domingo, 9 de junho de 2024

Genesis 3.15

 

Genesis 3.15 “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.”

 

E porei inimizade entre ti e a mulher,”

Esse versículo é chamado de ‘proto-evangelho’ (“a primeira menção das boas novas [evangelho]”), pois contém a primeira promessa de esperança para o casal pecador. Pela primeira vez na história humana é proclamado que Deus daria um jeito definitivo para a queda do homem.

Após ouvir as justificativas imprecisas dos homem e da mulher o Senhor Deus diz a serpente: “maldita serás mais que toda a fera, e mais que todos os animais do campo” (v.14). Agora nesse verso se dirige a satanás que havia entrado na serpente. A Bíblia como um livro infalível, deve explicar-se a si mesma, e encontramos o entendimento disso em seu contexto geral.

A serpente é identificada em Apocalipse como o Diabo, Satanás, acusador dos filhos de Deus, enganador de todo o mundo, também figurado como o grande dragão e a antiga serpente: “E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele” (Apocalipse 12:9).

Como o diabo buscava uma aliada na mulher, Deus fez questão de fazer da mulher uma inimiga para ele. A partir de agora a mulher sempre causaria preocupação ao diabo: “e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho” (Apocalipse 12.4)

 

“... e entre a tua semente e a sua semente;”

O termo hebraico traduzido por “semente” ou “descendente” é um substantivo coletivo singular que geralmente refere “posteridade”; mas que às vezes denota “uma pessoa que representa todo o grupo”, no caso o messias que viria da descendência de uma mulher: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (Gálatas 4.4).

A semente da serpente, Jesus relaciona aos ímpios: “a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno (Mateus 13.38,39), enquanto que a semente da mulher está relacionada aqueles que amam e temem a Deus. Quando Jesus confrontou os fariseus eles se defenderam afirmando que eram filhos de Abraão e filhos de Deus. Jesus respondeu: “Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira” (João 8.44).

Observe que ambas as sementes seriam geradas através da mulher. Todavia, senão seguirem a justiça podem se considerar sementes do maligno: “Não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão” (1 João 3.12). O nascimento de Caim foi acolhido com ações de graças a Deus. Exclamou Eva: “Alcancei do Senhor um varão” (Genesis 4.1). Todavia, quando cresceu Caim não se voltou a Deus em espírito e em verdade (João 4.23). Antes, deixou-se cooptar pelo Diabo.

 

“... esta te ferirá a cabeça,”

A semente da mulher que feriria a cabeça da serpente significava um Salvador, um descendente dela que derrotaria o mal pelo poder de Deus. Era uma promessa de redenção da humanidade, a qual ficou sujeita à morte por causa da decisão que o casal havia tomado.

As profecias posteriores das Escrituras dizem expressamente que o Ungido de Deus (Messias, do Hebraico, e Cristo, do Grego), além de nascer de uma mulher (Gálatas 4:4), nasceria: da descendência de Abraão (Genesis 22:18 e Gálatas 3:16), da Tribo de Judá (Gênesis 49:10-12 e Apocalipse 5:5) e da família de Davi (II Samuel 7: 12, 13; Salmo 132:11 e Lucas 1:27,31-33).

O veneno da serpente está alojado em sua cabeça; e uma contusão nessa parte é fatal. Paulo nos garantiu uma coisa: “E o Deus da paz, em breve, esmagará debaixo dos vossos pés a Satanás” (16:20a). “Esmagará” indica derrota total. A linguagem nos remete à essa promessa de Gênesis 3:15, que apontava para a cruz. No ato de ir para a cruz Jesus derrotou Satanás (Hebreus 2:14). Agora lutamos contra um inimigo que já está derrotado, mas que ainda é perigoso (1 Pedro 5:8).

 

“... e tu lhe ferirás o calcanhar.”

A serpente só poderia ferir o calcanhar da Semente da mulher. Uma cabeça esmagada que leva à morte é contrastada com um calcanhar esmagado que pode ser curado. O calcanhar de Cristo foi ferido quando os seus pés foram perfurados e pregados à cruz.

