sábado, 23 de novembro de 2024

Salmo 122.1


Salmo 122.1 “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor. ”

Este salmo curto, mas inspirado, tem o título “Canção de Peregrinos, de Davi”, e desta maneira temos a informação tanto do seu autor quanto da ocasião para a qual ele foi composto. Davi o escreveu para que as pessoas o entoassem quando subiam para as festas santas em Jerusalém.

 

“Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor. ”

Os bons filhos se alegram de ir para casa, e se alegram ao ouvir seus irmãos e irmãs, que os chamam para lá. Davi estava totalmente dedicado à adoração de Deus, e ele se alegrava quando percebia que outros o convidavam a ir para onde seus desejos já tinham ido; é benéfico e útil para o fervor dos mais fervorosos ouvir que outros os convidam a um santo dever.

A palavra não foi “vá” ‘a casa do Senhor, mas “vamos”; por isto o ouvido do salmista encontrou nela uma dupla alegria. Primeiro ele ficou feliz por causa dos outros; feliz porque eles desejavam ir, feliz porque eles tinham a coragem e liberdade de convidar outras pessoas. Ele sabia que isto seria bom para eles; nada melhor pode acontecer aos homens e a seus amigos, do que amar o lugar onde habita a honra de Deus: “Bem-aventurados os que habitam em tua casa; louvar-te-ão continuamente” (salmo 84.4).

Segundo, Davi estava feliz por sua própria causa: ele apreciou o convite para o lugar santo. Afinal são dele as palavras: “Uma coisa pedi ao Senhor e a buscarei: que possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do Senhor e aprender no seu templo” (Salmo 27.4). E se alegrou em ser convidado a subir para adorar com o grupo, e, além disto, ele se alegrou porque as pessoas de bem o consideravam o suficiente para estender o convite a ele. É muito bom ser lembrado. Ele poderia ter estado triste antes, mas esta feliz sugestão o alegrou: ele aguçou os ouvidos, como diz o provérbio, com a menção da casa de seu Pai.

Nós que amamos o nosso Senhor, amamos a sua casa, sentimos um desejo forte de que possamos alcançar logo a eterna morada da sua glória. Foxe, em sua obra “O Livro dos Mártires”, fala sobre Wolfgang Schuch, o mártir de Lothareng, na Alemanha, que, depois de ouvir proferida a sentença de que deveria ser queimado, começou a cantar o Salmo 122.

A nossa alegria, com o mero pensamento de estar na casa de Deus, exibe o nosso caráter e profetiza que um dia seremos felizes na casa do Pai, nas alturas. Que dia glorioso será aquele em que muitas pessoas irão e dirão: “Vinde, subamos ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine o que concerne aos seus caminhos, e andemos nas suas veredas” (Isaías 2.3).

 

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
16/11/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

SPURGEON, Charles. Os Tesouros de Davi – Volume III. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.

FOXE, John. O livro dos mártires. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.

Atos 2.39


Atos 2.39 “Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar. ”

 

“Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, ”

O fenômeno do Pentecoste é o cumprimento da promessa de Deus Pai para a sua igreja, feito ainda na antiga aliança pelo profeta Joel, onde ele diz: “ E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões e também sobre os servos e sobre as servas, naqueles dias derramarei o meu Espírito “.

Na época do Antigo Testamento, o Espírito era concedido a indivíduos especialmente escolhidos: profetas, reis e sacerdotes. Agora o dom do Espírito é para “toda a carne”. Pedro ensina que a promessa é universal.

É para qualquer pessoa presente, pois “a promessa diz respeito a vós”. Para todos os judeus. Todos aqueles que buscam essa promessa recebem de graça: “E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. E isto disse ele do Espírito que haviam de receber os que nele cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não ter sido glorificado” (João 7.37-39).

