TEXTO ÁUREO
“O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.” (Romanos 8.16).
TEXTO ÁUREO
“O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.” (Romanos 8.16).
1 Coríntios 6:20 “Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.”
“Porque fostes comprados por bom preço;”
Além de o comportamento dos cristãos individuais refletir no Senhor que reinava sobre eles, havia outro motivo importante para aqueles cristãos serem compelidos a “fugir da impureza” (v.18). Eles haviam sido “comprados por bom preço”. Não pertenciam a si mesmos. O preço da compra deles, assim como o da nossa, foi o precioso sangue do Cordeiro (João 1:29; 1 Pedro 1:18, 19). O verbo no ariosto “comprados”, seria em português o pretérito perfeito, isto é, indica uma ação única e decisiva no passado.
Uma vez que a escravidão fazia parte do cotidiano da vida greco-romana, “comprados por preço” tinha mais significado para os primeiros leitores da carta de Paulo do que tem para os leitores de hoje. Alguns cristãos de Corinto eram, na verdade, propriedade de seus senhores (1 Coríntios 7:21, 22). O indicativo “[vós] fostes comprados por preço” prepara o terreno para o imperativo a seguir:
“... glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.”
O Espírito Santo nos foi dado com o propósito de glorificarmos a Cristo (João 16.14). O Espírito Santo usa o nosso corpo para glorificarmos a Jesus (Filipenses 1.20,21). Glorificamos a Deus no nosso corpo quando o usamos em santidade e pureza. Glorificamos a Deus no nosso corpo quando entregamos nossos membros como instrumentos de justiça e não como servos do pecado (Romanos 6.12-14). Glorificamos a Deus no nosso corpo quando empregamos nossas forças, energias, dons e talentos para servirmos ao Senhor e fazermos a Sua vontade.
Não apenas o nosso corpo deve glorificar a Cristo, mas também o nosso espírito. Que nesse caso se refere ao homem interior (Alma e Espírito). O espírito já passou pela santificação inicial que se deu na ocasião da regeneração (2 Coríntios 1:21; Tiago.1:18; 1 Pedro 1:21). Agora se desenvolve mediante o processo de crescimento (1 Pedro 2:2; Efésios 5:15) é o desenvolver do Fruto do Espírito (Gálatas 5.22). A Alma é a nossa personalidade; sede das emoções, intelecto e vontade. Não é regenerada, mas restaurada (Tiago 1:21) pela Palavra de Deus. Enquanto a santificação do espírito é inicial e imediata, a santificação progressiva tem seu lugar tanto na alma como no corpo. É o processo de mudança de valores (Lucas 5:33-39; Efésios 4:23; Jeremias 18:1-6; Romanos 12:1,2) que também chamamos de desenvolver a salvação (Filipenses 2:12) e despir-se do velho homem (Efésios 4:20 a 5:21).
Como Paulo escreveu aos tessalonicenses: “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Tessalonicenses 5:23).
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
13/12/2025
FONTES:
QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
LOPES, Hernandes Dias. I Coríntios: como resolver conflitos na igreja. São Paulo: Hagnos,2008.
MORRIS, Leon. I Coríntios: Introdução e Comentário. Tradução Odayr Olivetti. São. Paulo. Mundo Cristão, 1983
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201702_03.pdf
https://textoaureoebd.blogspot.com/2024/02/1-tessalonicenses-523.html
2 Coríntios 7:1 “Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus.”
“Ora, amados, pois que temos tais promessas”
Esta declaração está intimamente relacionada aos trechos do Antigo Testamento citados em 2 Coríntios 6:16-18. Esses trechos refere-se à profecia mencionada em Levitico 26:11-12: “Estabelecerei minha habitação no meio de vós e não vos rejeitarei jamais. Estarei no meio de vós, serei o vosso Deus e vós sereis o meu povo”. Profecia essa que foram renovadas pelos profetas Jeremias (31.1) e Ezequiel (37.26-28).
Paulo declarou que as promessas de Deus ao Seu povo e a reivindicação do cristão a essas promessas são incompatíveis com a idolatria (6:16). A idolatria geralmente vinha acompanhada de imoralidade.
A exortação paulina misturava palavras amáveis e afetuosas com as exigências de uma vida santa apregoadas pelo evangelho. Os crentes coríntios eram “amados” por Paulo. Porque os amava, ele se recusou a ser condescendente com a atitude deles. Em vez de dar uma ordem direta, o apóstolo incluiu-se na exortação à purificação.
“... purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus.”
Estas promessas os incentivariam a livrar-se de tudo o que contamina o homem, inclusive atitudes, desejos e hábitos da velha vida e as influências das idéias e cultos pagãos (Romanos 8.12,13; Gálatas 5.16). Praticar idolatria não só desonrava a Deus, mas também contaminava “a carne e o espírito”.
Para os cristãos, livrar-se de “toda impureza, tanto da carne como do espírito” é parar de fazer concessões ao pecado, pois a “pessoa toda” pode ficar adversamente poluída pelas práticas idólatras ou, de modo mais específico, que tanto o corpo da pessoa (exterior) como o espírito (interior) podem degenerar.
Se valorizarmos as promessas seremos capazes de aperfeiçoar-nos em santificação. E isso faremos se verdadeiramente reverenciamos o Deus que disse “Sereis santos, porque eu sou santo” (Lv 11.44) e “Eu sou o Senhor que vos santifico” (Lv 22.32). Santidade ou santificação é o objetivo final da exortação de Paulo: essa purificação aperfeiçoará a nossa santidade no temor de Deus.
O temor de Deus significa o reconhecimento de que Ele é o soberano Senhor e Juiz. Temer a Deus é ver nEle a inspiração para ser santo. O devido temor a Deus é um fator determinante para se ter a vida santa que Deus planejou para os Seus filhos. “Temor”, neste caso, não é um pavor terrível; é uma reverência santa, um senso de dependência e pequenez diante daquele que inspira arrependimento.
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
17/12/2025
FONTES:
QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
KRUSE, Colin. 2 Coríntios – Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1984.
HORTON, Stanley. I e II Coríntios – Os problemas da igreja e suas soluções.Rio de Janeiro: CPAD, 2003.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202108_01.pdf
Colossenses 1:2 “Aos santos e irmãos fiéis em Cristo, que estão em Colossos: Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo.”
“Aos santos e irmãos fiéis em Cristo, que estão em Colossos:”
Nenhuma razão significativa é dada por Paulo para ter usado termos diferentes quando escreveu às igrejas. Ele se dirigiu aos irmãos tessalonicenses, coríntios e gálatas como “igrejas”. Nessa carta, como nas cartas aos romanos, filipenses e efésios, Paulo dirigiu-se a eles como “santos”. O termo “igreja” significa um grupo organizado de cristãos, enquanto “santos” aplica-se aos indivíduos que formam esse grupo. Ele pode ter usado “santos” a fim de dar um toque mais pessoal às suas cartas.
Santos significa “separado” para um propósito especial. Com referência a cristãos, significa ser separado das práticas malignas do mundo para servir os propósitos de Deus. Santos não são pessoas especiais dentro da comunidade cristã que foram canonizadas, mas todos os seguidores de Jesus (Atos 26:10; Romanos 8:27; 12:13; 2 Coríntios 13:13; 16:2; 2 Coríntios 1:1; Efésios 1:1).
O uso da palavra “santos” refere-se ao chamado, e não à ausência de pecado em seu comportamento. Paulo referiu-se aos membros da congregação em Corinto como “santos” (1 Coríntios 1:2), apesar do fato de alguns membros dessa igreja serem espiritualmente complicados, doutrinariamente equivocados e moralmente corruptos.
Paulo não estava se dirigindo a dois grupos separados, um de “santos” e outros de “irmãos fiéis”. No grego é usado apenas um artigo (tois) com as duas expressões. O que significa que não se tratavam de dois grupos, mas do mesmo grupo descrito de duas maneiras diferentes. Sobre isso Robert G. Bratcher e Eugene A. Nida escreveram: A forma do texto grego parece impor que se considere “santos” como um adjetivo, que modifica irmãos, assim como fieis, pois há um só artigo antecedendo a frase: “santos e fiéis irmãos em Cristo”.
Esses santos fiéis moravam na cidade de Colossos, cidade da Ásia menor. Paulo nunca havia estado nesta igreja: “Porque quero que saibais quão grande combate tenho por vós, e pelos que estão em Laodicéia, e por quantos não viram o meu rosto em carne” (Colossenses 2:1). O evangelho cristão foi introduzido em Colossos durante o ministério de Paulo baseado em Éfeso. Segundo Atos 19.10, Paulo exerceu um ministério de pregação na cidade capital da Ásia proconsular com o resultado que “todos os habitantes da Ásia ouviram a palavra do Senhor, tanto judeus como gregos”.
