sábado, 7 de dezembro de 2024

1 Tessalonicenses 5.18


1 Tessalonicenses 5.18 “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. ”

 

“Em tudo dai graças, ”

Aqui, temos um mandamento comum: “Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo” (Efésios 5.20) que corresponde ao exemplo do próprio Paulo: “Sempre damos graças a Deus por vós todos, fazendo menção de vós em nossas orações” (1 Tessalonicenses 1.2). Os crentes devem achar razão para louvar e agradecer a Deus em qualquer situação na qual se acharem, e, portanto, a todo tempo.

De um lado, o crente sempre pode ver (ou deve sempre procurar crer) que até mesmo as adversidades podem ter um propósito benéfico: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Romanos 8.28).

Do outro lado, temos acesso a uma fonte de bênçãos espirituais: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo” (Efésios 1.3). Essas bênçãos nos fornecem alegria constante na comunhão com Deus e não pode ser perturbada mesmo pelas circunstâncias mais adversas.

 

“... porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. ”

Paulo conclui seu grupo de exortações ao declarar que esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para os leitores. Significa que cumprir estes mandamentos é o que Deus requer daqueles que vivem uma vida em Cristo. Afinal Deus nos “ elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor” (Efésios 1.4)

A declaração provavelmente acompanhe todos os três mandamentos ao invés de apenas o último deles: “Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” (v.16-18), e torna claro que é o propósito e a intenção de Deus que os cristãos devam viver uma vida de alegria e gratidão, expressas em oração. Pois essas atitudes são necessárias e possíveis em Cristo Jesus.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
12/12/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.

LOPES, Hernandes Dias. 1 e 2 Tessalonicenses: (como se preparar para a segunda vinda de Cristo). São Paulo: Hagnos, 2008.

BOYD, Frank M. Comentário Bíblico Gálatas, Filipenses, 1 e 2 Tessalonicenses e Hebreus. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 1996. 

Atos 16.31


Atos 16.31 “E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa. ”

 

“E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa. ”

Quando o carcereiro viu a porta da prisão aberta depois do terremoto, seu primeiro impulso foi tirar a própria vida (v.27). Assim, evitaria a degradação pública seguida pela pena de morte. De acordo com a lei romana, o carcereiro que deixasse escapar a presa era submetido à pena de seu prisioneiro (Atos 12.18-19). Mas Paulo gritou para que não se matasse, pois, todos os prisioneiros ainda estavam ali (v. 28).

Então, o carcereiro lembrando os maus tratos que ele mesmo dera aos dois servos de Deus, com peso na consciência ele agora com temor os pergunta: “Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar?” (v.30). O carcereiro quis ser preservado da ira do Deus a quem Paulo servia. O Deus que sacudira a terra. O terremoto despertou na consciência do carcereiro a lembrança da maldade de sua vida.

Não se sabe bem o que o carcereiro quis dizer com a sua pergunta sobre a salvação. Teria ouvido a pregação de Paulo e Silas? Teria ouvido a adivinha declarar que esses homens proclamavam o caminho da salvação? Independentemente do que o carcereiro quis dizer com tais palavras, elas proporcionaram a abertura perfeita para Paulo e Silas que responderam: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo tu e tua casa”.

O que significa crer no Senhor Jesus Cristo? É crer em fatos concernentes a Cristo (1 Coríntios 15.1-8). O Cristianismo é uma religião baseada em eventos reais e históricos que ocorreram há mais de 19 séculos. Essa salvação só é operada através de Cristo. Perante o Sinédrio, Pedro já enfatizara isso: “porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (4:12). O carcereiro só poderia ser salvo por intermédio de Jesus.

Às vezes, as pessoas imaginam por que o carcereiro não recebeu a mesma resposta que foi
dada aos judeus no Pentecostes, quando perguntaram o que fazer (Atos 2:37): “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo” (Ato 2:38). Alguns podem perguntar por que ele não recebeu a mesma resposta dada a Saulo, quando perguntou: “Que farei, Senhor?” (Ato 22:10); a saber: “Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dele” (Ato 22:16).