Tudo isso foi feito por homens usados por Satanás, o príncipe deste mundo: “E os principais dos sacerdotes, e os escribas, andavam procurando como o matariam; porque temiam o povo. Entrou, porém, Satanás em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do número dos doze. E foi, e falou com os principais dos sacerdotes, e com os capitães, de como lho entregaria; Os quais se alegraram, e convieram em lhe dar dinheiro” (Lucas 22:2-5).

Os sofrimentos de Cristo continuam nos sofrimentos dos santos que sofrem por causa do seu nome. O diabo os tenta, os lança na prisão, os persegue e os assassina, ferindo, desta maneira, o calcanhar de Cristo, que se aflige com as aflições dos seus servos amados. Mas, enquanto o calcanhar é ferido na terra, temos um conforto: a cabeça está a salvo, no céu.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
13/6/2024

FONTES:

Comentário Bíblico Beacon. Volume 1. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2005.

POMMERENING, Claiton, Ivan. A Obra da salvação – Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200906_05.pdf

https://www.interpretandoabiblia.com/post/g%C3%AAnesis-3-15

FAUSSET, A. R.; BROWN, David; JAMIESON , R. Jamieson, Fausset and Brown’s commentary on the whole Bible. Grand Rapids: Zondervan Classic Reference Series, 1999.Crossway Books, 1999.

Lucas 23.46

 

Lucas 23.46 “E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.”

 

E, clamando Jesus com grande voz, disse:”

A crucificação normalmente matava a pessoa por esgotamento; mas o grito final do Senhor é sinal de vitalidade abundante. Três dos evangelhos nos falam a respeito deste grande grito (comp. Mateus 27:50; Marcos 15:37).

João, por outro lado, não menciona o grande clamor, mas diz que Jesus morreu dizendo: “Está consumado!” (João 19:30). Em grego e aramaico estas palavras são uma só. Portanto elas e o grande clamor são a mesma coisa. Jesus morreu com um grito de triunfo em seus lábios.

Cristo despediu-se de seu espírito por um ato direto da sua vontade: “Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai” (João 10.18).

 

“Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.

As últimas palavras do Salvador foram uma oração. A oração é algo apropriado em todos os tempos e épocas, mais ainda no leito de morte.

A oração de Jesus foi uma citação das Escrituras (SaImo 31.5). Esse versículo era a primeira oração que toda mãe judia ensinava a seu filho para que fosse a última coisa que dissesse de noite. A mãe judia ensinava a seu filho a dizer, antes de que chegasse a escuridão ameaçadora: "Em tuas mãos encomendo o meu espírito." E Jesus a tornou ainda mais bela quando estava a morrer porque começou com a palavra Pai.

As Escrituras, que eram o alimento de Jesus durante a vida, foram também o seu consolo na morte. Jesus orou com respeito ao seu espírito. Muitas pessoas no leito de morte preocupam-se com o corpo - sua dor, o que dele será feito depois da morte. Não freqüentemente, ocupam a mente com negócios terrenos.

O exemplo de Jesus mostra que não é errado dar atenção a essas coisas na ocasião da morte, porque Ele mesmo disse: “Tenho sede”. Mas sua preocupação suprema era com o espírito - a parte mais nobre e sagrada do homem.

 

“E, havendo dito isto, expirou.”

Após concluir sua oração. Jesus sem medo, expirou. Jesus não desmaiou; Ele não ficou inconsciente para reviver mais tarde - Ele expirou. Jesus morreu como um ser humano - voluntariamente, sacrificialmente, no lugar dos pecadores. Jesus havia ensinado os seus discípulos a não temerem os que matam o corpo. No calvário, mostrou-se à altura de seus ensinamentos.

Na morte, Ele nos ensina que os crentes que partem nada tem a temer, pois ele estará conosco do outro lado (Filipenses 1.23; 2 Coríntios 5.6-8) e gozaremos de comunhão íntima com Ele. Cristo abre as portas do paraíso para todos os que confiam nEle e os envolve em seus braços de misericórdia.

Billy Graham (1918-2018) enquanto vivo, avisou: "Um dia vocês irão ouvir que Billy Graham morreu. Não creiam nisso nem por um instante. Naquele dia, eu vou estar mais vivo do que nunca! Vou ter apenas mudado de endereço."