A promessa é para todas as próximas gerações “vossos filhos”, ou seja, aos descendentes dos judeus convertidos. Promessas semelhantes ocorrem em Isaías 44: 3: “Derramarei meu Espírito sobre a tua descendência e minhas bênçãos sobre a tua descendência”; e em Isaías 59:21 : “O meu Espírito que está sobre ti e as minhas palavras que eu coloquei na tua boca não se apartarão da tua boca, nem da boca da tua semente, nem da boca da tua boca, Semente da semente, diz o Senhor, de agora em diante e para sempre. ” É uma promessa para os pais que as bênçãos de Deus não se limitam a eles, mas também se estendam à sua posteridade.

 

“...e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar. ”

A promessa inclui também a “todos os que estão longe”, ou seja, diretamente os judeus que habitavam em outras terras. Os que foram espalhados em outras nações. Pedro até o momento desse sermão não tinha entendido que o evangelho também deveria ser pregado aos gentios (Romanos 10:12, Romanos 10: 14-20) . Os gentios são algumas vezes claramente indicados pela expressão “longe” de Efésios 2:13 , Efésios 2:17 ; e eles são representados como tendo sido trazidos para “perto” pelo sangue de Cristo. A frase é igualmente aplicável àqueles que estiveram longe de Deus por seus pecados e suas más afeições. Para eles também a promessa é estendida se eles voltarem.

 

E ainda a promessa é “a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar”, ou seja, aqueles que não ouviram o evangelho e por isso não acetaram a fé. Esses cristãos do futuro, nós, e as próximas gerações somos alcançados por essa promessa. Jesus já orava por nós:  Eu não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela sua palavra, hão de crêr em mim".

E nós temos muitos exemplos bíblicos de Batismo no Espírito Santo após o Pentecostes. Na casa de Cornélio (Atos 11.13-15); os crentes em Samaria (Atos 8.14- 17); Saulo (Atos 9.17); os discípulos de Éfeso (Atos 19.1-7), esse fato aconteceu após vinte e cinco anos depois do derramamento do Espírito Santo em Pentecostes. Desde o evento em Atos dos apóstolos nunca mais o Espírito Santo abandonou a igreja do SENHOR,

Não há restrição de tempo — de geração em geração; não há restrição social— de jovem a velho, de mulher a homem e de escravos a pessoas livres (vs. 17,18); não há restrição geográfica — de Jerusalém até aos confins da terra (Atos 1.8). Deus deseja que todo o seu povo tenha a mesma experiência que os discípulos receberam no Dia de Pentecostes. O cumprimento da promessa do Espírito, dada no Antigo Testamento, não se exaure no Livro de Atos, mas permanece uma bênção presente e universal na história e na presente era. Temos muitos fatos históricos:

Tertuliano (160- 220 d.C) “ foi o primeiro a identificar um rito separado do Batismo que marcava o recebimento do Espírito Santo. Evidências do Espírito Santo na Alemanha e Grã-Bretanha “Pietismo", Metodismo Wesleyanos, Movimento de Santidade nos Séculos XIX e XX na América do Norte. No Brasil no dia 9 de junho de 1911, a irmã Celina Albuquerque recebeu o Batismo no Espírito Santo com evidência de falar em línguas estranhas. Poderíamos citar inúmeros eventos, mas podemos afirmar historicamente que os dons não cessaram.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
26/11/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

PEARLAM, Myer. Atos – E a igreja se fez missão. Rio de Janeiro: Cpad, 1995. 

SOARES, Esequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da doutrina bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro. CPAD, 2020.

RENOVATO, Elinaldo. Aviva a Tua Obra – O chamado das escrituras ao quebrantamento e ao poder de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

ARRINGTON French L; STRONSTAD Roger. Comentário Bíblico Pentecostal – Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

https://versiculoscomentados.com.br/estudos-biblicos/estudo-de-atos-2-39-comentado-e-explicado/

Deuteronômio 11.19


Deuteronômio 11.19 “Ensinem-nas a seus filhos, conversando a respeito delas quando estiverem sentados em casa e quando estiverem andando pelo caminho, quando se deitarem e quando se levantarem. ”

 

“Ensinem-nas a seus filhos, ”

No antigo testamento os pais tinham a responsabilidade de ensinar os filhos a respeito dos atos do Senhor em favor do povo de Israel: “Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, a qual deu aos nossos pais para que a fizessem conhecer a seus filhos; ” (Salmos 78.5). Assim os filhos, mediante o testemunho dos pais, conheceriam a Deus e aprenderiam a teme-lo.