Fazer algo em nome de Jesus, ou invocar o nome de Jesus, pressupõe que se saiba quem é Jesus e se creia nele. O carcereiro não tinha esse conhecimento; ele não tinha essa fé. Se lhe dissessem para fazer algo “em o nome de Cristo”, como o cego, ele perguntaria: “Quem é... para que eu nele creia?” (João 9:36).

A princípio, os missionários dão ao carcereiro o evangelho em poucas palavras: A salvação é somente pela fé em Jesus. Então eles falam a palavra do Senhor a todos os membros da casa do carcereiro (v.32). Eles explicam quem é Jesus e como a pessoa pode ser salva crendo nele como Senhor. Da mesma maneira que o carcereiro fez, sua família põe a fé e confiança em Jesus.

A promessa de salvação para sua casa não significa que uma pessoa possa crer por outra. Antes, a salvação está disponível à sua família nos mesmos termos que ao carcereiro. As relações de parentesco oferecem circunstâncias favoráveis ao evangelismo.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
12/12/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200203_01.pdf

HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.

ARRINGTON French L; STRONSTADRoger. Comentário Bíblico Pentecostal – Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

1 Pedro 5.7


1 Pedro 5.7 “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. ”

 

“Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, ”

No processo de humildade, temos de aprender a nos desvencilhar de todos os cuidados, ansiedades e preocupações, pois Deus cuida de nós. A tendência de ser ansioso, preocupado e pressionado pelas incertezas da vida está arraigada à natureza humana. Essa é a reação natural do homem diante da pobreza, fome e outros problemas que lhe sobrevêm no decurso da sua vida diária.

O homem, oprimido pelos fardos que são colocados sobre ele, se imagina entregue a uma sina diante da qual se sente impotente. Pedro garantiu aos seus leitores que eles não estavam fadados a essa sina ou destino. Deus controla o mundo; podemos lançar nossos problemas sobre Ele. Pedro parece ter se apoiado em Salmos 55:22, embora não tenha feito uma citação direta: “Confia os teus cuidados ao Senhor, e Ele te susterá”.

O orgulho exalta o ego e depende do ego, mas a humildade reconhece nossa dependência de Deus, e exprime sua confiança nEle.

Embora o texto não seja muito semelhante, o sentimento de Mateus 6:25–34 é similar: “Não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes?” (Mateus 6:25).

Tanto para Pedro como para Jesus, a ansiedade é uma insinuação sutil de que ou Deus não tem poder ou não está interessado em cuidar do nosso bem-estar.

 

“... porque ele tem cuidado de vós. ”

Há uma boa razão para o povo de Deus lançar confiadamente toda ansiedade sobre o Senhor. O apóstolo relembrou a seus leitores: “Ele tem cuidado de vós”. 

Um salmista se alegrava recordando os acontecimentos da história de seu povo. "Deus meu", exclama, “Sinto abatida dentro de mim a minha alma”, e prossegue dizendo: “Lembro-me, portanto, de ti, nas
terras do Jordão, e no monte Hermom, e no outeiro de Mizar.” (Salmo 42:5, 6). Quando tudo se fazia insuportável ele recebia conforto com a memória do que Deus tinha feito. O homem que alimenta seu coração com a história do que Deus tem feito no passado, nunca temerá pelo futuro.

O Deus revelado por Jesus Cristo é um Pai pessoal para o Seu povo. Ele não é uma potência desinteressada que criou a terra e depois virou-lhe as costas. Ele vive nas vidas do Seu povo. Seu cuidado providencial está sempre em ação. “E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele” (1 João 4:16).

Ele nos conhece também às nossas necessidades. E não apenas as nossas necessidades primárias (Mateus 6.11,25), mas também nos socorre nas angústias e tribulações (Salmo 107.28-30; 2 Coríntios 1.3,4). E é poderoso “para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos” (Efésios 3.20). A obra apócrifa intitulada Sabedoria de Salomão contém esse pensamento: “Pois não há, fora de Ti, Deus que cuide de todos”.

Lembremo-nos de que o orgulho e o ego estão por trás da maioria de nossas ansiedades e preocupações. Se lhe formos fiéis, descobriremos que, libertos do orgulho, Deus fica mais inclinado a nos favorecer.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
08/12/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201411_02.pdf

HORTON, Stanley. I e II Pedro – A razão da nossa Esperança. Rio de Janeiro: CPAD.

