“ E, havendo dito isso, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.” (João 20.22)
terça-feira, 3 de junho de 2025
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 3 DE JUNHO DE 2025 (1 Coríntios 6.18-19)
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
3 DE JUNHO DE 2025
O ESPÍRITO SANTO HABITA EM NÓS E NOS PURIFICA
1 Coríntios 6.18-19 “Fugi
da prostituição. Todo pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se
prostitui peca contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo
do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de
vós mesmos?”
“Fugi da prostituição. “
Por causa da constante tentação da imoralidade sexual, Paulo faz mais do que apresentar razões contra a prostituição. Ele nos ordena que fujamos dela. Usando um imperativo que se aproxima do desespero, o apóstolo insistiu: Fugi [vós] da prostituição. Temos uma ilustração desta reação na vida de José. Ele considerou melhor sofrer na prisão do que entregar-se às tentações da esposa de Potifar e pecar Contra Deus (Genesis 39-7-9).O termo grego usado no Novo Testamento porneia, dá origem às palavras na língua portuguesa: pornô, pornografia etc., mas, possui um sentido muito mais amplo. Significa qualquer tipo de ato sexual considerado pecaminoso, incluindo adultério, prostituição, impureza ou “imoralidade sexual”[NVI] e fornicação[ACRF]. Na verdade, porneia classifica as palavras prostituição e fornicação como sinônimas. No contexto evangélico o termo fornicação passou a ser entendido como a prática não aceita e reprovável do sexo antes do casamento realizada por pessoas solteiras e Prostituição como a prática não aceita de sexo fora do casamento. Contudo, nesse versículo, Paulo usa o termo com os sentidos de “fornicação” e “prostituição”, considerando como prática pecaminosa e extremamente maléfica para a vida cristã. Certamente não são a única maneira de um indivíduo ser imoral; mas Paulo a considerou peculiarmente destrutiva. A fornicação é um pecado singular no sentido de que encarcera o corpo humano.
“Todo pecado que o homem comete é fora do corpo; ...”
Todo pecado, isto é, qualquer outro pecado, todo ato externo de pecado, é fora do corpo. Os estudiosos concordam que a próxima declaração de Paulo é uma das mais difíceis de se interpretar. O Comentário Bíblico Pentecostal apresenta algumas explicações:
1) Comparativamente, pecados sexuais são mais graves que outros pecados.
2) Outros pecados contra o corpo envolvem frequentemente algo que vem de fora do corpo, mas o pecado sexual vem do interior da pessoa.
3) A primeira parte da sentença é um “slogan” de alguns cristãos coríntios que, em sua arrogância espiritual, sentiam que a categoria de pecado não se aplicava a eles. “Todo pecado que o homem comete é fora do corpo”. Isto se baseia na ideia de que a palavra “corpo” representa o ser por inteiro, a “personalidade”, o mais íntimo do ser; assim sendo, qualquer coisa que seja classificada como pecado não se aplica a este.
4) Paulo está escrevendo de um modo geral, “livremente”, e não como filósofo moral (Barrett, 150). Barrett cita João Calvino: “Estes outros pecados não deixam a mesma mancha imunda no corpo, como faz a fornicação”.
5) O “caráter especial” da imoralidade sexual é que o homem remove seu corpo, o templo do Espírito Santo que é “para o Senhor”, da união com Cristo, tomando-o um membro do corpo da mulher (Fee, 262).
As duas últimas opções parecem apresentar alguns problemas. Porém, não importa como Paulo seja compreendido neste assunto, o ponto principal é óbvio: o corpo é sagrado e é tão valorizado por Deus que Ele o ressuscitará. Esse pecado está intitulado de uma forma peculiar de impureza, poluição, porque nenhum pecado tem tanta torpeza externa em si, especialmente em um cristão.
