia temido. E Esaú talvez tenha chorado por pesar e vergonha, ao pensar nos planos perversos que ele havia concebido contra o seu irmão, os quais ele se viu estranha e inexplicavelmente impedido de executar.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
14/04/2026

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno – O Legado de Abraão, Isaque e Jacó. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry – Genesis a Deuteronômio. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201602_06.pdf

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA 16 DE ABRIL DE 2026 (Romanos 12:12)

 
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA  

16 DE ABRIL DE 2026
PACIENTES NA TRIBULAÇÃO

Romanos 12:12 “Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração;”

 

“Alegrai-vos na esperança,”

Mesmo que hoje seja um dia mau, o amor derramado em nossos corações pelo Espírito Santo tem esperança de que amanhã será melhor. Não é concebível um cristão sem esperança. O cristão deve ser essencialmente um otimista. Justamente porque Deus é Deus, o cristão sabe sempre que "o melhor ainda está por vir". Afinal ele conhece a graça suficiente para todas as coisas, e a força que se aperfeiçoa na fraqueza, o cristão sabe que não há empresa demasiado grande para ele. "Não há na vida situações desesperadas; só há homens que desesperaram de si mesmos." Davi louvou assim: “Pereceria sem dúvida, se não cresse que veria a bondade do Senhor na terra dos viventes” (Salmos 27:13).

No capítulo 8 Paulo disse que “os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós” (Romanos 8. 18). A esperança sempre é motivo para se alegrar. Leon Morris escreveu: Os cristãos do primeiro século geralmente tinham pouco para se alegrar ou esperar neste mundo, mas eles se alegravam no Senhor sempre (Filipenses 4:4) e sabiam que Cristo estava dentro deles, “a esperança da glória” (Colossenses 1:27).

Devemos cruzar os vales da vida com os olhos cravados na esperança da gloriosa volta de Cristo. Esta não é uma esperança vaga nem vazia. E uma esperança segura, que não nos decepciona nem nos deixa envergonhados. William Hendriksen diz que a esperança da salvação futura estimula a alegria presente.

 

 “... sede pacientes na tribulação,”

Porque o amor se alegra na esperança, ele é “paciente na tribulação”. A palavra traduzida por “tribulação” significa basicamente “pressão”, uma pressão que “queima o espírito”. Na época de Paulo, os cristãos compunham um pequeno segmento da sociedade, vulnerável aos editos das autoridades governamentais e alvo fácil de inimigos religiosos. Para o cristão daquela época, a tribulação era um fato da vida: “pois que por muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus” (Atos 14:22).

A tribulação é pedagógica. Ela gera paciência triunfadora. Não poderíamos exercer a paciência sem o sofrimento, porque sem este não haveria necessidade de paciência. A paciência nasce do sofrimento. As grandes lições da vida, nós as aprendemos no vale da dor. O sofrimento é não apenas o caminho da glória, mas também o caminho da maturidade. O rei Davi afirmou: “Foi-me bom ter passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos” (SaImo 119.71). O patriarca Jó disse que antes do sofrimento conhecia a Deus só de ouvir falar, mas por meio do sofrimento seus olhos puderam contemplar o Senhor (Jó 42.5).

 

Em meio a tribulação, o cristão deve exercer a paciência. “Paciente” significa “permanecer embaixo de”. O amor não desiste; tudo suporta; não pula fora; ele nos impede de abandonar a fé quando as pressões da vida parecem esmagadoras.

 

“... perseverai na oração;”

Um fator importante para estar cheio de esperança e ter paciência é a oração. A oração é a linha de comunicação com o Criador. A oração não é um ato opcional; ela é imprescindível. Em outra passagem Paulo disse: “Orai sem cessar” (1 Tessalonicenses 5:17). A parábola da viúva persistente mostra que a oração intermitente em tempos de crise é o meio pelo qual os discípulos do Reino se valem da justiça do Pai a seu favor. Perseverante” significa “ser firme” ou “agüentar”. Significa “persistir, continuar firmemente”.

Não é certo que existem períodos em que transcorrem dias e semanas sem falar com Deus? Quando um homem deixa de orar se despoja a si mesmo da força de Deus nosso Senhor. Quem persevera na oração se prepara para ser paciente na tribulação e se alegra, afinal possui esperança que suas orações serão ouvidas.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
29/03/2026

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno – O Legado de Abraão, Isaque e Jacó. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

BARCLAY, William. The Letter to the Romans - Tradução: Carlos Biagini.

