domingo, 1 de setembro de 2024
Lição 10: O Plano de Livramento e o Papel de Ester – 3 Trimestre de 2024
sábado, 31 de agosto de 2024
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 31 DE AGOSTO DE 2024 (Apocalipse 1.7)
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
31 DE AGOSTO DE 2024
JESUS, O MESSIAS, SALVARÁ ISRAEL, QUANDO DE SUA CONVERSÃO NACIONAL
Apocalipse 1.7 “Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém.”
“Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá,”
Apesar de João estar aproximando-se do fim de sua longa vida, esta esperança ainda acha-se firme nele. A vinda de Jesus, nas nuvens, será o cumprimento de Daniel 7.13: “Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele”. Uma profecia que o próprio Cristo aplicou-se a si mesmo perante o sinédrio: “Disse-lhe Jesus: Tu o disseste; digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu” (Mateus 26.64).
João olha para o futuro, e vislumbra-nos a “parusia” ou “vinda em glória” que discorrerá com mais detalhes no capítulo 19. isso se dará sete anos após o arrebatamento de sua Igreja da terra (1 Tessalonicenses 4.13-17). Com o pensamento no poder e no domínio de Cristo, o evangelista imediatamente manifesta a esperança da Igreja: "Ele vem com as nuvens".
“... até os mesmos que o traspassaram;”
A primeira de quem o verá são os judeus que através dos romanos foram os responsáveis diretos da crucificação: “E olharão para mim, a quem traspassaram; e o prantearão como quem pranteia por um unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito” (Zacarias 12:10, RC).
A história da passagem de Zacarias é a seguinte. Deus tinha dado a seu povo um bom pastor; mas o povo, em seu extravio, tinha matado a esse bom pastor, pondo em seu lugar pastores egoístas e ímpios. Mas deve chegar o dia em que, pela graça de Deus, o povo chorará e se arrependerá com tristeza, e quererá recuperar o que tinha traspassado, e se lamentará por ele e pelo que a ele fizeram. João toma essa imagem e a aplica a Jesus.
Os homens crucificaram a Jesus, mas chegará o dia quando voltarão a buscá-lo; mas nesse momento Jesus não será um homem preso sobre a cruz, objeto do ódio dos homens, mas sim uma figura real de esplendor e glória a quem foi entregue o domínio universal.
Podemos imaginar a lamentação e o terror que inundarão o coração dos que crucificaram a Jesus ao vê-lo em todo o esplendor de seu poder. Para eles a vinda de Cristo será um momento de terror e ameaça.
“... e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém.”
Mas não serão somente os judeus que se lamentarão. Pois, em todos os tempos, aqueles que pecam e desconhecem a Jesus voltam a crucificá-lo. Então, "todos" (nações, povos e tribos)" lamentarse-ão num terrível gemido por causa de sua presença. Contudo, este não é o desejo de Deus. A promessa feita a Abraão era de que este e a sua semente (Jesus) trouxessem a benção sobre todas as famílias da terra.
Mas devido à rejeição do mundo aos planos divinos, Jesus terá de retornar "como labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo" (2 Tessalonicenses 1.7).
É claro que a Igreja não estará mais na terra quando Cristo retornar trazendo este julgamento. Nós já estaremos com Ele. São os que não foram arrebatados, por ocasião do rapto, é que hão de se lamentar sobre Ele.
João adiciona aqui uma dupla afirmatica "sim, amém". Deve destacar-se que “nai” é um termo grego, e “amém” é hebraico, e que ambas são expressões que rubricam, em seus respectivos idiomas, toda afirmação solene. Significam "Verdadeiramente assim" ou "Por certo que é assim". Ao usar estas duas expressões, em grego e em hebreu, João ratifica e solenemente reafirma tudo o que vem dizendo.
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
18/8/2024
FONTES:
QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.
HORTON, Stanley. Apocalipse – as coisas que brevemente devem acontecer. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.
SILVA, Severino Pedro. Apocalipse – versículo por versículo. Rio de Janeiro: CPAD, 1988.
