Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta Não se turbe o vosso coração. Ordenar por data Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta Não se turbe o vosso coração. Ordenar por data Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de maio de 2025

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 26 DE MAIO DE 2025 (João 14:1)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
26 DE MAIO DE 2025
O CAMINHO QUE NOS PROPORCIONA PAZ E TRANQUILIDADE

João 14:1 “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. ”

 

“Não se turbe o vosso coração; ”

No fim da Última Ceia, Jesus disse aos discípulos que a hora da sua partida estava próxima, que estava para ir a um lugar que, por enquanto, estaria fora do alcance deles. Tristeza e desespero tomaram seus corações, enquanto imaginavam quão indefesos e solitários ficariam sem Ele. Isso devia se notar pela aparente fisionomia dos discípulos: “os discípulos olhavam uns para os outros” (João 13.22), Jesus aconselha-os: “Não se turbe o vosso coração”. Perto do final do capítulo 14, Jesus repetiu as palavras, acrescentando: “nem se atemorize” (v. 27).

Jesus aconselha os seus discípulos a não se preocuparem como seriam as coisas após ele partisse. Eles não deviam se (turbar) perturbar a ponto de ficarem confusos e agitados, como o mar agitado quando não pode repousar. Ele nos diz: “Não se confundam nem se descomponham, não se abatam nem se perturbem” (Salmos 42.5).

Por qualquer mal, passado ou presente ou futuro não devemos nos atemorizar. O Salmista inspirado escreveu: “Os rios levantam, ó Senhor, os rios levantam o seu ruído, os rios levantam as suas ondas. Mas o Senhor nas alturas é mais poderoso do que o ruído das grandes águas e do que as grandes ondas do mar” (Salmos 93:3,4). Não devemos temer, pois o Senhor dos exércitos está conosco!

 

“... credes em Deus, crede também em mim. ”

Angustiar-se é uma reação natural e esperada em situações aflitivas. Ficamos angustiados quando as coisas dão errado em nossas vidas. Jesus preparou os discípulos para esse acontecimento desafiando-os a confiarem nEle.

Jesus encorajou-os: Credes em Deus, “crede também em mim. Jesus foi enviado pelo Pai para fazer a vontade do Pai (João 6:38). As palavras que Jesus proferiu e as obras que ele realizou eram as palavras e as obras do Pai (João 5:19–30). Os discípulos deveriam descansar em Deus e confiar nele assim como confiavam no Pai. Dessa forma, evitariam que seus corações se angustiassem.

Ele nunca os tinha abandonado à própria sorte; também agora não o faria, não importa o que as aparências indicassem. Mais tarde seria revelado que Ele não os deixaria órfãos.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
17/5/2025

FONTES:

CABRAL, Elienai. E o Verbo se fez Carne – Jesus sob o olhar do apóstolo do amor. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

https://textoaureoebd.blogspot.com/search?q=Não+se+turbe+o+vosso+coração

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202203_03.pdf


sábado, 17 de maio de 2025

João 14:1

João 14:1 “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. ”

 

“Não se turbe o vosso coração; ”

No fim da Última Ceia, Jesus disse aos discípulos que a hora da sua partida estava próxima, que estava para ir a um lugar que, por enquanto, estaria fora do alcance deles. Tristeza e desespero tomaram seus corações, enquanto imaginavam quão indefesos e solitários ficariam sem Ele. Isso devia se notar pela aparente fisionomia dos discípulos: “os discípulos olhavam uns para os outros” (João 13.22), Jesus aconselha-os: “Não se turbe o vosso coração”. Perto do final do capítulo 14, Jesus repetiu as palavras, acrescentando: “nem se atemorize” (v. 27).

Jesus aconselha os seus discípulos a não se preocuparem como seriam as coisas após ele partisse. Eles não deviam se (turbar) perturbar a ponto de ficarem confusos e agitados, como o mar agitado quando não pode repousar. Ele nos diz: “Não se confundam nem se descomponham, não se abatam nem se perturbem” (Salmos 42.5).

Por qualquer mal, passado ou presente ou futuro não devemos nos atemorizar. O Salmista inspirado escreveu: “Os rios levantam, ó Senhor, os rios levantam o seu ruído, os rios levantam as suas ondas. Mas o Senhor nas alturas é mais poderoso do que o ruído das grandes águas e do que as grandes ondas do mar” (Salmos 93:3,4). Não devemos temer, pois o Senhor dos exércitos está conosco!

 

“... credes em Deus, crede também em mim. ”

Angustiar-se é uma reação natural e esperada em situações aflitivas. Ficamos angustiados quando as coisas dão errado em nossas vidas. Jesus preparou os discípulos para esse acontecimento desafiando-os a confiarem nEle.

Jesus encorajou-os: Credes em Deus, “crede também em mim. Jesus foi enviado pelo Pai para fazer a vontade do Pai (João 6:38). As palavras que Jesus proferiu e as obras que ele realizou eram as palavras e as obras do Pai (João 5:19–30). Os discípulos deveriam descansar em Deus e confiar nele assim como confiavam no Pai. Dessa forma, evitariam que seus corações se angustiassem.

Ele nunca os tinha abandonado à própria sorte; também agora não o faria, não importa o que as aparências indicassem. Mais tarde seria revelado que Ele não os deixaria órfãos.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
17/5/2025

FONTES:

CABRAL, Elienai. E o Verbo se fez Carne – Jesus sob o olhar do apóstolo do amor. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

https://textoaureoebd.blogspot.com/search?q=Não+se+turbe+o+vosso+coração

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202203_03.pdf

sábado, 16 de novembro de 2024

João 14.27

  

João 14.27 “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. ” 

 

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; ”

Quando Cristo estava prestes a deixar o mundo, Ele fez seu testamento. Apesar Dele não possuir nem ouro e nem prata, deixou algo aos seus discípulos que era infinitamente melhor, a sua paz.