“...; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. ”
Mais do que um mero ato, a imoralidade sexual requer o envolvimento do indivíduo como um todo. Uma seção de um documento judaico do terceiro século a.C., identificado como “O Testamento de Simeão, segundo filho de Jacó e Lia”, admoesta: “Guardai-vos da promiscuidade sexual porque a fornicação é a mãe de todos os males; ela separa os homens de Deus e os conduz a Belial”. A prostituição não é apenas detestável a Deus, mas trata-se de um pecado contra o próprio corpo, que Paulo há pouco dissera que é “para o Senhor” (1 Coríntios 6.13). Além disso, o corpo do crente é “o ” templo do Espírito Santo, que nele habita, que é o dom de Deus para nós, porque recebemos o seu Espírito. Pois o Espírito Santo veio habitar, estar não só conosco, mas em nós (João 14.16,17, KJV). Pelo fato de nossos corpos serem seu templo e porque Jesus pagou o preço total de nossa redenção ao derramar seu sangue precioso na cruz do Calvário, pertencemos a Deus (cf. 1 Pedro 1.18,19- “Resgatados [...] com o precioso sangue de Cristo”; Apocalipse 5.9). Só pode haver uma conclusão: Devemos, temos de honrar a Deus com nosso corpo.
“Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus,”
Anteriormente, Paulo havia incentivado a unidade da igreja lembrando os cristãos coríntios que eles eram, todos juntos, santuário de Deus: “Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (1 Coríntios 3:16). O apóstolo não fez distinção entre “santuário de Deus” e santuário do Espírito Santo. As duas expressões são intercambiáveis.
A habitação é uma confirmação de que os crentes estão saturados da presença e do poder do agente que habita. Seja a habitação da fé (2 Timóteo 1:5), de Deus (2 Coríntios 6:16), do Espírito (Romanos 8:11), da Palavra (Colossenses 3:16) ou de Cristo (Colossenses 1:17), está implícito o sentido dessa influência difusa.
O Espírito Santo veio não somente habitar em nós, mas estar em nós: “O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós” (João 14.17).
O templo literal, segundo sabemos era lugar de santidade, reverência, adoração, consagração, contrição, arrependimento, altar, sacrifício, fogo contínuo, glória e presença de Deus. Assim deve ser a Igreja do Deus vivo.
No contexto atual, o apóstolo estava escrevendo a respeito do corpo literal do indivíduo. Ele estava mostrando que o corpo de uma pessoa não deve ser unido fisicamente com o de uma prostituta.
“... e que não sois de vós mesmos?”
Pelo fato de nossos corpos serem seu templo e porque Jesus pagou o preço total de nossa redenção ao derramar seu sangue precioso na cruz do Calvário, pertencemos a Deus (1 Pedro 1.18,19- “Resgatados [...] com o precioso sangue de Cristo”. Só pode haver uma conclusão: Devemos, temos de honrar a Deus com nosso corpo.
A habitação do Espírito é a marca divina de posse ou propriedade. Tanto a igreja coletivamente como o crente individual podem ser chamados “santuário [templo] de Deus” ou “santuário [templo] do Espírito”. Em ambos os casos, o apóstolo julgou ser impensável uma pessoa na qual a Divindade habita unir-se a uma prostituta.
A prostituição não é apenas detestável a Deus, mas trata-se de um pecado contra o próprio corpo, que Paulo há pouco dissera que é “para o Senhor” (1 Coríntios 6.13).
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
16/7/2022
Fontes:
GONÇALVES, José. Os ataques contra a igreja de Cristo – As sutilezas de Satanás nestes dias que antecedem a volta de Jesus Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2022.
HORTON, I e II Coríntios – Os problemas da igreja e suas soluções. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.
HENRY, Matthew. Comentário Bíblico – Atos a Apocalipse. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
ARRINGTON French L; STRONSTADRoger. Comentário Bíblico Pentecostal – Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.
http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201702_03.pdf
Os Testamentos dos Doze Patriarcas, “O testamento de Simeão, o segundo filho de Jacó”.
RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201702_03.pdf.
GILBERTO, Antonio. Mensagens, estudos e explanações em I
Córintios. Rio de Janeiro. CPAD, 2009.
segunda-feira, 2 de junho de 2025
João 18:10
JJoão 18:10 “Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco. ”
“Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. “
Neste momento houve uma tentativa de resistência por parte de Simão Pedro (Apenas João nomeia o discípulo que desembainho a espada), mas essa ação foi amadora e ineficaz. Jesus a interrompeu imediatamente. João concorda com Lucas, ao narrar que Pedro decepou a orelha direita do servo do sumo sacerdote. A ação de Pedro foi coerente com sua natureza impulsiva e demonstrou sua vontade de fazer o que havia alegado que faria, isto é, morrer por Jesus: “Senhor, por que não posso seguir-te agora? Por ti darei a minha vida” (João 13:37).
