sábado, 2 de dezembro de 2023
Leitura bíblica diária Cpad - 2 de dezembro de 2023 - Mateus 9.12
sexta-feira, 1 de dezembro de 2023
Leitura bíblica diária Cpad - 1 de dezembro de 2023 - Filipenses 2.4
(Filipenses 2:4) “Não
atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é
dos outros.”
No mundo de hoje, cada pessoa cuida e pensa primeiro de si mesma, e seu olhar está atento apenas aos próprios interesses. Os interesses dos outros estão fora de seu verdadeiro campo de visão. Por isso, tampouco existe no mundo verdadeira comunhão, mas somente o medo recíproco e a ciumenta autodefesa contra o outro. Na irmandade da Igreja de Jesus, isso pode e deve ser diferente.
É importante ressaltar que Paulo não exige que eu negligencie as minhas coisas e somente me engaje a favor dos outros. A Bíblia ensina que toda pessoa deve ter uma preocupação legítima consigo mesma: “Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja” (Efésios 5:28,29). O que Paulo espera que o nosso olhar de amor e preocupação também caia sobre as necessidades, dificuldades e aflições do nosso irmão.
O apóstolo Paulo procura inculcar na mente dos cristãos que o espírito egoísta contradiz o espírito cristão, cujo padrão de vida baseia-se no amor ao próximo. Antes de querer pensar apenas nas minhas coisas, nos meus interesses, devo pensar em ser útil às pessoas nos seus interesses: “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas” (Mateus 7:12).
A convivência com os irmãos da mesma fé requer de cada cristão uma boa dose de humildade e desprendimento. O meu crescimento não pode prejudicar o crescimento dos demais. Os meus dons não são para o usufruto meu, mas devem ser úteis à comunidade. Os que buscam primazia no seio da igreja com atitudes egoístas se esquecem do princípio deixado por Jesus: “E qualquer que, dentre vós, quiser ser o primeiro será servo de todos”(Marcos 10.44).
Na ética cristã, aprendemos um princípio básico em relação às pessoas que é o de, primeiro, pensar nos outros no sentido de ajudar: “E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hebreus 10:24)
O Espírito Santo ajuda o crente a evitar todo partidarismo, egoísmo e vanglória, produzindo no seu coração um sentimento de respeito e amor pelos demais irmãos da mesma fé: O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor” (Romanos 12:9-11)
No aspecto familiar da igreja: Deus é nosso Pai e nós somos irmãos e irmãs. Em outras religiões os adeptos se tratam como “irmãos”; mas, pelo que se sabe, só no cristianismo os membros são orientados a amarem uns aos outros como irmãos. Como irmãos e irmãs em Cristo, eles deveriam se amar cordialmente uns aos outros; deveriam buscar o melhor uns para os outros. Jesus disse: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (João 13:35). Não devemos nos preocupar em ser honrados; mas em honrar os outros.
O amor não se deixa levar pela “auto-estima”, mas pela “outro-estima”.
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
26/11/2023
FONTES:
GABY, Wagner. Até os confins da terra – Pregando o evangelho a todos os povos até a volta de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.
CABRAL, ElienaI. Fllipenses - A humildade de Cristo como exemplo para a Igreja. – Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1999.
LOPES, Hernandes dias. Filipenses: a alegria triunfante no meio das provas; Hernandes Dias Lopes. São Paulo: Hagnos, 2007.
DE BOOR, Werner. Carta aos Efésios, Filipenses e Colossenses, 2006.