Lopes, Hernandes dias. Romanos: o evangelho segundo Paulo. São Paulo, SP: Hagnos 2010.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/Po_lessons/Po_200904_05.pdf

 

quarta-feira, 15 de abril de 2026

2 Coríntios 3.18

2 Coríntios 3.18 “Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.”

 

“Mas todos nós, com rosto descoberto,”

Paulo havia demonstrado que Moisés cobrira o rosto com um véu, depois que estivera diante de Deus e recebera a legislação mosaica. Esse véu, a princípio, servia para possibilitar que outras pessoas contemplassem sua figura, porquanto a glória divina transparecia através dele. Mais tarde, quando aquela glória começou a desvanecer-se, o véu ocultava o fato de que a glória de Moisés era apenas temporária, e que, finalmente, haveria de desaparecer totalmente. A cada sábado, quando os escritos de Moisés eram lidos nas sinagogas, um espesso véu encobria as mentes e corações dos ouvintes, porquanto ouviam as palavras lidas, mas não percebiam o fato de que Cristo era simbolizado e prefigurado através daquela legislação.

Ao contrário dos judeus que liam a lei com um véu encobrindo a mente e o coração carregado de pecado (v.15), os cristãos não têm véu (v.16). Entendemos a mensagem de Deus na lei; e temos a confiança de que fomos chamados para retirar o véu e, de certo modo, comparecer perante Deus. Antes, cada crente tem o rosto descoberto, de forma a poder contemplar o espelho espiritual, e ali ver Cristo.

 

“... refletindo como um espelho a glória do Senhor,”

Quando contemplamos o espelho espiritual, não vemos a nós mesmos. Antes, naquele espelho, vemos a imagem daquilo que deveríamos ser, e na qual nos tornaremos, a saber, a imagem de Cristo. O resultado é que continuamos a contemplá-la, o que indica que o Espírito Santo mantém comunhão conosco, e, portanto, nos transforma. A glória de Cristo não deve ser meramente contemplada por nós; antes, ela nos transforma. Assim sendo, torna-se possessão nossa, tal como é possessão de Cristo. Assim, pois, tornamo-nos a glória do Senhor, tal como ele mesmo é a nossa.

 

“... somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.”

Ao olharmos para Ele, somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem. A NVI diz: “estamos sendo transformados com glória cada vez maior”. Neste processo somos transformados de um grau de glória a outro à medida que somos transformados na sua semelhança ou, como diz certo escritor, “nos símbolos transparentes do Criador que se dá a si mesmo”.

Paulo disse que a transformação cristã ocorre pelo Espírito do Senhor. É o Espírito de Deus quem transforma aos crentes, sendo ele também o Senhor de toda a vida. O relacionamento com o Espírito promove uma transformação constante, de um nível de maturidade para outro. Esta é a obra santificadora do Espírito Santo e estará completa quando Jesus voltar novamente: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos” (1 João 3-2).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
15/04/2026

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno – O Legado de Abraão, Isaque e Jacó. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

HORTON, Stanley. I e II Coríntios – os problemas da igreja e suas soluções. 3.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202107_01.pdf

Atos 3.19

Atos 3.19 “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e para que venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor,”

 

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos,”

Em seu sermão junto a porta formosa, após a cura do coxo o apóstolo Pedro, acompanhado do apóstolo João, atribuiu o milagre a Jesus, anunciando sua ressurreição. Então ele clama a todos os seus ouvintes:  Arrependei-vos, pois, e convertei-vos”.

Arrependimento” significa que, devido à tristeza por causa dos seus pecados, eles deveriam também mudar de atitude em relação a esse pecado e decidimos levar uma vida diferente. Pedro estabelecera antes que seus ouvintes haviam matado o Servo de Deus, o Santo e Justo, o Autor (Príncipe) da vida! Antes e acima de qualquer coisa, precisavam arrepender-se desse pecado hediondo!

 Convertei-vos” A palavra grega original é um composto que significa literalmente “voltar para”. O texto original não afirma para o que ou para quem eles deviam se converter, mas parece obvio que era para o Senhor (Atos 11:21). A NVI traz: “voltem-se para Deus”. A Bíblia na Linguagem de Hoje diz: “Portanto, arrependam-se, mudem de vida e voltem para Deus”.

 

“... para que sejam apagados os vossos pecados,”

O resultado imediato será “o cancelamento dos pecados”; a lista de acusações contra eles será obliterada: ”Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz”(Colossenses 2:14), que é outro modo de dizer que são perdoados os seus pecados.