O esforço de Pedro foi em vão; os discípulos só tinham duas espadas: “E eles disseram: Senhor, eis aqui duas espadas. E ele lhes disse: Basta” (Lucas 22:38) e, portanto, não eram páreo para os soldados treinados do exército romano. Se Jesus não tivesse intervindo, os discípulos provavelmente teriam sido mortos.
A palavra grega para “espada” usada aqui, (machaira), normalmente se refere a uma espada curta ou adaga. Outras vezes na septuaginta, machaira descreve a faca usada por Abraão no sacrifício de Isaque (Gênesis 22:6, 10) e o punhal usado por Eúde ao matar Eglom (Juízes 3:16).
“E o nome do servo era Malco. ”
João é o único dos evangelistas a mencionar o nome do ferido. A identificação de Malco como servo do sumo sacerdote indica que João conhecia o sumo sacerdote e sua família: “E Pedro estava da parte de fora, à porta. Saiu então o outro discípulo que era conhecido do sumo sacerdote, e falou à porteira, levando Pedro para dentro” (João 18.16). Malco era um nome suficientemente comum no Oriente Médio naquele tempo.
Nada mais sabemos sobre Malco. De acordo com Lucas 22:51, Jesus, “tocando-lhe a orelha, o curou”. Esse ato, bem como a ordem de Jesus para guardar a espada, provavelmente permitiu que Pedro e os demais discípulos fossem liberados.
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
2/6/2025
FONTES:
CABRAL, Elienai. E o Verbo se fez Carne – Jesus sob o olhar do apóstolo do amor. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
BRUCE, F. F. João introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1987.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202204_05.pdf“Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco. ”
“Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. “
Neste momento houve uma tentativa de resistência por parte de Simão Pedro (Apenas João nomeia o discípulo que desembainho a espada), mas essa ação foi amadora e ineficaz. Jesus a interrompeu imediatamente. João concorda com Lucas, ao narrar que Pedro decepou a orelha direita do servo do sumo sacerdote. A ação de Pedro foi coerente com sua natureza impulsiva e demonstrou sua vontade de fazer o que havia alegado que faria, isto é, morrer por Jesus: “Senhor, por que não posso seguir-te agora? Por ti darei a minha vida” (João 13:37).
O esforço de Pedro foi em vão; os discípulos só tinham duas espadas: “E eles disseram: Senhor, eis aqui duas espadas. E ele lhes disse: Basta” (Lucas 22:38) e, portanto, não eram páreo para os soldados treinados do exército romano. Se Jesus não tivesse intervindo, os discípulos provavelmente teriam sido mortos.
A palavra grega para “espada” usada aqui, (machaira), normalmente se refere a uma espada curta ou adaga. Outras vezes na septuaginta, machaira descreve a faca usada por Abraão no sacrifício de Isaque (Gênesis 22:6, 10) e o punhal usado por Eúde ao matar Eglom (Juízes 3:16).
“E o nome do servo era Malco. ”
João é o único dos evangelistas a mencionar o nome do ferido. A identificação de Malco como servo do sumo sacerdote indica que João conhecia o sumo sacerdote e sua família: “E Pedro estava da parte de fora, à porta. Saiu então o outro discípulo que era conhecido do sumo sacerdote, e falou à porteira, levando Pedro para dentro” (João 18.16). Malco era um nome suficientemente comum no Oriente Médio naquele tempo.
Nada mais sabemos sobre Malco. De acordo com Lucas 22:51, Jesus, “tocando-lhe a orelha, o curou”. Esse ato, bem como a ordem de Jesus para guardar a espada, provavelmente permitiu que Pedro e os demais discípulos fossem liberados.
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
2/6/2025
FONTES:
CABRAL, Elienai. E o Verbo se fez Carne – Jesus sob o olhar do apóstolo do amor. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
BRUCE, F. F. João introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1987.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202204_05.pdfLEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 2 DE JUNHO DE 2025 (João 14.26)
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
2 DE JUNHO DE 2025
JESUS GARANTE QUE ENVIARÁ O CONSOLADOR, O ESPÍRITO SANTO
João 14.26 “Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai
enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará
lembrar de tudo quanto vos tenho dito.”