Bruce , F. F. Filipenses, 1992.
http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201012_07.pdf
http://biblecourses.com/Portuguese/Po_lessons/Po_200904_05.pdf
quinta-feira, 30 de novembro de 2023
Leitura bíblica diária Cpad - 30 de novembro de 2023 - 1 João 3.17-18
quarta-feira, 29 de novembro de 2023
Leitura bíblica diária Cpad - 29 de novembro de 2023 - Mateus 23.34-37
terça-feira, 28 de novembro de 2023
Leitura bíblica diária Cpad - 28 de novembro de 2023 - Romanos 8.35-39
segunda-feira, 27 de novembro de 2023
Leitura bíblica diária Cpad - 27 de novembro de 2023 - Efésios 6.12
“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, “
O conflito contra o reino das trevas “não é contra carne e sangue”. “Carne e sangue” significa “ seres humanos” na sua presente natureza humana mortal: “Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus” (Mateus 16:17). Não é contra a pessoa humana, mas contra o reino das trevas nas “regiões celestes”. Noutras palavras, nossa luta não é contra homens ou mulheres, mas contra inteligências cósmicas; nossos inimigos não são humanos, mas demoníacos.
Os leitores asiáticos de Paulo estavam bem familiarizados com este fato. Sem dúvida se lembravam — ou deviam ter ouvido contar o caso — do incidente dos exorcistas judeus em Éfeso (Filhos de Ceva) que foram suficientemente atrevidos para procurarem expulsar espíritos malignos em nome de Jesus sem eles mesmos conhecerem o Jesus cujo nome invocavam. Ao invés de conseguirem o que tentavam, foram dominados pelo endemoninhado e fugiram em pânico, desnudos e feridos:“E, saltando neles o homem que tinha o espírito maligno, e assenhoreando-se de todos, pôde mais do que eles; de tal maneira que, nus e feridos, fugiram daquela casa” (Atos 19:16)
Na continuidade do versículo em comento, Paulo identifica as forças do mal que marcham contra a Igreja.
“...mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. ”
O apóstolo menciona a existência de quatro categorias entre as hostes de Satanás que atuam no propósito do reino das trevas dispostas em ordem de batalha contra os crentes, a saber: principados, potestades, príncipes do mundo destas trevas e hostes espirituais da iniquidade.
Esses seres são caracterizados por três aspectos: são poderosos; são malignos e são astutos.
O termo “principados” é a forma plural do grego arché, com a ideia de primazia de poder ou domínio, e o termo “potestades” é plural de exoussía, que denota liberdade para agir e autoridade para presidir. A expressão refere-se a governos ou autoridades tanto na esfera terrestre quanto na espiritual.
“Príncipes destas trevas” significam literalmente “governantes do mundo” que, ao lado de Satanás, governam sobre a atual Ordem Mundial, organizada em rebelião contra Deus. Stott lembra que eles também são chamados de “os dominadores deste mundo tenebroso”, o que pode ser referência ao título de “príncipe deste mundo”, que Jesus atribuiu ao Diabo:“..., porque já o príncipe deste mundo está julgado” (João 16.11), bem como a declaração de João de que “todo o mundo está no maligno” (1 João 5.19).
Quanto às “hostes espirituais da maldade”, compreende-se as vastas hostes de demônios que servem aos propósitos iníquos de Satanás para a destruição geral: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (João 10:10)
Literalmente, essas forças espirituais do mal, habitam nas regiões celestes: “Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência” (Efésios 2:2).
Apesar desse imenso império do mal, a Igreja é exortada a não temer. Em contraste com o poder do domínio sobrenatural hostil, Paulo enfatiza a superioridade do poder de Deus e a supremacia de Cristo (Ef 1.19-23; 4.8-10).
Ele demonstra que os fiéis têm acesso a esse poder em virtude de sua união com Cristo”. Doravante, somos incentivados a lutar e, sobretudo, vencer, pois o Senhor da Igreja está elevado ao nível “acima de todo principado, e poder, e potestade, e domínio” (1.21).
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
26/11/2023
FONTES:
GABY, Wagner. Até os confins da terra – Pregando o evangelho a todos os povos até a volta de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.
CABRAL, ElienaI. Comentário Bíblico: Efésios. 3a Ed. – Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1999.
BAPTISTA, Douglas. A igreja eleita – Redimida pelo sangue de Cristo e selada com o Espírito Santo da promessa. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.
PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. Batista Regular,
2017.
STOTT, John. A mensagem de Efésios - A Nova Sociedade de Deus [tradução de Gordon Chown] - 6.a ed. - São Paulo: ABU Editora, 2001.