GABY, Wagner. As doenças do século. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 07 DE DEZEMBRO DE 2024 (Mateus 16.18)

 
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
07 DE DEZEMBRO DE 2024
AS PORTAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA A IGREJA

Mateus 16.18 “Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.”

 

“Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja,”

Após perguntar diretamente aos discípulos “e vós quem dizeis que sou?” Simão Pedro foi aquele que se manifestou fazendo a sua confissão: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. A confissão de Pedro nessa ocasião consistia de duas partes: antes dos demais, ele identificou Jesus como “o Cristo”. Além disso, ele chamou Jesus de “o Filho do Deus vivo”

Jesus declarou que Pedro era bem-aventurado (v.17), ou bendito, por ter entendido essa verdade e por causa da procedência desse entendimento. “Bem-aventurado” descreve aquele que tem motivo para estar extremamente feliz (5:3–12; 11:6; 13:16; 24:46).

No primeiro encontro  com Simão (João 1:42), Jesus deu a Simão o nome aramaico “Cefas”, que significa “pedra grande” ou “rocha” (Jeremias 4:29). O equivalente grego desse nome é “Pedro” (Petros), um vocábulo masculino, que significa “pedra”.

Quando Jesus disse: “Sobre essa pedra edificarei a minha igreja”, Ele poderia estar fazendo um jogo de palavras com o nome que Ele mesmo deu a Simão. A palavra grega para “pedra” (petra) na frase de Jesus é feminina e refere-se a “formações rochosas ou maciças”. Talvez as montanhas rochosas em torno de Cesareia de Filipe tenham trazido essa imagem à mente de Jesus. Jesus escolheu palavras que distinguiram “Pedro” de “pedra”.

O significado dessa declaração de Jesus é objeto de muitos debates. Argumentam alguns que a “pedra” refere-se ao próprio Pedro. Em outras palavras, Cristo edificaria a Sua igreja sobre Pedro. A importância de Pedro é vista no fato de que ele ocupa a primeira posição em todas as listas dos apóstolos (10:2–4; Marcos 3:16–19; Lucas 6:14–16; Atos 1:13).

Após a ascensão de Jesus, Pedro assumiu o papel de liderança nos seguintes eventos: a substituição de Judas entre os apóstolos (Atos 1:15–22), o estabelecimento da igreja em Jerusalém no dia de Pentecostes (Atos 2:14–40), a transferência dos dons miraculosos do Espírito aos samaritanos (Atos 8:14–25), a divulgação do evangelho aos gentios (Atos 10; 11) e a condução da assembléia sobre judeus e gentios (Atos 15:7–11).

Outra interpretação da estrutura deste versículo é que a “pedra” refere-se à confissão de Pedro de que Jesus é “o cristo, o Filho do Deus vivo” (v.16). Afinal não foi só Pedro que teve autoridade sobre a igreja. Jesus conferiu autoridade para ligar e desligar aos demais apóstolos também em uma das suas aparições ressuscitado: “Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós. E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados lhes são perdoados; e àqueles a quem os retiverdes lhes são retidos” (João 20.21-23). A declaração da encarnação e divindade de Cristo seria o fundamento da Igreja: “Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus” (1 João 4:2).; Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele, e ele em Deus” (1 João 4:15).

McGarvey escreveu: Esta verdade, que ele é o Cristo, o Filho do Deus vivo, é a mais fundamental do sistema cristão – dela depende toda a superestrutura; sendo mais devidamente representada pela pedra no retrato do Salvador.

A última posição afirma que Cristo é a Pedra. O Antigo Testamento diz em profecia que o Messias seria a pedra sobre a qual a nova casa de Deus seria construída (Salmos 118:22; Isaías 28:16; Daniel 2:44, 45). O Novo Testamento afirma que Jesus é o fundamento sobre o qual a igreja é edificada (Mateus 21:42; Atos 4:10–12; 1 Coríntios 3:11; 1 Pedro 2:4–8). Neste caso, o fundamento é a pedra fundamental da verdade de que Jesus Cristo é o Filho de Deus, como confessou Pedro. Aquele que vem a crer em Cristo faz essa confissão antes de receber o batismo (Atos 8:37) – momento em que é unido com Cristo e é acrescentado à Sua igreja (Atos 2:41; Romanos 6:3–5; 1 Coríntios 12:13; Gálatas 3:26, 27). Desse modo, a boa confissão se torna a parte viva e ativa do fundamento da igreja.