É provável que a igreja de Colossos se reunia na casa de Filemom: “e à igreja que está em tua casa” (Filemom vv.1 e 2). Era costume, e às vezes necessário, que as igrejas locais se reunissem na casa de um dos membros: “Saudai aos irmãos que estão em Laodicéia e a Ninfa e à igreja que está em sua casa” (Colossenses 4:15).
“Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo.”
Essa forma de saudação encontrada na maioria das cartas de Paulo (Romanos 1.7; 1 Coríntios 1.3; 2 Coríntios 1.2; Gálatas 1.3; Efésios 1.2; Filipenses 1.2; 2 Tessalonicenses 1.2). O apóstolo Pedro cumprimenta os dispersos em sua epístola de forma semelhante: “Graça e paz vos sejam multiplicadas” (1 Pedro 1:2), e João em Apocalipse cumprimenta as igrejas da Ásia menor de uma forma mais eloquente incluindo aqui as três pessoas da Trindade: “Graça e paz seja convosco da parte daquele que é, e que era, e que há de vir, e da dos sete espíritos que estão diante do seu trono; E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém” (Apocalipse 1:4-6).
A frase busca invocar todas as bênçãos associadas à antiga e à nova aliança na comunidade da fé, reunida em Colossos. O termo “paz” recorda a bênção de Arão em Números 6.26, enquanto “graça” se tomou a palavra escolhida por Paulo para expressar a extensão do amoroso favor de Deus para com seu povo através de Cristo. Paulo sempre quis o melhor para seus convertidos, individual e coletivamente. Também lhes desejava as mesmas bênçãos que havia experimentado em seu encontro com Deus, através de Cristo. Deste modo, até dentro da estrutura bastante previsível de uma abertura epistolar, Paulo é um exemplo do cuidado e do generoso amor pastoral.
Apesar de ser a saudação preferida de alguns apóstolos, não devemos considerar como ela uma fórmula oficial para todas as igrejas. Entre os judeus, a principal palavra usada para saudação é "Shalom" ("Paz"). Desejar "Shalom" a alguém implicava uma bênção (2 Samuel 15.27). Aos setenta discípulos comissionados, o Senhor Jesus ordenou que partissem de dois em dois a todas as cidades e lugares. Ao chegarem a uma casa, eles deveriam dizer: "Paz seja nesta casa". Se ali estivesse um filho da paz, sobre este a paz repousaria; caso contrário, a paz voltaria aos discípulos (Lucas 10.1-6; Mateus 10.12,13).
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
17/12/2025
FONTES:
QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
https://textoaureoebd.blogspot.com/2025/11/filemom-3.html
ARAÚJO, Isael de Araújo. Dicionário do movimento pentecostal. Rio de Janeiro, CPAD, 2007
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201309_02.pdf
https://novavidaemamor.blogspot.com/2022/02/a-paz-do-senhor-saudacao-crista-mais.html
1 João 3:3 ’E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.”
’E qualquer que nele tem esta esperança”
A revelação de que os cristãos, como filhos de Deus, serão semelhantes a ele, quando ele se manifestar (v.2), é descrita como a esperança do cristão. O autor sagrado apega-se à idéia que o segundo advento de Cristo poderia ter lugar durante seu próprio período de Vida, como também esperavam Pedro e Paulo (1 Coríntios 15:51). O trecho de 1 João 2:18: "Filhinhos, esta é a última hora” mostra que o autor sagrado pensava viver na última hora.
A igreja cristã. Em todas as suas gerações, deverá caracterizar-se por essa esperança da vinda de Cristo para breve. Mas, visto que somente Deus sabe em que tempo isso sucederá (Mateus 24.36), todas as gerações, potencialmente, podem ver esse acontecimento. E óbvio, pois, que a espera pela possibilidade da parousia para nossos próprios dias de vida é uma esperança purificadora para todos os remidos.
“... purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.”
A gratificação que a promessa dá que somos de fato filhos de Deus e que seremos transformados à imagem de Cristo em sua vinda não deve levar os crentes a uma falsa sensação de tranqüilidade. Se alguém tem a esperança de finalmente ser semelhante a Cristo, deve, então, a si mesmo se purificar… assim como ele (Cristo) é puro.