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
15/6/2024

FONTES:

Pearlman, Myer. Lucas, o Evangelho do Homem Perfeito  l.ed. - Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1995.

Comentário do Novo Testamento: Aplicação Pessoal. Tradução: Degmar Ribas. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

BARCLAY, William. The Gospel of Luke. Philadelphia: Westminster Press, 1976. (Tradução: Carlos Biagini)

https://guiame.com.br/gospel/mundo-cristao/serei-mais-vivo-do-que-nunca-diz-billy-graham-sobre-propria-morte.html

2 Coríntios 5.8

 

2 Coríntios 5.8Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor.”

 

Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo,”

Pela segunda vez no capítulo (v.6), o apóstolo se referiu à sua plena confiança em Cristo. Refletindo sobre a graça de Deus e a missão que este havia lhe confiado, o apóstolo recusava-se a desanimar: “Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos” (2 Coríntios 4:1). Na ocasião em que uma turba clamou por sua morte e ele estava “desesperado até da própria vida” (2 Coríntios 1:8), no entanto, a calma, a confiança e o ânimo do apóstolo o ajudaram a perseverar.

O verbo traduzido aqui por “temos confiança” e em 5:6, por “ter bom ânimo” está, em ambos os casos, no tempo presente. O presente grego indica que o ânimo de que Paulo precisava era uma constante em sua vida. Ele escreveu aos de Tessalônica para consolar os de pouco ânimo: “Rogamo-vos, também, irmãos, que admoesteis os desordeiros, consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos, e sejais pacientes para com todos” (1 Tessalonicensses 5.14)

Paulo assegurou seus leitores de que ele ficaria muito contente, quando chegasse a hora, de não ter de carregar o sobrepeso do corpo da carne: “Por isso estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor”.

 

“... para habitar com o Senhor.”

Na época em que escreveu 2 Coríntios, ele preferia deixar o corpo e habitar com o Senhor; mas Jesus tinha mais planos para ele nesta vida. Talvez seis anos depois de escrever esta carta aos coríntios, Paulo disse algo semelhante aos filipenses: “Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. Mas, por vossa causa, é mais necessário permanecer na carne” (Filipenses 1:23-24).

Em Cristo, Paulo encontrou ânimo para executar sua tarefa. Quando a morte viesse para o apóstolo, não seria um momento de pavor. Testemunhamos isso quando ele escreveu a Timóteo: “Porque eu já estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo.  Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.  Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Timotéo 4.6-8)

Justino Mártir, após ser preso foi questionado se entraria no céu, ele respondeu: “Não só o creio – que entrarei no céu – sei-o e disto tenho tanta certeza, que não me cabe a menor dúvida”. Assim, após estas palavras, seguiu-se a sua flagelação e decapitação no ano de 167.

Deixar este mundo significava deixar este corpo abatido e habitar com o Senhor: se no corpo, não sei, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe (2 Coríntios 12.2 e 3). Quando deixarmos este corpo, estaremos presentes com o Senhor, em uma relação até mais íntima com Ele; nossa fé se tornará visão “porque assim como é o veremos” (1 João 3-2).

Somente aqueles que têm o Espírito Santo como penhor podem ter essa confiança. Aqueles que vivem sem essa garantia se desesperam na hora da morte. Na verdade, eles caminham para um lugar de trevas, e não para a cidade iluminada; caminham para um lugar de choro e ranger de dentes, e não para a festa das bodas do Cordeiro; caminham para o banimento eterno da presença de Deus, e não para o bendito lugar, onde Deus armará seu tabernáculo para sempre conosco.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
15/6/2024

FONTES:

HORTON, Stanley. I e II Coríntios – os problemas da igreja e suas soluções. 3.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

Lopes, Hernandes Dias. 2 Coríntios: o triunfo de um homem de Deus diante das dificuldades. São Paulo: Hagnos, 2008.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202107_03.pdf

https://santo.cancaonova.com/santo/sao-justino-um-homem-de-bem-nao-abandona-a-fe/

sábado, 8 de junho de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 8 DE JUNHO DE 2024 (1 Tessalonicenses 4.18)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
8 DE JUNHO DE 2024
A GLORIFICAÇÃO FINAL APÓS A JORNADA DA VIDA CRISTÃ

1 Tessalonicenses 4.18 "Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras."


Após concluir sua exposição sobre a primeira ressurreição e arrebatamento o apóstolo Paulo conclui: consolai-vos uns aos outros com estas palavras". A intenção do apóstolo era instruir a igreja de Tessalônica para não ser ignorante acerca dos que "dormem" (v.13), ou seja, dos que morreram em Cristo. Pois, havia cerca preocupação nesta igreja pois alguns que aguardavam a vinda do Senhor nos ares haviam morrido. E possivelmente especulava-se alguma frustação acerca da condição destes quanto a vinda do Senhor.

