sábado, 18 de maio de 2024

Genesis 3.1

Genesis 3.1 “ORA, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?”

 

“ORA, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito.”

A serpente entrou no jardim em que Deus colocara Adão e Eva. Certamente o texto fala aqui de uma serpente real porque o autor a identificou como uma das criaturas que deus tinha feito.

Ele também usou o termo hebraico comum para “serpente”, que aparece no Antigo Testamento. Nachash é a palavra usada para o cajado de Moisés que se transformava em serpente quando lançado ao chão (Êxodo 4:3; 7:15) e descreve as “serpentes abrasadoras” que o Senhor mandou sobre os israelitas rebeldes no deserto.

Também é o termo que Deus usou quando mandou Moisés fazer uma serpente de bronze e colocá-la num poste; assim, os que haviam sido picados podiam olhar para ela e serem curados (Números 21:6, 7, 9).

Isto significa que a serpente não era um deus mitológico nem uma criatura semidivina, conforme descrevem algumas literaturas do Oriente Próximo antigo, como O Épico de Gilgamesh. Embora essa lenda seja às vezes considerada a fonte que deu origem à história bíblica, nada realmente indica que o autor de Gênesis tenha se valido dessa epopéia mesopotâmica.

Posteriormente, intérpretes judeus entenderam que a serpente de Gênesis foi um instrumento que o diabo usou para tentar o primeiro homem e a primeira mulher. Segundo escritores do Novo Testamento, Satanás falou por meio da serpente, enganando os pais da humanidade no jardim do Éden.

João registrou as seguintes palavras de Jesus: “Vós sois do diabo, que é vosso pai... Ele foi homicida desde o princípio... Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” (João 8:44). Preocupado com a possibilidade de os falsos mestres enganarem os cristãos de Corinto, Paulo escreveu estas palavras: “Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo” (2 Coríntios 11:3).

O apóstolo afirmou que “Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça” (2 Coríntios 11:14, 15). Paulo acreditava que Satanás poderia disfarçar-se com o intuito de enganar pessoas. Foi evidentemente isso que ele fez no princípio, usando a serpente como seu instrumento para tentar o primeiro casal no paraíso terreno (Apocalipse 12:9, 15; 20:2).

O súbito aparecimento da serpente na narrativa bíblica poderia surpreender o leitor, se ele já não conhecesse a história. Todavia, o susto não seria tão grande quanto foi para a mulher que de nada suspeitava. De repente, ela se viu numa conversa com uma serpente que era mais sagaz que todos os animais selváticos criados por Deus.

Pode-se entender o termo hebraico aqui empregado como uma virtude positiva quando traduzido por “prudente” ou “sensato” (Provérbios 12:16, 23; 13:16; 14:8, 15, 18; 22:3; 27:12). Todavia, há uma conotação negativa quando o termo é vertido para “sagaz” ou “malicioso” (Jó 5:12; 15:5; veja Êxodo 21:14; Josué 9:4; Salmos 83:3). Seu uso mais significativo, evidentemente, é a referência à serpente em Gênesis 3:1. Em 3:1–5, vemos um contraste entre a percepção maliciosa da serpente e a inocência quase pueril de Adão e Eva em 2:25. .

 

“E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?”

Por que a serpente falou com a mulher, e não com o homem, é obscuro no relato. Alguns já disseram que as mulheres são naturalmente mais vulneráveis que os homens. Paulo explicou que “Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão” (1 Timóteo 2:14). Por outro lado, Paulo nada disse sobre a natureza de Eva, como se ela fosse mais ingênua que Adão. Ele simplesmente afirmou que, ao contrário de Adão, que pecou com os olhos bem abertos, ela foi enganada. Ela ainda não havia sido criada quando Deus disse a Adão que ele morreria se comesse da “árvore do conhecimento do bem e do mal” (2:17). Isto pode significar que o único conhecimento que Eva tinha sobre a árvore proibida era o que ela recebera em segunda mão de Adão. Talvez a serpente soubesse disso, pois ela formulou sua pergunta insinuando haver um mal-entendido sobre a proibição e o caráter de Deus.