Aqueles que amam o Senhor Deus devem fazer tudo o que puderem para atrair a Ele as afeições de seus filhos, e assim conservar o vínculo da religião em suas famílias e impedir que seja cortado. Tu as estimularás em teus filhos, assim alguns o interpretam.

Repita frequentemente essas coisas a eles, e tente por todos os meios incuti-las na mente deles, e fazê-las penetrar em seus corações; assim como, ao afiar uma faca, ela é afiada, primeiro, em um lado e depois no outro. Seja cuidadoso e preciso ao ensinar teus filhos. E visa, assim como na afiação, a avivá-los e colocar neles um gume. Ensine-as aos teus filhos, não apenas àqueles que forem teus filhos carnais (dizem os judeus), mas a todos aqueles que estiverem, de qualquer forma, sob os teus cuidados e ensinos.

Portanto, esta preciosidade que nos é confiada, nós devemos transmitir cuidadosamente para aqueles que vêm depois de nós, para que possa ser perpetuada.

 

“... conversando a respeito delas quando estiverem sentados em casa e quando estiverem andando pelo caminho, quando se deitarem e quando se levantarem. ”

Que a palavra de Deus seja o assunto da nossa conversa familiar, onde quer que estejamos. Especialmente com os nossos filhos, que devem ser ensinados a servir a Deus. Grande esforço e cuidado devem ser empreendidos para familiarizar os filhos desde cedo, e fazê-los apreciar a palavra de Deus e as coisas maravilhosas da sua lei.

Falarás a eles enquanto tu te assentares em tua casa para trabalhar ou para comer, ou para descansar, ou para receber visitas. Nos momentos de diversão ou em conversas, ou em viagens, quando à noite tu estás te despedindo da família para ir dormir, e quando pela manhã te levantares e retornares novamente ao convívio com a tua família.

Aproveite todas as ocasiões para discorrer sobre as coisas divinas com aqueles que estiverem à tua volta. Não sobre mistérios não revelados (29.29), ou questões de discussão duvidosa, mas sobre as claras verdades e as leis de Deus, e as coisas que dizem respeito à nossa paz.

Pois quanto mais nos familiarizarmos com elas mais as admiraremos e seremos influenciados por elas. Nada irá contribuir mais para a prosperidade e perpetuidade da fé em Deus em uma nação do que a boa educação dos filhos: se a semente for santa, a essência de uma terra será santa.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
16/11/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry – Genesis a Deuteronômio. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã e os Ataques do Inimigo. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.

Deuteronômio 6.7


Deuteronômio 6.7 “E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.”

“E as ensinarás a teus filhos“

No antigo testamento os pais tinham a responsabilidade de ensinar os filhos a respeito dos atos do Senhor em favor do povo de Israel: “Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, a qual deu aos nossos pais para que a fizessem conhecer a seus filhos; ” (Salmos 78.5). Assim os filhos, mediante o testemunho dos pais, conheceriam a Deus e aprenderiam a teme-lo.

Aqueles que amam o Senhor Deus devem fazer tudo o que puderem para atrair a Ele as afeições de seus filhos, e assim conservar o vínculo da religião em suas famílias e impedir que seja cortado. Tu as estimularás em teus filhos, assim alguns o interpretam.

Repita frequentemente essas coisas a eles, e tente por todos os meios incuti-las na mente deles, e fazê-las penetrar em seus corações; assim como, ao afiar uma faca, ela é afiada, primeiro, em um lado e depois no outro. Seja cuidadoso e preciso ao ensinar teus filhos. E visa, assim como na afiação, a avivá-los e colocar neles um gume. Ensine-as aos teus filhos, não apenas àqueles que forem teus filhos carnais (dizem os judeus), mas a todos aqueles que estiverem, de qualquer forma, sob os teus cuidados e ensinos.