“Mas aquele Consolador, o Espírito Santo,”
O
Consolador anteriormente denominado “o Espírito da verdade” (14:17), é
aqui identificado como o Espírito Santo, a típica designação da terceira
pessoa da Divindade.
A palavra grega (paraklētos), traduzida
por “Consolador” na RA, “originalmente significava no sentido passivo…
‘aquele que é chamado para auxiliar alguém’”. No grego secular,
referia-se a alguém que ajuda outra pessoa no tribunal, sem, contudo, se
restringir ao significado técnico do latim advocatus, relativo a um
conselheiro jurídico . Johannes Behm observou que “a forma passiva não
descarta a idéia de paraklētos como um ser ativo que fala ‘em nome de
alguém perante alguém’”. O termo ocorre uma vez fora do Evangelho de
João, em 1 João 2:1, onde o sentido jurídico é devidamente aplicado a
Jesus como nosso “Advogado” nos tribunais celestiais.
O ensino
principal de Jesus sobre o Consolador que ele prometeu enviar
encontra-se em cinco passagens de João: 14:16, 17; 14:25, 26; 15:26, 27;
16:7–11 e 16:12–15. F. F. Bruce observou que nessas passagens “o
Espírito é apresentado sucessivamente como auxiliador, intérprete,
testemunha, advogado e revelador”. Edgar J. Goodspeed disse: “Defensor” é
um equivalente muito próximo, porém, o sentido pretendido parecer ser
mais do que uma testemunha de defesa.
O Espírito, portanto, vem
com o Ajudador e Advogado, preenchendo as necessidades dos apóstolos,
que se sentiam fracos e indefesos ao pensar na partida de Cristo. E
chamado de “outro” Consolador porque seria de modo invisível e
espiritual, aquilo que Cristo tinha sido para eles de modo visível e
literal durante três anos e meio de convívio. Hoje, o Espírito é para os
crentes o que Jesus de Nazaré era para os apóstolos.
“... que o Pai enviará em meu nome,”
O
relacionamento íntimo do Espírito com os outros dois membros da
Trindade se evidencia no fato de que o Pai o enviaria em nome do Filho.
João
não fez nenhuma distinção significativa sobre como Jesus disse que o
Auxiliador seria enviado, se pelo Pai a pedido do Filho (14:16), pelo
Pai em nome de Jesus (14:26), ou pelo próprio Jesus (15:26; 16:7).
Sempre que repetia um conceito, João o fazia com variações. No entanto,
pode haver algo mais na expressão “em meu nome”.
Se o Auxiliador
fosse enviado em nome de Jesus, então ele seria o representante de
Jesus, assim como Jesus foi enviado em nome do Pai como representante do
Pai (5:43). Jesus veio em nome do Pai para revelar o seu caráter e
propósito, e o Espírito viria em nome de Jesus para revelar a missão de
Jesus.
“... esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.”
Jesus
apresentou a obra do Espírito Santo como sendo dupla: ensinar aos
discípulos todas as coisas e fazer lembrar tudo o que Jesus lhes
ensinou. As duas tarefas são semelhantes, senão idênticas. Por todo o
Evangelho, os discípulos não conseguiram entender o que Jesus estava
ensinando (2:22; 12:16). Todavia, assim que o Espírito fosse enviado,
teriam com certeza “a clareza da revelação” e “a continuidade da
revelação”.
Quanto à primeira tarefa, como mestre, o Espírito
“ensinaria” aos discípulos “todas as coisas” que Jesus havia dito e
feito; com isto, teriam clareza da revelação. Tudo o que não estava
claro para eles antes se tornaria compreensível através do Espírito.
Em
relação à segunda tarefa, o Espírito lhes faria lembrar do que Jesus
havia ensinado durante seu ministério público, resultando em
continuidade da revelação. A obra do Espírito neste aspecto não
consistia em fornecer uma nova revelação, e sim em fazer os discípulos
se lembrarem dos ensinos dados pelo próprio Jesus. Sem dúvida, eles se
esqueceriam ou talvez negligenciariam muito do que Jesus havia dito.