Sem a purificação (que é a transformação moral), não poderemos ser metafisicamente transformados. Notemos, pois, a extrema importância da santificação. Não podemos fazer a escolha se nos santificaremos ou não. Trata-se de um imperativo absoluto, para que se participe da vida eterna: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12.14).
Somente a santidade pode preparar um crente para aquele evento, pois, de outra maneira, não poderemos ter confiança·, que nos fará ir ao encontro dele corajosamente. Se não tivermos vivido corretamente, cumprindo nossa missão, ficaremos envergonhados quando ele vier para revelar em nós aquilo que seremos: “E agora, filhinhos, permanecei nele; para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança, e não sejamos confundidos por ele na sua vinda” (1 João 2:28).
João já acentuou que, desde que Cristo é justo, devemos praticar a justiça, se não quisermos ficar envergonhados em Sua vinda (1 João 2:29). Semelhantemente, desde que Ele é puro, e quando O virmos seremos semelhantes a Ele, temos que assegurar-nos de que o processo de purificação tem-se iniciado agora e começa a purificar-nos. Certo, somente o sangue de Cristo pode limpar-nos da corrupção e da culpa do pecado (1 João 1:7), mas temos um papel a desempenhar na purificação de nós mesmos do poder do pecado: “Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus” ( 2 Coríntios 7:1).
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
17/12/2025
FONTES:
QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
STOTT, John. I, II, III João: Introdução e comentário. São Paulo: Edições Vida Nova, 1982.
CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202212_05.pdf
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
17 DE DEZEMBRO DE 2025
UM MESMO ESPÍRITO COM O SENHOR
1 Coríntios 6:17 “Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito.”
“Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito.”
Paulo usou a mesma palavra grega “kollaomai” para designar tanto a junção de um homem com uma prostituta quanto à união de um cristão com Cristo. No versículo anterior Paulo pensara no vínculo físico, da união com uma meretriz: “Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela?” (v.16). Agora ele se refere ao laço espiritual que liga o verdadeiro crente ao Senhor.
Assim como os que participam do ato sexual tornam-se “um corpo”. Os que se unem pelo laço espiritual tornam-se “um espírito”. Os que se unem ao Senhor se tornam um só espírito com Ele, ou seja, o crente é um com o seu Senhor. Por outro lado se o seu corpo é membro de Cristo e se você se entrega à impureza e à prostituição, você está juntando Cristo à prostituição. Isso seria uma blasfêmia. Uma vez que os nossos corpos são membros de Cristo não podemos unir o corpo de Cristo à impureza.
O verdadeiro homem espiritual, nascido de novo, é aquele em quem não somente o Espírito Santo habita, mas o que o Espírito Santo governa e rege sem reservas o seu espírito, e alma e corpo. Nele o Espírito não é apenas residente, mas presidente em tudo.
Uma das expressões mais fortes sobre a união com Cristo foi escrita por Arthur T. Pierson. Esse autor expôs, "As ovelhas podem se afastar do pastor, o ramo pode ser cortado da videira; o membro pode ser separado do corpo . . , mas quando dois espíritos se unem em um só, quem os separará?" (Knowing the Scriptures).
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
13/12/2025
FONTES:
QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
LOPES, Hernandes Dias. I Coríntios: como resolver conflitos na igreja. São Paulo: Hagnos,2008.
MORRIS, Leon. I Coríntios: Introdução e Comentário. Tradução Odayr Olivetti. São. Paulo. Mundo Cristão, 1983
HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201702_03.pdf
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
16 DE DEZEMBRO DE 2025
RECEBENDO REFRIGÉRIO NO ESPÍRITO
2 Coríntios 7.13 “Por isso fomos consolados pela vossa consolação, e muito mais nos alegramos pela alegria de Tito, porque o seu espírito foi recreado por vós todos.”
“Por isso fomos consolados pela vossa consolação,”
Certas observações anteriores na carta demonstram que o apóstolo estava sob considerável estresse nesse período de sua vida. Em 2 Coríntios, mais do que em qualquer outro registro percebemos isso. As palavras de Paulo aqui refletem o conforto que ele experimentou ao ouvir o relato de Tito sobre a maneira como os coríntios receberam sua carta “escrita em lágrimas”.