BARCLAY, John William. The Revelation of John. Traduzido por Carlos Biagini [O NOVO TESTAMENTO Comentado por William Barclay]. Trinity College: Glasgow, Escócia, 1958.
sexta-feira, 30 de agosto de 2024
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 30 DE AGOSTO DE 2024 (Efésios 6.18)
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
30 DE AGOSTO DE 2024
A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO PARA SUPORTAR AS INTEMPÉRIES DO MUNDO
Efésios 6.18 “Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos,”
“Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito,”
Após instruir apresentar aos efésios a armadura de deus para que eles possam resistir às astutas ciladas do diabo. Paulo apresenta a última parte da estratégia divina para vencermos a guerra contra Satanás e participarmos do ataque contra o inimigo. Essa estratégia é a oração.
A palavra "orando" está no gerúndio, o que dá a idéia de continuidade da ação. Podemos concluir que a oração faz parte permanente de todo o equipamento de guerra exposto nos versículos precedentes (vv. 14-17).
Orar não é preparar-se para a batalha; orar é justamente onde a batalha começa! Depois de nos vestirmos para a luta, de sabermos quem é o adversário e de conhecer nossos aliados, estamos prontos para prosseguir ao ataque. O exército do Senhor marcha de joelhos no chão!
Paulo usou os dois termos gregos distintos traduzidos “oração” e “súplica” para intensificar a necessidade de oração diligente e contínua. (Romanos 1:9, 10; Efésios 5:20; Filipenses 1:4; Colossenses 1:3; 4:12; 1 Tessalonicenses 5:17.) A oração é o nosso meio de invocar o poder e a força de Deus para o viver cristão (1:15–23; 3:14–21).
“No Espírito” refere-se ao Espírito Santo. O Espírito está profundamente envolvido nas orações dos cristãos. Fomos adotados na família de Deus. Porque nos tornamos filhos de Deus, o Espírito de Deus entrou em nossos corações, nos capacitando a clamar: “Aba, Pai!” (Romanos 8:15; Gálatas 4:6). O Espírito faz intercessão pelos cristãos que, por causa de suas fraquezas, não sabem como orar (Romanos 8:26).
Quando nossos gemidos são profundos demais para serem expressos, o Espírito intercede; ou seja, Ele fica ao nosso lado e defende a nossa causa perante Deus. Podemos confiar que Deus, pela intercessão do Espírito, não deixará de ouvir nossas orações não ditas. Orar “no Espírito” é orar em línguas: “Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento” (1 Coríntios 14.15).
“... e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos,”
“Vigiando com toda perseverança” significa “estar atento, vigilante” e “prestar constante atenção a uma coisa. Afinal, o diabo não quer que os cristãos orem. Ele não se impressiona com a beleza de nossas vozes ao louvar a Deus nem com o poder da nossa pregação. O diabo zomba de nossos planos, mas ele tem medo das nossas orações.
Jamais seremos mais fortes do que nossas orações. Nenhuma igreja jamais será mais poderosa do que a vida de oração de seus membros. Jesus advertiu: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação...” (Mateus 26:41).
Além de orar continuamente por tudo, os efésios deveriam estar sempre atentos às necessidades de todos os santos e continuar com as “súplicas por todos os santos”. Se Devemos orar por todos os homens (1 Timóteo 2.1-2), mais incessantemente pelos domésticos da fé (Gálatas 6.10). Paulo incluiu posteriormente um pedido pessoal: “E também [orai] por mim” (v.19)
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
16/8/2024
FONTES:
QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.
http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201308_12.pdf
Cabral, Elienai. Comentário Bíblico: Efésios - 3a Ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1999
Stott, John R. W. A mensagem de Efésios: a nova sociedade de Deus [tradução de Gordon Chown] - 6.a ed. - São Paulo: ABU Editora, 2001.
quinta-feira, 29 de agosto de 2024
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 29 DE AGOSTO DE 2024 (Ester 4.3)
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
29 DE AGOSTO DE 2024
LUTO, JEJUM, CHORO E LAMENTAÇÃO DIANTE DA AMEAÇA DE HAMÃ
Ester 4.3 “E em todas as províncias aonde a palavra do rei e a sua lei chegava, havia entre os judeus grande luto, com jejum, e choro, e lamentação; e muitos estavam deitados em saco e em cinza.”
