sexta-feira, 22 de maio de 2026

Atos 27.25

Atos 27.25 "Pelo que, senhores, tende bom ânimo! porque creio em Deus, que há de acontecer assim como me foi dito."

 

"Pelo que, senhores, tende bom ânimo!”

Em meio ao grande desespero que tomou conta de todos, Paulo encoraja a tripulação e os prisioneiros, dizendo pela segunda vez “Tende bom ânimo” (v.22). Pois, um anjo de Deus havia aparecido a Paulo, informando-lhe que, apesar da perda do navio e de toda a sua carga, nenhuma pessoa pereceria (v.23), pois o projeto de levá-lo a Roma para comparecer perante César estava de pé: “Paulo, não temas; importa que sejas apresentado a César, e eis que Deus te deu todos quantos navegam contigo” (Atos 27:24).

 

“... porque creio em Deus, que há de acontecer assim como me foi dito."

A confiança de Paulo no cumprimento dessa promessa estava na fidelidade daquele que fez a promessa, embora antes eles tivessem de parar numa ilha (v.26). Com profunda pertinência, Matthew Henry escreve: Assim como a fúria dos mais poderosos inimigos, assim também o mais violento mar não pode prevalecer contra as testemunhas de Deus até que tenham dado seu testemunho. Enquanto Deus tiver uma tarefa para eles fazerem, suas vidas deverão ser prolongadas.

Para sobrevivermos às tempestades da vida, precisamos expressar verbalmente as promessas de Deus. Primeiro, precisamos declarar tais promessas para nós mesmos, vez após vez, para inculcá-las em nossa mente e coração. Depois, assim como Paulo, precisamos partilhar essas promessas com outros.

Se expressarmos verbalmente as promessas nossos problemas não irão se desaparecerão como um sopro de fumaça. Quando Paulo declarou a mensagem de esperança de Deus, isso não acalmou o mar. As nuvens não se dissiparam para que os marinheiros se orientassem. Nada mudou externamente; a tempestade continuou a vociferar. A mudança foi interna, uma mudança de atitude. Certamente, essa mudança fez toda a diferença do mundo para Paulo e para os demais que creram.

Quando você e eu depositarmos nossa confiança nas promessas do Senhor durante as tempestades da vida, raramente haverá uma mudança externa; as circunstâncias devem continuar sendo as mesmas. A diferença real ocorre por dentro: passamos a conhecer “a paz de Deus, que excede todo o entendimento” (Filipenses 4:7a)!

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
22/05/2026

FONTES:

GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de Janeiro:  CPAD, 2026.

Lopes, Hernandes Dias Atos: a ação do Espírito Santo na vida da igreja. São Paulo: Hagnos, 2012.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry – Atos a Apocalipse. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200206_06.pdf

Atos 27.22

Atos 27.22 "Mas agora vos bom ânimo, porque não haverá perda de nenhuma de vossas vidas, mas somente da embarcação." 

  

"Mas agora vos bom ânimo,”

Até aqui, Lucas descrevera Paulo como o apóstolo dos gentios, o pioneiro das três expedições missionárias, o prisioneiro e o réu. Agora, porém, ele o retrata sob outra luz. Ele já não é um apóstolo honrado, mas um homem comum, igual aos outros, um cristão solitário (exceto por Lucas e Aristarco) entre cerca de trezentos incrédulos: soldados ou prisioneiros, ou talvez mercadores ou tripulantes.

Ainda assim, seus dons de liderança, recebidos de Deus, emergem claramente. "É quase certo", escreve William Barclay, "que Paulo fosse o viajante mais experiente a bordo daquele navio. Pois, Paulo viajou pelo menos 5.500 quilômetros por mar. Mas não foi só a sua maturidade quanto à experiência marítima que fez com que Paulo se destacasse como líder naquele navio; foi, muito mais, o seu caráter e a fé cristã inabalável.

Paulo já havia falado uma vez, expressando a sua opinião quanto ao local em que o navio deveria hibernar, mas seu conselho tinha sido ignorado: “Senhores, vejo que a navegação há de ser incômoda, e com muito dano, não só para o navio e carga, mas também para as nossas vidas. Mas o centurião cria mais no piloto e no mestre, do que no que dizia Paulo” (vv. 10,11).