Portanto, esta preciosidade que nos é confiada, nós devemos transmitir cuidadosamente para aqueles que vêm depois de nós, para que possa ser perpetuada.

 

“...e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. ”

Que a palavra de Deus seja o assunto da nossa conversa familiar, onde quer que estejamos. Especialmente com os nossos filhos, que devem ser ensinados a servir a Deus. Grande esforço e cuidado devem ser empreendidos para familiarizar os filhos desde cedo, e fazê-los apreciar a palavra de Deus e as coisas maravilhosas da sua lei.

Falarás a eles enquanto tu te assentares em tua casa para trabalhar ou para comer, ou para descansar, ou para receber visitas. Nos momentos de diversão ou em conversas, ou em viagens, quando à noite tu estás te despedindo da família para ir dormir, e quando pela manhã te levantares e retornares novamente ao convívio com a tua família.

Aproveite todas as ocasiões para discorrer sobre as coisas divinas com aqueles que estiverem à tua volta. Não sobre mistérios não revelados (29.29), ou questões de discussão duvidosa, mas sobre as claras verdades e as leis de Deus, e as coisas que dizem respeito à nossa paz.

Pois quanto mais nos familiarizarmos com elas mais as admiraremos e seremos influenciados por elas. Nada irá contribuir mais para a prosperidade e perpetuidade da fé em Deus em uma nação do que a boa educação dos filhos: se a semente for santa, a essência de uma terra será santa.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
16/11/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry – Genesis a Deuteronômio. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

Provérbios 22.6


Provérbios 22.6 “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. ”

 

“Educa a criança no caminho em que deve andar;

Provérbios são declarações sucintas que geralmente empregam linguagem metafórica para expressar uma verdade geral. Às vezes chamados de “máximas” ou “aforismos”, são encontrados ao longo de toda a Bíblia (SaImos 49.16-20; Isaías 5.21; Jeremias 23.28b; 31.29 etc.). Os mais conhecidos, naturalmente, estão em Provérbios e talvez esse seja um dos mais famosos. Provérbios não podem ser considerados leis absolutas, porque há exceções. Eles são, na realidade, verdades gerais. Não devem então ser considerados como promessas.

Segundo o Dicionário Houaiss “a palavra educar vem do latim educo e significa ‘criar uma criança’; cuidar, instruir”. Podemos definir educação como ensino e instrução. Educar ou ensinar uma criança sempre foi dever dos pais. No antigo testamento os pais tinham a responsabilidade de ensinar os filhos a respeito dos atos do Senhor em favor do povo de Israel: “Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, a qual deu aos nossos pais para que a fizessem conhecer a seus filhos; ” (Salmos 78.5).

Assim os filhos, mediante o testemunho dos pais, conheceriam a Deus e aprenderiam a temê-lo: “No dia em que estiveste perante o SENHOR, teu Deus, em Horebe, o SENHOR me disse: Ajunta-me este povo, e os farei ouvir as minhas palavras, e aprendê-las-ão, para me temerem todos os dias que na terra viverem, e as ensinarão a seus filhos (Deuteronômio 4.9,10).

A educação cristã de nossos filhos deve ser de suma importância para nós, tanto quanto a educação secular nas escolas. Por isso, é importante levá-los à Escola Dominical, onde aprenderão sistemática e didaticamente a Palavra, por meio de histórias, leitura da Bíblia. Lamentavelmente, muitos pais vão à igreja sem seus filhos.

As crianças e os jovens devem ser persuadidos, com amor, a ir à Casa do Senhor. Jesus repreendeu os discípulos quando tentaram impedir que crianças chegassem a Ele: “Jesus, porém, vendo isto, indignou-se, e disse-lhes: Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus” (Marcos 10.14). A Educação Cristã começa no lar e é fortalecida na Igreja, notadamente na Escola Dominical.

 

“... e até quando envelhecer não se desviará dele. ”

Por ser o temor o princípio da sabedoria (Provérbios 9.10). Pode se esperar uma inclinação da agora crescida criança para o Reino de Deus. Pois o temor será para ela como um freio contra o pecado (Êxodo 20.20), pois ela aprendeu a afastar-se do que é mal.

