domingo, 26 de maio de 2024

2 Timóteo 3.8

 

2 Timóteo 3.8 E, como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes resistem à verdade, sendo homens corruptos de entendimento e réprobos quanto à fé.

 

E, como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes resistem à verdade,”

Após discriminar as péssimas qualidades de falsos mestres, no seio da igreja cristã, Paulo alerta a Timóteo que tais homens têm “aparência de piedade”, mas negam “a eficácia dela” e ordena que o discípulo se afaste deles (2 Timóteo 3.5).

E compara tais homens aos magos de Faraó, “Janes e Jambres”, que fizeram suas feitiçarias ou mágicas, resistindo a Moisés: E Faraó também chamou os sábios e encantadores; e os magos do Egito fizeram também o mesmo com os seus encantamentos” (Êxodo 7.11).

Seus nomes não ocorrem no A.T., nem são mencionados por Filo ou Josefo, mas há referências a eles nos documentos de Qumrã bem como na literatura judaica e pagã posteriores, e na literatura cristã primitiva.

Esses personagens procuravam demonstrar que eram tão eficazes como Moisés quanto à operação de milagres. Havia provavelmente mais, e a menção destes é simplesmente uma maneira de designar os mágicos do Egito.

Eles intentavam fazer os mesmos milagres operados por Deus por intermédio de Moisés, mas seu poder se revelou limitado: “Então disseram os magos a Faraó: Isto é o dedo de Deus (Exôdo 8.19), e eles foram atingidos pelos juízos de Deus da mesma forma que o restante do povo do Egito: “De maneira que os magos não podiam parar diante de Moisés, por causa da sarna; porque havia sarna nos magos, e em todos os egípcios” (Exôdo 9.11). Esses dois magos egípcios acabaram se tornando emblemáticos e simbolizando todos aqueles que tentam frustrar os propósitos de Deus e resistir à sua Palavra.

Warren Wiersbe tem razão em dizer que Satanás é imitador e falsifica o que Deus faz. Os líderes religiosos dos últimos dias têm uma fé falsa, e seu objetivo é promover mentiras e resistir à verdade da Palavra de Deus. Eles negam a autoridade das Escrituras e colocam a sabedoria humana em seu lugar.

 

 “... sendo homens corruptos de entendimento e réprobos quanto à fé.

Os falsos mestres têm não apenas uma teologia errada, mas também uma vida errada. Aquilo em que eles creem determina o que eles fazem. Eles eram culpados de um duplo afastamento. Em primeiro lugar, eram “de todo corrompidos na mente”. Uma mente desperdiçada é um grande desperdício! Em segundo lugar, eles eram “réprobos quanto à fé” (“reprovados na fé”, NVI].

Qualquer um que se juntasse a essas pessoas para ser edificado na fé descobriria que desperdiçou tempo e esforço! As pessoas que se comportam dessa maneira geralmente são desprezadas, pois “a sua insensatez será a todos evidente”: “Os pecados de alguns homens são manifestos, precedendo o juízo; e em alguns manifestam-se depois (1 Timóteo 5:24).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
28/5/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Ordenanças de Cristo nas Cartas Pastorais. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.

HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.

KELLY, John N. D. I e II Timóteo e Tito: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova e Editora Mundo Cristão, 1983.

Lopes, Hernandes Dias. 2 Timóteo: o testamento de Paulo à igreja. São Paulo: Hagnos, 2014.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200401_01.pdf

João 17.17

João 17.17 ”Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.”

 

”Santifica-os na tua verdade;”

Em sua oração sacerdotal Jesus ora ao pai intercedendo por seus discípulos que em breve não teriam mais a sua presença em carne. O primeiro pedido que Jesus fez por seus discípulos foi para que eles fossem guardados ou protegidos (17:11b–16). O segundo pedido é esse, para que fossem santificados (17:17–19).