O tentador começa com sugestão, antes que com argumento. O tom de incredulidade — “É assim que Deus disse...?” — é ao mesmo tempo perturbador e lisonjeiro; procura impingir a falsa idéia de que a Palavra de Deus está sujeita ao nosso julgamento. O exagero: “Não comereis de toda árvore do jardim” (RV, RSV corretamente dizem: ...de qualquer árvore), é mais um dos estratagemas favoritos do tentador; agitando-o diante de Eva, fê-la entrar na discussão nos termos do seu antagonista.Ao formular a pergunta dessa maneira, a tática da serpente foi lançar dúvida na mente de Eva quanto ao caráter de Deus.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
24/5/2024

FONTES:

Kidner, Derek. Gênesis: introdução e comentário. Trad. Odayr Olivetti.São Paulo: Vida Nova, 2004.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201507_02.pdf

sexta-feira, 17 de maio de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 17 DE MAIO DE 2024 (1 Coríntios 10.10)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
17 DE MAIO DE 2024

1 Coríntios 10.10 “E não murmureis, como também alguns deles murmuraram e pereceram pelo destruidor. ”

 

“E não murmureis,

Murmuração na língua grega dá a ideia daquele que rosna, ou seja, significa o ato de rosnar, como o cachorro que rosna. Na verdade, “murmurar” sempre esteve presente com pessoas invejosas e rebeldes (João 7.12; Atos 6.1; 1 Pedro 4.9). Paulo escreveu a igreja de Filipos: “Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas.” (Filipenses 2.14)

Quando lemos de “murmurações”, podemos nos lembrar do comportamento de uma criança, cujo pai ou uma mãe lhe dá uma ordem e ela reclama e às vezes até discute com eles. Paulo quer que sejamos mais maduros do que isso ao obedecermos às instruções do nosso Pai celestial sem ressalvas.

 

“... como também alguns deles murmuraram”

A história no Antigo Testamento não existe apenas para satisfazer nossa curiosidade sobre os tempos antigos. O Espírito Santo inspirou tal registro, porque haveria lições para as gerações futuras, incluindo os coríntios e nós.

Deus foi fiel em abençoar e julgar o povo de Israel. Assim, eles tornaram-se exemplos, para nos advertir, e nos impedir de cometer os pecados que cometeram. Deus sabia que precisaríamos de aviso.

Entre essas coisas depravadas e más que eles fizeram, incluía-se a murmuração. O livro de Números apresenta oito instâncias em que o povo murmurou ou reclamou. Paulo provavelmente tinha em mente Números 14.1-38 e Números 16,41, onde a murmuração trouxe julgamento divino.

 

“... e pereceram pelo destruidor. ”

Os que murmuraram no deserto, e presumivelmente os que fizeram o mesmo em Corinto, foram advertidos de que poderiam ser destruídos pelo exterminador. O apóstolo não identificou “o destruidor”.

Todavia, antes da décima praga cair sobre o Egito, Deus mandou Israel derramar sangue na verga das portas e nas ombreiras de suas casas. Quando Deus atingisse os egípcios, Ele não permitiria que “o Destruidor” entrasse nas casas marcadas com sangue (Êxodo 12:23).

O “destruidor” parece ser uma personificação do julgamento de Deus sobre o Egito. Em Salmos 78:49 a fúria do julgamento de Deus sobre o Egito é comparada a “uma legião de anjos portadores de males”.

Paulo não viu “o destruidor” como uma entidade separada de Deus; o termo novamente parece ser uma personificação da indignação justa de Deus, que Ele estava pronto para derramar contra a idolatria, a imoralidade, a murmuração e a rebeldia

A promessa de Deus era que se obedecessem, Ele não poria sobre eles as enfermidades, ou as pragas que havia posto sobre os egípcios (Êxodo 15.26). Mas ao deixarem de fazer o que era certo. Deus estava livre para enviar novamente aquele anjo destruidor.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
16/4/2024

FONTES:

GOMES, Osiel. A Carreira que nos está proposta – O caminho da salvação, santidade e perseverança para chegar ao céu. Rio de Janeiro, CPAD, 2024.

HORTON, Stanley. I e II Coríntios – os problemas da igreja e suas soluções. 3.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201703_04.pdf

quinta-feira, 16 de maio de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 16 DE MAIO DE 2024 (Hebreus 4.16)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
16 DE MAIO DE 2024

Hebreus 4.16 “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.”