 

“... e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.”

Jesus também disse a Pedro que as portas do inferno não prevalecerão contra ela. “Inferno” é uma tradução imprecisa do grego “Hades”. No Novo Testamento “Hades”, o reino dos mortos, é normalmente diferenciado de “inferno” (gehenna), o lugar de castigo final.

No mundo antigo, as portas eram vitais para a defesa de uma cidade e eram indicadores de sua força. A palavra grega para “Hades” corresponde ao hebraico para “Sheol” ambos os termos referem-se ao reino dos mortos.

Jesus combinou os dois conceitos de “portas” e “Hades” para falar do reino e do poder da morte. Isto é confirmado pelo uso das expressões “portas de Sheol” e “portas da morte” no Antigo Testamento (Jó 17:16 [NVI]; 38:17; Salmos 9:13; 107:18; Isaías 38:10). Na literatura grega, as expressões “portas de Hades” e “portas da morte” também se referem à esfera e ao domínio da morte.

Jesus disse que as portas do Hades (o poder da morte) “não prevalecerão contra ela”. O que isso quer dizer?

A morte não tem o poder de manter os cristãos presos (1 Coríntios 15:50–57). Jesus triunfou sobre morte e disse aos discípulos: “E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (João 14.3), afirmando assim que sua igreja não permaneceria no Hades/Sheol. As portas do Hades não reteriam a sua igreja. Jesus trinfou sobre a morte e livrou os que a estavam sujeitas: “E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo; E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão” (Hebreus 2.14-15). Pois na morte, o cristão não atravessa as portas do Hades, mas imediatamente entra na presença de Deus e desfruta de uma comunhão consciente com o Pai e com aqueles que foram antes dele. Talvez você já tenha ouvido a frase ―estar ausente do corpo e habitar com o Senhor Paulo usou-a pela primeira vez em 2 Coríntios 5.8: “Preferimos estar ausentes do corpo e habitar com o Senhor”.

Em Apocalipse, Cristo é retratado como possuidor das “chaves da morte e do Hades” (Apocalipse 1:18). No juízo final, “morte e Hades” abandonarão seus mortos e serão lançados no lago de fogo (Apocalipse 20:13, 14).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
29/09/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201208_05.pdf

LUCADO, Max. Dias melhores virão: como superar a dor e reconquistar a esperança quando nada parece dar certo / tradução de Valéria Lamim Delgado Fernandes. – 3.ed. – Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2017.

https://textoaureoebd.blogspot.com/2024/06/hebreus-215.html

sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

Lição 10 - Lições Bíblicas Adultos - 4º Trim./2024 - CPAD

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 06 DE DEZEMBRO DE 2024 (1 Coríntios 15.24)

 
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
06 DE DEZEMBRO DE 2024
TODOS OS INIMIGOS SERÃO ANIQUILADOS
 

1 Coríntios 15.24 “Depois virá o fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo o império, e toda a potestade e força. ”

 

“Depois virá o fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, ”

Alguns reputam que a expressão “eita to telos” (depois, virá o fim) significa que o fim último, a meta final, vem imediatamente depois da ressurreição e do arrebatamento, não deixando espaço para um milênio. Todavia Paulo trata a ressurreição de Jesus e a dos crentes como uma unidade (v.23), o que Apocalipse 20.5 chamada de “a primeira ressurreição”.

A palavra “depois” (eita) no grego, cobre um intervalo, tal como o intimamente relacionado “epeita” (V.23), o depois do versículo precedente, cobre um intervalo longo, o intervalo do reino de Cristo na terra. Isso indica uma sucessão de tempo entre a segunda vinda e o fim. Cada vez que em 1 Coríntios Paulo usa o “eita” envolve um intervalo. Observe que o “epeita” do versículo 23 já cobriu um intervalo de pelo menos 1900 anos!

Assim, está claro que o reinado de Cristo acontece durante o Milênio, depois de sua segunda vinda. Os Salmos 8.6 e 110.1 também profetizam um reinado régio. Zacarias (Zacarias 10.6,8,9,12) promete um futuro retomo dos israelitas à sua terra. Todas estas passagens exigem uma realização no Milênio.