Sem
a ajuda do Espírito, eles não teriam compreendido o significado ou a
importância dos ensinamentos de Jesus. O Senhor prometeu que o Espírito
os capacitaria a compreender com exatidão todas as verdades por ele
reveladas.
Myer Pearlman Diz que Cristo poderia ter dado mais
explicações, mas os discípulos não estavam espiritualmente em condições
de entender tudo quanto Jesus queria ensinar-lhes no pouco tempo que
ainda sobrava. Para explicações adicionais, fez referencia ao Ensinador
que estava por vir - o Espírito Santo, que daria um testemunho inspirado
das palavras de Jesus: “Tenho-vos dito isto, estando convosco. Mas
aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse
vos ensinará todas as cousas [o que levou à escrita das Epístolas], e
vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito [o que levou à escrita
dos Evangelhos]” .
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
4/4/2024
FONTES:
GOMES,
Osiel. A carreira que nos está proposta – O caminho da Salvação,
Santidade e Perseverança para chegar ao céu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.
http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202203_04.pdf
PEARLMAN, Myer. João o Evangelho do Filho de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.
João 16:4
João 16:4 “Mas tenho-vos dito isto, a fim de que, quando chegar aquela hora, vos lembreis de que já vo-lo tinha dito. E eu não vos disse isto desde o princípio, porque estava convosco. “
“Mas tenho-vos dito isto, a fim de que, quando chegar aquela hora, vos lembreis de que já vo-lo tinha dito. “
A frase “tenho-vos dito estas isto” ocorre aqui (16:4) pela quarta vez no discurso de despedida (16:1; 14:25; 15:11). E aparecerá mais quatro vezes neste capítulo (16:6, 25, 33), totalizando sete ocorrências. Aqui, a cláusula se refere ao que Jesus estava discutindo em 15:18–27, a respeito do ódio do mundo pelos discípulos e pelo testemunho duplo do Espírito e dos discípulos.
Jesus explicou o motivo de sua franca advertência: para que, quando a hora chegar, vos recordeis de que eu vo-las disse. Quando as provações e tribulações ocorressem nas vidas dos discípulos, eles se lembrariam do que Jesus lhes havia dito. A fé deles seria fortalecida mediante a convicção de que Jesus já sabia o que aconteceria no futuro: “Eu vo-lo disse agora antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis.” (João 14:29).
Em 16:2, Jesus disse “vem a hora”, indicando um tempo no futuro. Aqui ele disse “a hora”, significando a hora dos discípulos. Assim como a hora de Jesus viria, a hora de cada um de seus discípulos também chegaria.
“E eu não vos disse isto desde o princípio, porque estava convosco. “
Jesus não falou desde o princípio (quando os discípulos começaram a segui-lo) sobre estas coisas – os perigos das tribulações que viriam – porque ele estava com eles e podia protegê-los. Ele podia suportar sozinho todos os ataques dirigidos contra eles. Jesus desempenhou esse papel até a hora em que foi preso: “Jesus respondeu: Já vos disse que sou eu; se, pois, me buscais a mim, deixai ir estes; Para que se cumprisse a palavra que tinha dito: Dos que me deste nenhum deles perdi” (João 18:8,9). Por isso, não foi necessário adverti-los antes da perseguição que estava por vir
Futuramente, porém, a situação seria diferente, pois Jesus não estaria mais pessoalmente com eles do modo como estavam acostumados. Muito em breve, eles, e não Jesus, seriam os alvos direto dos ataques dos seus adversários.
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
2/6/2025
FONTES:
CABRAL, Elienai. E o Verbo se fez Carne – Jesus sob o olhar do apóstolo do amor. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
BRUCE, F. F. João introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1987.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202204_02.pdf
domingo, 1 de junho de 2025
Lição 10: A promessa do Espírito - 2 Trimestre de 2025.
TEXTO ÁUREO
“ E, havendo dito isso, assoprou
sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.” (João 20.22)
“ E, havendo dito isso, “
Jesus
ressurreto apareceu aos seus discípulos e lhes saudou duas vezes dizendo: “Paz
seja convosco” (João 20:19,21). Isso justificou suas próprias palavras aos discípulos
antes de sua morte: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou
como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João
14:27).