Uma criança, depois de crescida, pode seguir ou não os caminhos do Senhor. Todavia, o que aprendeu na infância e na igreja a levará por toda a vida. São as chamadas "primeiras impressões", que se gravam na mente plástica da criança e vão com ela para sempre.

Os filhos devem ser admoestados de forma branda e benevolente, pois de outra maneira poderão apreender a odiar as coisas de Deus: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor” (Efésios 6.4).

Podemos inferir que Manoá e sua esposa criaram Sansão de acordo com as orientações recebidas pelo Anjo do Senhor. Podemos ver que Sansão observava o protocolo do nazireado (Números 6.1-7), vindo a violá-lo progressivamente mais tarde.

Mas seus pais fizeram a parte deles, educando-o segundo a orientação divina recebida. Infelizmente, veremos que Sansão teve fraqueza de caráter e não honrou o voto de nazireu para com o Senhor. O que mostra que há pais zelosos que ensinam seus filhos no caminho em que devem andar, mas, infelizmente, algumas vezes, os filhos escolhem o caminho oposto. Por isso, a partir de uma certa idade, a responsabilidade diante de Deus é individual (Ezequiel 18.20; Romanos 2.6). Outrossim, por exemplo, Caim e Abel tiveram a mesma formação, mas comportamentos completamente distintos (Genesis 4.1-5).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
22/11/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

STEIN, Robert H. Guia Básico para Interpretação da Bíblia. 4 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.

CABRAL, Elienai. Relacionamentos em Família – Superando desafios e problemas com exemplos da Palavra de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

RENOVATO, Elinaldo. A Família Cristã e os Ataques do Inimigo. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.

MESQUITA, Antônio Neves. Estudo no Livro de Provérbios — princípios para uma vida feliz. Rio de Janeiro: JUERP, 1979.

Salmo 128.3


Salmo 128.3 “A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa”.

 

“A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa;

Para alcançar a plenitude da felicidade terrena, o homem não deve estar sozinho. Uma companheira foi necessária no Paraíso e certamente, ela não é menos necessária fora do Paraíso. Afinal o que acha uma mulher acha uma coisa boa (Provérbios 18.22).

Para completar a bem-aventurança doméstica, são enviados os filhos. Eles vêm como o fruto lícito do casamento, assim como aparecem cachos nas videiras. A videira foi plantada para as uvas; a esposa foi concedida para os filhos. Em geral, qualquer criatura fica bem quando cumpre o seu propósito; e melhor ainda no caso das pessoas casadas, quando o grande desígnio da sua união é alcançado: “Salvar-se-á, porém, dando à luz filhos, se permanecer com modéstia na fé, no amor e na santificação” (1 Timóteo 2:15 ARC). Elas não devem considerar a fertilidade como uma carga, mas como uma bênção.

As boas esposas são também frutíferas em bondade, em economia, eu auxílio e afeto; se não geram filhos, não são, de maneira alguma, estéreis, se nos produzem o vinho da consolação e os cachos da consolação. Verdadeiramente abençoado é o homem cuja esposa é frutífera nas boas obras que são adequadas à sua posição de proximidade e carinho.

As casas orientais normalmente têm um pátio aberto no centro, e os vários cômodos são dispostos nas laterais - ali a esposa é encontrada, ocupada em um cômodo ou outro, conforme exija a hora do dia. Ela fica em casa, e guarda a casa. Paulo instrui as mulheres idosas a ensinarem as mais novas “ a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, A serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada” (Tito 2.4-5). Apesar dela poder ter ocupações também fora da casa “Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça” (Provérbios 31.27).

Além disto, não podemos nos esquecer que a videira é uma madeira extremamente frágil, e não é apropriada para qualquer trabalho (Ezequiel 15.4). Os esposos, portanto, devem se lembrar de que devem se comportar com paciência e prudência com relação a suas esposas, tendo as como o vaso mais fraco; não tendo em mente a fragilidade da madeira, mas a abundância e a doçura do fruto. Se os maridos observarem isto, com eles acontecerá o que as Escrituras dizem: “Judá e Israel habitavam seguros, cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira” (1 Reis 4.25).