 

“Cheguemos, pois,”

Compreendendo bem o papel do Sumo Sacerdote, podemos nos aproximar do Pai através dEle com regularidade, zelo e intrepidez. A palavra grega traduzida por “cheguemos” ou “acheguemo-nos” (proserchomai) está associada aos sacerdotes que tinham permissão para se aproximar de Deus num culto de adoração. Esse privilégio estende-se agora a todos os cristãos.

Só o sumo sacerdote podia entrar no Santo dos Santos do templo. Os sacerdotes não contaminados podiam entrar no Santo Lugar. Homens judeus devotos e purificados tinham permissão para entrar nos pátios externos. Fora do Pátio dos Judeus ficava o Pátio dos Gentios e um pouco além, o Pátio das Mulheres. Jesus removeu todos esses muros.

Temos permissão para “nos achegar” ao Pai, até o Seu altar: “E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa” (Hebreus 10:22). Entramos na presença de Deus, achegando-nos ao próprio Deus em oração. Ele é acessível a nós a qualquer hora.

Quando um israelita era tentado, ele não podia correr até o sumo sacerdote em busca de ajuda; e, com certeza, não podia entrar no Santo dos Santos para buscar a ajuda de Deus. Os crentes em Jesus Cristo, porém, podem recorrer ao Sumo Sacerdote a qualquer hora, em qualquer circunstância e encontrar a ajuda de que precisam.



“com confiança ao trono da graça,”

Além disso, não temos que nos aproximar de Deus do modo como os pagãos se aproximavam de suas divindades, com medo e tremendo. Nem mesmo os judeus ousavam orar: “Pai nosso que está no céu” (Mateus 6:9). Não havia essa relação com o supremo Deus no Antigo Testamento. Hoje, como cristãos, podemos nos aproximar dEle “confiadamente”, sabendo que o Filho entende e provê acesso ao trono da graça, onde Ele está à direita de Seu Pai e tem a atenção dEle. Evidentemente, se nos apresentássemos a Deus por nossos próprios méritos, não seríamos ouvidos.

O “trono da graça” era outra expressão judaica para “o trono de Deus”. Era típico dos judeus evitarem pronunciar o nome de Deus, visando não mencioná-lo em vão. “Trono” aqui é um eufemismo para o próprio Deus. Ele é chamado de “Deus de toda a graça” (1 Pedro 5:10). Este é um título apropriado para Ele porque a essência de Sua natureza é misericórdia.

O trono da graça foi transformado de tribunal, em trono de misericórdia, porque o sangue de Jesus foi nele "aspergido". O simbolismo foi extraído da arca da aliança no Tabernáculo e do Dia da Expiação (Lv. 16). Chegar-se ao trono de Deus e à sua presença real “seria aterrorizante se sua característica principal não fosse a graça, isto é, o lugar onde o favor gratuito de Deus é distribuído.

Que consolo esta verdade tremenda nos traz! O trono de Deus é o lugar onde se procura e se acha auxílio. Quando nos aproximamos do trono, como fez nosso Salvador em tantas ocasiões, participamos um pouco de Sua glória.



“... para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.”

Em Sua presença encontramos socorro em tempos de necessidade. Saber da natureza misericordiosa de Deus nos permite aproximar dEle com intrepidez em oração, falando abertamente com nosso Pai celestial. Porque Cristo, nosso sumo sacerdote, que se encontra junto ao trono de Deus, supre todas as nossas necessidades.

No trono recebemos uma ajuda tripla em nossa hora de tribulação ou tentação: “misericórdia”, “graça” e “ajuda” oportuna de Deus. A “misericórdia” se relaciona ao perdão e ao amor de Deus que se tornaram possíveis pelo sacrifício de seu Filho; a “graça” envolve um desejo e poder dados por Deus ao nosso ser interior, nos ca­pacitando para sermos vitoriosos sobre a tentação e nas tribulações da vida; e a graça de Deus, disponível para “nos ajudar em nosso tempo de necessidade”, é um a ajuda apropriada e oportuna.

Esse tempo oportuno se refere ao tempo de nossa vocação: “Todos esperam de ti, que lhes dês o seu sustento em tempo oportuno” (Salmos 104.27). Segundo a passagem de Isaías 49.8, Paulo aplica à pregação do evangelho: “Porque diz: Ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação” (2 Coríntios 6.2).



DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
14/05/2024

FONTES:

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201404_02.pdf

Warren W. Wiersbe, Comentário Bíblico Wiersbe. Estudo Expositivo da Epístola aos Hebreus. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

ARRINGTON French L; STRONSTADRoger. Comentário Bíblico Pentecostal – Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.

Calvin’s Commentaries: Commentary on the epistle of Paul the apostle to the Hebrews by John Calvin. Edição baseada na tradução inglesa de James Anderson, publicada por Baker Book House, Grand Rapids, MI, uSA, 1998.

quarta-feira, 15 de maio de 2024

Lição 7 - Lições Bíblicas Adultos - 2º Trim./2024 - CPAD

Texto Áureo Lição 7 - O perigo da Murmuração. 1 Coríntios 10.10

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 15 DE MAIO DE 2024 (Hebreus 13.17)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
15 DE MAIO DE 2024

Hebreus 13.17 “Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.”


“Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles;”

A ordem para obedecer aos pastores da igreja está no tempo presente e se refere aos que “velam pelas almas [dos irmãos]” no momento atual, e não aos que já se foram ou faleceram, como em 13:7. O contexto sugere que o termo (pastor) tem o sentido de alguém que supervisiona ou pastoreia uma comunidade.

Eles devem ser objeto de respeito, amor e consideração devido à obra que realizam: “E rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam; E que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós” (1 Tessalonicenses 5.13). O trabalho pastoral transcende em muito o aspecto material ou físico.

Os destinatários desta carta foram incentivados a “obedecer” aos seus líderes. (A ordem “obedecei” é reforçada por “sede submissos”), que significa “render-se”, “parar de resistir” ou “ceder”.


“... porque velam por vossas almas,”

Essa expressão “velar” quer dizer “estar sem sono”, indicando assim o grande cuidado que os pastores deviam ter para com o rebanho.

Na antiguidade, muitos pastores de ovelhas passavam noites inteiras sem dormir, cuidando do rebanho. “O sono fugia de seus olhos” pelo grande cuidado que seu trabalho exigia (Genesis 31.40), pois freqüentemente ouvia-se a cobrança do dono do rebanho dizendo: “... onde está o rebanho que se te deu, e as ovelhas da tua glória?” (Jeremias 13.20) Isso o obrigava a trabalhar dias e noites quase sem tempo para o descanso. Em muitas ocasiões depois que fazia deitar o rebanho, ele passava horas e horas cuidando daquelas ovelhas que se feriram ou que foram feridas durante o dia (Ezequiel 34.4), e ainda tinha de estar alerta à presença de lobos e afugentá-los.

Alguns cordeirinhos eram ainda incapazes de suportar o rigor da viagem nas longas caminhadas à procura de pastagens (Gn 33.12), o que obrigava o pastor a conduzi-los em seus braços, como bem descreve o profeta Isaías: “... apascentará o seu rebanho; entre os seus braços, recolherá os cordeirinhos e os levará no seu regaço; as que amamentam, ele as guiará mansamente” (Is 40.11).


“... como aqueles que hão de dar conta delas;”

Tendo a eternidade em mente, os presbíteros/pastores/bispos devem “velar pelas almas” dos membros. Isto implica que se faça algum tipo de reforço exortativo, visando manter as almas no caminho certo! Eles devem “estar alerta e vigilante” pela congregação, porque, segundo o autor de Hebreus, ele está consciente que prestará contas sobre a mesma: “Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo” (Tiago 3.1).

Para isso requer-se do ministério pastoral: cuidado e coragem (I Samuel 25.7; Isaías 31.4; Amós 3.12; Jo 10.12); responsabilidade (Mateus 18.12; Lucas 15.6); amor e paciência (Isaías 40.11; Ezequiel 34.4); competência e disposição para o ofício (Provérbios 27.23; Lucas 15.4); alegria no trabalho e abnegação (I Pedro 5.2); ordem (Jeremias 33.13; João 10.3); humildade e mansidão (Ezequiel 34.4; Mateus 11.29; I Pedro 5.3), e senso de julgamento entre o bem e o mal (Ezequiel 34.17; Mateus 25.32, etc.).

Tendo sobre seus ombros tão grande responsabilidade, seria um fardo a mais suportar a indiferença de seus liderados.


“... para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.”