Após
lembra-los dessa Paz Cristo os comissionou: “assim como o Pai me enviou,
também eu vos envio a vós” (João 20:21). Jesus havia nesse sentido já orado
ao pai: “Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo”
(João 17:18). Após a dupla saudação e comissão Jesus assoprou sobre eles.
“...assoprou
sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. ”
Apesar de Cristo haver soprado sobre os discípulos dizendo:
“Recebei o Espírito Santo” (João 20:22), Ele ainda não havia sido
plenamente derramado. João explica isso
no seu evangelho após as palavras de Jesus:
“Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do
seu ventre. E isto disse ele do Espírito que haviam de receber os que nele
cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não ter
sido glorificado” (João 7:38,39). O próprio Cristo havia colocado essa
condição: “Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se
eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei”
(João 16:7).
O Espírito Santo desceu sobre eles com poder. Esse fato que
se cumpriu em Atos 2.2-4: “E de repente veio do céu um som, como de um vento
veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram
vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre
cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar
noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”
(Atos 2:2-4). O poder do Espírito Santo capacitou os discípulos a falar novas
línguas. Isso também é chamado por Lucas de revestimento de poder: “E eis
que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de
Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lucas 24:49).
Os discípulos de Cristo, após receberem a promessa do
Espírito, saíram ousadamente a pregar a Palavra de Deus (Atos 4.13). Antes,
eram tímidos e temerosos, porém, após o revestimento de poder, passaram a
proclamar audaciosamente o Evangelho de Cristo e a realizar sinais, milagres e
maravilhas (Atos 2.14-40; Atos 3.1-10).
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
27/5/2025
FONTES:
CABRAL, Elienai. E o Verbo se fez Carne – Jesus sob o olhar
do apóstolo do amor. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
https://textoaureoebd.blogspot.com/search?q=Recebei+o+Esp%C3%ADrito+Santo
sábado, 31 de maio de 2025
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 31 DE MAIO DE 2025 (João 15:26)
João
15:26 “Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar,
aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim. ”
“Mas,
quando vier o Consolador, “
O Consolador também denominado ”Espírito da
verdade” é a terceira pessoa da Divindade. Ele viria após a partida de Cristo: “Todavia
digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o
Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei” (João 16.7).
A palavra grega (paraklētos), traduzida por “Consolador” na RA, “originalmente
significava no sentido passivo… ‘aquele que é chamado para auxiliar alguém’”.
No grego secular, referia-se a alguém que
ajuda outra pessoa no tribunal, sem, contudo, se restringir ao significado
técnico do latim advocatus, relativo a um conselheiro jurídico. Johannes Behm
observou que “a forma passiva não descarta a idéia de paraklētos como um ser
ativo que fala ‘em nome de alguém perante alguém’”. O termo ocorre uma vez fora
do Evangelho de João, em 1 João 2:1, onde o sentido jurídico é devidamente
aplicado a Jesus como nosso “Advogado” nos tribunais celestiais.
“...
que eu da parte do Pai vos hei de enviar, ”
João não fez nenhuma distinção significativa
sobre como Jesus disse que o Consolador seria enviado, se pelo Pai a pedido do
Filho (João 14:16), pelo Pai em nome de Jesus ((João 14:26), ou pelo próprio
Jesus da parte do pai ((João 15:26; 16:7). Sempre que repetia um conceito, João
o fazia com variações. Isso revela o relacionamento íntimo do Espírito com os
outros dois membros da Trindade. Por fazerem parte de uma só substância, assim
com Espírito e alma é difícil às vezes dividi-los.
“...
aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim. ”
O
Consolador é chamado de “Espírito da verdade", ou seja, aquele que nos
ensina a verdade acerca de Cristo. Jesus é a personificação da verdade (João 14.6);
a verdade que o Espírito irá revelar não acrescenta nada à “verdade que está em
Jesus” (Efésios 4.21); é apenas um desvendamento mais completo dela. O Espírito
está pronto a ensinar e convencer a todos.
Todavia
ele não terá nada a oferecer ao mundo, ou seja, todo o conjunto de incrédulos,
que não são capazes de lhe dar valor ou reconhecê-lo: “que o mundo não pode
receber, porque não o vê nem o conhece" (João 14.17). Homens mundanos,
que consideram as coisas visíveis a única realidade, não discernem nem entendem
as operações do Espírito (1 Coríntios 2.14).