A figura aqui foi descrita a partir de práticas antigas de escrita. A tinta daqueles dias não tinha componente ácido e não penetrava o papiro como as tintas modernas fariam. A escrita, então, ficava na superfície e podia ser raspada com uma faca ou “cancelada” com uma esponja. Ter os pecados cancelados era como se eles fossem apagados do livro de registros de Deus! É o mesmo que “a remissão dos vossos pecados”, em Atos 2:38

 

“... e para que venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor,”

O binômio “tempos de refrigério” refere-se às bênçãos espirituais que o Senhor derrama sobre seus filhos. De acordo com 2:38, quando somos batizados, Deus nos dá Seu próprio Espírito, e então Seu Espírito passa a habitar em nós! Ao nos “enchermos do Espírito” (Efésios 5:18), nossas almas de fato usufruem “tempos de refrigério [espiritual]”. Em João 7:37–39, o dom do Espírito Santo é comparado a “rios de água viva”! Alguns pensam no cristianismo como uma carga; Pedro disse que é uma bênção!

Esses “tempos de refrigério”, porém, continuam por toda nossa vida cristã. Quando enfrentarmos um problema e então, finalmente, o entregamos ao Senhor, como nossas almas ficam aliviadas! Se usar este material numa sala de aula, pode pedir que os alunos partilhem momentos em que tiveram esse “refrigério” de Deus em suas almas.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
15/04/2026

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno – O Legado de Abraão, Isaque e Jacó. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

MARSHALL, Howard. Atos - Introdução e Comentário. Vida Nova/Mundo Cristão. 1991.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200110_02.pdf

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA 15 DE ABRIL DE 2026 (Salmos 40:1)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA  
15 DE ABRIL DE 2026
ESPERAR COM PACIÊNCIA NO SENHOR

Salmos 40:1 “Esperei com paciência no Senhor, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.”

 

“Esperei com paciência no Senhor,”

Davi registra o favor de Deus com ele ao libertá-lo das angústias profundas com gratidão. Ele estava ligado a um lago horrível e em um charco de lodo (v. 2). Ele não diz nada aqui acerca da doença do seu corpo ou dos insultos dos seus inimigos, e assim, nós temos motivos para pensar nisso como uma inquietação interna e perplexidade de espírito que era o seu maior sofrimento. O desânimo de espírito sob o senso de retirada de Deus e as dúvidas prevalecentes e temores sobre o estado eterno são de fato um lago horrível e charco de lodo e têm sido assim para muitos filhos queridos de Deus.

Mas ele possuía expectativas crédulas junto a Deus e Esperou com paciência no Senhor. O texto talvez sugira implicitamente que os homens geralmente não são muito bons na questão de esperar. Mas ele esperou com paciência, em vez de com ansiedade. No original hebraico, consta assim: “Esperando eu esperei”, um hebraísmo que significa anseio veemente. Esperar pacientemente declara que o alívio não vem rapidamente. Ainda assim ele não duvidou de que Ele viria e resolveu continuar acreditando, esperando e orando até que ele chegasse.

De Deus ele esperou alívio e com muitas expectativas, sem duvidar de que ele viria no tempo certo. As mesmas mãos que tanto tecem a cura, que ferem, devem ligar as feridas (Oséias 6.1). Há poder suficiente em Deus para ajudar os mais fracos e graça suficiente em Deus para ajudar os mais desvalorizados de todas as pessoas que confiam nele. Aqueles cujas expectativas estão em Deus podem esperar com garantia, mas devem esperar com paciência

George Honer diz que pelos versículos 6 a 8 desse salmo, comparados com Hebreus 10.5, que o profeta está também falando da pessoa de Cristo. Pois o Salvador suportou os sofrimentos com paciência. A espera paciente em Deus era uma característica especial de nosso Senhor Jesus. A impaciência nunca teve lugar no seu coração, muito menos lhe escapou dos lábios. Durante a agonia no jardim do Getsêmani, o julgamento em meio às zombarias cruéis perante Herodes e Pilatos, e a paixão na cruz, Ele sempre esperou na onipotência da paciência.

Nenhum olhar de ira, nenhuma palavra de murmuração, nenhuma ação de vingança partiu do paciente Cordeiro de Deus. Ele esperou e esperou. Foi paciente, e paciente até à perfeição, superando de longe todos os outros que, segundo avaliações próprias, glorificaram a Deus nas provações de fogos. Jó no monturo não se iguala a Jesus na cruz. O Cristo de Deus usa a coroa imperial entre os que são pacientes. Se o Unigênito esperou, seremos nós petulantes e rebeldes?

 

“... e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.”