 

“... “os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa”.

Esta árvore (Oliveira), muitas vezes velha e decaída é rodeada por vários brotos, jovens e viçosos, que brotam ao redor do caule principal. O salmista jamais pretendeu sugerir a ideia de oliveiras ao redor de uma mesa, mas de jovens “brotando” ao redor de seus pais, como as oliveiras ao redor da árvore já enraizada.

Observe que não são ramos de oliveiras, mas plantas, algo muito diferente. Os nossos filhos se colocam ao redor da nossa mesa para serem alimentados. Que bênção é ter o suficiente para colocar sobre a mesa! Devemos, por este benefício, louvar a benignidade do Senhor.

Ter a esposa olhando por toda a casa, e os filhos assentados para as refeições é a visão mais prazerosa da benção do Senhor sobre a família. Aqui temos a videira mesclada com a oliveira - a alegria pela esposa fértil, e a sólida consolação pela família que cresce; estes são os mais excelentes produtos que a terra pode nos dar; as nossas famílias são jardins do Senhor.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
22/11/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

SPURGEON, Charles. Os Tesouros de Davi – Volume III. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.

 

Lição 8 - Lições Bíblicas Adultos - 4º Trim./2024 - CPAD

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 23 DE NOVEMBRO DE 2024 (Filipenses 4.7)

 

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
23 DE NOVEMBRO DE 2024
A PAZ DE DEUS EXCEDE TODO O ENTENDIMENTO

Filipenses 4.7 “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus”.

 

“E a paz de Deus, que excede todo o entendimento,

A paz de Deus é dom que procede dEle para aqueles que o servem. Essa paz é algo poderoso para aquietar o coração inquieto e ansioso, porque sobrepuja tudo e todo o entendimento. É algo que a psicologia não pode explicar, porque é experiência divina. E aquela paz inexplicável, que está acima do natural. É algo sobrenatural que se manifesta na nossa vida natural, porque é sentida e vivida por aqueles que a experimentam.

Não se trata de uma simples paz, mas de uma paz que vem de Deus. Os discípulos de Jesus experimentaram essa paz especial quando Ele disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá” (João 14.27).

O termo significa basicamente “acima de toda mente” ou “acima de todo pensamento” e poderia se referir ao fato de que a mente humana é incapaz de produzir a paz que só Deus
pode dar. Parece haver a intenção de um significado mais simples: a paz de Deus é tão maravilhosa, tão estupenda, que não existe como ela ser compreendida por mentes finitas: “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam” (1 Coríntios 2.9).

 

“... guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus”.

Guardar, é um termo militar que significa "montar guarda ou defender". Com uma metáfora extraordinária Paulo aqui descreve a paz de Deus como uma sentinela montando guarda à cidadela da vida interior do homem. Imagine uma cidade murada e fortemente protegida. Agora, imagine um cidadão dentro dela cuidando de seus negócios, despreocupado porque sabe que está seguro. Essa é a imagem evocada pelo significado da palavra “guardará”.

Vejamos, porém, o que é guardado: “Coração” e “mente” descreve todo o ser interior de um cristão. (Quando citados juntos numa sentença, “coração” enfatiza as emoções, enquanto “mente” enfatiza os pensamentos.) É o homem interior que é guardado, não o exterior.

Essa é uma das barreiras à paz que muitos não entendem. Muitos querem que Deus guarde o homem exterior. Gostaríamos sempre de estar sempre cercados de circunstâncias pacíficas. O Senhor nunca prometeu que o Seu povo estaria cercado por um escudo à prova de tempestade, doenças e aborrecimentos. Ele prometeu que guardará o nosso coração e a nossa mente (homem interior) aconteça o que acontecer com nossos corpos. Assim, Paulo podia ter paz mesmo que seu “homem exterior” estivesse “corrompido “porque seu “homem interior” se “renovava de dia em dia” (2 Coríntios 4:16)!