“E em todas as províncias aonde a palavra do rei e a sua lei chegava,”
As notícias do decreto selado com o anel do Rei foram chegando aos príncipes, governadores e líderes da cada província segundo a sua língua (Ester 3.12) através dos correios para que se destruíssem, matassem e fizesse perecer a todos os judeus no dia treze do duodécimo mês (Adar) e que saqueassem todos os seus bens (Ester 3.13).
A noticia difundida chega até o povo, tanto gentios como judeus: “Uma cópia do despacho que determinou a divulgação da lei em cada província, foi enviada a todos os povos, para que estivessem preparados para aquele dia” (Ester 3.14). Os gentios deveriam se preparar para exterminar os judeus, os judeus para seres exterminados.
“... havia entre os judeus grande luto, com jejum, e choro, e lamentação;”
A reação dos judeus foi comum em todas as províncias, inclusive na fortaleza de Susã. Houve grande luto, com jejum, e choro, e lamentação. As dificuldades nos forçam a dar-nos as mãos e a nos unir mais fortemente. O sofrimento jamais destruiu uma nação! As dificuldades não dividem as famílias. A riqueza faz isso! Mas não o sofrimento. Não as dificuldades. Eles empurram todos para o mesmo nível, com o mesmo alvo: Sobreviver.
A tristeza comunitária, com jejum, choro, lamentação não era uma formalidade, mas expressava dor e terror, de tal forma que levava a arrependimento e oração diante de Deus, embora o escritor não mencione nenhuma das duas coisas. A oração de Lamentações 3:40-66 poderia ter sido escrita para esta ocasião: “Esquadrinhemos os nossos caminhos, e provemo-los, e voltemos para o Senhor. Levantemos os nossos corações com as mãos para Deus nos céus, dizendo: Nós transgredimos, e fomos rebeldes; por isso tu não perdoaste. Cobriste-te de ira, e nos perseguiste; mataste, não perdoaste. Cobriste-te de nuvens, para que não passe a nossa oração. Como escória e refugo nos puseste no meio dos povos. Todos os nossos inimigos abriram contra nós a sua boca. Temor e laço vieram sobre nós, assolação e destruição. Torrentes de água derramaram os meus olhos, por causa da destruição da filha do meu povo. Os meus olhos choram, e não cessam, porque não há descanso, Até que o Senhor atente e veja desde os céus....”
“... e muitos estavam deitados em saco e em cinza.”
Esses costumes de se deitar em saco e em cinza são mencionados em períodos muito afastados do Antigo Testamento (Genesis 37: 34; 2 Samuel 1:11;) É um exemplo comovente de lamentação nacional.. Daniel se submeteu a essa condição: “E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza” (Daniel 9.3).
É também praticado por outras nações semelhante à Nínive: ”E os homens de Nínive creram em Deus; e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior até ao menor” (Jonas 3:5).
De fato, os persas da época de Xerxes, em Susã, segundo se registra, rasgaram as suas roupas numa tristeza irreconciliável depois da sua derrota em Salamina. Portanto, Mordecai estava se comportando de acordo com os costumes locais bem como com os costumes judaicos, ao rasgar as suas vestes.
Todavia ninguém vestido de pano de saco podia entrar pelas portas do rei (v. 2). Pois, fora de época, o rei não toleraria tristeza ou tragédia na sua presença : “Sucedeu, pois, no mês de Nisã, no ano vigésimo do rei Artaxerxes, que estava posto vinho diante dele, e eu peguei o vinho e o dei ao rei; porém eu nunca estivera triste diante dele. “E o rei me disse: Por que está triste o teu rosto, pois não estás doente? Não é isto senão tristeza de coração; então temi sobremaneira” (Neemias 2:1, 2).
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
18/8/2024
FONTES:
QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.
HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.
BALDWIN, Joyce G. Ester – Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1986.