O fim refere-se ao fim do reino (Milenar), como indica o versículo seguinte: “Porque convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés ” (1 Coríntios 15.25). Em certo sentido, o reinado de Jesus começou em Sua ascensão e continuará até que Ele venha novamente como Juiz e Senhor (Atos 1:9–11) e implantar o seu Reino Milenial: ”Assenta-te à minha mão direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés” (Salmo 110.1). Quando vier o fim, Ele [entregará] o reino ao Deus e Pai.

 

 “... e quando houver aniquilado todo o império, e toda a potestade e força. ”

Esse trecho sugere que a aniquilação é anterior à sua entrega do Reino a Deus Pai no fim. A entrega segue a subjugação. Isto é confirmado pela construção paralela do versículo 28: “E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o mesmo Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos”.

Quando os mil anos terminarem então, Deus será “tudo em todos”. Tudo será feito novo: “Eis que faço novas todas as coisas” (Apocalipse 21.5). Ele (Cristo) abolirá todo império, toda potestade e força. Essas palavras provavelmente, são destinadas para resumir toda a oposição existente para a justiça, ao invés de três ordens particulares, Vincent diz que eles são "termos abstratos para diferentes ordens de poderes espirituais e angelicais." (Efésios 1:21; Efésios 3:10, Colossenses 1:16).

Quaisquer que sejam as forças opostas existentes nos reinos celestiais: “Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele” (Colossenses 1:16) ou os desafios ao reinado de Cristo na era presente, todos se submeterão ao governo do Senhor Jesus.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
28/11/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201705_02.pdf

HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.

HORTON, Stanley. I e II Coríntios – os problemas da igreja e suas soluções. 3.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

WESLEY, John. Comentário Bíblico do Novo Testamento. Penkal, 2023.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 05 DE DEZEMBRO DE 2024 (Isaías 59.19)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
05 DE DEZEMBRO DE 2024
O ESPÍRITO DE DEUS ARVORARÁ A BANDEIRA CONTRA O INIMIGO

Isaías 59.19 “Então temerão o nome do Senhor desde o poente, e a sua glória desde o nascente do sol; vindo o inimigo como uma corrente de águas, o Espírito do Senhor arvorará contra ele a sua bandeira. “

 

“Então temerão o nome do Senhor desde o poente, e a sua glória desde o nascente do sol;

A intervenção de Deus é uma alegria para os seus amigos, mas é um terror para seus inimigos, porque o Deus vivo é tanto Redentor como Vingador. A palavra “temerão” pode ter o sentido tanto de terror como de temor neste contexto. Haveria terror para os que lutassem contra a vontade de Deus e também temor, ou reverência, para os que se humilhassem diante dELe.

Ele pagará aos Seus inimigos de acordo com os seus atos. Ele virá como Juiz do mundo todo. Quando acontecer “países ocidentais, e o oriente ficará pasmo com a sua fama” (Knox). Todos ficarão cheios de terror diante da terrível revelação do nome do Senhor e da Sua glória: “Eis que o nome do Senhor vem de longe, ardendo a sua ira, sendo pesada a sua carga; os seus lábios estão cheios de indignação, e a sua língua é como um fogo consumidor” (Isaías 30.27).

 

“... vindo o inimigo como uma corrente de águas”

Essa parte deste versículo pode ser traduzida de dois modos, cada um com uma nuance diferente em significado.

Primeiro, tomando-se como referência a (ARA): “pois virá como torrente impetuosa, impelida pelo Espírito do Senhor”. Perceba que o sujeito se reporta ao SENHOR na sua glória ” (Ele) virá como torrente impetuosa”. Isto retrata a irresistibilidade de Deus quando Ele vier.

Segundo a palavra traduzida na ARA como “impestuosa” também pode significar “adversário”, ou “inimigo.  Assim a tradução alternativa toma o adversário como o sujeito: “vindo o inimigo como uma corrente de águas”, como indica a ARC. Sendo considerada a ARC como correta quando o inimigo atacar poderemos confiar na intervenção divina.

Ambas as traduções mostram que o SENHOR é vitorioso e toda a oposição será varrida e derrotada.