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
16/11/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

CABRAL, Elienai. Filipenses - A humildade de Cristo como exemplo para a Igreja. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201101_08.pdf

sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Texto Áureo Lição 08 - A Promessa de Paz. João 14.27

TEXTO ÁUREO 
 
 “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. ” (João 14.27)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 22 DE NOVEMBRO DE 2024 (Isaías 9.6)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
22 DE NOVEMBRO DE 2024
JESUS, O NOSSO SENHOR, É O “PRÍNCIPE DA PAZ”

Isaías 9.6 “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. ”

 

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, ”

Este versículo é um dos grandes pronunciamentos messiânicos, e as tentativas de fazê-lo ajustar-se à época de Isaías por teólogos liberais fracassam miseravelmente. Estamos acostumados a usar os títulos de Cristo nele descritos por causa de nosso condicionamento cristão. Para os judeus, entretanto, essas eram declarações extraordinárias e quase impronunciáveis. Jesus foi condenado exatamente por isso: as reivindicações que fez sobre Si mesmo pareciam grandes demais. Por isso, julgou-se que Ele blasfemava de Deus, tomando para Si mesmo mais do que um homem poderia tomar.

O Messias viria a nós como um menino. Mas Ele viria em primeiro lugar ao remanescente de Israel: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam” (João 1.11). “Um filho” refere-se a profecia de Isaías 7.14, Emanuel, “Deus conosco”. Essa profecia aponta para o nascimento virginal de Cristo, a sua encarnação, uma das grandes doutrinas cristãs. A encarnação foi a rota escolhida por Deus para Sua manifestação (Semente da mulher). Da mesma sorte que Ele compartilhou nossa natureza humana, também um dia haveremos de compartilhar Sua divindade, nossa mais elevada doutrina cristã: “Pelas quais nos são dadas grandíssimas e preciosas promessas, para que por meio delas sejais participantes da natureza divina” (2 Pedro 1.4).

 

“... e o principado está sobre os seus ombros, ”

A realeza era simbolizada por um cetro sobre o ombro do rei. O governo estando “sobre os seus ombros” significa que Ele será rei. Diz aqui o hebraico, literalmente: "a carga da autoridade" (governo), ou seja, a chave estaria em Seus ombros: “E porei a chave da casa de Davi sobre o seu ombro, e abrirá, e ninguém fechará; e fechará, e ninguém abrirá” (Isaias 22.22).

Isso confirma a autoridade de Cristo vislumbrada pelo apóstolo João a igreja de Filadélfia: “Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha e ninguém abre” (Apocalipse 3.7). Nesse contexto, Ele é descrito como um governante da família de Davi.

 

“... e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, ”

A expressão “o seu nome será” é de grande significância. Nomes bíblicos indicam “o caráter,
a essência ou natureza de uma pessoa...”Isto certamente é verdadeiro quanto aos nomes

aplicados ao Messias. Analisemos os nomes aplicados a Ele nesta passagem.

Champlin diz que é melhor entender as duas palavras como um único título. Terry Briley observou que: “o título poderia ser traduzido literalmente por ‘Maravilha de Conselheiro’”. Todavia, Maravilhoso” e “Conselheiro” não são colocados juntos por eruditos hebreus antigos.

Maravilhoso é a prova clara de que o Messias iria transcender os limites da compreensão e existência humanas comuns: “Quem entre os deuses é semelhante a ti, Senhor? Quem é semelhante a ti? Majestoso em santidade, terrível em feitos gloriosos, autor de maravilhas? ” (Êxodo 15.11 NVI). Por exemplo, os milagres que os Evangelhos relatam acerca de Jesus, o Messias, deixaram claro que Ele era extraordinário, ou seja, não é comum aos seres humanos caminharem sobre as águas ou ordenar aos mortos para que voltem à vida (João 11.1-46). E o que dizer da sua morte e ressurreição?