Santificar significa “consagrar”, “separar” ou “reservar algo para propósitos sagrados”. Esse verbo é “constantemente usado na Septuaginta para expressar a dedicação e consagração de pessoas e coisas a Deus”. O mesmo termo foi usado para Jeremias com respeito ao trabalho que Deus lhe conferiu como profeta (Jeremias 1:5) e também a Arão e seus filhos com respeito ao trabalho deles como sacerdotes (Êxodo 29:1).

Em João 10:36, Jesus é aquele a quem o Pai “santificou e enviou ao mundo” – ou seja, Jesus foi separado pelo Pai para cumprir sua missão no mundo. Agora ele ora para que o Pai também “santificasse” seus discípulos.

No Antigo Testamento, a consagração era feita através da observância de rituais e cerimônias. Aqui Jesus deixou claro que o instrumento da consagração dos discípulos era “a verdade”.

 

“... a tua palavra é a verdade.”

Jesus explicou o significado de “verdade” na próxima frase: a tua palavra é a verdade. A verdade é a totalidade da revelação de Deus de si mesmo, personificada em Jesus e por ele comunicada: “Porque lhes dei as palavras que tu me deste; e eles as receberam, e têm verdadeiramente conhecido que saí de ti, e creram que me enviaste (João 17:8 e 14).

Os discípulos foram purificados (limpos) por meio da palavra que Jesus lhes anunciou (15:3). E eles seriam santificados pelo mesmo meio. Mais tarde, o Espírito Santo forneceria aos apóstolos o dom do Espírito para cumprirem sua missão; todavia, Jesus afirmou que o instrumento da obra que eles realizariam era a verdade, a palavra que proclamariam em seu nome.

Os discípulos de Jesus seriam separados do mundo por Deus para servir a ele, desde que cressem e vivessem em harmonia com a verdade, a “palavra” do Pai. Só quem aceita a verdade e vive em conformidade com a verdade pode ser consagrado ou dedicado ao serviço de Deus.

Assim como Jesus fora enviado ao mundo pelo Pai para cumprir sua missão, ele enviaria [seus discípulos] ao mundo para dar continuidade ao seu trabalho.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
26/5/2024

FONTES:

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202204_04.pdf

Romanos 6.22

 

Romanos 6.22 “Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.”

 

“Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus,”

Aqui Paulo efetivamente, pregou uma faixa em nossas vidas com esse aviso: “Sob nova direção!” No passado, nossas vidas eram “dirigidas” pelo pecado e por Satanás, mas fomos “comprados por preço” (1 Coríntios 6:20); estamos agora “sob a direção divina”. Esse fato deve impactar nossas vidas.

Jesus disse que quem pratica pecado é servo do pecado (João 8.34), mas se o Filho nos libertar verdadeiramente seríamos livres (João 8.36). Paulo afirma que pela obra de Cristo morremos para o pecado e aquele que está morto está justificado do pecado (Romanos 6.7). Sendo assim, não pode o pecado mais exercer domínio sobre nós.  E uma vez libertados do pecado, fomos feitos servos da justiça (Romanos 6.18).

O nosso senhorio mudou. Estamos sim sob nova direção, então agora vivemos para Deus.

 

“... tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.”

Quando vivíamos no pecado, nossos frutos eram as obras da carne, mas libertos do seu poder e domínio, tendo uma nova natureza implantada em nosso ser, nos tornamos novas criaturas.

Além das obras da carne outros “frutos” do pecado são: consciência culpada, não ser o que Deus idealizou que sejamos, inimizade de quem amamos e incapacidade de desfrutar das bênçãos que Deus quer que tenhamos. O resultado mais terrível, obviamente, é a morte espiritual. Paulo disse: “... porque o fim delas é morte” (Romanos 6:21b).

Mas agora, tudo mudou, e até os frutos. João Batista falou a respeito da importância de produzirmos frutos dignos de arrependimento (Mateus 3.8). João estava dizendo que o arrependimento genuíno será acompanhado pelo fruto da justiça.