No Antigo Testamento, encontramos a palavra “shalom” para “paz”, que tem o sentido de segurança, bem-estar, saúde, prosperidade, paz (Números 6.26); representando tudo o que há de melhor para a vida. No Novo Testamento, em grego, a palavra “paz” é “eirene”, com significado semelhante, contudo, enfatizando a ideia de quietude e repouso (Filipenses 4.6). No dicionário, a palavra “paz” tem os seguintes sinônimos: “tranquilidade”, “repouso”, “silêncio”, “sossego”.

Todavia a paz de Cristo é muito além a essas humildes definições. Ela é uma paz diferente do conhecido até então, ela excede o conhecimento humano: “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus” (Filipenses 4.7).

A paz que Jesus nos deixou se refere ao que Paulo chamou “justificação” e “reconciliação”: Quer dizer que por causa da obra de Jesus, as pessoas estão numa nova relação com Deus. Pois a partir daí ela uma nova posição diante de Deus por causa da obra de Jesus: “Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5.1). O Espírito Santo traz esta paz ao crente dando testemunho dessa obra: "O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus" (Romanos 8.16).

A paz de Jesus não garante a ausência de dificuldades - porque o próprio Senhor Jesus enfrentou lutas espirituais, físicas e emocionais torturantes nas horas que se seguiram. Em vez disso, a paz de Jesus provê força e conforto para que suportemos as cargas a que somos chamados para carregar.

 

“... não vo-la dou como o mundo a dá. ”

A paz que Cristo nos dá é diferente da paz que o mundo pode oferecer. Cristo não estava os saudando como eles eram saudados no mundo quando diziam: “Paz seja convosco”. Não, isto não é uma mera formalidade, mas uma bênção verdadeira”.

A paz que Cristo dá é de tal natureza, que os sorrisos do mundo não podem dá-la, nem as censuras do mundo, removê-la. Ela é permanente. Os presentes que Cristo nos dá não são como os que o mundo dá aos seus filhos. O mundo nos dá vaidades mentirosas e aquilo que irá nos enganar. Cristo nos dá bênçãos substanciais, que nunca falharão conosco. O mundo dá e toma. Cristo dá uma boa parte que nunca será tomada.

A paz que Cristo dá é infinitamente mais valiosa do que aquela que o mundo dá. É uma paz que nenhuma dor, perigo ou sofrimento pode diminuir. É uma paz independente das circunstâncias exteriores.

 

“Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. ”

Jesus aqui repete as palavras do verso 1: “Não se turbe o vosso coração”. Talvez pela aparente  fisionomia dos discípulos: “os discípulos olhavam uns para os outros” (João 13.22), com ansiedade e preocupação.

Eles não deviam se (turbar) perturbar a ponto de ficarem confusos e agitados, como o mar agitado quando não pode repousar. Ele nos diz: “Não se confundam nem se descomponham, não se abatam nem se perturbem” (Salmos 42.5).

Depois de ressuscitado Jesus veio aos seus discípulos outra vez para lhes lembrar de que possuíam sua paz. Eles estavam já escondidos e atemorizados: Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco” (João 20.19).

A paz que excede todo o entendimento nos acalma diante das inquietações da vida (Filipenses 4.6). Essa paz acalmará o nosso coração, nos fortalecerá para resistir às intempéries diante de nós, assim como aconteceu com o apóstolo Pedro que, mesmo preso numa cadeia típica do primeiro século, dormia um sono profundo e sereno (Atos 12.5-7). 

Por qualquer mal, passado ou presente ou futuro não devemos nos atemorizar. Pois aqueles que estão em Cristo têm o direito à paz que ele oferece, não devemos rendermos a tristezas e temores esmagadores. O que ele chamou de minha paz era algo mais profundo e duradouro, paz no coração que expulsa ansiedade e medo.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
12/11/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

BRUCE, F. F. João introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1987.

Comentário do Novo Testamento: Aplicação Pessoal. Tradução: Degmar Ribas. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

BARCLAY, William. The Gospel of John. Tradução: Carlos Biagini. 1974.

ARRINGTON French L; STRONSTADRoger. Comentário Bíblico Pentecostal – Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

HENRY, Matthew. Comentário Matthew Henry Volume 5 - Evangelhos. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

PEARLMAN, Myer. João o Evangelho do Filho de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.

domingo, 17 de novembro de 2024

Lição 08: A Promessa de Paz | 4° Trimestre de 2024


TEXTO ÁUREO

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. ” (João 14.27)

 

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; ”

Quando Cristo estava prestes a deixar o mundo, Ele fez seu testamento. Apesar Dele não possuir nem ouro e nem prata, deixou algo aos seus discípulos que era infinitamente melhor, a sua paz.

No Antigo Testamento, encontramos a palavra “shalom” para “paz”, que tem o sentido de segurança, bem-estar, saúde, prosperidade, paz (Números 6.26); representando tudo o que há de melhor para a vida. No Novo Testamento, em grego, a palavra “paz” é “eirene”, com significado semelhante, contudo, enfatizando a ideia de quietude e repouso (Filipenses 4.6). No dicionário, a palavra “paz” tem os seguintes sinônimos: “tranquilidade”, “repouso”, “silêncio”, “sossego”.