A meta de toda congregação deve ser realizar o trabalho dos pastores com alegria. Quando os guias prestarem conta ao Supremo Pastor (1 Pedro 5:4), nós vamos querer que eles digam a respeito de cada um de nós: “Este cristão foi bom e fiel até o fim”.

João disse: “Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que meus filhos andam na verdade” (3 João 4). Paulo tinha o mesmo sentimento acerca dos irmãos por ele convertidos em Tessalônica (1 Tessalonicenses 2:19, 20). Ele disse que muito se gloriava por causa de seus filhos na fé (2 Coríntios 7:4; Filipenses 2:16).

Ao contrário disso seria um pastor que se sente derrotado por não conseguir persuadir ou influenciar um cristão rebelde: “Porque Demas me desamparou, amando o presente século...” (2 Timóteo 4.10). Essa tristeza não seria útil para uma congregação, pois ela ´recisa de um pastor motivado. Sabendo disso nós não devemos ser causa de tristeza para nossos líderes e sim de alegria.


DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
14/05/2024

FONTES

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201408_12.pdf

SILVA, Severino Pedro. Epístola aos Hebreus – as coisas novas e grandes que Deus preparou para você. Rio de Janeiro CPAD, 2023.

GONÇALVES, José. A supremacia de Cristo Fé, esperança e ânimo na carta aos Hebreus. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.

terça-feira, 14 de maio de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 14 DE MAIO DE 2024 (Atos 6.1)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
14 DE MAIO DE 2024

Atos 6.1 “Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano.

 

“Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos,”

A igreja, mesmo perseguida pelas autoridades, crescia cada vez mais rapidamente. Essa igreja iniciou com o número de 120 irmãos segundo o testemunho de Lucas (Atos 1.15). Após o primeiro sermão pentecostal pregado por Pedro agregaram-se quase 3000 almas (Atos 2.41). Após a cura do coxo da porta formosa Lucas escreve que o número dos que creram chegou a quase cinco mil. Após a morte de Ananias e sua esposa Safira: “a multidão dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais” (Atos 5.14).

Por um lado, sim, multiplicou-se o número dos discípulos. Por outro, a excitação do crescimento da igreja foi abafada por uma lamentável "queixa expressa em murmuração".

 

“... houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus,”

Havia dois grupos na igreja de Jerusalém, um chamado helenista e o outro hebreu. Normalmente, supõe-se que o fator que diferenciava um grupo do outro era uma mistura de geografia e língua. Ou seja, os helenistas vinham da dispersão, tinham se estabelecido na Palestina e falavam grego, enquanto que os hebreus eram nativos da Palestina e falavam o aramaico. Mas essa explicação pode ser imprecisa. Já que Paulo se chamou de hebreu, apesar de ter vindo de Tarso e falar grego, a distinção deve estar na cultura, e não apenas na origem e língua.

O primeiro de judeus helenistas murmurava contra os hebreus porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária. Nada indica que esse esquecimento fosse proposital ("as viúvas hebréias estavam recebendo um tratamento preferencial"); a causa provável era uma falha na administração ou supervisão.

O verbo empregado para murmuração é o mesmo empregado na Septuaginta para expressar a "murmuração" dos israelitas contra Moisés, e é evidente que os membros da igreja de Jerusalém estavam murmurando contra os apóstolos, que recebiam o dinheiro das contribuições (Atos 4:35, 37). Esperava-se, portanto, que o distribuíssem eqüitativamente. Todavia tal murmuração não é adequada para um cristão.

 

“... porque as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano.

Uma mulher viúva no AT, ao que parece, ficava desprotegida e seu único amparo era dos filhos e dos parentes mais próximos. Deus afirma que se a viúva for oprimida socialmente, ele sairá em defesa dela e também do órfão (Êxodo 22.22-24).

Deus se apresenta como o protetor das viúvas, dos órfãos e dos peregrinos e estrangeiros: "que faz justiça ao órfão e à viúva e ama o estrangeiro, dando-lhe pão e vestes" (Deuteronômio 10.18; SaImos 146.9). Tiago escreve que um sinal da verdadeira religião é amparo as viúvas: “A religião pura e imaculada para com Deus e Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo” (Tiago 1.27).