FOULKES, Francis. Efésios – Introdução e comentário. São Paulo: Edições Vida Nova, 2014.
domingo, 26 de novembro de 2023
Lição 10: O Desafio da Janela 10/40 - Trimestre de 2023.

TEXTO ÁUREO
“E desta maneira me
esforcei por anunciar o evangelho, não onde Cristo houvera sido nomeado, para
não edificar sobre fundamento alheio. ” (Romanos 15.20)
“E desta maneira me
esforcei por anunciar o evangelho,”
Paulo apresenta a igreja de Roma um relatório modesto e sucinto sobre os dez anos de árduo labor apostólico, incluindo suas três heróicas viagens missionárias: “desde Jerusalém e arredores, até o Ilírico, proclamei plenamente o evangelho de Cristo” (19b). Ele plantou igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor. Seguindo a rota do sol, seu caminho o conduziu do leste para o oeste, até a costa do mar Adriático.
Essa região da Ilíria se situava na costa ocidental do mar Adriático, na Macedônia, e corresponde aproximadamente à Albânia e à parte sul do que era a antiga Iugoslávia. Lucas não registra, no livro de Atos, nenhuma visita de Paulo ao Ilírico. Mas o intervalo entre o fim do ministério de Paulo em Éfeso e o início de sua última viagem a Jerusalém foi provavelmente maior do que se poderia inferir de uma casual leitura de Atos, onde se comprime em meia dúzia de versículos (At 20:1-6).
Há razão para se pensar que Paulo cruzou o mar para a Macedônia (ver 2 Coríntios 2:12) e passou os seguintes quinze a dezoito meses na Macedônia e na Acaia. Deve ter sido dentro deste período que atravessou a Macedônia de leste a oeste seguindo a Estrada Egnácia, até à fronteira do Ilírico.
Agora, que marcou no mapa os pontos alcançados durante esses dez anos de esforço missionário, Paulo explica a consistente política pioneira que jazia por detrás desse seu trabalho.
“... não onde Cristo
houvera sido nomeado, para não edificar sobre fundamento alheio. ”
O objetivo de Paulo era ser um pioneiro na pregação do evangelho, estabelecendo novas congregações em vez de trabalhar com aquelas que já existiam. Emprestando uma frase do famoso seriado de ficção científica “Jornada nas Estrelas”, poderíamos dizer que o esforço de Paulo consistia em “audaciosamente ir onde nenhum homem jamais esteve”.
A passagem que ele citou no versículo 21 “Aqueles a quem não foi anunciado, o verão,E os que não ouviram o entenderão” é de Isaías 52:15. Isaías 52 é um salmo sobre o Servo Sofredor (o Cristo). As palavras são adequadas para descrever o alvo de Paulo de levar a boa notícia aos que “não haviam tido notícia dele” e aos “que nada tinham ouvido a seu respeito”.
Paulo não estava sugerindo que seu método missionário devesse ser adotado por todo pregador. Cada um possui seus dons dados por Deus (Romanos 12:4–6a). Em 1 Coríntios 3:6 Paulo usou uma figura de linguagem da agricultura para descrever como seu trabalho se diferenciava dos demais. Ele disse que ele havia plantado a semente em Coríntio, mas que Apolo regou essa semente.
No versículo 10 do mesmo capítulo, ele usou a analogia arquitetônica usada em Romanos 15:20: “Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamento como prudente construtor; e outro edifica sobre ele”. Muitos pregadores se enquadram melhor no trabalho com congregações já estabelecidas ajudando seus membros a crescerem espiritual e numericamente.
Todavia, ainda precisamos de “Paulos” que avistem o horizonte, em busca de novos campos para ali plantar a semente do reino. Paulo explicou: “Essa foi a razão por que também, muitas vezes, me senti impedido de visitarvos” (v. 22) — ou seja, porque sempre havia regiões aonde o Senhor queria que ele fosse..