Todavia a paz de Cristo é muito além a essas humildes definições. Ela é uma paz diferente do conhecido até então, ela excede o conhecimento humano: “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus” (Filipenses 4.7).

A paz que Jesus nos deixou se refere ao que Paulo chamou “justificação” e “reconciliação”: Quer dizer que por causa da obra de Jesus, as pessoas estão numa nova relação com Deus. Pois a partir daí ela uma nova posição diante de Deus por causa da obra de Jesus: “Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5.1). O Espírito Santo traz esta paz ao crente dando testemunho dessa obra: "O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus" (Romanos 8.16).

A paz de Jesus não garante a ausência de dificuldades - porque o próprio Senhor Jesus enfrentou lutas espirituais, físicas e emocionais torturantes nas horas que se seguiram. Em vez disso, a paz de Jesus provê força e conforto para que suportemos as cargas a que somos chamados para carregar.

 

“... não vo-la dou como o mundo a dá. ”

A paz que Cristo nos dá é diferente da paz que o mundo pode oferecer. Cristo não estava os saudando como eles eram saudados no mundo quando diziam: “Paz seja convosco”. Não, isto não é uma mera formalidade, mas uma bênção verdadeira”.

A paz que Cristo dá é de tal natureza, que os sorrisos do mundo não podem dá-la, nem as censuras do mundo, removê-la. Ela é permanente. Os presentes que Cristo nos dá não são como os que o mundo dá aos seus filhos. O mundo nos dá vaidades mentirosas e aquilo que irá nos enganar. Cristo nos dá bênçãos substanciais, que nunca falharão conosco. O mundo dá e toma. Cristo dá uma boa parte que nunca será tomada.

A paz que Cristo dá é infinitamente mais valiosa do que aquela que o mundo dá. É uma paz que nenhuma dor, perigo ou sofrimento pode diminuir. É uma paz independente das circunstâncias exteriores.

 

“Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. ”

Jesus aqui repete as palavras do verso 1: “Não se turbe o vosso coração”. Talvez pela aparente  fisionomia dos discípulos: “os discípulos olhavam uns para os outros” (João 13.22), com ansiedade e preocupação.

Eles não deviam se (turbar) perturbar a ponto de ficarem confusos e agitados, como o mar agitado quando não pode repousar. Ele nos diz: “Não se confundam nem se descomponham, não se abatam nem se perturbem” (Salmos 42.5).

Depois de ressuscitado Jesus veio aos seus discípulos outra vez para lhes lembrar de que possuíam sua paz. Eles estavam já escondidos e atemorizados: Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco” (João 20.19).

A paz que excede todo o entendimento nos acalma diante das inquietações da vida (Filipenses 4.6). Essa paz acalmará o nosso coração, nos fortalecerá para resistir às intempéries diante de nós, assim como aconteceu com o apóstolo Pedro que, mesmo preso numa cadeia típica do primeiro século, dormia um sono profundo e sereno (Atos 12.5-7). 

Por qualquer mal, passado ou presente ou futuro não devemos nos atemorizar. Pois aqueles que estão em Cristo têm o direito à paz que ele oferece, não devemos rendermos a tristezas e temores esmagadores. O que ele chamou de minha paz era algo mais profundo e duradouro, paz no coração que expulsa ansiedade e medo.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
12/11/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

BRUCE, F. F. João introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1987.

Comentário do Novo Testamento: Aplicação Pessoal. Tradução: Degmar Ribas. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

BARCLAY, William. The Gospel of John. Tradução: Carlos Biagini. 1974.

ARRINGTON French L; STRONSTADRoger. Comentário Bíblico Pentecostal – Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

HENRY, Matthew. Comentário Matthew Henry Volume 5 - Evangelhos. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

PEARLMAN, Myer. João o Evangelho do Filho de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.

domingo, 9 de junho de 2024

Colossenses 1.20

 

Colossenses 1.20 “E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus.”

 

E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz,”

Jesus derramou o Seu sangue para perdoar pecados (Mateus 26:28), a fim de que os homens estejam em paz com Deus. O homem havia se tornado inimigo de Deus e não tinha como aproximar-se dEle. Pois, existia uma terrível inimizade, por causa do pecado, que separava a criatura do Criador (Isaías 59.2). O muro de pecado precisava ser retirado para que Deus e o homem façam as pazes. O homem que esta em paz com Deus tornar-se Seu amigo. Abraão é um exemplo de pessoa cuja fé e obras resultaram em ser ele chamado de amigo de Deus (Tiago 2:22, 23).

Quando Jesus nasceu, os anjos cantaram falando de paz: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem Ele quer bem” (Lucas 2:14). Jesus prometeu dar paz aos Seus seguidores em meio à tribulação “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27).

A paz com Deus sobrevém aos que são movidos por fé (Romanos 5:1; Hebreus 11:6) a fazer o bem: “Glória, porém, e honra e paz a qualquer que pratica o bem...” (Romanos 2:10). Pessoas espirituais encontram paz “mas a inclinação do Espírito é vida e paz” (Romanos 8:6. A paz mediante a reconciliação é revelada como boa notícia para os homens (Romanos 10:15; Efésios 2:17).

 

“... meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas,”

A palavra grega para “reconciliação” é muito sugestiva. Significa mudar da inimizade para amizade. Implica a restituição de um estado do qual a pessoa se separou. O significado é efetuar uma completa revira volta. Werner de Boor diz que é “colocar algo de volta em sua devida ordem”.