Paulo também se preocupava com a questão das viúvas e com a grande demanda orientou Timóteo a priorizar as viúvas que realmente são viúvas. Não que haja viúvas falsas, mas que sempre há viúvas que podem ser amparadas por sua própria família: “Honra as viúvas que verdadeiramente são viúvas. Mas, se alguma viúva tiver filhos, ou netos, aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família, e a recompensar seus pais; porque isto é bom e agradável diante de Deus” (1 Timóteo 5.3-4).

Por elas não serem em sua maioria capazes de ganhar o próprio sustento e não possuir parentes que as sustentassem, a igreja assumiu essa responsabilidade, fazendo-se a distribuição diária de comida entre elas. Mas, com a falta de organização, as viúvas do grupo de língua grega foram negligenciadas pelos judeus, de língua hebraica, que eram a maioria. Humanamente falando, havia ali uma base para um futuro rompimento entre os grupos.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
14/05/2024

FONTES:

PEARLAM, Myer. Atos – E a igreja se fez missão. Rio de Janeiro: Cpad, 1995. 

STOTT, John R. W. A Mensagem de Atos: Até aos Confins da Terra, São Paulo: ABU, 1994.

domingo, 12 de maio de 2024

Lição 07: O Perigo da Murmuração– 2 Trimestre de 2024.

TEXTO ÁUREO

“E não murmureis, como também alguns deles murmuraram e pereceram pelo destruidor. ” (1 Coríntios 10.10)

 

“E não murmureis,

Murmuração na língua grega dá a ideia daquele que rosna, ou seja, significa o ato de rosnar, como o cachorro que rosna. Na verdade, “murmurar” sempre esteve presente com pessoas invejosas e rebeldes (João 7.12; Atos 6.1; 1 Pedro 4.9). Paulo escreveu a igreja de Filipos: “Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas.” (Filipenses 2.14)

Quando lemos de “murmurações”, podemos nos lembrar do comportamento de uma criança, cujo pai ou uma mãe lhe dá uma ordem e ela reclama e às vezes até discute com eles. Paulo quer que sejamos mais maduros do que isso ao obedecermos às instruções do nosso Pai celestial sem ressalvas.

 

“... como também alguns deles murmuraram”

A história no Antigo Testamento não existe apenas para satisfazer nossa curiosidade sobre os tempos antigos. O Espírito Santo inspirou tal registro, porque haveria lições para as gerações futuras, incluindo os coríntios e nós.

Deus foi fiel em abençoar e julgar o povo de Israel. Assim, eles tornaram-se exemplos, para nos advertir, e nos impedir de cometer os pecados que cometeram. Deus sabia que precisaríamos de aviso.

Entre essas coisas depravadas e más que eles fizeram, incluía-se a murmuração. O livro de Números apresenta oito instâncias em que o povo murmurou ou reclamou. Paulo provavelmente tinha em mente Números 14.1-38 e Números 16,41, onde a murmuração trouxe julgamento divino.

 

“... e pereceram pelo destruidor. ”

Os que murmuraram no deserto, e presumivelmente os que fizeram o mesmo em Corinto, foram advertidos de que poderiam ser destruídos pelo exterminador. O apóstolo não identificou “o destruidor”.

Todavia, antes da décima praga cair sobre o Egito, Deus mandou Israel derramar sangue na verga das portas e nas ombreiras de suas casas. Quando Deus atingisse os egípcios, Ele não permitiria que “o Destruidor” entrasse nas casas marcadas com sangue (Êxodo 12:23).

O “destruidor” parece ser uma personificação do julgamento de Deus sobre o Egito. Em Salmos 78:49 a fúria do julgamento de Deus sobre o Egito é comparada a “uma legião de anjos portadores de males”.

Paulo não viu “o destruidor” como uma entidade separada de Deus; o termo novamente parece ser uma personificação da indignação justa de Deus, que Ele estava pronto para derramar contra a idolatria, a imoralidade, a murmuração e a rebeldia

A promessa de Deus era que se obedecessem, Ele não poria sobre eles as enfermidades, ou as pragas que havia posto sobre os egípcios (Êxodo 15.26). Mas ao deixarem de fazer o que era certo. Deus estava livre para enviar novamente aquele anjo destruidor.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
16/4/2024

FONTES:

GOMES, Osiel. A Carreira que nos está proposta – O caminho da salvação, santidade e perseverança para chegar ao céu. Rio de Janeiro, CPAD, 2024.