A conseqüência que se segue e' que os tessalonicenses realmente não têm motivo para se entristecerem por causa daqueles que já morreram. Pelo contrário, podem Consolar-se, uns aos outros com estas palavras. A palavra Consolar (traduzida como “exortar” em 4.1), tem aqui o sentido de consolo e de encorajamento. O consolo dado por Paulo através da palavra (aqui palavras) do Senhor deve ser passado adiante pelos tessalonicenses, uns aos outros. Podem basear-se na firme certeza oferecida por um apelo à autoridade do próprio Senhor. Eles deviam se consolar:

Pois, eles podiam ter esperança de revê-los na vinda do Senhor (v.13). Sendo assim, não deveriam sofrer a separação como os que não possuem essa esperança: "Porém, agora que está morta, por que jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim" (2 Samuel 12.19)

Eles criam na Ressurreição de Cristo. E Cristo se tornou a "primícia dos que dormem". E se ele ressuscitou é fato que os que "dormem" serão ressuscitados com Ele: "Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda" (1 Coríntios 15.20-23)

Os que serão arrebatados não precederam os que dormem por que a ressurreição destes acontecerá primeiro: "Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os seguem" (Apocalipse 14.13)

Após a ressurreição destes, nos encontraremos com eles novamente nas nuvens após sermos transformados: "Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos" (Apocalipse 20.6)

E finalmente estaremos reunidos para sempre com o Senhor! "E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também" (João 14.3)


DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
26/5/2024

FONTES:

MARSHALL, Howard. I e II Tessalonicenses - Introdução e Comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1984.



LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 8 DE JUNHO DE 2024 (1 Tessalonicenses 4:16)

 
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
8 DE JUNHO DE 2024
A GLORIFICAÇÃO FINAL APÓS A JORNADA DA VIDA CRISTÃ

1 Tessalonicenses 4:16 "Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.


"Porque o mesmo Senhor descerá do céu"

A afirmação sobre o mesmo Senhor nos lembra a promessa particular a igreja primeva pelos anjos: “E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco. Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir” (Atos 1:10,11). O mesmo Senhor que nos salvou e nos guardou na peregrinação da vida. O mesmo Cristo que morreu e ressuscitou para a nossa redenção e justificação. O mesmo Filho que subiu ao Céu para interceder por nós.  


"... com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro."

Somente os fiéis, mortos e vivos, ouvirão os sonidos divinos de chamada, vindos do céu, e serão arrebatados pelo poder de Deus ao encontro do Senhor nos ares. O brado de Jesus pode ter significado limitado aos que morreram: “Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão” (João 5:25). A ressurreição dos crentes falecidos é chamada Primeira Ressurreição: “ressuscitarão primeirofaz distinção a segunda ressurreição que acontecerá após no juízo final: “E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação” (João 5:29) 

A voz do arcanjo deve estar relacionada também com Israel: “E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo...” (Daniel 12:1).  

Enquanto que a trombeta pode se referir a igreja: “Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz, que como de trombeta ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer” (Apocalipse 4:1)  

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR 

Fontes: 

BOYD, Frank M. Comentário Bíblico Gálatas, Filipenses, 1 e 2 Tessalonicenses e Hebreus. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 1996. 

SILVA, Antônio Gilberto da. O Calendário da Profecia. Rio de Janeiro. Casa. Publicadora das Assembléias de Deus, 1985. 