Foi Deus, e não o homem, quem tomou a iniciativa da reconciliação. O Novo Testamento jamais fala de Deus reconciliado com os homens, mas dos homens reconciliados com Deus. A atitude de Deus para os homens foi sempre e incessantemente de amor. Deus tomou a iniciativa de nos reconciliar consigo mesmo. Não é o homem quem busca a Deus, é Deus quem busca o homem. Diz o apóstolo Paulo: “Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo...” (2 Coríntios 5.18).

Não foi o sacrifício de Cristo que mudou o coração de Deus. Antes, a cruz foi resultado do Seu amor. Na cruz de Cristo, Deus mostrou Seu repúdio ao pecado e Seu amor ao pecador. O amor de Deus é eterno, imutável, incondicional e sacrificial. Ele ama infinitamente os objetos da Sua própria ira. Sendo nós filhos da ira, Ele nos amou com amor eterno. Sendo nós pecadores rebeldes, nos deu Seu Filho.

“Todas as coisas” não inclui o universo físico, animais ou outras criaturas, pois eles nada fizeram para se separarem de Deus. Paulo devia ter em mente “todos” cujos pecados os separaram de Deus e, por isso, precisam reconciliar-se. Jesus não veio reconciliar os que já estão em paz com Deus (Mateus 9:13), mas veio “buscar e salvar o perdido” (Lucas 19:10). Dentro de todo o universo, os humanos são os únicos seres que precisam e podem ser reconciliados com Deus. “Todas” deve, portanto, significar que Jesus possibilitou a  reconciliação de todas as pessoas que já viveram sobre a terra.

Alguns tentam forçar aqui que “todas as coisas” aponta para uma salvação universal. O Universalismo prega que todos os seres serão salvos, inclusive os anjos caídos, e o próprio Diabo. Essa falsa doutrina começou a ser ensinada nos escritos antigos da Igreja.“Orígenes foi provavelmente o primeiro universalista cristão. Em sua obra juvenil De Principiis, ele sugeriu esta idéia de restauração universal e final para todos.”

 

“... tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus.”

Paulo não escreveu que a morte de Jesus reconciliou coisas sobre a terra com coisas nos céus, como concluem alguns. A reconciliação é para o que está sobre a terra e nos céus, e não para a terra e os céus em si mesmos. A terra e os céus passarão (Mateus 24:35) e serão incendiados (2 Pedro 3:10–12).

A morte de Jesus proporcionou reconciliação a coisas sobre a terra e a coisas nos céus. O significado deve ser que Jesus proveu reconciliação para todos que necessitam de reconciliação. Visto que apenas quem ofendeu a Deus precisa ser reconciliado com Ele, coisas materiais, animais e outras criaturas viventes podem ser eliminados. A humanidade pecadora é o que resta entre os que necessitam de reconciliação.

Fora a humanidade quem pode ofender a Deus são espíritos, anjos bons e maus. Anjos bons não precisam de reconciliação. Afinal quem nos céus precisa de paz por meio de Jesus? Sendo que nada contaminado pode entrar no céu (Apocalipse 21:27).

Anjos maus e espíritos maus precisam de reconciliação, mas não a receberão. Ademais, a ideia de que a reconciliação viabilizada pelo ato redentor de Jesus se estende a seres angelicais que pecaram seria contraditória à afirmação de Pedro sobre os anjos que pecaram. Eles estão algemados nas trevas, reservados para o juízo (2 Pedro 2:4). Eles não estão no céu, pois foram “lançados no inferno. (Tartaro).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
15/6/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Colossenses - A Perseverança da Igreja na Palavra Nestes Dias Difíceis e Trabalhosos. Rio de Janeiro, CPAD, 2005.

 http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201310_01.pdf

Lopes, Hernandes Dias. Colossenses: suprema grandeza de Cristo, o cabeça da igreja. São Paulo: Hagnos, 2008.

quarta-feira, 26 de junho de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 26 DE JUNHO DE 2024 (Colossenses 1.20)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
26 DE JUNHO DE 2024
A RECONCILIAÇÃO DE TUDO QUE ESTÁ NA TERRA E NO CÉU

Colossenses 1.20 “E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus.”

 

E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz,”

Jesus derramou o Seu sangue para perdoar pecados (Mateus 26:28), a fim de que os homens estejam em paz com Deus. O homem havia se tornado inimigo de Deus e não tinha como aproximar-se dEle. Pois, existia uma terrível inimizade, por causa do pecado, que separava a criatura do Criador (Isaías 59.2). O muro de pecado precisava ser retirado para que Deus e o homem façam as pazes. O homem que esta em paz com Deus tornar-se Seu amigo. Abraão é um exemplo de pessoa cuja fé e obras resultaram em ser ele chamado de amigo de Deus (Tiago 2:22, 23).

Quando Jesus nasceu, os anjos cantaram falando de paz: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem Ele quer bem” (Lucas 2:14). Jesus prometeu dar paz aos Seus seguidores em meio à tribulação “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27).

A paz com Deus sobrevém aos que são movidos por fé (Romanos 5:1; Hebreus 11:6) a fazer o bem: “Glória, porém, e honra e paz a qualquer que pratica o bem...” (Romanos 2:10). Pessoas espirituais encontram paz “mas a inclinação do Espírito é vida e paz” (Romanos 8:6. A paz mediante a reconciliação é revelada como boa notícia para os homens (Romanos 10:15; Efésios 2:17).