SWINDOLL, Charles R. Ester: uma mulher de sensibilidade e coragem - tradução de Neyd Siqueira. - São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
quarta-feira, 28 de agosto de 2024
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 28 DE AGOSTO DE 2024 (2 Timóteo 3.1)
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
28 DE AGOSTO DE 2024
A MOTIVAÇÃO DE HAMÃ PARA VIOLÊNCIA REMONTA DIAS LONGÍQUOS
2 Timóteo 3.1 “ Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. ”
“ Sabe, porém, isto: “
O Apóstolo Paulo está preso numa masmorra conhecida como prisão Marmetina, na sala de espera do seu próprio martírio. Entendemos pelas epístolas que depois de deixar Tito em Creta, Paulo navega rumo ao norte com a intenção de ir a Nicópolis passando por Trôade e Macedônia (Tito 3:12). Trófimo, o seu companheiro, adoeceu durante a viagem e ficou em Mileto (2 Timóteo 4:20). Navegando para Trôade, o apóstolo permaneceu na casa de um homem chamado Carpo.
Onde
foi preso pela segunda vez, dessa vez como líder dos Cristãos que
haviam sido acusados falsamente pelo imperador Nero de incendiar a
cidade de Roma. Ou seja, a fornalha da perseguição contra a igreja está
acesa. Paulo então escreve dessa prisão para dar suas últimas
recomendações a Timóteo, um pastor jovem, doente e tímido, sobre como
enfrentar vitoriosamente o tempo do fim.
“...que nos últimos dias...”
Os últimos dias, segundo a opinião de John N. D. Kelly, denotam o período pouco antes da vinda em glória do Senhor e do fim da era presente. Outros entendem que é uma referência a todo o período compreendido entre a primeira e a segunda vindas de Cristo.
O termo pode se referir a qualquer época a partir do momento em que Deus nos falou pelo Seu Filho: “Havendo
Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais,
pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho” (Hebreus 1:1) — desde o dia de Pentecostes, quando a igreja começou: “E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne”
(Atos 2:17) até os últimos dias da apostasia (1 Timóteo 4:1–3), quando
virão os escarnecedores (2 Pedro 3:3–7) e o Dia do Juízo (João 12:48).
“...sobrevirão tempos trabalhosos. ”
Para descrever esses dias duros, trabalhosos, difíceis, furiosos e violentos. Paulo emprega um termo grego usado para descrever os endemoninhados gadarenos que estavam furiosos (Mateus 8.28). Isso indica que a violência dos últimos dias será incitada pelos demônios (1 Timóteo 4.1). Será uma época de terrível florescimento do mal, em que todos os alicerces morais são sacudidos. É como se o mundo se tornasse ainda mais mundano: “…porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus" (2 Timóteo 3:2-4).
Sempre houve tempos difíceis ou trabalhosos para a igreja cristã. Ela nasceu debaixo da perseguição dos judeus; experimentou a perseguição dos imperadores de Roma, que intentavam eliminar o cristianismo da face da terra; na Idade Média, sofreu a perseguição dos reis, dos imperadores, e da Igreja Católica Romana, que tudo fizeram para silenciar a voz dos protestantes, que confrontavam os desmandos do clero corrupto que se aproveitava da ignorância do povo. Depois, veio, na História, a perseguição diabólica, por meio do materialismo ateu e anticristão.
Os
comunistas entenderam (e ainda entendem) que o cristianismo é um
empecilho aos seus objetivos declarados ou velados de dominação do
mundo. Os comunistas foram derrotados e alijados em seu próprio berço, a
União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Esse regime de tirania e
injustiças eliminou muitos cristãos, matando-os nas prisões, na Sibéria,
deixando-os morrer de inanição e frio insuportável. Mas o comunismo foi
destruído na Europa Oriental. No entanto, o cristianismo continuou e
continua em sua marcha vitoriosa em busca do encontro com Cristo, na
eternidade.
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
3/7/2023
FONTES:
BAPTISTA,
Douglas. A igreja de Cristo e o império do mal – Como viver neste mundo
dominado pelo espírito da Babilônia. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.
LOPES, Hernandes Dias. 2Timóteo: o testamento de Paulo à igreja. São Paulo: Hagnos, 2014.
PEARLMAN, Myer. Através da Bíblia Livro por Livro. São Paulo: Editora Vida, 1999
RENOVATO, Elinaldo. As Ordenanças de Cristo nas Cartas Pastorais. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.