A
constatação de que o Espírito procede do Pai provavelmente não tem sentido
metafísico; é outra maneira de dizer que o Espírito é enviado pelo Pai. A
ampliação da igreja ocidental da frase: “Que procede do Pai e do Filho
(filioque)" pode ser justificada porque tanto o Pai como o Filho enviam o
Espírito; a objeção básica a ela é que não foi correto que uma parte da igreja
fizesse uma alteração como esta no credo ecumênico sem consultar o restante da
igreja, em especial a igreja oriental.
O
Espírito testificaria de Cristo. O testemunho que Jesus tinha dado, com suas
palavras e ações não cessaria quando ele não estivesse mais no mundo. O Espírito
assumiria este ministério de testemunhar e levá-lo-ia adiante, e o faria
através dos discípulos.
O
Espírito capacita os discípulos perseguidos a darem testemunho com ousadia: “Quando
vos entregarem, não cuideis em como, ou o que haveis de falar, porque naquela
hora vos será concedido o que haveis de dizer; visto que não sois vós os que
falais, mas o Espírito de vosso Pai é quem fala em vós” (Mateus 10.19.; Marcos
13.11).
Há
um exemplo marcante do cumprimento desta promessa em Atos 5.32, onde Pedro e
seus companheiros defendem-se diante do sumo sacerdote e do conselho, e
proclamam a ressurreição e entronização de Jesus, dizendo: “Nós somos
testemunhas destes fatos, e bem assim o Espírito Santo, que Deus outorgou aos
que lhe obedecem”.
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
25/5/2025
FONTES:
CABRAL, Elienai. E o Verbo se fez Carne – Jesus sob o olhar
do apóstolo do amor. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
BRUCE, F. F. João introdução e comentário. São Paulo: Mundo
Cristão, 1987.
PEARLMAN, Myer. João o Evangelho do Filho de Deus. Rio de
Janeiro: CPAD, 1995.
https://textoaureoebd.blogspot.com/2024/04/joao-1426.html
Salmos 133:1
Salmos 133:1 “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. “
“Oh!”
No texto em inglês temos o termo “Veja!”. É uma maravilha raramente vista, por isto vejam! Ela pode ser vista, pois é a característica de santos verdadeiros - por isto não deixem de examiná-la! Ela é digna de admiração; façam uma pausa e observem! Isto irá motivá-los à imitação, por isto observem bem! Deus olha para isto com aprovação, por isto considerem com atenção.
“Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. “
Ninguém pode expressar o caráter extremamente excelente de tal condição; e assim o salmista usa a palavra “quão” duas vezes - Quão bom! Quão suave! A combinação dos dois adjetivos “bom” e “suave” é mais notável do que a conjunção de dois astros de primeira grandeza: pois que uma coisa seja “boa”, é bom; mas que também seja suave, é melhor.
Todos os homens amam as coisas suaves, ou agradáveis, mas frequentemente acontece que o prazer é maligno; mas aqui a condição é tão boa quanto é agradável, tão agradável quanto é boa, pois o mesmo “quão” é colocado antes de cada adjetivo.
Nem sempre é prudente que irmãos segundo a carne habitem juntos , pois a experiência ensina que é melhor que vivam um pouco separados, pois é vergonhoso que habitem juntos em desunião. É muito melhor que vivam separados e em paz, como Abraão e Ló, do que habitem juntos, com inveja, como os irmãos de José. Quando os irmãos conseguem e realmente vivem juntos em união, a sua comunhão é digna de ser contemplada e cantada em santo salmo.
Como irmãos em espírito, eles devem habitar juntos na comunhão da igreja e nesta comunhão uma questão essencial é a união. Nós podemos dispensar a uniformidade se tivermos união. Unidade de vida, verdade e caminho; unidade em Cristo Jesus. Unidade de objeto e espírito - nós devemos ter estas coisas, ou as nossas congregações serão sinagogas de contendas e não igrejas de Cristo.