Deus respondeu as orações do salmista: “ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor”. Aqueles que esperam em Deus com paciência, mesmo que esperem durante muito tempo, não esperam em vão. Ele silenciou os seus medos e aquietou o tumulto do seu espírito, dando-lhe perfeita paz (v. 2). Observe a ilustração da inclinação, como se o suplicante clamasse da mais baixa depressão, e o amor condescendente se inclinasse para ouvir os gemidos fracos: “Quem é como o Senhor nosso Deus, que habita nas alturas? O qual se inclina, para ver o que está nos céus e na terra!” (Salmos 113:5,6).

Que maravilha é que o nosso Senhor teve de clamar como nós, esperar como nós, para receber a ajuda do Pai segundo o mesmo processo de fé e súplica que cada um de nós deve passar! As orações do Salvador entre as montanhas da meia-noite e no jardim do Getsêmani expõem esse versículo.

O Filho de Davi foi levado ao mais baixo nível, mas dali Ele ressurgiu para a vitória. Aqui, Ele nos ensina como administrar nossos conflitos para termos sucesso segundo o mesmo padrão glorioso de triunfo. Armemo-nos então com a mesma mentalidade e, equipados com a paciência, preparados com a oração e cingidos com a fé, travemos a Guerra Santa.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
27/03/2026

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno – O Legado de Abraão, Isaque e Jacó. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

SPURGEON, Charles. Os Tesouros de Davi – Volume I. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.

HENRY, Matthew. Comentário Bíblico – Livros Poéticos. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.

 

terça-feira, 14 de abril de 2026

João 1:42

João 1:42 “E levou-o a Jesus. E, olhando Jesus para ele, disse: Tu és Simão, filho de Jonas; tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro)”.

 

“E levou-o a Jesus. E, olhando Jesus para ele, disse: Tu és Simão, filho de Jonas;”

Um dos dois discípulos de João Batista que ouviu falar de Jesus e se comprometeu a segui-lo foi André, o irmão de Simão. Depois que André achar o Senhor, a primeira coisa que fez foi procurar o seu próprio irmão, Simão (v.41). Embora pouco seja dito sobre André, cada menção dele o descreve levando alguém até Jesus (João 6:8, 9; 12:20–22).

Ele levou-o a Jesus” Levar seu irmão até Jesus talvez tenha sido o maior ato de serviço de André. Anos mais tarde, quando Simão Pedro fazia obras tão grandiosas em nome de Jesus em Jerusalém no primeiro Pentecoste cristão, em Cesaréia quando os gentios pela primeira vez ouviram e creram no evangelho, e em lugares bem mais distantes.  André deve ter se lembrado com profunda satisfação daquele dia em que promoveu o encontro entre seu irmão e seu mestre. Ninguém pode prever, ao levar um homem ou uma mulher a Jesus, o que ele fará desta pessoa.

Jesus já o conhecia o irmão de André e o chama pelo seu próprio nome: “Tu és Simão, filho de Jonas”. Este é o nome completo pelo qual Simão era conhecido, ele é abreviado em Mateus 16.17 para “Simão Barjonas" e traduzido aqui por Simão, o filho de Jonas.

 

“... tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro)”.

Jesus olhou cuidadosamente para o recém chegado e mudou seu nome para Cefas: “tu serás chamado Cefas”, um nome aramaico que significa “pedra” e o equivalente ao vocábulo grego (Petros). Na Bíblia, a mudança de nome freqüentemente significava mudança da natureza da pessoa, da sua situação ou experiência (Genesis 32.28). Este encontro com Jesus se constituiu em ponto crítico na vida de Pedro, a hora em que ele passou a ser de Cristo.

No entanto esse nome não parece descrever o temperamento impulsivo de Pedro. A mudança de nome poderia se aplicar à pessoa que o Senhor esperava que Pedro se tornasse e ao homem que Pedro acabou se tornando: “o homem rocha”.

O novo nome foi sinal da autoridade de Cristo exercida sobre Pedro, assim como um rei pode alterar o nome dc alguém que levou cativo (Genesis 41.45). Daquele momento em diante, Pedro ficou pertencendo a Cristo e, com todo amor, chamava-o de Mestre.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
14/04/2026

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno – O Legado de Abraão, Isaque e Jacó. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

BRUCE, F. F. João introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1987.

PEARLMAN, Myer. João o Evangelho do Filho de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202110_03.pdf

Gênesis 32:28

Gênesis 32:28 “Então disse: Não se chamará mais o teu nome Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste.”