Ele fala agora uma segunda vez para que todos mantivessem o ânimo. E ele faz isso por duas vezes (v. 25). Pois ele acreditava em Deus e estava convencido de que ele cumpriria suas promessas. E o Senhor lhe havia dito: “Paulo, tem ânimo; porque, como de mim testificaste em Jerusalém, assim importa que testifiques também em Roma” (Atos 23:11).

 

“... porque não haverá perda de nenhuma de vossas vidas, mas somente da embarcação."

Eles deveriam ter bom ânimo porque nenhum dos tripulantes, mas apenas o navio, se perderia. Como ele podia ter tanta certeza disso? Porque na noite anterior, um anjo do Deus a quem ele pertencia e servia, tinha estado ao seu lado (v. 23), dizendo-lhe para que não temesse, prometendo que ele teria de se apresentar a César, e acrescentando que Deus lhe daria (em resposta a suas orações?) as vidas de seus companheiros de viagem (v. 24).

Quando você estiver no meio de uma tempestade, lembre-se de que você não é o único judiado pela vida (1 Coríntios 10:13a). Ore pelos outros assim como por você mesmo (Tiago 5:16); nada pode afundar um homem mais rápido do que o egocentrismo.

Essas promessas divinas eram o fundamento do apelo de Paulo para que todos mantivessem o bom ânimo. Pois ele acreditava em Deus, em seu caráter e em sua aliança, e estava convencido de que ele cumpriria suas promessas (v. 25), embora o navio tivesse de encalhar em alguma ilha (v. 26).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
22/05/2026

FONTES:

GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

STOTT, John. A Mensagem de Atos - Até os confins da terra. São Paulo: ABU, 1994.

BARCLAY, William. Hechos de los Apóstoles. Editorial. Editorial CLIE, 1974.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200206_06.pdf

Atos 22.15

Atos 22.15 "Porque hás de ser sua testemunha para com todos os homens do que tens visto e ouvido." 

 

"Porque hás de ser sua testemunha para com todos os homens”

Paulo queria que a multidão entendesse que não era idéia dele, mas do Senhor ir até os gentios. Assim, percebe-se que Paulo está enfrentando julgamento, não meramente acusado de profanar o templo e de atacar o judaísmo (Atos 21:29) mas, sobretudo, como testemunha de Jesus. Para responder essa acusação Paulo fala claramente de sua comissão divina.

No trecho de Atos 9, essas palavras aparecem proferidas para Ananias, o qual, supostamente, transmitiu-as a Saulo, conforme também devemos evidentemente compreender, ainda que o nono capítulo de Atos não mencione qualquer transmissão de mensagem: “Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel” (Atos 9:15).

Já o capítulo 26 de Atos apresenta um paralelo muito elaborado, como se tudo houvesse sido dito diretamente pelo Senhor Jesus a Saulo, em sua visão original: “Mas levanta-te e põe-te sobre teus pés, porque te apareci por isto, para te pôr por ministro e testemunha tanto das coisas que tens visto como daquelas pelas quais te aparecerei ainda; Livrando-te deste povo, e dos gentios, a quem agora te envio, Para lhes abrires os olhos, e das trevas os converteres à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebam a remissão de pecados, e herança entre os que são santificados pela fé em mim” (Atos 26:16-18).

Em ambos os testemunhos a mensagem é a mesma. Paulo era um vaso escolhido para anunciar o evangelho a todos os tipos e raças humanas, aos judeus e aos gentios, até mesmo em lugares distantes, e, finalmente, até a reis. Outrossim, foi comissionado mais especialmente ainda, par ser o instrumento pelo qual à igreja cristã seria revelada a glória especial de Cristo. A fim de cumprir essa missão é que Saulo foi sobrenaturalmente convertido por Deus.

 

“... do que tens visto e ouvido."

Todos os apóstolos e não somente Paulo haviam sido convocados a serem testemunhas de Jesus Cristo; e por isso eram obrigados por seu dever a continuarem o seu testemunho: Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (Atos 1.8).

Quando Jesus disse aos seus discípulos que eles seriam suas “testemunhas”, o pensamento não é tanto que seriam seus representantes, embora isso seja verdade, mas sim que iriam atestar a sua ressurreição a fim de que pregassem o seu evangelho: ”Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos,  E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém “ (Lucas 24:46,47).