A medida que o cristão trilha a estrada da justiça, ele vive a vida santificada (separada). Se um homem não está sendo santificado, não há razão para se pensar que tenha sido justificado. O termo grego para santificação é hagiasmos. Substantivos gregos que terminam em asmos descrevem não um estado acabado, mas um processo. A santificação não é um estado acabado; é o caminho à santidade. Nesse caminho o fruto do Espírito precisa ser desenvolvido à medida que nos aproximamos de Deus. Trilhar por essa estrada conduzirá por fim a vida eterna.

Na servidão ao pecado, o fruto é para a condenação e a morte. Na obediência à justiça, o fruto é para a santificação e o seu fim é a vida eterna.

 


DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
26/5/2024

FONTES:

CABRAL, Elienai. Romanos – O evangelho da Justiça de Deus. Rio de Janeiro: CPAD 2005.

BARCLAY, William. The Letter to the Romans - Tradução: Carlos Biagini.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/Po_lessons/Po_200901_01.pdf

2 Pedro 2.4

 

2 Pedro 2.4 “Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo;”

 

“Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram,”

O apóstolo Pedro está argumentando que o mesmo Deus que executou o julgamento no passado era plenamente capaz de fazê-lo novamente. “Ele não vai poupar os falsos mestres. Eles também serão julgados”. Pedro não disse isso, mas está suficientemente implícito.

Quando esses anjos pecaram? Por não ter contexto imediato essa passagem possui mais de uma explicação.

Alguns citam que pecaram no incidente bíblico de Gênesis 6:2 “vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres”. Nessa interpretação os filhos de Deus são anjos: “E em certo dia, os filhos de Deus vieram para se apresentarem diante do SENHOR, e Satanás também veio entre eles” (Jó 1.6). Os anjos haveriam se relacionados com mulheres e gerados os gigantes da terra. Posteriormente viria seu castigo.

Quem acredita nisso tem sua fonte no não canônico de Livro de Enoque. Todavia, nem a ortodoxia nem Flavio Josefo concordam que os Filhos de Deus esses são anjos. Agostinho afirmou que ninguém pode tomar este relato literalmente e ninguém pode falar a respeito dos anjos dessa maneira. Jesus afirmou que anjos não se casam, e que um dia seremos como eles: ” Porque na ressurreição nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no céu” (Mateus 22.30).

A outra explicação é baseada na rebelião ocorrida no céu e a queda no mundo angelical (Isaías 14.12-15; Ezequiel 28.11-19). O anjo de luz transformou-se em Satanás, que arrastou consigo um terço dos anjos (Apocalipse 12.4). Destes alguns se tornaram demônios e servem seu novo comando, outros, mais ferozes, foram precipitados no inferno (Tártaro), um lugar de trevas, onde aguardam o juízo de Deus.

Judas também fez alusão ao julgamento que sobreveio a certos anjos, mas ele acrescentou que eles caíram porque não estavam satisfeitos com o lugar que Deus lhes conferiu: "E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão, e em prisões eternas até o juízo daquele dia" (Judas v.6).

Judas e outras fontes paralelas, dizem que algumas ordens angelicais caíram. Eles abandonaram o seu estado original. O lugar de honra, de bem-estar e do domínio que eles possuíam nos lugares celestiais, nas esferas espirituais da existência. Antes, tais anjos contavam com o favor divino, pois eram espiritualmente puros e tinham um poder inconcebível. Mas caíram.

Isso sucedeu propositadamente. Fizeram uma louca escolha e má decisão. A sua má escolha pode-se ver em inferência nas palavras de Elifaz, o Tamanita, o amigo de Jó,"...e nos seus anjos encontra loucura" (Jó 4.18b).

 

“... mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão,”

Esses não estão presentemente a serviço de Satanás, e sim, aprisionados por expressa ordem de Deus, em cadeias eternas, na escuridão exterior.

A palavra traduzida por inferno é “Tártaro” e é mencionada apenas uma vez na Bíblia. O Tártaro não é de modo nenhum um conceito judeu, mas sim grego. Na mitologia grega o Tártaro é o inferno mais baixo; está tão abaixo em relação ao Hades como o está a Terra em relação ao Céu.