 

“O Espírito do SENHOR arvorará contra ele a sua bandeira”.

A contradição do trecho anterior afetará o sentido dessa conclusão. Primeiro se considerarmos Deus o sujeito da mesma forma que uma bandeira é colocada no alto dum monte para atrair as pessoas, assim o Messias atrairá todos a si e se tomará em ponto de convergência. Cristo atrairá todos a si com sua beleza de caráter. A igreja comprada com a morte do Messias será reunida ao Israel restaurado (Hebreus 12.22), porque de ambos os povos fez um (João 11.52) e assim congregar a si todas as coisas (Efésios 1.10).

Segundo, considerando o inimigo como sujeito haverá concordaria com a primeira parte do versículo que diz que todos temerão seu nome. Uma bandeira é o estandarte que vai à frente de um exército que marcha. Nesse caso se trataria da veemente vingança divina contra os inimigos do seu povo.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
30/11/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201011_03.pdf

HORTON, Stanley.  Isaias, o profeta messiânico. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.

POMMERENING, Claiton Ivan. Isaias, eis-me aqui, envia-me a mim. Rio de Janeiro: CPAD 2016.

HARPER, A. F. (Ed.). Comentário Bíblico Beacon. Vol. IV. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2024

Texto Áureo Lição 10: A Promessa da Proteção Divina. Salmo 91.11

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 04 DE DEZEMBRO DE 2024 ( Salmos 91.7)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
04 DE DEZEMBRO DE 2024
A PROTEÇÃO DIVINA DIANTE DE UM ATAQUE

Salmos 91.7 “Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti. ”

 

“Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, ”

A imagem desse verso é militar. Os que caem tratar-se-ia de companheiros na batalha ou de concidadãos numa epidemia. Tão terrível pode ser a praga entre os homens que o preço da mortalidade pode se tomar muito pesado e continuar a crescer, e ficar dez vezes mais pesado, mas ainda assim o escondido a sombra do onipotente (v.1) pode esperar o livramento.

Pearlman escreveu que o fiel servo de Deus, com uma missão para cumprir, e com fé profética em tempos de perigo, fica firme com a convicção de que nenhuma circunstância que atinge as pessoas em derredor poderá ser uma ameaça contra a vida dele, até ser cumprida a obra que Deus confiou a ele (2 Reis 19.35-37).

Esta verdade também se aplica a assuntos espirituais. Em tempos de apostasia e frieza espiritual, quando há decadência na própria religião, o homem, que vive perto de Deus, renova as suas forças e a sua alma fica livre de enfermidades morais.

Mas é preciso ler esse versículo com encarecimento hiperbólico, sem lhe tirar demasiadas consequências lógicas. Compare-se com o Salmo 3,7: “não temerei um exército de dez mil”; ou a copla dedicada a Davi: “Davi matou dez mil” (1 Samuel 18,7); ou Deuteronômio 32,30: “mil põem em fuga dez mil”.  

 

“..., mas não chegará a ti. ”

A tradução mais forte no Brasil é: “Mas tú, não serás atingido”. Isso fala de proteção individual. O “tu” é enfático: “não chegará a ti”.  O salmista não hesita em asseverar que, quando a ruína universal prevalece ao redor, os filhos do Senhor são os objetos de seu especial cuidado e são preservados em meio à geral destruição.

Esta é uma declaração da providência exata e minuciosa, e não uma fantasia contra a adversidade. Quando Deus visitou o Egito com as pragas ele fez distinção entre o povo Egípcio e Hebreu: “Porque se não deixares ir o meu povo, eis que enviarei enxames de moscas sobre ti, e sobre os teus servos, e sobre o teu povo, e às tuas casas; e as casas dos egípcios se encherão destes enxames, e também a terra em que eles estiverem.  E naquele dia eu separarei a terra de Gósen, em que meu povo habita, que nela não haja enxames de moscas para que saibas que eu sou o Senhor no meio desta terra. E porei separação entre o meu povo e o teu povo; amanhã se fará este sinal” (Êxodo 8.21-23).