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 8 DE JUNHO DE 2024 (1 Tessalonicenses 4:15)

 
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
8 DE JUNHO DE 2024
A GLORIFICAÇÃO FINAL APÓS A JORNADA DA VIDA CRISTÃ

1 Tessalonicenses 4:15 "Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem."


Paulo torna a lembra-los da procedência da sua revelação como em (1 Coríntios 11:23): “Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei”. O que antes era mistério de Deus, é divulgado claramente pelo Apóstolo: aqueles que dormem no Senhor aguardam a consumação final da ressurreição “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor” (Filipenses 1:21-23); 

Enquanto os crentes vivos serão trasladados por ocasião da segunda vinda de Cristo, sendo este o destino dos santos. Os crentes vivos que participarem do rapto da Igreja não terão vantagem sobre os crentes falecidos: “Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1 Coríntios 15.51-52). 


DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR 

Fontes: 

BOYD, Frank M. Comentário Bíblico Gálatas, Filipenses, 1 e 2 Tessalonicenses e Hebreus. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 1996. 

SILVA, Antônio Gilberto da. O Calendário da Profecia. Rio de Janeiro. Casa. Publicadora das Assembléias de Deus, 1985. 

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 8 DE JUNHO DE 2024 (1 Tessalonicenses 4:14)

 
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
8 DE JUNHO DE 2024
A GLORIFICAÇÃO FINAL APÓS A JORNADA DA VIDA CRISTÃ

1 Tessalonicenses 4:14 "Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele."


"Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele."

Esta revelação não é uma repreensão da parte de Paulo aos tessalonicenses, mas sim um a mensagem recebida diretamente do Senhor: “Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo” (1 Coríntios 15:21,22), com o propósito de aquietar a solicitude para com alguns irmãos já falecidos, talvez como mártires, ou mesmo em circunstâncias normais. Os tessalonicenses não tinham um a opinião clara sobre a sorte desses irmãos.  

Paulo considera-os como aqueles que já dormem. Nenhum a evidência há de que Paulo acreditasse no “sono da alma”, uma heresia que hoje é propagada por algumas seitas. Ele está simplesmente empregando a mesma linguagem figurada (Eufemismo) que o próprio Senhor usou ao referir-se à morte do corpo, que aparentemente apenas dormia (cf. Mateus 9.24). O eufemismo é a figura de linguagem usada para tornar um enunciado mais brando ou agradável e menos agressivo (No caso os mortos). 

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR 

Fontes: 

BOYD, Frank M. Comentário Bíblico Gálatas, Filipenses, 1 e 2 Tessalonicenses e Hebreus. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 1996. 

SILVA, Antônio Gilberto da. O Calendário da Profecia. Rio de Janeiro. Casa. Publicadora das Assembléias de Deus, 1985. 

sexta-feira, 7 de junho de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 7 DE JUNHO DE 2024 (Efésios 4.30)

 
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
7 DE JUNHO DE 2024
A SANTIFICAÇÃO PROGRESSIVA NA JORNADA

Efésios 4.30 "E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção. "


“E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, “ 

O vocábulo original para “entristeçais” tem a ver com agravo, dor, aflição, angústia. Essa expressão não está separada do contexto doutrinário de Paulo. Não é uma frase isolada dentro do texto, mas está diretamente ligada às exortações do novo modus vivendi do homem que está em Cristo. A mentira (v. 25), a ira (v. 26), o furto (v. 28) e a palavra torpe (v. 29) são suficientes para entristecer o Espírito de Deus. Por que razão podemos entristecer o Espírito Santo? Em primeiro lugar porque Ele habita no crente, e qualquer coisa que seja imprópria ao "novo homem" magoa o Espírito Santo. Qualquer ato físico que profane o nosso corpo, que é templo do Espírito Santo, pode entristecê-lo. Diante desta recomendação do apóstolo Paulo, um teólogo asseverou: “O Espírito, que faz os homens experimentarem a verdade, é envergonhado quando os santos mentem uns para os outros e têm conversas vãs”. Uma vez entendido o significado da redenção, sabemos que o Espírito Santo não deve ser entristecido, porque Ele opera em nós a vida espiritual. Há o perigo de perder-se o Espírito Santo para sempre com o chamado "pecado imperdoável". É o pecado consciente e espontâneo que uma pessoa comete contra o Espírito Santo. É o pecado da rejeição, ou o pecado que uma pessoa pode cometer ao atribuir ao Espírito Santo obras satânicas.