Ele é classificado por alguns eruditos como sendo um lugar separado do Hades, ou, como é mais provável, o próprio Abismo. Pois, alguns manuscritos dizem que esses anjos foram presos “com correntes de trevas”, e outros “em abismos de trevas”. ARA segue a segunda opção: os entregou a abismos de trevas. Havia um abismo intransponível entre as duas partes do Hades, de forma que Lázaro não podia ir para o outro lado onde estava Deus. Lucas 16.26-31.

No milênio Satanás será amarrado e lançado no abismo: “E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações, até que os mil anos se acabem” (Apocalipse 20.1-3). Os demônios temem o Abismo, pois eles rogaram a Jesus que não os lançasse ali: “E rogavam-lhe que os não mandasse para o abismo” (Lucas 8.31).

 

“... ficando reservados para o juízo;”

Esses anjos não ficarão no Tártaro para sempre. Eles estão esperando pelo julgamento do grande dia. ”... reservou na escuridão, e em prisões eternas até o juízo daquele dia" (Judas v.6). Eles estão reservados. Durante a Grande Tribulação, durante o toque da quinta trombeta, eles ficarão por cinco meses sob o domínio total de Satanás, depois, certamente, voltarão a ser aprisionados e evidentemente comparecerão a Juízo Apocalipse 9.1-3.

Isso não significa que serão libertados no dia do julgamento. Certamente não serão! As evidências estão sendo coletadas, de modo que Deus possa proferir o veredito naquele dia temível. Serão julgados certamente na ocasião do Grande Trono Branco. Os crentes ajudarão a julgar os anjos. “Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos?” (1 Coríntios 6.3). Após eles serão atormentados de dia e de noite pelos séculos dos séculos (Apocalipse 20.10).

Apesar desta passagem ser difícil, o seu significado é claro. Até os próprios anjos foram castigados quando pecaram por sua concupiscência. Quanto mais serão castigados os homens? Os anjos não puderam rebelar-se contra Deus e escapar às conseqüências dessa rebelião. Como poderão escapar os homens? Os seres humanos não precisam culpar a outros, nem mesmo aos anjos; nada nem ninguém, exceto sua rebelde concupiscência, é responsável pelo pecado que eles cometem.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
28/5/2024

FONTES:

Lopes, Hernandes Dias. 2 Pedro e Judas : quando os falsos profetas atacam a Igreja. — São Paulo: Hagnos, 2013.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201412_04.pdf

SILVA, Severino Pedro. A doutrina bíblica dos anjos- Estudo sobre a natureza e ofício dos seres celestiais. Rio de Janeiro:  CPAD, 1987.

Livro de Enoque, o etíope. São Paulo: Fonte Editorial, 2019.

SILVA, Severino Pedro. Apocalipse Versículo por Versículo. Rio de Janeiro:  CPAD, 1985.

Kistemaker, Simon J.  Epístolas de Pedro e Judas, trans. Susana Klassen, 1a edição., Comentário do Novo Testamento. São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã, 2006.

Barclay, William. The Letters of James and Peter (Título Original em Inglês). Tradução: Carlos Biagini.

1 Tessalonicenses 4.18

1 Tessalonicenses 4.18 "Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras."


Após concluir sua exposição sobre a primeira ressurreição e arrebatamento o apóstolo Paulo conclui: consolai-vos uns aos outros com estas palavras". A intenção do apóstolo era instruir a igreja de Tessalônica para não ser ignorante acerca dos que "dormem" (v.13), ou seja, dos que morreram em Cristo. Pois, havia cerca preocupação nesta igreja pois alguns que aguardavam a vinda do Senhor nos ares haviam morrido. E possivelmente especulava-se alguma frustação acerca da condição destes quanto a vinda do Senhor.