HORTON, Stanley M. Nosso Destino, 1a ed. - Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 1998.
http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200401_01.pdf
terça-feira, 27 de agosto de 2024
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 27 DE AGOSTO DE 2024 (Ester 3.6)
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
27 DE AGOSTO DE 2024
HAMÃ PLANEJA DESTRUIR OS JUDEUS DE TODO O REINO DE ASSUERO
Ester 3.6 “Porém teve como pouco, nos seus propósitos, o pôr as mãos só em Mardoqueu (porque lhe haviam declarado de que povo era Mardoqueu); Hamã, pois, procurou destruir a todos os judeus, o povo de Mardoqueu, que havia em todo o reino de Assuero.”
“Porém teve como pouco, nos seus propósitos, o pôr as mãos só em Mardoqueu (porque lhe haviam declarado de que povo era Mardoqueu);”
De acordo com 3:7, os acontecimentos deste capítulo aconteceram em 474 A.C., mais do que quatro anos depois de Ester se tornar rainha. Hamã, o agagita, se torna o favorito do rei. E Mardoqueu não o reverenciava como foi determinado por Assuero.
Hamã não havia percebido que Mardoqueu não se inclinava perante ele. Possivelmente porque todos dos demais servos do rei o faziam (v.2). Esses mesmos servos fizeram saber a Hamã (v.4), e também o informaram que ele era judeu.
Os judeus se inclinavam diante dos seus reis (2 Samuel. 14:4; 18:26; I Reis 1:16). Mas quando os persas se inclinavam diante dos seus reis, eles o fadam como se estivessem diante de um ser divino. Por isso os espartanos se recusaram a inclinar-se diante de Xerxes (Heródoto, 7.136).
Mardoqueu hava declarado que era judeu para os demais servos do rei(v. 4). Considerando que a sua lealdade a Jeová era a base de sua recusa em inclinar-se diante de Hamã, ele teve de divulgar a sua nacionalidade finalmente.
Apenas depois destas coisas Hamã observou: “Vendo, pois, Hamã que Mardoqueu não se inclinava nem se prostrava diante dele, Hamã se encheu de furor” (v.5). Ele encheu-se de furor contra Mardoqueu, pela sua recusa em reverenciá-lo. Embora cheio de furor, Hamã calculou que podia alargar à sua vingança não apenas contra Mordecai, mas também contra toda a sua raça, que podia ser igualmente obstinada em sua oposição a ele.
“Hamã, pois, procurou destruir a todos os judeus, o povo de Mardoqueu, que havia em todo o reino de Assuero.”
"Procurou Hamã destruir todos os judeus". Para Hamã na sua ira não seria suficiente punir somente Mardoqueu. Após considerar que a recusa de Mordecai em se inclinar diante dele baseava-se em motivos religiosos, Hamã entendeu que nada além de uma perseguição de grande alcance poderia finalmente resolver este problema.
Por que a recusa de Mordecai em curvar-se perante Hamã enraiveceria a este e o faria desejar o extermínio de todos os judeus? Só o fato de vingar-se e matar Mordecai já seria um mal excessivo, mas exterminar um povo inteiro, que não estava de modo algum envolvido nesse choque de vontades? A resposta está ligada a um antigo rancor.
Os amalequitas, povo do rei Agague, haviam atacado Israel depois da saída deles do Egito, posteriormente Deus ordenou a Saul que dizimasse Amaleque, este porém não fez conforme a ordem do Senhor. O profeta Samuel então "despedaçou a Agague perante o Senhor" (1 Samuel 15.31).
Ao longo de todos aqueles anos, esses velhos inimigos dos judeus contaram essa história às sucessivas gerações. Conseqüentemente, os agagitas odiavam osjudeusl Por ser agagita, Hamã vinha cultivando o rancor que lhe fora ensinado desde a infância.
O preconceito não vem num a embalagem junto com o recém -nascido. É algo que aprendemos, para o qual somos treinados. Não nascemos odiando. Somos ensinados a odiar. Por intermédio de seus pais, avós e bisavós, de seus tios, tias e primos, Hamã, o agagita, aprendera a odiar os judeus. Esse ódio o consumia e, quando ele passou a ocupar uma posição de poder, e ter um “motivo” intentou exterminar de uma vez todos os judeus.