Após a cura do coxo da porta formosa os sacerdotes prenderam Pedro e João e os ameaçaram: “Mas, para que não se divulgue mais entre o povo, ameacemo-los rigorosamente para que não falem mais nesse nome a homem algum” (Atos 4:17). Os apóstolos apesar da ameaça responderam aos sacerdotes: “Julgai vós se é justo, diante de Deus. ouvir-vos antes a vós do que a Deus? Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido".

Assim como Pedro e João, Paulo não poderia silenciar de tudo que havia visto e ouvido: “Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim se não anunciar o evangelho!” (1 Coríntios 9.16).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
22/05/2026

FONTES:

GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de Janeiro:  CPAD, 2026.

MARSHALL, Howard. Atos - Introdução e Comentário. Vida Nova/Mundo Cristão. 1991.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200205_05.pdf

Atos 17.23

Atos 17.23 “Porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais, não o conhecendo, é o que eu vos anuncio.” 

 

“Porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO.”

Historiadores seculares registraram que esses altares a divindades desconhecidas não eram raros naquela região.  Pausânias, documentou que os gregos dedicavam altares a divindades sem nome para evitar ofender qualquer deus esquecido que pudesse estar causando problemas (como uma praga) à cidade. O conselho de um velho sábio, chamado Epimênides para explicar pragas foi aceito. “Deve haver algum deus que vocês não conheçam que esteja descontente com vocês”. 

Outro afirmou que quando visitou Pérgamo (do outro lado do Mar Egeu, vindo de Atenas), viu as ruínas do templo de Demétrio, onde os arqueólogos encontraram um altar dedicado “ao Deus desconhecido”, outro exemplar preservado foi encontrado no Monte Palatino, em Roma. Um antigo historiador disse que havia 3000 ídolos na cidade. O provérbio popular daqueles dias era: "Há mais deuses do que homens em Atenas”.

 

“Esse, pois, que vós honrais, não o conhecendo, é o que eu vos anuncio.”

Tendo visto um desses altares com seus próprios olhos, Paulo podia começar seu discurso com uma referência gentil à religiosidade deles. Ele ainda não estava pronto a desafiar a tolice da idolatria ateniense e nem era a hora. Mas Paulo percebeu que eles mesmos reconheciam a sua ignorância. Paulo então faz desse altar o ponto de partida do seu discurso. O apóstolo lhes anunciou o verdadeiro Deus, a quem os pagãos procuravam, tateado cegamente: “Pois esse que adorais sem conhecer é precisamente aquele que eu vos anuncio”.

Os termo “sem conhecer” poderia soar como um insulto, principalmente aos atenienses. Paulo, porém, usou a mesma palavra que aplicara ao “deus desconhecido”. O grego traduzido por “desconhecido” é agnosto, um composto de a (prefixo de negação) com gnosis (“conhecimento”), e denota falta de conhecimento. Paulo disse, com efeito: “Ouçam- me e vocês conhecerão o Deus que pensavam ser impossível de se conhecer”.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
22/05/2026

FONTES:

GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de Janeiro:  CPAD, 2026.

PEARLMAN, Myer. Atos: E as igreja se fez missões. CPAD, 1ª edição, Rio de Janeiro, 1995.

STOTT, John. A Mensagem de Atos - Até os confins da terra. São Paulo: ABU, 1994.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200203_05.pdf

Atos 15.11

Atos 15.11 "Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus, do mesmo modo que eles também."

 

"Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus,”

Após grande contenda entre alguns da seita dos fariseus e Paulo e Barnabé acerca da lei e da circuncisão. Pedro se manifestou descrevendo a sua experiência em Cesaréia na casa do Centurião Cornélio. Ele afirmou que Deus lhes deu testemunho, dando-lhes o Espírito Santo, não fazendo diferença entre judeu ou gentio. Pois seus corações havia também sidos purificados pela fé. (vv 8,9).

Seu argumento pode ser resumido da seguinte maneira: Na Antiga Aliança, circuncisão e observância à Lei mosaica eram exigidas do povo de Deus. O Senhor, porém, salvou os gentios e os batizou no Espírito Santo sem exigir tais coisas. Como os judeus não podiam guardar perfeitamente a Lei de Moisés, os gentios também não: “por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós podemos suportar?” (v.10). Ele então encerra seu discurso com as mais palavras poderosas: “Mas cremos que fomos salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram”.