A conseqüência que se segue e' que os tessalonicenses realmente não têm motivo para se entristecerem por causa daqueles que já morreram. Pelo contrário, podem Consolar-se, uns aos outros com estas palavras. A palavra Consolar (traduzida como “exortar” em 4.1), tem aqui o sentido de consolo e de encorajamento. O consolo dado por Paulo através da palavra (aqui palavras) do Senhor deve ser passado adiante pelos tessalonicenses, uns aos outros. Podem basear-se na firme certeza oferecida por um apelo à autoridade do próprio Senhor. Eles deviam se consolar:

Pois, eles podiam ter esperança de revê-los na vinda do Senhor (v.13). Sendo assim, não deveriam sofrer a separação como os que não possuem essa esperança: "Porém, agora que está morta, por que jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim" (2 Samuel 12.19)

Eles criam na Ressurreição de Cristo. E Cristo se tornou a "primícia dos que dormem". E se ele ressuscitou é fato que os que "dormem" serão ressuscitados com Ele: "Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda" (1 Coríntios 15.20-23)

Os que serão arrebatados não precederam os que dormem por que a ressurreição destes acontecerá primeiro: "Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os seguem" (Apocalipse 14.13)

Após a ressurreição destes, nos encontraremos com eles novamente nas nuvens após sermos transformados: "Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos" (Apocalipse 20.6)

E finalmente estaremos reunidos para sempre com o Senhor! "E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também" (João 14.3)


DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
26/5/2024

FONTES:

MARSHALL, Howard. I e II Tessalonicenses - Introdução e Comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1984.

Apocalipse 3.12

 

Apocalipse 3.12 “A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome.”

 

“A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá;”

Jesus conclui a carta a igreja de Filadélfia com uma palavra de esperança e conforto. Promete bênçãos ao que vencer em Cristo Jesus. O vencedor é o que permanece fiel à Palavra de Deus face à adversidade e à oposição.

Quem vencer será coluna no templo de Deus. A Igreja do Senhor, já na presente era é a “Coluna e firmeza da verdade” (1 Timóteo 3.15b), e o que ela representa na atualidade, será, sem dúvida alguma na eternidade.

As colunas são usadas como emblemas de força e durabilidade. “... Eis que te ponho hoje por cidade forte, e por coluna de ferro...” (Jeremias 1.18). As duas colunas do Templo de Salomão postas no pórtico eram chamadas Jaquim, que significa “Ele estabelecerá”, e Boás, que significa “Nele há força”.

Claro está que “coluna no templo” é também uma figura de linguagem. Quando uma cidade sofre terremoto e cai, geralmente ficam em pé colunas de edifícios, porque a técnica de construção e os alicerces dessas colunas são reforçados. Filadélfia constatara isso várias vezes após terremotos sofridos. Daí a figura de expressão, aqui usada.

Por sermos Colunas no templo de Deus haveremos de estar sempre na presença de Deus, pois Deus mesmo é o Templo da Jerusalém Celeste: “E nela não vi templo, porque o seu templo é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro ( Apocalipse 21.22).

 

“... e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus,”

Naqueles dias, escrever o nome de alguém sobre alguma coisa era sinônimo de posse. O senhor escrevia seu nome nos servos como se estivesse marcando animais. Era sinal de posse. Receber o nome de Deus equivale a pertencer-lhe. Tal relacionamento jamais será quebrado. Seu nome será permanentemente inscrito sobre seus servos. Somos dele para sempre!

Além disso, Jesus diz que escreverá sobre ele “o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu do meu Deus”. Os vencedores receberão plena cidadania na Nova Jerusalém. Destes, serão removidas toda a dor e tristeza. Eles terão acesso à água da vida, comerão da árvore da vida, servirão a Cristo, verão sua face, reinarão com Ele e jamais serão molestados pelo ímpios.

 

“... e também o meu novo nome.”

Melhor que ter o nome da Nova Jerusalém escrito em nós, é ter o de Cristo. Seu nome representa a completa revelação de sua pessoa. Hoje, ainda não podemos imaginar-lhe a magnitude da glória. Mas quando chegarmos no céu, o conheceremos tal como é: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos” (1 João 3.2).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
03/06/2024

FONTES:

HORTON, Stanley M. Apocalipse as coisas que brevemente devem acontecer. Rio de Janeiro: CPAD, 2001.