HORTON, Stanley. I e II Coríntios – os problemas da igreja e suas soluções. 3.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201703_04.pdf

sábado, 11 de maio de 2024

Salmos 12.5

Salmos 12.5 “Pela opressão dos pobres, pelo gemido dos necessitados me levantarei agora, diz o Senhor; porei a salvo aquele para quem eles assopram.”

 

Pela opressão dos pobres, pelo gemido dos necessitados me levantarei agora, diz o Senhor;”

A opressão insolente e cruel cometida contra os pobres é um pecado que traz julgamentos assoladores e destruidores a um povo. Deus enviou dez julgamentos devastadores, um depois do outro, sobre faraó, seu povo e sua terra para vingar a opressão cruel cometida contra o pobre povo do Senhor. “Não roubes ao pobre, porque é pobre, nem atropeles, na porta, o aflito. Porque o Senhor defenderá a sua causa em juízo, e aos que os roubam lhes tirará a vida” (Pv 22.22,23).

O Senhor defenderá a causa dos oprimidos e pobres contra quem lhes oprima sem medo ou razão. Ele advogará a causa com peste, sangue e fogo. Gogue foi um grande opressor dos pobres (Ezequiel 38.8-14), e Deus o castigou com peste, sangue e fogo: “E contenderei com ele por meio da peste e do sangue; e uma chuva inundante, e grandes pedras de saraiva, fogo e enxofre farei cair sobre ele, e sobre as suas tropas, e sobre os muitos povos que estiverem com ele” (Ezequiel 38.22).

O gemido dos pobres é menor que o gemido do Espírito Santo, contudo Deus se desperta e se levanta por causa disso. Que virtude há nos gemidos do pobre, que façam o Deus Todo-Poderoso se levantar do trono.

Uma lágrima não faz barulho, contudo tem uma voz: “O Senhor já ouviu a voz do meu lamento” (SaImos 6.8). Não é água potável, mas Deus a engarrafa. Um gemido é algo pequeno, no entanto é, às vezes, a melhor parte da oração (Romanos 8.26). Um suspiro é menor que uma respiração, quando a pessoa está extenuada por falta de fôlego, mas às vezes é tudo de que o justo pode se gabar (SaImos 42.1).

A melhor oração que Ana fez foi quando ela não podia proferir uma palavra sequer, senão chorar: “Duro, duro coração”. A melhor oração do publicano foi quando, batendo no peito, clamou: “Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!” (Lucas 18.13).

 

“... porei a salvo aquele para quem eles assopram.”

No devido tempo, o Senhor ouvirá os eleitos que clamam a Ele dia e noite. Ele é muito paciente com os opressores, contudo há de vingá-los sem demora.

Não há nada que comova um pai quanto o choro dos seus filhos. Apressa-se, desperta a sua virilidade, vence o inimigo e coloca em segurança os seus amados. Um sopro é muito para uma criança suportar, e o inimigo é tão arrogante que ri dos pequeninos desprezando-os. Mas o Pai vem e, então, é a vez de a criança rir, quando ela é colocada acima da raiva do atormentador.

No exato momento em que tudo parece perdido e o pobre, oprimido e aflito povo de Deus nada pode fazer, senão gemer e chorar, e chorar e gemer, então o Senhor se levantará e os porá a salvo das opressões. Ele faz do dia de necessidade extrema uma oportunidade gloriosa para o beneficio da sua glória e o bem do povo: “E, os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram. E o rei, tendo notícias disso, encolerizou-se, e, enviando os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade” (Mateus 22.6,7).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
16/05/2024

FONTES:

SPURGEON, Charles. Os Tesouros de Davi – Volume I. Rio de Janeiro: CPAD, 2017. (Citações de Thomas Brooks e John Sheffield, 1654

Hebreus 13.17

Hebreus 13.17 Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.

 

Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles;”

A ordem para obedecer aos pastores da igreja está no tempo presente e se refere aos que “velam pelas almas [dos irmãos]” no momento atual, e não aos que já se foram ou faleceram, como em 13:7. O contexto sugere que o termo (pastor) tem o sentido de alguém que supervisiona ou pastoreia uma comunidade.