 

“... meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas,”

A palavra grega para “reconciliação” é muito sugestiva. Significa mudar da inimizade para amizade. Implica a restituição de um estado do qual a pessoa se separou. O significado é efetuar uma completa revira volta. Werner de Boor diz que é “colocar algo de volta em sua devida ordem”.

Foi Deus, e não o homem, quem tomou a iniciativa da reconciliação. O Novo Testamento jamais fala de Deus reconciliado com os homens, mas dos homens reconciliados com Deus. A atitude de Deus para os homens foi sempre e incessantemente de amor. Deus tomou a iniciativa de nos reconciliar consigo mesmo. Não é o homem quem busca a Deus, é Deus quem busca o homem. Diz o apóstolo Paulo: “Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo...” (2 Coríntios 5.18).

Não foi o sacrifício de Cristo que mudou o coração de Deus. Antes, a cruz foi resultado do Seu amor. Na cruz de Cristo, Deus mostrou Seu repúdio ao pecado e Seu amor ao pecador. O amor de Deus é eterno, imutável, incondicional e sacrificial. Ele ama infinitamente os objetos da Sua própria ira. Sendo nós filhos da ira, Ele nos amou com amor eterno. Sendo nós pecadores rebeldes, nos deu Seu Filho.

“Todas as coisas” não inclui o universo físico, animais ou outras criaturas, pois eles nada fizeram para se separarem de Deus. Paulo devia ter em mente “todos” cujos pecados os separaram de Deus e, por isso, precisam reconciliar-se. Jesus não veio reconciliar os que já estão em paz com Deus (Mateus 9:13), mas veio “buscar e salvar o perdido” (Lucas 19:10). Dentro de todo o universo, os humanos são os únicos seres que precisam e podem ser reconciliados com Deus. “Todas” deve, portanto, significar que Jesus possibilitou a  reconciliação de todas as pessoas que já viveram sobre a terra.

Alguns tentam forçar aqui que “todas as coisas” aponta para uma salvação universal. O Universalismo prega que todos os seres serão salvos, inclusive os anjos caídos, e o próprio Diabo. Essa falsa doutrina começou a ser ensinada nos escritos antigos da Igreja.“Orígenes foi provavelmente o primeiro universalista cristão. Em sua obra juvenil De Principiis, ele sugeriu esta idéia de restauração universal e final para todos.”

 

“... tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus.”

Paulo não escreveu que a morte de Jesus reconciliou coisas sobre a terra com coisas nos céus, como concluem alguns. A reconciliação é para o que está sobre a terra e nos céus, e não para a terra e os céus em si mesmos. A terra e os céus passarão (Mateus 24:35) e serão incendiados (2 Pedro 3:10–12).

A morte de Jesus proporcionou reconciliação a coisas sobre a terra e a coisas nos céus. O significado deve ser que Jesus proveu reconciliação para todos que necessitam de reconciliação. Visto que apenas quem ofendeu a Deus precisa ser reconciliado com Ele, coisas materiais, animais e outras criaturas viventes podem ser eliminados. A humanidade pecadora é o que resta entre os que necessitam de reconciliação.

Fora a humanidade quem pode ofender a Deus são espíritos, anjos bons e maus. Anjos bons não precisam de reconciliação. Afinal quem nos céus precisa de paz por meio de Jesus? Sendo que nada contaminado pode entrar no céu (Apocalipse 21:27).

Anjos maus e espíritos maus precisam de reconciliação, mas não a receberão. Ademais, a ideia de que a reconciliação viabilizada pelo ato redentor de Jesus se estende a seres angelicais que pecaram seria contraditória à afirmação de Pedro sobre os anjos que pecaram. Eles estão algemados nas trevas, reservados para o juízo (2 Pedro 2:4). Eles não estão no céu, pois foram “lançados no inferno. (Tartaro).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
15/6/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. Colossenses - A Perseverança da Igreja na Palavra Nestes Dias Difíceis e Trabalhosos. Rio de Janeiro, CPAD, 2005.

 http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201310_01.pdf

Lopes, Hernandes Dias. Colossenses: suprema grandeza de Cristo, o cabeça da igreja. São Paulo: Hagnos, 2008.

segunda-feira, 28 de julho de 2025

Atos 4:13

    

Atos 4:13 “Então eles, vendo a ousadia de Pedro e João, e informados de que eram homens sem letras e indoutos, maravilharam-se e reconheceram que eles haviam estado com Jesus.”

 

“Então eles, vendo a ousadia de Pedro e João, e informados de que eram homens sem letras e indoutos,”

Pedro e João foram detidos a tarde pelo capitão do templo que atuou em nome dos sacerdotes saduceus após serem usados para curar o coxo da porta formosa. No dia seguinte reuniram-se em Jerusalém os seus principais, os anciãos, os escribas para ouvirem Pedro e João e perguntaram: Com que poder ou em nome de quem fizestes isto? (v.7).

Pedro cheio do Espírito Santo lhes respondeu: “Principais do povo, e vós, anciãos de Israel” (v.8) [... ] “Seja conhecido de vós todos [... ] que em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, em nome desse é que este está são diante de vós.Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina. E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4:10-12).

Após se surpreenderem com a coragem que aqueles homens lhes falaram, sendo eles autoridades. Se surpreenderem ainda mais, quando descobriram que eram “sem letras e indoutos”.  “Iletrados e incultos” significava que os apóstolos não tinham recebido o ensino formal (especificamente, o treinamento de um rabino) e não ocupavam posições formais . Nos círculos religiosos reconhecidos, Pedro e João não eram ninguém! Como podiam falar com tal autoridade e convicção? Como podiam deixar setenta e um homens instruídos sem ter o que dizer?