SILVA, Severino Pedro. Apocalipse: versículo por versículo. Rio de Janeiro: CPAD, 1998

LAWSON, Steven J. As Setes Igrejas do Apocalipse: O Alerta Final para o seu povo. 5.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004,

sábado, 25 de maio de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 25 DE MAIO DE 2024 (2 Coríntios 5.18)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
25 DE MAIO DE 2024

2 Coríntios 5.18 “E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação;”

 

“E tudo isto provém de Deus,”

Paulo sublinha o fato de que tudo provém de Deus. O grande plano da salvação mediante o qual toda a criação deve redimir-se pertence a Deus, sendo ele quem, mediante Cristo, nos reconciliou consigo mesmo. É o próprio Deus quem toma a iniciativa e executa a reconciliação, mediante Jesus Cristo.

No Antigo Testamento era o pecador que levava um Cordeiro em sacrifício para a remissão dos pecados. No Novo Testamento João, o batista, quando vê a Cristo testemunha: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1.29). Deus nos envia o Cordeiro para nos reconciliar consigo mesmo.



“... que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo,

Os seres humanos estavam perdidos no pecado e éramos classificados como inimigos de Deus. Desde o início, construíram barreiras entre eles e o Eterno. Deus tomou a iniciativa de remover essas barreiras e efetuar a reconciliação: “Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida” (Romanos 5:10).

O significado de “reconciliação”, num sentido amplo, é: acordo entre duas ou mais partes, após um desentendimento ou estranhamento. A palavra implica diferenças esquecidas de boa fé e erros perdoados. Sugere arrependimento onde é necessário e perdão oferecido por quem foi injustiçado.

O meio pelo qual Deus efetuou a reconciliação com a raça humana foi Cristo, que morreu em favor de todos: “Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Coríntios 5.14-15). Childs colocou isto desta forma: …na morte e ressurreição de Cristo, no derradeiro evento do Deus-conosco, Cristo fez a ponte entre o divino e o humano, entre o Ser Único e os muitos seres criados, para nos tornar uma nova criação.

 

“... e nos deu o ministério da reconciliação;”

Em se tratando de Cristo, a reconciliação se aplica primeiramente à paz entre Deus e o homem. Isto aconteceu quando “aquele que não conheceu pecado, Ele o fez pecado por nós” (2 Coríntios 5:21a), mas a mensagem do evangelho traz reconciliação para outras áreas da vida. Quem atende ao chamado de Cristo se reconcilia também com seu semelhante.

Jesus expôs o conceito de reconciliação uma só vez. Ele usou uma palavra quase sinônima à que Paulo escolheu para falar de reconciliação entre as pessoas. Disse Jesus aos Seus seguidores: “Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta” (Mateus 5:23-24).



DEIVY FERRREIRA PANIAGO JUNIOR
18/5/2024

FONTES:

KRUSE, Colin. 2 Coríntios – Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1984.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202107_03.pdf

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202107_00.pdf

sexta-feira, 24 de maio de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 24 DE MAIO DE 2024 (Mateus 6.12)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
24 DE MAIO DE 2024 

Mateus 6.12 “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;”.

 

“E perdoa-nos as nossas dívidas,”

Segue aqui mais uma cláusula da Oração do Pai nosso. Devemos nos dirigir a Deus para pedirmos perdão, pois ele sempre está pronto a perdoar: Pois tu, Senhor, és bom, e pronto a perdoar, e abundante em benignidade para todos os que te invocam” (Salmo 86.5).

A palavra para dívidas é uma das palavras gregas para “pecado”: “E perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a qualquer que nos deve” (Lucas 11:4) e é usada pouquíssimas vezes no Novo Testamento.

Na língua aramaica, que era a língua comum da Palestina na época de Jesus, era costume se referir a pecado como uma “dívida”. Esta é uma palavra apropriada para usarmos quando nos achegamos ao trono da graça de Deus, pois somos todos devedores.