Eles devem ser objeto de respeito, amor e consideração devido à obra que realizam: “E rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam; E que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós(1 Tessalonicenses 5.13). O trabalho pastoral transcende em muito o aspecto material ou físico.

Os destinatários desta carta foram incentivados a “obedecer” aos seus líderes. (A ordem “obedecei” é reforçada por “sede submissos”), que significa “render-se”, “parar de resistir” ou “ceder”.

 

“... porque velam por vossas almas,”

Essa expressão “velar” quer dizer “estar sem sono”, indicando assim o grande cuidado que os pastores deviam ter para com o rebanho.

Na antiguidade, muitos pastores de ovelhas passavam noites inteiras sem dormir, cuidando do rebanho. “O sono fugia de seus olhos” pelo grande cuidado que seu trabalho exigia (Genesis 31.40), pois freqüentemente ouvia-se a cobrança do dono do rebanho dizendo: “... onde está o rebanho que se te deu, e as ovelhas da tua glória?” (Jeremias 13.20) Isso o obrigava a trabalhar dias e noites quase sem tempo para o descanso. Em muitas ocasiões depois que fazia deitar o rebanho, ele passava horas e horas cuidando daquelas ovelhas que se feriram ou que foram feridas durante o dia (Ezequiel 34.4), e ainda tinha de estar alerta à presença de lobos e afugentá-los.

Alguns cordeirinhos eram ainda incapazes de suportar o rigor da viagem nas longas caminhadas à procura de pastagens (Gn 33.12), o que obrigava o pastor a conduzi-los em seus braços, como bem descreve o profeta Isaías: “... apascentará o seu rebanho; entre os seus braços, recolherá os cordeirinhos e os levará no seu regaço; as que amamentam, ele as guiará mansamente” (Is 40.11).

 

“... como aqueles que hão de dar conta delas;”

Tendo a eternidade em mente, os presbíteros/pastores/bispos devem “velar pelas almas” dos membros. Isto implica que se faça algum tipo de reforço exortativo, visando manter as almas no caminho certo! Eles devem “estar alerta e vigilante” pela congregação, porque, segundo o autor de Hebreus, ele está consciente que prestará contas sobre a mesma: “Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo” (Tiago 3.1).

Para isso requer-se do ministério pastoral: cuidado e coragem (I Samuel 25.7; Isaías 31.4; Amós 3.12; Jo 10.12); responsabilidade (Mateus 18.12; Lucas 15.6); amor e paciência (Isaías 40.11; Ezequiel 34.4); competência e disposição para o ofício (Provérbios 27.23; Lucas 15.4); alegria no trabalho e abnegação (I Pedro 5.2); ordem (Jeremias 33.13; João 10.3); humildade e mansidão (Ezequiel 34.4; Mateus 11.29; I Pedro 5.3), e senso de julgamento entre o bem e o mal (Ezequiel 34.17; Mateus 25.32, etc.).

Tendo sobre seus ombros tão grande responsabilidade, seria um fardo a mais suportar a indiferença de seus liderados.

 

“... para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.

A meta de toda congregação deve ser realizar o trabalho dos pastores com alegria. Quando os guias prestarem conta ao Supremo Pastor (1 Pedro 5:4), nós vamos querer que eles digam a respeito de cada um de nós: “Este cristão foi bom e fiel até o fim”.

João disse: “Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que meus filhos andam na verdade” (3 João 4). Paulo tinha o mesmo sentimento acerca dos irmãos por ele convertidos em Tessalônica (1 Tessalonicenses 2:19, 20). Ele disse que muito se gloriava por causa de seus filhos na fé (2 Coríntios 7:4; Filipenses 2:16).

Ao contrário disso seria um pastor que se sente derrotado por não conseguir persuadir ou influenciar um cristão rebelde: “Porque Demas me desamparou, amando o presente século...” (2 Timóteo 4.10). Essa tristeza não seria útil para uma congregação, pois ela ´recisa de um pastor motivado. Sabendo disso nós não devemos ser causa de tristeza para nossos líderes e sim de alegria.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
14/05/2024

FONTES

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201408_12.pdf

SILVA, Severino Pedro. Epístola aos Hebreus – as coisas novas e grandes que Deus preparou para você. Rio de Janeiro CPAD, 2023.

GONÇALVES, José. A supremacia de Cristo Fé, esperança e ânimo na carta aos Hebreus. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.