Paulo deixa de sentir tristeza por ter escrito aquela carta “severa”, ainda que logo depois de enviá-la, sentira pesar por tê-la escrito. Todavia, a mudança em sua atitude resultara do fato de ter visto os benefícios positivos operados por tal carta. A igreja de Corinto aceitou a consolação da carta de Paulo e ao saber disso Paulo se sentiu confortado. Tudo isso trouxe consolação para Paulo e o fez regozijar-se.
“...e muito mais nos alegramos pela alegria de Tito, porque o seu espírito foi recreado por vós todos.”
Tito provavelmente recebeu a tarefa de levar à igreja em Corinto essa carta escrita em lágrimas. O mensageiro de Paulo deve ter ficado também apreensivo com essa situação. Tito não sabia se a igreja o receberia como um enviado do apóstolo, ou se acataria as instruções da carta que ele portava. Até se reencontrar com Tito na Macedônia, o apóstolo Paulo muito se preocupou com a possibilidade de a situação instalada em Corinto se agravar. No entanto, Paulo escolheu o homem certo para levar sua carta.
Finalmente, Paulo fala de como está aliviado, em face do excelente relatório, e também em face de a confiança que ele expressara a Tito, a respeito dos coríntios serem plenamente justificadas.
O relatório trazido por Tito era animador. Paulo foi “confortado”; Tito ficou “recreado”. Além de alívio e paz de espírito, ele muito mais se alegrou pelo contentamento de Tito. Ele se alegrava, ainda, porque sua confiante exaltação dos coríntios, quanto às suas atitudes reais perante Tito.
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIO
09/12/2025
FONTES:
QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
HORTON, Stanley. I e II Coríntios – Os problemas da igreja e suas soluções.Rio de Janeiro: CPAD, 2003.
KRUSE, Colin. 2 Coríntios – Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1984.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202108_01.pdf
1 Pedro 1:22 “Purificando as vossas almas pelo Espírito na obediência à verdade, para o amor fraternal, não fingido; amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro;”
“Purificando as vossas almas pelo Espírito na obediência à verdade, para o amor fraternal, não fingido;”
Pela terceira vez neste primeiro capítulo, o apostolo Pedro referiu-se à obediência de seus leitores (1:2, 14, 15, 22); pela terceira vez, fica evidente que a obediência e a santificação são partes de um todo.
A tradução ACF dá ideia de uma Purificação em progresso. Todavia, todas as outras traduções, inclusive a ARA fala de uma purificação já realizada: “Tendo purificado a vossa alma”. Deus os purificou porque Jesus os redimiu, derramando Seu “precioso sangue, como de cordeiro” (1:19). Ainda assim, a decisão de obedecer à verdade do evangelho, crer que Cristo morreu por eles, era o ato efetivo que resulta no perdão dos pecados.
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Quando obedecemos à verdade através do Espírito, nascemos de novo e fomos santificados para o reino de Deus. Raymond C. Kelcy comentou o seguinte sobre Pedro: “Ele está retrocedendo ao momento em que seus leitores responderam ao evangelho em obediência submissa, o momento em que concordaram com os requisitos da verdade”. |
A palavra que Pedro usou para “amor fraternal” é Filadélfia (3:8). Filadélfia é o amor entre irmãos. Todos os membros da igreja são assim colocados “dentro da família”, sendo irmãos no sentido próprio do termo (vv.5.9,12), afinal Deus é Pai de todos (v.17).
“O amor não fingido, não-hipócrita”, ou seja, sincero implica uma entrega desinteressada; por essa razão, uma pessoa egoísta não pode amar de verdade. O amor de Deus e seu perdão nos libera da possibilidade de nos olhar a nós mesmos e nos motiva a satisfazer as necessidades de outros. Ao sacrificar Cristo sua vida, provou-nos que em realidade nos ama. Agora você pode amar a outros seguindo seu exemplo e entregando-se de um modo altruísta.
“... amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro;”
Pedro usa uma segunda palavra para amor: “ágape” que significa amor divino ou sacrificial. O cristão possui amor fraternal, mas precisa demonstrar energia espiritual e amar os outros da mesma forma que Deus o ama. Cabe ao cristão, controlado pelo Espírito, demonstrar amor agape pelos outros, pois até os não-salvos são capazes de mostrar o amor fraternal: “E, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Também os pecadores amam aos que os amam” (Lucas 6.32).