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
23/11/2023
FONTES:
GABY, Wagner. Até os confins da terra – Pregando o evangelho a todos os povos até a volta de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.
http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200906_01.pdf
LOPES, Hernandes dias. Romanos: o evangelho segundo Paulo. São Paulo, SP: Hagnos 2010.
STOTT, John. A mensagem de Romanos. ABU Editora, 2000.
BRUCE, F, F. Romanos - Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 2002.
sábado, 25 de novembro de 2023
Leitura bíblica diária Cpad - 25 de novembro de 2023 - Mateus 6.20
sexta-feira, 24 de novembro de 2023
Leitura bíblica diária Cpad - 24 de novembro de 2023 - 2 Coríntios 9.6
(2 Coríntios 9:6) “E
digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em
abundância, em abundância ceifará.”
Muitos dos preceitos éticos e morais do Novo Testamento foram prefigurados na lei mosaica. O próprio Jesus sinalizou que Sua intenção era expandir os princípios morais estabelecidos na lei, e não aboli-los: “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir” (Mateus 5:17).
A generosidade é um preceito ético do Antigo Testamento: “Ele espalhou, deu aos necessitados; a sua justiça permanece para sempre, e a sua força se exaltará em glória” (Salmos 112:9). Nos cristãos devemos exercê-la com piedade: “E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha” (Atos 4:35)
Em algum ponto, a generosidade pode fomentar a dependência irresponsável de outras pessoas “Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes fazendo coisas vãs” (2 Tessalonicenses 3:11). Devemos sempre julgar, se uma pessoa realmente precisa ou apenas se beneficiará de nossa ajuda.
Se um irmão se recusa a trabalhar para sustentar a si mesmo e a sua família, devemos repreendê-lo e até evitar nos associarmos com ele: “Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais” (1 Coríntios 5:11).
“E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco
também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará.”
Conceitos semelhantes ao que Paulo expressou nesse versículo são encontrados no Antigo Testamento: “Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará” (Salmos 1:3). A alma generosa prosperará e aquele que atende também será atendido”(Provérbios 11:25).
Para incentivar a generosidade, Paulo lembra-lhes um princípio que todo agricultor sabe. “Havia um fazendeiro no norte da Califórnia que reclamava porque as suas colheitas não davam tanto quanto as de seus vizinhos. Ele testou o solo e comprovou que era do mesmo tipo dos vizinhos. Então descobriu a diferença. Ele semeava a metade da quantidade de sementes que os vizinhos”.
Se os agricultores precisam ser lembrados deste princípio, nós ainda mais. Deus, ao fim, com a mesma medida da nossa generosidade, nos recompensará (cf. Provérbios 11.18,25; 22.8; Gl 6.7-9). O apóstolo havia admoestado os cristãos da Galácia com as seguintes palavras: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7).
Duas vezes no contexto Paulo se referiu à generosidade. Os coríntios haviam prometido uma “dádiva” e o apóstolo os exortou a concretizar essa “expressão de generosidade”.
Ele falou de semear “com fartura” e de colher “com abundância”. Apesar de Deus abençoar o cristão generoso, Paulo não tinha a intenção de enunciar uma regra invariável que abrange todos os aspectos da vida. Nem todo sofrimento e nem toda bênção é a resposta direta de Deus a algum ato particular na vida de uma pessoa; no entanto, tanto a bondade quanto a impiedade produzem frutos nesta vida e na vida futura.
A bondade é recompensada em algum grau neste mundo. A pessoa que tende a ser generosa e bondosa, disse Paulo, colhe o que ceifou ou semeou. Ainda que Paulo estivesse discorrendo acerca da “semeadura” dos coríntios na oferta para os irmãos pobres da Judéia, o princípio que ele apresentou tem uma aplicação abrangente. A colheita de recompensas espirituais das sementes espirituais ocorre nesta vida e no mundo vindouro: “Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos” (Salmos 126:6)
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
23/11/2023
FONTES:
GABY, Wagner. Até os confins da terra – Pregando o evangelho a todos os povos até a volta de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.
http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202108_03.pdf
HORTON, Stanley. I e II Corintios – os problemas da igreja e suas soluções. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.