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
18/8/2024
FONTES:
QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.
HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.
BALDWIN, Joyce G. Ester – Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1986.
SWINDOLL, Charles R. Ester: uma mulher de sensibilidade e coragem - tradução de Neyd Siqueira. - São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
segunda-feira, 26 de agosto de 2024
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 26 DE AGOSTO DE 2024 (1 Pedro 5.2)
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
26 DE AGOSTO DE 2024
DEVEMOS AGIR COM SERENIDADE EM QUALQUER ÁREA DE LIDERANÇA
1 Pedro 5.2 “Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;”
“Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós,”
Em grego o verbo imperativo traduzido por pastorear vem de (poimai-no). O substantivo “pastor” que aparece em Efésios 4:11, é poimen. Agir como um pastor é ser um cuidador de ovelhas. O começo do versículo poderia ser traduzido simplesmente por “seja um pastor” para o rebanho.
Os homens a quem Pedro incentivava a trabalharem como um pastor eram os que ele chamara de presbíteros como ele. Além desta passagem, outras no Novo Testamento deixam claro que “presbíteros” equivale a “pastores”. A mesma correlação de palavras é vista em Atos 20. Paulo convocou os presbíteros da igreja de Éfeso em Mileto (Atos 20:17). Entre outras coisas, ele os admoestou a “pastorearem” a igreja de Deus (Atos 20:28). O mesmo verbo grego “pastorear” em 1 Pedro 5:2 é usado em Atos 20:28.
“tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente;”
Além de pastorear o rebanho de Deus era também responsabilidade dos presbíteros servir ao rebanho que Deus lhes havia confiado. Mas eles devem se submeter voluntariamente. Há casos em que um presbítero é mantido financeiramente pela igreja, porém geralmente não é assim. É um trabalho de amor. Eles assumem suas responsabilidades porque querem glorificar o Senhor e edificar o Seu povo. Querem ser parceiros do Senhor na tarefa de salvar as almas dos homens. Não é um trabalho que deve ser aceito por constrangimento.
Homens piedosos devem assumir o trabalho com zelo, entusiasmo, espontaneamente. O escritor de Hebreus disse: “Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo” (Hebreus 13:17). Quando homens bons não aceitam o ministério do presbitério, deixam a porta aberta para os que são menos qualificados. E os resultados nesses casos são desastrosos.
“nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;”
Embora nos tempos modernos até haja presbíteros que são mantidos financeiramente por igrejas, essa prática parecia ser mais comum no período neotestamentário. Paulo disse a Timóteo que o presbítero deve ser “não avarento” ou “não apegado a dinheiro” (NVI) (1 Timóteo 3:3). Os diáconos não devem ser “cobiçosos de sórdida ganância” (1 Timóteo 3:8), nem os presbíteros (Tito 1:7).
Embora estas palavras possam significar apenas que presbíteros e diáconos devam ser generosos, há razões para se pensar que Paulo as escreveu porque era comum presbíteros, e talvez diáconos, serem remunerados pelo seu trabalho.
Em 1 Timóteo. Paulo admoestou seu cooperador mais jovem a prestar honra dobrada ao presbítero que trabalhasse arduamente na pregação e no ensino. Ele usou o mesmo tipo de linguagem que usou em Coríntios. O apóstolo citou Deuteronômio 25:4: “Não amordaces o boi, quando pisa o trigo”, e acrescentou: “O obreiro é digno do seu salário” (1 Timóteo 5:18; 1 Coríntios 9:9, 14)
Assim como Paulo, Pedro parecia ter a expectativa de que presbíteros recebessem sustento financeiro pelo trabalho prestado ao Senhor. Isso explicaria por que ele disse que os presbíteros não deveriam servir por sórdida ganância. Antes, deveriam servir de boa vontade.
No Evangelho de João, Jesus contou a história de um pastor que foi comparado a um mercenário (João 10:11–15). Não há espaço no reino de Deus para quem trabalha meramente por dinheiro, tanto Paulo como Pedro queriam assegurar a igreja seja servida por homens que trabalham por coisas mais substanciosas do que um contracheque no fim do mês.