Sublinhe as palavras “fomos salvos pela graça do Senhor Jesus”. Somos salvos pela graça — um favor imerecido do Senhor — e esse é o único meio pelo qual podemos ser salvos! Se não formos salvos pela graça, não seremos salvos de maneira alguma.

 

 “... do mesmo modo que eles também."

Observe o modo incomum como Pedro enfatizou que tanto judeus como gentios eram salvos totalmente pela graça. Poderíamos esperar que ele dissesse: “Eles são salvos pela graça assim como nós”. Em vez disso, falou: “Fomos [nós] salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram”. Em outras palavras: “Deus decretou que os gentios sejam salvos pela graça, não pela observância da Lei; e para nós, judeus, sermos salvos, precisamos saber que também somos salvos pela graça, não pela observância da Lei!”.

Ao fazer sua afirmação final, percebemos que ele repete, talvez inconscientemente, a afirmação evangélica que Paulo lhe fizera em Antioquia ao desafiá-lo publicamente. Juntos, eles deixam claro que a salvação é "pela graça do Senhor Jesus" e "mediante a fé em Cristo Jesus". Graça e fé não podem ser separadas: “Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Cristo Jesus, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada” (Gálatas 2:16).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
22/05/2026

FONTES:

GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de Janeiro:  CPAD, 2026.

PEARLMAN, Myer. Atos: E as igreja se fez missões. CPAD, 1ª edição, Rio de Janeiro, 1995.

STOTT, John. A Mensagem de Atos - Até os confins da terra. São Paulo: ABU, 1994.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200202_03.pdf

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA 22 DE MAIO DE 2026 (Jeremias 1.12)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA  
22 DE MAIO DE 2026
DEUS TEM COMPROMISSO COM A SUA PALAVRA

Jeremias 1.12 “E disse-me o Senhor: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para cumpri-la.”

 

“E disse-me o Senhor:”

Na primeira visão Deus pergunta ao profeta: “Que vês tu, Jeremias? (v.11)”, após o profeta responder. Deus novamente fala com Jeremias, fazendo um jogo de palavras muito freqüente na língua hebraica. Amendoeira (v.11) é shaqed e velo é shoqed. A menção de shaqed traz à mente shoqed, que tem o mesmo som.

A visão de Jeremias sobre a árvore desperta faz-nos lembrar de que Deus estava desperto e vigiando a Sua palavra, para que ela se cumprisse.

 

“Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para cumpri-la.”

Assim como os primeiros botões da amendoeira anunciavam a primavera, a palavra pronunciada apontava para seu rápido cumprimento. O que significa que o SENHOR sempre está atento à Sua Palavra e a cada uma de Suas promessas para cumpri-las: "Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido" (Jó 42.2).

Deus explicou o significado da visão: “Estou vigiando [atento] para que a minha palavra se cumpra”. A amendoeira estava bem à frente de todas as outras árvores ao “acordar” na primavera. Deus estava dizendo a Jeremias por meio dessa visão: “Estou bem desperto, vigiando a minha palavra para ver se ela será prontamente executada”. Claramente, Judá estava agindo como se Deus estivesse dormindo e não soubesse acerca do seu pecado.

O propósito da visão é assegurar Jeremias de que Deus está bem alerta quanto à situação e que está vigiando persistentemente, certificando-se de que sua palavra seja cumprida. A visão também fala de que Deus toma todo cuidado para que seus planos sejam executados. Ele está “atentamente determinado” para que seus juízos sejam efetuados na terra. Os homens sempre trabalham com a certeza de que Deus está vigiando atentamente para ver se seus planos estão sendo executados, quer sejam obras de juízo ou de misericórdia.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
27/09/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.

MESQUITA, Antonio Neves. Estudo no Livro de Jeremias e Lamentações de Jeremias. Juerp, 1979.

HARRISON, R. K. Jeremias e Lamentações: Introdução e comentário. São Paulo: Sociedade Religiosa Edições Vida Nova, 1980.

HARPER, A. F. (Ed.). Comentário Bíblico Beacon. Vol. 4. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.