 

“... assim como nós perdoamos aos nossos devedores;”

A parábola de Jesus sobre o credor incompassivo (Mateus 18:23–35) foi contada para nos ensinar essa verdade:  Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas” (Mateus 18:35).

Quem não perdoa não será perdoado por Deus. Jesus deixou isso claro aqui em Sua oração modelo e depois aprofundou-se no assunto em 6:14, 15: ”Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas” .

O perdão de Deus para conosco depende da nossa disposição para perdoar quem peca contra nós, independentemente da pessoa merecer ou não o nosso perdão. Temos que perdoar assim como Jesus perdoou a todos – até aos que o crucificaram: “E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”  (Lucas 23:34).

Um jornalista inglês cita o seguinte incidente: “Conta o bispo Taylor que, num culto da Santa Ceia, na África, celebrado entre cristãos nativos de diferentes vilas, um negro, recém-convertido, ajoelhou-se com os outros irmãos. De repente, olhou de modo intenso e desvairado para o homem ao seu lado; depois levantou-se, saiu da igreja e correu para a floresta. Dias depois, assentava-se ele ao lado do mesmo homem. Perguntado sobre seu comportamento, explicou que, numa luta entre tribos vizinhas, aquele homem matara o seu pai e ainda ajudara a devorar-lhe o corpo numa festa de canibais. Havia jurado vingança e, quando viu o inimigo ao seu lado, aquele sentimento voltou-lhe à alma. Fugiu, entrando na floresta para orar. Lembrou-se, então, de como Jesus o perdoara e ressentimento saiu-lhe do coração.” 

Se lembrarmos sempre a grande dívida que nos foi perdoada, não teremos dificuldade em perdoar às ofensas de nosso irmão. Precisamos exercitar a misericórdia se esperamos recebê-la: “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo” (Efésios 4.32).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
18/5/2024

FONTES:

PEARLMAN, Myer. Mateus: O evangelho do grande Rei. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201205_02.pdf

quinta-feira, 23 de maio de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 23 DE MAIO DE 2024 (2 Samuel 12.1)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
23 DE MAIO DE 2024

2 Samuel 12.1 “E o SENHOR enviou Natã a Davi; e, apresentando-se ele a Davi, disse-lhe: Havia numa cidade dois homens, um rico e outro pobre.”

 

E o SENHOR enviou Natã a Davi; e, apresentando-se ele a Davi,”

Após cometer o pecado da sua vida. Davi esperou Bate-Seba passar dos dias de Luto por seu marido Urias. O costumeiro período de luto era de sete dias. Não sabemos se as viúvas prolongavam o luto por mais tempo. Imediatamente Davi tomou Bate-Seba por esposa, para que estivesse casada com ele o máximo de tempo possível antes do nascimento da criança. Esperava assim impedir quaisquer suspeitas de relacionamento extraconjugal que poderiam surgir.

O apóstolo Paulo falou daqueles que têm consciência cauterizada (1 Timóteo 4.2), do grego kauteriazo, quer dizer “marcar com ferro em brasa”. Seu aspecto figurativo fala de vidas insensíveis, as quais foram marcadas pelo pecado e já não há mais incômodo algum com aquelas marcas provocadas
pelo fogo. Davi estava com sua consciência morta, adormecida. Há um ano escondia seu duplo pecado, assim, para atiçar outra vez essa consciência morta, foi necessário que o profeta Natã. 

Enquanto em países como o Egito o rei era considerado divino, em Israel ele tinha de se submeter ao Senhor Deus, que o escolhera, e observar todos os mandamentos dados a Israel (Deuteronômio 17.15, 20). Era tarefa do profeta do Senhor encorajar o rei a cumprir essas obrigações e repreendê-lo em nome de Deus caso deixasse de cumpri-las.

Como os atos do rei Davi pareceram mal aos olhos do Senhor e o Senhor envia o Profeta a Davi.