Concluindo, os presbíteros tinham de evitar, a qualquer custo, o mero profissionalismo e as atitudes dos líderes de Israel, no Antigo Testamento, que a si mesmos se apascentavam em detrimento do rebanho de Deus (Isaias 56.11; Jeremias 50.6; Ezequiel 34.2-8; Zacarias 10.3; 11.4,5). O Salmo 23 é própria imagem de Jesus como o Bom Pastor. Que os pastores tenham sempre diante de si essa passagem do Livro Santo.
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
16/8/2024
FONTES:
QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.
HORTON, Stanley. I e II Pedro – A razão da nossa Esperança. Rio de Janeiro: CPAD.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201411_02.pdf
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 26 DE AGOSTO DE 2024 (1 Pedro 5.3)
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
26 DE AGOSTO DE 2024
DEVEMOS AGIR COM SERENIDADE EM QUALQUER ÁREA DE LIDERANÇA
1 Pedro 5.3 “Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.”
“Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus,”
Quando se deposita autoridade na mão de um indivíduo com cargo político, empresarial ou na igreja, existe potencial para ocorrer abusos. É impossível haver liderança sem a delegação de autoridade. A autoridade pode ser, e às vezes é, usada pelo indivíduo para servir a seus próprios propósitos. É por isso que a advertência de Pedro era necessária.
Os presbíteros não devem também usar de sua liderança para se assenhorearem da herança de Deus, ou seja: da porção que pertence realmente a Deus, mas que Cristo de boa mente lhes confiou.
O apóstolo João teve um problema com um obreiro que segundo ele procurava ter entre eles o primado: “Tenho escrito à igreja; mas Diótrefes, que procura ter entre eles o primado, não nos recebe. Por isso, se eu for, trarei à memória as obras que ele faz, proferindo contra nós palavras maliciosas; e, não contente com isto, não recebe os irmãos, e impede os que querem recebê-los, e os lança fora da igreja” (3 João 9-10).
Outro obreiro, porém na mesma carta recebeu louvor dele: “Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde, assim como bem vai a tua alma. Porque muito me alegrei quando os irmãos vieram, e testificaram da tua verdade, como tu andas na verdade. Não tenho maior gozo do que este, o de ouvir que os meus filhos andam na verdade” (3 João 2-4).
Em vez de procurar ter o primado com Diótrefes devem os Presbíteros serem exemplos para todo o rebanho como Gaio.
“... mas servindo de exemplo ao rebanho.”
O ensinamento de Pedro é semelhante ao de Jesus que, ao perceber que seus discípulos começavam a demonstrar ciúmes sobre quem deveria sentar-se à sua direita ou à sua esquerda no Reino, afirmou-lhes: “Bebereis o meu cálice; mas o assentar-se à minha direita ou à minha esquerda não me compete concedê-lo; é, porém para aqueles a quem está preparado por meu Pai. Ora, ouvindo isto os dez, indignaram-se contra os dois irmãos. Então Jesus, chamando-os para junto de si, disse: Bem sabeis que pelos príncipes dos gentios são estes dominados, e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós, será vosso servo; tal como Filho do homem que não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate por muitos” (Mt 20.23-28). Para a liderança cristã, “autoridade” não é uma palavra prática; a palavra prática é “servir”.
O exemplo de Cristo é a chave para o preenchimento de tais requisitos. Os pastores que agirem como o Senhor Jesus agiu podem não receber uma coroa na terra, mas quando Jesus, nosso Sumo Pastor, vier, dar-lhes-á a recompensa - uma coroa de glória que, ao contrário das grinaldas postas sobre as cabeças dos atletas, há de durar eternamente. A glória que Ele conferirá com o seu “missão cumprida!” será uma coroa que nem o tempo, nem a eternidade ofuscará (1 Pedro 5.4).
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
16/8/2024
FONTES:
QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.
HORTON, Stanley. I e II Pedro – A razão da nossa Esperança. Rio de Janeiro: CPAD.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201411_02.pdf