“...no qual estais selados para o dia da redenção. ” 

Este selo aqui é a marca de propriedade. É conhecido e reconhecido pelas características próprias do senhor dessa propriedade, o qual é Cristo. Ninguém pode rasurar ou rasgar esse selo, que é a pessoa do Espírito Santo. Esse selo não é o batismo com o Espírito Santo, nem tampouco o batismo nas águas. Na verdade, esse selo indica o direito de posse de Cristo, para o qual estamos guardados (selados) para o dia da redenção, que é o da sua vinda. Que tipo de redenção é essa? A redenção deve ser compreendida sob três etapas ou tempos distintos. A redenção no passado diz respeito à salvação recebida, isto é, redenção da pena do pecado. A redenção no presente tem um sentido dinâmico, pois ela é conquistada mediante a vitória do "novo homem" contra o poder do pecado que rodeia a vida do crente. A redenção no futuro, para a qual estamos selados, é a liberação total do corpo do pecado através da ressurreição do corpo corruptível num corpo incorruptível, bem como a transformação dos corpos dos crentes no arrebatamento da Igreja (1 Coríntios 15.51-53).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
08/1/2023

Fontes:

SOARES, Esequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da doutrina bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro. CPAD, 2020.

Lições Bíblicas 2006 - 3 Trimestre - As doutrinas bíblicas pentecostais - Antônio Gilberto.

CABRAL, Elienai. Comentário Bíblico: Efésios. Rio de Janeiro: CPAD, 1999

quinta-feira, 6 de junho de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 6 DE JUNHO DE 2024 (1 Coríntios 6.11)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
6 DE JUNHO DE 2024
A SANTIFICAÇÃO INICIAL NA JORNADA

1 Coríntios 6.11 “E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus.”

 

“E é o que alguns têm sido;”

O que os Coríntios tinham sido? A resposta se encontra nos versículos anteriores e principalmente no verso 10. Eles foram Injustos, errados, devassos, idólatras, adúlteros, efeminados, sodomitas, ladrões, avarentos, bêbados e maldizentes.

Todavia, não eram mais porque foram resgatados por Cristo: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5.17)

 

“... mas haveis sido lavados,”

Cerca ocasião Jesus deitou água numa bacia e começou a lavar os pés dos seus discípulos. Pedro após recusar ser lavado foi admoestado por Jesus em não ter parte com Ele. Então: “Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, não só os meus pés, mas também as mãos e a cabeça. Disse-lhe Jesus: Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois no mais todo está limpo” (João 13.9-10). Jesus afirma que os discípulos estavam limpos (não todos) e estavam limpos pelas suas palavras: “Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado” (João 15.3).

E essa é a mesma condição de todo aquele que nele crê e tem os seus mandamentos e os guardam, pois todos nós somos limpos pela sua palavra.

Muitos comentadores vêem aqui também uma referência ao batismo e a pia de bronze. Talvez seja assim, embora não haja nada no contexto que o indique. A palavra pode significar a espécie de lavagem que vemos em Apocalipse 1.5, “Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados”.

 

“... mas haveis sido santificados,”

Santificar significa “consagrar”, “separar” ou “reservar algo para propósitos sagrados”. Esse verbo é “constantemente usado na Septuaginta para expressar a dedicação e consagração de pessoas e coisas a Deus”. O mesmo termo foi usado para Jeremias com respeito ao trabalho que Deus lhe conferiu como profeta (Jeremias 1:5) e também a Arão e seus filhos com respeito ao trabalho deles como sacerdotes (Êxodo 29:1).

Em João 10:36, Jesus é aquele a quem o Pai “santificou e enviou ao mundo” – ou seja, Jesus foi separado pelo Pai para cumprir sua missão no mundo. Os discípulos de Jesus são separados do mundo por Deus para servir a ele, desde que creiam e vivam em harmonia com a verdade, que é a palavra de Deus. Pois, apenas quem aceita a verdade e vive em conformidade com a verdade pode ser santificado.

 

“... mas haveis sido justificados...”