Quando a morte aparecer em triunfo e as doenças assolarem, então mil e dez mil cairão, por doença ou pela espada da batalha, ao teu lado, à tua direita, e só a visão da queda deles é suficiente para te assustar, e, se eles caírem por peste, a queda tão próxima poderá ser suficiente para te infectar, mas ainda assim tu não serás atingido, nem pela morte, nem pelo medo da morte: “E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo; E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão” (Hebreus 2.15). É fato que nada pode tocar no servo de Deus sem a licença dEle; da mesma forma (v. 8) que nenhum rebelde pode escapar à Sua retribuição.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
28/11/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

SPURGEON, Charles. Os Tesouros de Davi – Volume II. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.

KIDNER, Derek. Salmos 73 - 150 Introdução e Comentário. Derek Kidner. Mundo Cristão. 1981.

WEISER, A. Os Salmos. Grande Comentário Bíblico. São Paulo: Paulus, 1994.

CALVINO, João. O Livro dos Salmos. Traduzido por Valter Graciano Martins. São Paulo: Paracletos, 1999.

HENRY, Matthew. Comentário Bíblico – Poéticos. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.

PEARLMAN, Myer. Salmos, orando com os Filhos de Israel. 1 ed. - Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1996.

terça-feira, 3 de dezembro de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 03 DE DEZEMBRO DE 2024 (1 Timóteo 2.4)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
03 DE DEZEMBRO DE 2024
A PROTEÇÃO DA VERDADE NA LUTA CONTRA O MAL

1 Timóteo 2.4 “Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. ”

 

“Que quer que todos os homens se salvem, ”

Não é só a oração que é em favor de todos (v.1), o plano de Deus também é para todos. Pois a missão primordial da igreja é a proclamação do evangelho de Cristo para a salvação dos homens. Por esse amor Ele nos manda ir a todos (Marcos 16:15, 16; Mateus 28:18–20) e disponibilizou o seu evangelho a todos (Judas 3). E por meio desse evangelho todos serão julgados: “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo” (Romanos 14:10–12; 2 Coríntios 5:10).

Sua graça é suficiente para que “todos sejam salvos”. Jesus morreu por todos: “Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Coríntios 5:14-15).

O fato de Deus querer que todos os homens se salvem não significa que todos serão salvos – a Bíblia afirma que muitas pessoas rejeitarão a Cristo (Mateus 25.31-46, João 12.44-50). Mas isso é o desejo de Deus, porém também depende do livre arbítrio do homem. Deus para isso nos forneceu Cristo, o caminho para a salvação.

 

 “... e venham ao conhecimento da verdade. ”

A palavra para conhecimento (Epignòsis) fala da “verdade do evangelho” (Gálatas 2:5, 14).  Inclui, não somente a apreensão racional da parte do crente: “não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo vento de doutrina” (Efésios 4.14), como também a aceitação pela fé, ao passo que a “verdade” é a totalidade da revelação de Deus em Cristo; nas Pastorais, quase conota a ortodoxia cristã. A expressão inteira, chegar ao pleno conhecimento da verdade, tem um som distintivamente joanino, e é o equivalente de “ser convertido ao cristianismo. ”

No mundo, atualmente, calcula-se que haja cerca de 40.000 religiões, seitas ou movimentos religiosos, de todas as origens, credos, crenças, filosofias, doutrinas, etc. E cada uma dessas “religiões” diz possuir “a verdade”. A maioria delas não crê em Deus, no Deus da Bíblia, Criador do universo e do homem. Crê em “deuses” e “deusas”, em “entidades” ditas espirituais. E, no meio desse emaranhado de “verdades”, o homem está perdido, sem saber quem é, de onde veio e para onde vai.

Porém só há salvação em Cristo, Ele é “a verdade” e não um a verdade. Essa é a motivação por que Paulo exorta à oração universal, “por todos os homens”. A verdade não pode ser separada de Jesus, pois Jesus é a verdade: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6). Jesus é a personificação da boa notícia da graça salvadora de Deus. Somente pela pessoa e obra de Cristo alguém pode ser conduzido a um conhecimento genuíno da verdade. Somente Ele é a revelação do Pai que expressa à verdade. Por isso Ele também diz: “Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz” (João 18:37).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
28/11/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200311_05.pdf

RENOVATO, Elinaldo. As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.

Comentário do Novo Testamento: Aplicação Pessoal. Tradução: Degmar Ribas. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

https://textoaureoebd.blogspot.com/search?q=verdade+