 

“... disse-lhe: Havia numa cidade dois homens, um rico e outro pobre.”

Natã começa sua audiência com o rei, esboçando um caso hipotético que poderia muito bem ter ocorrido num dos tribunais locais. Não há nada que indique tratar-se de uma parábola, e Davi, o juiz supremo, que poderia se manifestar em casos difíceis prestou atenção aos detalhes esboçados pelo profeta em 61 palavras cuidadosamente escolhidas.

O caso diz respeito a dois homens, um rico, outro pobre. Mesmo tão poucas informações despertam o interesse; as desigualdades da vida sempre estão conosco. Davi descobrirá posteriormente que a cidade é Jerusalém. Que ele é o homem rico enquanto Urias é o homem pobre injustiçado. 

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
22/5/2024

FONTES:

HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.

BALDWIN, Joyce. I e II Samuel – Introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1997.

GOMES, Osiel. O governo divino em mãos humanas – Liderança do povo de Deus em 1º e 2º Samuel. Rio de Janeiro: CPAD, 2019.

quarta-feira, 22 de maio de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 22 DE MAIO DE 2024 (Genesis 3.8)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
22 DE MAIO DE 2024

Genesis 3.8 “E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim.”

 

“E ouviram a voz do Senhor Deus,”

Até esse momento o Senhor Deus não havia efetuado a maldição conseqüencial do pecado cometido pelos nossos pais. Deus conversava diariamente com o homem, pois gozavam de comunhão com Ele.  

O Senhor também não veio repentinamente sobre eles. Mas eles ouviram a sua voz a alguma distância, avisando-os da sua chegada, e provavelmente era uma voz tranqüila e baixa, como aquela com a qual Ele veio fazer perguntas a Elias (1 Reis 19.13).

Todavia o termo traduzido na por “voz” parece referir-se mais precisamente ao som de folhas farfalhando na brisa vespertina, uma vez que o texto não fornece nenhuma indicação de que Deus já tivesse falado com o casal depois de pecarem.

 

“... que passeava no jardim pela viração do dia;”

Deus se sentia a vontade para estar diante do homem até esse triste momento. O pecado após isso faria divisão: Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça” (Isaías 59.1-2).

Mas até aqui Ele passeava no jardim na viração do dia. O hebraico diz literalmente “no vento do dia”, que significa “a hora da brisa do dia” ou “na hora da brisa vespertina”. Ele veio na virada do dia, não à noite, quando todos os temores são duplamente amendrontadores. Não no calor do dia, pois Ele não veio no calor da sua ira. Não há indignação nele, Isaías 27.4.

 

”... e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim.”

Eles se esconderam da presença do Senhor Deus. Que triste mudança! Antes que pecassem, se tivessem ouvido a voz do Senhor Deus vindo em sua direção, teriam feito tudo para encontrá-lo, e com humilde alegria teriam acolhido as Suas graciosas visitas. Mas, agora que a situação era outra, Deus tinha se tornado um terror para eles, e então não é de admirar que eles tivessem se tornado um terror para si mesmos, e estivessem cheios de confusão.

Vergonha, remorso, medo - um sentimento de culpa - sentimentos que eles não tinham até então os levou a evitar o Senhor Deus. Que tolice pensar que podiam: “Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face?  Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também” (Salmo 139.7-8)

Apesar de parecer natural se esconder de Deus diante da falta cometida. Deus espera que nos confessamos a Ele nossas faltas não sendo necessário a confrontação: “E chamou o Senhor Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás?” (v.9). Davi inspirado, após entender essa verdade escreveu e louvou no Salmo 32: “Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado” (Salmo 32.5).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
22/5/2024

FONTES:

HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201507_02.pdf

FAUSSET, A. R.; BROWN, David; JAMIESON , R. Jamieson, Fausset and Brown’s commentary on the whole Bible. Grand Rapids: Zondervan Classic Reference Series, 1999.Crossway Books, 1999.

 CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001. 

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry - Poéticos. Rio de Janeiro CPAD, 2008.