Por causa do seu amor pela humanidade, Jesus assumiu a forma humana (João 3:16). Há um sentido em que os discípulos de Cristo, seguindo o exemplo do Senhor, devem amar todos os seres humanos (1 João 3:16). O pensamento de Pedro era este: uma vez que vocês obedeceram a uma mensagem que os submeteu a um amor sincero pelos que compartilham a mesma fé e esperança, tornem-se o que Deus os escolheu para serem, e amem-se, de coração, uns aos outros ardentemente.
Aqui o amor é reforçado ainda por um advérbio de intensidade, ardentemente, acrescentando-se ainda que isso deve acontecer de coração, vindo realmente lá de dentro. O amor dos crentes uns pelos outros deveria ser constante, indissolúvel e expressivo. Tal amor entre irmãos é seguramente um dos marcos mais distintivos da novidade que invade o mundo a partir da encarnação de Jesus Cristo. Segundo o evangelho de João, ele é o sinal que caracteriza os discípulos de Jesus, e pelo qual todos saberão quem eles são: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13.35).
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
15/12/2025
FONTES:
QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
MUELLER, Ênio R. I Pedro: Introdução e comentário. São Paulo: Ed. Mundo. Cristão, 1988.
HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry – Atos a Apocalipse. Rio de Janeiro CPAD, 2008.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201409_03.pdf
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
15 DE DEZEMBRO DE 2025
SERVINDO A DEUS NO ESPÍRITO
Romanos 1.9 “Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, me é testemunha de como incessantemente faço menção de vós,”
“Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho,”
Mesmo não conhecendo pessoalmente a igreja de Roma, Paulo ora pelos crentes romanos, chamando o próprio Deus por testemunha. Primeiro afirmando que ele servia a Deus em seu espírito. Ou seja, Paulo servia a Deus não apenas externamente, mas também internamente. Outra possível tradução seria: “a quem eu sirvo com todo o meu coração”. Deus, que conhece o homem interior, poderia dar testemunho do interesse de Paulo pelos romanos.
Ele serve a Deus cumprindo o evangelho de seu Filho. O inicio deste capítulo descreve este evangelho: “Este evangelho diz respeito a seu Filho, o qual, segundo a carne, veio da descendência de Davi e foi designado Filho de Deus com poder, segundo o Espírito de santidade, pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor” (Romanos 1.3-4 NAA).
Cumprir o evangelho significa aplicar ativamente os ensinamentos de Jesus Cristo na vida diária, o que envolve mais do que apenas ouvir ou saber sobre eles. Trata-se de uma combinação de fé, obediência e ação que reflete a mensagem central do evangelho: a salvação através da vida, morte e ressurreição de Jesus.
“... me é testemunha de como incessantemente faço menção de vós,”
Paulo faz um apelo solene ao sondador de corações: Pois Deus “me é testemunha”. Era por um assunto importante, e sobre uma coisa conhecida somente por Deus e por seu próprio coração. É muito confortável poder invocar a Deus como testemunha de nossa sinceridade e constância no cumprimento de um dever. Deus é, de maneira particular, uma testemunha de nossas orações secretas, do assunto delas e de sua forma; afinal de contas, nosso Pai vê em segredo : “Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está no secreto. Então seu Pai, que vê no secreto, o recompensará” (Mateus 6.6).
Era de esperar que Paulo orasse metodicamente pelos que se converteram por seu trabalho. Mas esta passagem evidencia que suas orações ultrapassavam o círculo imediato de suas relações pessoais e de sua responsabilidade apostólica. Paulo não restringia suas orações a lugares em que ele havia trabalhado (Efésios 1:15, 16; Filipenses 1:3, 4; 1 Tessalonicenses 1:2, 3).
Ele também orava por igrejas em cidades que ele ainda não havia visitado como essa congregação em Roma. Ele assegura aos crentes de Roma que, embora não conheça a maioria deles pessoalmente, contudo ora por eles sempre e em todo o tempo (v.10). Henry comenta não é impróprio ser específico em nossas orações por igrejas e lugares particulares; não para informar a Deus, mas para comover a nós mesmos. Pois é provável que tenhamos mais consolo naqueles amigos pelos quais oramos mais.
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
09/12/2025
FONTES:)
QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry – Atos a Apocalipse. Rio de Janeiro CPAD, 2008.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/Po_lessons/Po_200809_03.pdf