Quanto mais íntima a união, melhor, pois haverá mais do que é bom e suave. Uma vez que somos seres imperfeitos, um pouco do que é mau e desagradável sempre irá invadir; mas isto será prontamente neutralizado e facilmente rejeitado pelo verdadeiro amor dos santos, se este realmente existir.
A união cristã é boa em si mesma, boa para nós mesmos, boa para os irmãos, boa para os novos convertidos, boa para o mundo exterior. Uma igreja unida durante anos, em fervoroso serviço ao Senhor, é um poço de bondade e alegria para todos aqueles que habitam ao seu redor.
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
31/5/2025
FONTES:
CABRAL, Elienai. E o Verbo se fez Carne – Jesus sob o olhar do apóstolo do amor. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
SPURGEON, Charles. Os tesouros de Davi – Volume 3. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.
João 19.30
João 19.30 “E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.”
“E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. ”
Os versículos anteriores dizem: “Depois, sabendo Jesus que já todas as coisas estavam terminadas, para que a Escritura se cumprisse, disse; Tenho sede. Eslava ali um vaso cheio de vinagre. E encheram de vinagre uma esponja, e, pondo-a num hissopo, lha chegaram à boca” (vs 28-29).
Na chegada à cruz, o Senhor já recusara a bebida analgésica: “Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber” (Mateus 27.34); Ele não tinha o desejo de fugir do sofrimento físico, e não queria entrar na morte através do sono induzido por drogas. Pelo contrário, tinha de suportar tudo com a mente bem desperta, seus sentidos ativos, enfrentando a morte como vitorioso Conquistador e não como pobre vítima, sob efeito de drogas.
João ressalta esse fato do cumprimento de todas as profecias messiânicas no que diz respeito aos sofrimentos do Messias na sua primeira vinda, inclusive esta última profecia: “Deram-me fel por mantimento, e na minha sede me deram a beber vinagre” (SaImo 69.21) ou o Salmo 22.15 “a minha língua se me apega ao céu da boca". O vinagre no jarro provavelmente era vinho azedo, trazido para que os soldados pudessem beber de vez em quando. Após beber o vinagre disse: “Está consumado”. Estava cumprida a obra de Jesus na terra, tanto a salvação como a vida eterna já podiam ser obtidas livremente. Em João 17.4, o Filho pôde dizer antecipadamente ao Pai: “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer”.
Myer Pearlman escreve em seu comentário do evangelho de João sobre o que estava consumado: Isto significa: 1) que todas as profecias tinham recebido nEle o seu pleno cumprimento; 2) que estava completa a obra que Jesus veio realizar; sua primeira declaração, registrada nas Escrituras, foi: “Não sabíeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?” (Lucas 2.49); e sua última declaração foi: “Está consumado”. Bem-aventurado o homem que pode dizer, ao final da caminhada da vida: “Está consumado”; 3) que Jesus, na cruz, completou a revelação de Deus que veio oferecer ao mundo (João 3.16; i João 3.16). Tudo fora feito para revelar Deus aos homens.
“E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. ”
Em outras passagens dos evangelhos, a mesma frase que aqui descreve Jesus inclinando a cabeça ao morrer é usada para deitar a cabeça para dormir: “O Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mateus 8.20) e a implicação é que Jesus curvou voluntariamente a cabeça para entrar no sono da morte.
A declaração de João de que rendeu o espírito também atesta a natureza voluntária da morte de Jesus. O relato de Lucas cita o Senhor dizendo: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lucas 23:46). Ninguém tirou a vida de Jesus. Ele deu a própria vida por iniciativa própria e ele tinha autoridade para dá-la: “Ninguém a tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou” (João 10.18).
Estas são palavras do SaImo 31.5: “Nas tuas mãos entrego o meu espírito; resgata-me, Senhor, Deus da verdade” (NVI), durante séculos foram parte da oração vespertina de judeus piedosos, e podem bem ter tido este sentido para Jesus. Se ele estava acostumado a repetir estas palavras antes de ir dormir, ele agora as disse pela última vez.
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
31/5/2025
FONTES:
CABRAL, Elienai. E o Verbo se fez Carne – Jesus sob o olhar do apóstolo do amor. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
BRUCE, F. F. João introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1987.
Pearlman. Myer. João – o evangelho do filho de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 199
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202205_04.pdf