 

“... maravilharam-se e reconheceram que eles haviam estado com Jesus.”

Após se maravilharem eles reconheceram que aqueles homens haviam estado com Jesus. Essas palavras não significam que anteriormente eles não sabiam quem eram Pedro e João, nem sugerem que o Sinédrio estava reconhecendo pela primeira vez que esses homens tinham sido discípulos de Jesus.

O que houve foi que, de repente, o Sinédrio reconheceu como Pedro e João podiam falar com aquela intrepidez e convicção. Os dois homens puderam falar daquela forma porque “haviam estado com Jesus”! O Sinédrio viu “o que a convivência com Jesus havia feito neles!” (v. 13; Bíblia Viva). Memórias dolorosas devem ter vindo à tona, quando os membros do Sinédrio recordaram as batalhas verbais com Jesus no passado. Jesus também não tivera um treinamento formal (João 7:15); apesar disso, toda vez que eles travavam uma batalha teológica com Ele, saíam perdendo.

Quando Satanás nos dificulta as coisas, fica logo evidente se “estivemos ou não com Jesus”. Se todos os nossos pensamentos são egocêntricos, não absorvemos o Espírito dEle. Se o medo domina nossas mentes, não aprendemos o que Ele quis dizer com: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim” (João 14:1, 2). Quando estamos cientes de que o Espírito de Deus está conosco 11 , e se estamos comprometidos com Jesus como os apóstolos estavam, então, nós também podemos resistir ao diabo com coragem e confiança (Tiago 4:7).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
28/07/2025 

FONTES:

GONÇALVES, José. A igreja em Jerusalém – Doutrina comunhão e fé: A base para o crescimento da igreja em meio as perseguições. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200110_04.pdf

quinta-feira, 14 de agosto de 2025

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 14 DE AGOSTO DE 2025 (Atos 4:13)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
14 DE AGOSTO DE 2025
MANTENDO A OUSADIA CRISTÃ

Atos 4:13 “Então eles, vendo a ousadia de Pedro e João, e informados de que eram homens sem letras e indoutos, maravilharam-se e reconheceram que eles haviam estado com Jesus.”

 

“Então eles, vendo a ousadia de Pedro e João, e informados de que eram homens sem letras e indoutos,”

Pedro e João foram detidos a tarde pelo capitão do templo que atuou em nome dos sacerdotes saduceus após serem usados para curar o coxo da porta formosa. No dia seguinte reuniram-se em Jerusalém os seus principais, os anciãos, os escribas para ouvirem Pedro e João e perguntaram: Com que poder ou em nome de quem fizestes isto? (v.7).

Pedro cheio do Espírito Santo lhes respondeu: “Principais do povo, e vós, anciãos de Israel” (v.8) [... ] “Seja conhecido de vós todos [... ] que em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, em nome desse é que este está são diante de vós.Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina. E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4:10-12).

Após se surpreenderem com a coragem que aqueles homens lhes falaram, sendo eles autoridades. Se surpreenderem ainda mais, quando descobriram que eram “sem letras e indoutos”.  “Iletrados e incultos” significava que os apóstolos não tinham recebido o ensino formal (especificamente, o treinamento de um rabino) e não ocupavam posições formais . Nos círculos religiosos reconhecidos, Pedro e João não eram ninguém! Como podiam falar com tal autoridade e convicção? Como podiam deixar setenta e um homens instruídos sem ter o que dizer?

 

“... maravilharam-se e reconheceram que eles haviam estado com Jesus.”

Após se maravilharem eles reconheceram que aqueles homens haviam estado com Jesus. Essas palavras não significam que anteriormente eles não sabiam quem eram Pedro e João, nem sugerem que o Sinédrio estava reconhecendo pela primeira vez que esses homens tinham sido discípulos de Jesus.

O que houve foi que, de repente, o Sinédrio reconheceu como Pedro e João podiam falar com aquela intrepidez e convicção. Os dois homens puderam falar daquela forma porque “haviam estado com Jesus”! O Sinédrio viu “o que a convivência com Jesus havia feito neles!” (v. 13; Bíblia Viva). Memórias dolorosas devem ter vindo à tona, quando os membros do Sinédrio recordaram as batalhas verbais com Jesus no passado. Jesus também não tivera um treinamento formal (João 7:15); apesar disso, toda vez que eles travavam uma batalha teológica com Ele, saíam perdendo.

Quando Satanás nos dificulta as coisas, fica logo evidente se “estivemos ou não com Jesus”. Se todos os nossos pensamentos são egocêntricos, não absorvemos o Espírito dEle. Se o medo domina nossas mentes, não aprendemos o que Ele quis dizer com: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim” (João 14:1, 2). Quando estamos cientes de que o Espírito de Deus está conosco 11 , e se estamos comprometidos com Jesus como os apóstolos estavam, então, nós também podemos resistir ao diabo com coragem e confiança (Tiago 4:7).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
28/07/2025 

FONTES:

GONÇALVES, José. A igreja em Jerusalém – Doutrina comunhão e fé: A base para o crescimento da igreja em meio as perseguições. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200110_04.pdf

 

sábado, 27 de janeiro de 2024

Atos 9:31

Atos 9:31 “Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galileia e Samaria tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo. ”


“Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galileia e Samaria tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, ”