O verbo “justificar”, “quer dizer declarar justo” . É um termo judicial, empregado com relação aos absolvidos. Paulo o utiliza com referência ao ato de Deus pelo qual, com base na morte expiatória de Cristo, Ele declara justos os crentes e os aceita como Seus.

É curioso que esta referência se segue à referência à santificação. Pode ser que Paulo sentisse que a santificação exigia ênfase especial. Calvino sustentava que todos os três termos se referem à mesma coisa, embora em diferentes perspectivas.

 

“... em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus.”

O nome traz perante nós tudo o que está implícito no caráter do Senhor, enquanto que o título por extenso, o Senhor Jesus Cristo apresenta a dignidade daquele a quem servimos. Ao invocar o nome do Salvador, Paulo afirmou que Jesus é o agente da lavagem, santificação e justificação.

A obra mediadora do Espírito forja os laços entre Deus e o Seu povo. Há um poder manifesto na vida cristã, e esse poder não é humano. É poder divino, dado pelo próprio Espírito de Deus.

O que aqueles indivíduos eram agora em Cristo era totalmente diferente do que haviam sido quando filhos deste mundo.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
26/5/2024

FONTES:

MORRIS, Leon. I Coríntios: Introdução e Comentário. Tradução Odayr Olivetti. São. Paulo. Mundo Cristão, 1983

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201702_03.pdf

quarta-feira, 5 de junho de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 5 DE JUNHO DE 2024 (1 João 3.2)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
5 DE JUNHO DE 2024
O PROPÓSITO DE SER COMO JESUS

1 João 3.2 “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos.”


“Amados, agora somos filhos de Deus,”

João faz questão de lembrar-nos do nosso privilégio. O privilégio de ser chamados filhos de Deus: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome” (João 1.12). Mas, como atualiza João nesse verso, não somos agora meramente chamados filhos de Deus; somos filhos de Deus. Não só temos o nome, mas também a realidade.

O chegar a ser filhos de Deus é um dom de Deus. Por sua natureza, o homem é criatura de Deus, porque Deus é seu criador, mas pela graça o homem chega a ser filho de Deus.


“... e ainda não é manifestado o que havemos de ser.”

Não nos foram reveladas a maneira exata como seremos transformados nos filhos espirituais de Deus na ressurreição nem a natureza exata de nossa futura existência.

Ou seja, ainda mantemos um corpo mortal e corruptível. Paulo escreve aos coríntios: “Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido” (1 Coríntios 13.12).

Até o momento enfrentamos as fraquezas dos nossos corpos abatidos. Porém, temo essa expectativa e devemos aguardar a redenção do nosso corpo: E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo” (Romanos 8.23).

 

“Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele;”

O motivo desta mudança é que o veremos no arrebatamento da igreja que acontecerá simultaneamente com a chamada primeira ressurreição: “Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados;  Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1 Coríntios 15.51-52).  E encontraremos com o Senhor nos ares e assim estaremos pra sempre com o Senhor.

 

Não pode ser na manifestação em glória, pois, Paulo escrevendo aos colossenses disse: “Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória” (Colossenses 3.4). Na vinda em glória a igreja se manifestará com Cristo já glorificada:  E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro” (Apocalipse 19.14). Perceba as vestes brancas á promessa aos que vencerem e cavalos brancos igualmente representa vitória.

 

“... porque assim como é o veremos.”

Quando Cristo se manifestar, poderemos vê-lo como Ele é, e não como era. Os apóstolos o virão quando se manifestou como homem: “O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida” (1 João 1.1). O mesmo apóstolo João quando exilado em Patmos o viu como Ele é, revestido de Glória, e não suportou: “E eu, quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último” (Apocalipse 1.17).

A grande meta de todas as grandes almas foi à visão de Deus. O fim de toda devoção é ver a Deus. Moisés ansiou por vê-lo e pediu que lhe mostra-se sua glória e Deus respondeu: “Não poderás ver a minha face, porquanto homem nenhum verá a minha face, e viverá” (Êxodo 33.20), “me verás pelas costas; mas a minha face não se verá” (Êxodo 33.20). Mas nós quando recebermos nosso corpo glorioso o veremos como Ele é.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
26/5/2024

FONTES:

BARCLAY, William. The FirstLetterof John. Tradução: Carlos Biagini. 1974.