 

“Então disse: Não se chamará mais o teu nome Jacó, mas Israel;”

O anjo informou ao patriarca que ele já não se chamaria Jacó, que significa “aquele que pega pelo calcanhar” (Genesis 25:26; 27:36), e sim Israel. É admirável o grande número de possíveis sentidos que os intérpretes dão a esse nome: “Deus luta”. Essa é a etimologia popular, que também pode indicar o verdadeiro sentido do nome. “Deus governa". “Aquele que luta com Deus” (Oséias 12.3,4) ou “Aquele que prevalece com Deus”(NVI). “Príncipe de Deus”. Pois o termo hebraico “sar" (como se vê no nome de Sara), que significa “príncipe” King James Version [somente na versão inglesa]. Por extensão, “príncipe de Deus que tem poder diante de Deus” ou “Príncipe que prevalece diante de Deus".

Se os estudiosos do idioma hebraico não nos podem fornecer uma resposta única, pelo menos fica claro um ponto: o fraco Jacó tornou-se o poderoso Israel, aquele que lutara com um ser angelical e vencera, mediante um poder miraculoso; agora era um príncipe de Deus que poderia prevalecer diante de Deus e dos homens; tinha lutado contra disparidades impossíveis e tinha vencido.

 

 “... pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste.”

O significado de “Israel” é paradoxal: somente quando Jacó se dispôs a sujeitar-se a Deus e deixar que Ele prevalecesse em sua vida, pôde ele prevalecer sobre as circunstâncias que atravessava. Em outros relatos bíblicos, quando um nome foi modificado, isso implicou uma mudança de caráter e de vida (Genesis 17:4, 5, 15, 16; Números 13:16; João 1:40–42). Parece ser esse o caso aqui. A mudança de nome veio acompanhada de uma bênção divina sobre Jacó e seus descendentes.

Deus lutaria por meio dele na futura nação de Deus, e essa nação venceria. O Messias viria ao mundo por intermédio dele, a fim de abençoar todas as nações, em consonância com o Pacto Abraâmico. Por meio desse pacto, todos os povos haverão de ter poder diante de Deus e de prevalecer.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
14/04/2026

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno – O Legado de Abraão, Isaque e Jacó. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201602_04.pdf

 

Gênesis 28:15

Gênesis 28:15 “E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado.”

 

“E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra;”

Deus incentivou Jacó adicionando promessas para encorajá-lo em sua solidão, medo e incerteza quanto aos perigos que o aguardavam até Padã-Arã. Padã-Arã é uma a planície de Arã, era um distrito situado perto de Harã, a noroeste da Mesopotâmia, onde se estabelecera Naor, irmão de Abraão. Era a terra natal de Rebeca. O Senhor disse: “eis que eu Estou contigo”. Jacó estava distante de casa, em um território desconhecido, sem nenhum amigo por perto; mas a presença divina estava com Ele, e nunca o abandonaria. Esta é a mesma promessa que Deus fez a Isaque, quando este se mudou para habitar entre os inconfiáveis e às vezes hostis filisteus (Genesis 26:3, 24; 31:3; 46:4; 48:21).

Iavé também assegurou que ele o guardaria por onde quer que fosse, vigiando-o e protegendo-o (Salmos 91:11–16). Haveria animais ferozes nos campos; haveria assaltantes nas estradas; haveria vizinhos hostis; o próprio Esaú seria um perigo imediato. Deus também disse que faria [Jacó] voltar à terra de Canaã, de onde ele estava fugindo. Sua viagem não terminaria em Harã; ele regressaria ao lar no futuro. Seus pais o mandaram sair da Terra Prometida, mas Iavé guiaria o seu regresso ao lar. Para Jacó, essas palavras foram proféticas. Isso se cumpriria em Gênesis 31:3: “E disse o Senhor a Jacó: Torna-te à terra dos teus pais, e à tua parentela, e eu serei contigo”.

 

“... porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado.”

Quaisquer que fossem os obstáculos confrontados por Jacó naquela viagem solitária, a promessa solene de Deus era que Ele não o desampararia, até cumprir tudo que prometera: “porque eu velo sobre a minha palavra para cumpri-la” (Jeremias 1:12). 

Iavé era diferente dos deuses locais de Canaã, da Síria e da Mesopotâmia, considerados impotentes fora de seus territórios. Ele estava com Jacó em Betel, estaria com ele em Harã e tornaria com ele a Canaã. O Deus único e verdadeiro fez uma promessa, um voto, absoluto a Jacó de que nada poderia atrapalhar ou impedir o sucesso de sua missão.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
14/04/2026

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno – O Legado de Abraão, Isaque e Jacó. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201601_05.pdf