Como um vento que não se sabe de onde vem para onde vai (João 3:8) assim a igreja era edificada. Na Judéia e Galileia sempre houve o empenho dos discípulos e seus seguidores, pois a prima igreja estava estabelecida em Jerusalém sobre a supervisão de Tiago, irmão do Senhor. Nas demais regiões, principalmente Samaria Deus usou a perseguição instaurada após a execução de Estevão para que seu evangelho fosse pregado: “E fez-se naquele dia uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos foram dispersos pelas terras da Judéia e de Samaria, exceto os apóstolos (Atos 8:1). ” Foi assim que o Evangelho chegou em Samaria através do diácono Filipe: Mas os que andavam dispersos iam por toda a parte, anunciando a palavra. E, descendo Filipe à cidade de Samaria lhes pregava a Cristo (Atos 8:4,5). “ Após o próspero ministério de Filipe a igreja de Jerusalém enviou para a Samaria Pedro e João: “Os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João (Atos 8:14) “ para que os novos convertidos recebessem o Batismo no Espírito Santo. As igrejas estabelecidas tinham paz, eram edificadas, e se multiplicavam. Tinham paz apesar das grandes perseguições afinal Cristo deixou sua paz sem medida: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize (João 14:27). “ Apesar das tribulações a igreja se multiplicava, como disse Tertuliano: "O sangue dos mártires é a semente da igreja." Quanto mais se perseguia a igreja mais ela crescia, vemos isso no contexto sobre Paulo que uma vez perseguidor se dirigiu a Damasco na Síria para perseguir cristãos que ali se estabeleceram. Após sua conversão se ajuntou com os discípulos de Damasco, porém, depois foi-lhe armado ciladas. De Damasco foi para Jerusalém na qual após alguma dificuldade para ser creditado pelos apóstolos também lá intentaram contra sua vida: “E falava ousadamente no nome do Senhor Jesus. Falava e disputava também contra os gregos, mas eles procuravam matá-lo (Atos 9:29). “ Isso o levou a Cesaréia e enfim a Tarso. E o evangelho era pregado em cada aldeia e cidade contribuindo para a multiplicação das igrejas que recebiam o Evangelho da paz de Cristo.


“...andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo”.

As igrejas andavam no temor do Senhor: “E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos (Atos 2:43) “. Elas próprias modelavam uma relação divina e santa. Era como viviam, de forma que todos que tinham alguma relação com os membros dessas igrejas diziam: Certamente o temor o Senhor Reina nesse povo.As igrejas andavam na consolação do Espírito Santo (v. 31). Elas eram fiéis e alegres na religião. Seus membros se mantinham firmes nos caminhos do Senhor e cantavam nesses caminhos. A consolação do Espírito Santo era a consolação das igrejas, e lhes era a principal fonte de alegria. Elas recorriam à consolação do Espírito Santo e viriam com isso, não só em dias de dificuldade e aflição, mas também em dias de paz e prosperidade. As consolações terrenas, mesmo em seus momentos de satisfação mais generosa e plena, não as contentavam sem a consolação do Espírito Santo. Note a conexão destes dois: quando as igrejas andavam no temor do Senhor, então elas andavam na consolação do Espírito Santo. Quem anda com prudência anda com mais alegria.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
12/1/2023

Fontes:

SOARES, Esequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da doutrina bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro. CPAD, 2020.

HENRY, Matthew. Comentário Bíblico – Atos a Apocalipse. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.

domingo, 10 de janeiro de 2021

Lição 2 - A atuação do Espírito Santo no Plano da Redenção - 1 Trimestre de 2021

TEXTO AÚREO “Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galileia e Samaria tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo (Atos 9:31) ”.

“Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galileia e Samaria tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, ” Como um vento que não se sabe de onde vem para onde vai (João 3:8) assim a igreja era edificada. Na Judéia e Galileia sempre houve o empenho dos discípulos e seus seguidores, pois a prima igreja estava estabelecida em Jerusalém sobre a supervisão de Tiago, irmão do Senhor. Nas demais regiões, principalmente Samaria Deus usou a perseguição instaurada após a execução de Estevão para que seu evangelho fosse pregado: “E fez-se naquele dia uma grande perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos foram dispersos pelas terras da Judéia e de Samaria, exceto os apóstolos (Atos 8:1). ” Foi assim que o Evangelho chegou em Samaria através do diácono Filipe: Mas os que andavam dispersos iam por toda a parte, anunciando a palavra. E, descendo Filipe à cidade de Samaria lhes pregava a Cristo (Atos 8:4,5). “ Após o próspero ministério de Filipe a igreja de Jerusalém enviou para a Samaria Pedro e João: “Os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João (Atos 8:14) “ para que os novos convertidos recebessem o Batismo no Espírito Santo. As igrejas estabelecidas tinham paz, eram edificadas, e se multiplicavam. Tinham paz apesar das grandes perseguições afinal Cristo deixou sua paz sem medida: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize (João 14:27). “ Apesar das tribulações a igreja se multiplicava, como disse Tertuliano: "O sangue dos mártires é a semente da igreja." Quanto mais se perseguia a igreja mais ela crescia, vemos isso no contexto sobre Paulo que uma vez perseguidor se dirigiu a Damasco na Síria para perseguir cristãos que ali se estabeleceram. Após sua conversão se ajuntou com os discípulos de Damasco, porém, depois foi-lhe armado ciladas. De Damasco foi para Jerusalém na qual após alguma dificuldade para ser creditado pelos apóstolos também lá intentaram contra sua vida: “E falava ousadamente no nome do Senhor Jesus. Falava e disputava também contra os gregos, mas eles procuravam matá-lo (Atos 9:29). “ Isso o levou a Cesaréia e enfim a Tarso. E o evangelho era pregado em cada aldeia e cidade contribuindo para a multiplicação das igrejas que recebiam o Evangelho da paz de Cristo.