A característica de Conselheiro é indispensável aos reis, especialmente quando se trata do Rei dos reis e Senhor dos senhores, que governará eternamente. Desde o Antigo Testamento ao Novo Testamento, observamos que Deus sempre deixou claro que o Messias seria amante da sabedoria (Provérbios 8; Isaías 11.2). Essa sabedoria é notável ao percebermos que, até mesmo quando criança, antes de dar início ao seu ministério, Jesus já se sentava para gastar tempo com os doutores, ouvindo-os e interrogando-os (Lucas 2.41-52). Jesus insinua que Ele é o “Conselheiro” quando chama o Espírito Santo de “outro” Conselheiro (João 14 .16).

 

Deus Forte,

Conselho e força precisam andar juntos; se faltar um, o outro qualificativo perde sua importância. Contrapondo a fraqueza dos governantes que oprimiram os fracos e desvalidos, mas também se sobrepondo aos países que oprimiram Israel, como Assíria e Babilônia, agora o Deus Forte assume o controle. Ele tem todo o poder e pode governar (Isaías 10.1,2).

Deus é infinitamente mais forte que todos os inimigos e vai dar descanso ao seu povo. Além disso, é na força de Deus que o Messias, também sendo Deus, imporá a justiça e o direito, ninguém mais oprimirá seu próximo, pois a equidade é estabelecida. Ele é forte o suficiente para estabelecer a tão esperada paz. Jesus na sua ressurreição afirmou: “É-me dado todo o poder no céu e na terra” (Mateus 28.18).

 

Pai da Eternidade,

Pai da Eternidade poderia ser traduzido “Autor da Eternidade [ou, “do Universo”]. Isto se ajusta com João 1.3, onde o Verbo vivo é aquele por intermédio de quem Deus fez tudo o que foi feito. Isto também fala de seu cuidado fiel e amoroso, que é perpétuo.

Ele contrapõe a efemeridade de tudo que é humano, “e ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele” (Colossenses 1.17). Exatamente por Ele ser eterno, sem começo nem fim, é que é o Deus Forte que controla e mantém todas as coisas em seu devido lugar, com todas as leis da natureza por Ele criadas e sustentadas. Antes que houvessem sido criados céus e terra Ele já existia (João 1.1), pois Ele criou a própria eternidade. Além disso, Ele existirá para todo o sempre, numa perpetuidade de poder, glória e majestade: “Eu Sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim” (Apocalipse 22.13).

 

Príncipe da Paz. ”

Ele também é o “Príncipe da Paz”, aquele que traz a verdadeira paz — a qual inclui salvação, bênção, integridade, harmonia, e bem-estar — uma paz que Jesus dá agora (João 14.27).

Em hebraico paz é mais do que estado de tranquilidade, mas também sugere prosperidade, espaço, riqueza, saúde, bem-estar, felicidade e contentamento. Contrapondo o ambiente de guerra, desolação, violência e injustiça, o Messias traria uma paz perpétua que nenhum poder ou inconveniente poderia tirar. A paz do Príncipe seria muito mais do que ausência de guerras e violência, mas também de provisão inesgotável de salvação e bênçãos para o povo de Deus, pois somente onde há completa libertação e abundância da bondade de Deus é que se estabelece a paz.

O mundo inteiro anseia por paz. Hoje existem mais conflitos do que jamais houve na terra, não somente bélicos, mas também na sociedade violenta e nas famílias disfuncionais. Mas o Príncipe da Paz estabelece sua paz àqueles que hoje se entregam ao seu governo e num futuro próximo dará paz completa para toda a sociedade e todos os povos e nações da terra, conforme diz o salmista em Salmos 72.12-14: “Porque ele livrará ao necessitado quando clamar, como também ao aflito e ao que não tem quem o ajude. Compadecer-se-á do pobre e do aflito, e salvará as almas dos necessitados. Libertará as suas almas do engano e da violência, e precioso será o seu sangue aos olhos dele”.

E notável e inexplicável que este tão augusto versículo não tenha sido citado uma vez sequer em todo o Novo Testamento. Por outro lado, ele tem feito parte da cristologia desde o princípio.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
18/11/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

POMMERENING, Claiton Ivan. Isaías –Eis-me aqui, envia-me a mim. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

 http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201006_02.pdf

HORTON, Stanley. Isaías - O profeta messiânico. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.