“...andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo ”. As igrejas andavam no temor do Senhor: “ E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos (Atos 2:43) “. Elas próprias modelavam uma relação divina e santa. Era como viviam, de forma que todos que tinham alguma relação com os membros dessas igrejas diziam: Certamente o temor o Senhor Reina nesse povo. As igrejas andavam na consolação do Espírito Santo (v. 31). Elas eram fiéis e alegres na religião. Seus membros se mantinham firmes nos caminhos do Senhor e cantavam nesses caminhos. A consolação do Espírito Santo era a consolação das igrejas, e lhes era a principal fonte de alegria. Elas recorriam à consolação do Espírito Santo e viriam com isso, não só em dias de dificuldade e aflição, mas também em dias de paz e prosperidade. As consolações terrenas, mesmo em seus momentos de satisfação mais generosa e plena, não as contentavam sem a consolação do Espírito Santo. Note a conexão destes dois: quando as igrejas andavam no temor do Senhor, então elas andavam na consolação do Espírito Santo. Quem anda com prudência anda com mais alegria.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
12/1/2023

Fontes:

SOARES, Esequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da doutrina bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro. CPAD, 2020.

HENRY, Matthew. Comentário Bíblico – Atos a Apocalipse. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.


quinta-feira, 1 de agosto de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 01 DE AGOSTO DE 2024 (Salmo 128.6)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
01 DE AGOSTO DE 2024
NETOS COMO RECOMPENSAS AOS AVÓS É SINÔNIMO DE RENOVAÇÃO DE VIDA

Salmo 128.6 “E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israel.”

 

 “E verás os filhos de teus filhos,”

Os homens que temem ao Senhor e andam nos seus caminhos vivem suas jovens vidas novamente, em seus netos. Salomão não disse que “Coroa dos velhos são os filhos dos filhos”? (Provérbios 17.6) E realmente, isto é verdade. O homem bom se alegra porque uma descendência piedosa provavelmente terá continuidade; ele se alegra na crença de que outras casas, tão felizes como a sua, serão edificadas, em que altares para a glória de Deus arderão com o sacrifício da manhã e da tarde.

George Swinnock escreveu: Senhor, que a tua bênção assim acompanhe os meus esforços, que todos os meus filhos possam ser Benaia, edificação do Senhor, e então todos serão Abner, a luz de seu pai; e que todas as minhas filhas possam ser Bitia, filhas do Senhor, e então todas serão Abigail, a alegria de seu pai.

Esta promessa sugere vida longa, e esta vida será feliz, com uma continuidade na nossa descendência. É um sinal da imortalidade do homem o fato de que ele se alegra pela extensão da sua vida através da vida dos seus descendentes.

 

“... e a paz sobre Israel.”

Com estas doces palavras, o salmo 125 foi concluído. Esta é uma fórmula favorita. Que a herança de Deus esteja em paz, e nós estaremos satisfeitos com isto. Nós consideramos como nossa própria prosperidade que os escolhidos do Senhor encontrem repouso e tranqüilidade.

A vida de Jacó foi extremamente agitada e conheceu pouca paz; mas o Senhor o libertou de todas as suas tribulações, e o trouxe a um local de descanso, em Gósen, por algum tempo, e posteriormente, o levou para dormir com seus pais na cova de Macpela. A gloriosa Semente de Deus foi terrivelmente afligida e, por fim, crucificada; mas Ele ressuscitou para a paz eterna, e na sua paz habitamos.

Os descendentes espirituais de Israel ainda compartilham das suas condições angustiantes, mas resta um repouso também para eles, e eles terão paz, do Deus da paz. Israel foi um suplicante nas suas orações nos dias da sua aflição, mas se tornou um príncipe vitorioso, e nisto a sua alma encontrou paz. Sim, é verdade - “Paz sobre Israel! Paz sobre Israel!”

Alexander Henderson citando um famoso clérigo escocês disse: “‘Paz sobre Israel’. A grande bênção da paz, que o Senhor prometeu ao seu povo já nesta vida (pois quando o Senhor concede misericórdia a alguém, Ele também concede paz; a paz e a graça são inseparáveis), esta paz, eu digo, não consiste no fato de que o povo de Deus não tenha inimigos; não, pois existe uma inimizade imortal e incessante contra eles. Nem a sua paz consiste no fato de que os seus inimigos não os atacarão, nem consiste no fato de que os seus inimigos não os perturbarão nem afligirão. Nós apenas nos enganamos se, enquanto estivermos nesta nossa peregrinação, e na nossa batalha aqui, nos prometermos uma paz deste tipo; pois enquanto nós vivermos neste mundo, ainda teremos inimigos, e estes inimigos irão nos atacar, perseguir e afligir”.

Não podemos nos esquecer que somos portadores de uma paz diferente do mundo: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14.27). Uma paz que não cessa, pois faz parte do fruto que Deus concede aos que recebem seu Espírito: “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança” (Gálatas 5.22).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
31/7/2024

FONTES:

QUEIROZ, Silas. O Deus Que Governa o Mundo e Cuida da Família – Os Ensinamentos Divinos nos livros de Rute e Ester para a Nossa Geração. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

SPURGEON, Charles. Os Tesouros de Davi – Volume 3. Rio de Janeiro: CPAD, 2017. (William Gumatt, Thomas Watson e Christopher Love)