sexta-feira, 4 de outubro de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 04 DE OUTUBRO DE 2024 (Êxodo 19.5)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
04 DE OUTUBRO DE 2024
ISRAEL, O REINO SACERDOTAL E A PROMESSA CONDICIONAL DE DEUS

Êxodo 19.5 “Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha”.

 

“Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança,”

No terceiro mês da saída dos filhos de Israel do Egito eles chegaram enfim ao deserto de Sinai. Ali eles permaneceram acampados enquanto Moises subiu a Deus e ouviu o sua voz do monte (v.3). Deus ordenou a Moisés que falasse as sua palavras aos filhos de Israel.

A responsabilidade de Israel era ouvirdes à voz de Deus e guardardes Sua aliança – duas maneiras de dizer a mesma coisa: “Se diligentemente lhe ouvires a voz” As bênçãos divinas são condicionadas à fé e obediência. Essa aliança é condicional no que tange ao seu usufruto. Esta regra não é arbitrária, mas essencial, porque apenas a obediência serve como expressão desse novo relacionamento de dependência em Deus, que garante o Seu desígnio de bênção para nós.

No início do processo de estabelecimento da aliança, Deus anunciou a base da aliança. Ele não estava fazendo uma aliança com Israel porque os israelitas eram justos. Na verdade, desde que Israel saiu do Egito, o povo provou, com freqüência através de murmurações e ingratidões. Mas pela  sua graça, Deus escolheu Israel por causa das promessas feitas aos patriarcas, especialmente as promessas feitas a Abraão.

A aliança era baseada na graça de Deus em favor de Israel – no que Deus tinha feito por Israel, não no que Israel tinha feito ou prometido fazer para Deus (Deuteronômio 7:6–8; 9:4–6).

 

“... então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha”.

Por sua vez, Deus abençoaria Israel, tornando-o Sua própria propriedade peculiar dentre todos os povos do mundo. Essa passagem afirma que, independente do que possa ser dito sobre os israelitas, eles eram o povo especial de Deus no Antigo Testamento. Deus tinha o direito de escolher Israel por que toda a terra pertence a Ele.

A expressão “Minha propriedade peculiar” também é traduzida como “um tesouro peculiar para mim” (KJV), “um tesouro especial para mim” (NKJV),  “minha propriedade exclusiva” (NJB, Bíblia Nova Jerusalém). A frase aparece em outros textos que também descrevem o relacionamento de Israel com Deus (Deuteronômio 7:6; 14:2; 26:18; Salmos 135:4).

O termo em si é associado a tesouros pessoais como prata e ouro (1 Crônicas 29:3; Eclesiastes 2:8). Neste contexto, a linguagem refere-se a uma propriedade conquistada mais valiosa do que todas as outras. Portanto, o privilégio de ser “o povo” de Deus implica bênçãos especiais, pois Deus cuida daqueles que lhe pertencem e os abençoa.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
29/09/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201608_07.pdf

COLE, Alan R. Êxodo - Introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1981

quinta-feira, 3 de outubro de 2024

Lição 1 - Lições Bíblicas Adultos - 4º Trim./2024 - CPAD

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 03 DE OUTUBRO DE 2024 (Gênesis 12.3)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
03 DE OUTUBRO DE 2024
A PROMESSA DE DEUS A ABRAÃO, O PAI DA FÉ

Gênesis 12.3 “E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. “


“E abençoarei os que te abençoarem, “

As palavras de Deus enfatizam a proximidade do relacionamento entre Ele e o patriarca Abrão, bem como Sua preocupação com ele. Todo indivíduo que se relacionasse corretamente com Abrão, Deus abençoaria. Palavras semelhantes foram mais tarde usadas por Isaque, que sem saber abençoou Jacó pensando ser Esaú: “Sirvam-te povos, e nações se encurvem a ti; sê senhor de teus irmãos, e os filhos da tua mãe se encurvem a ti; malditos sejam os que te amaldiçoarem, e benditos sejam os que te abençoarem” (Gênesis 27:29). Elas também foram ditas pelo profeta Balaão, que recebeu permissão do Senhor para pronunciar somente bênçãos sobre a nação de Israel “Encurvou-se, deitou-se como leão, e como leoa; quem o despertará? Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem” (Números 24:9).

Deus promete ser um amigo dos seus amigos, a considerar as gentilezas feitas a Abrão como feitas a Ele mesmo, e a recompensá-las adequadamente. Deus irá cuidar para que ninguém saia perdedor, no longo caminho, por nenhum serviço feito pelo seu povo. Até mesmo um copo de água fria será recompensado: “Porquanto, qualquer que vos der a beber um copo de água em meu nome, porque sois discípulos de Cristo, em verdade vos digo que não perderá o seu galardão” (Marcos 9:41).


“... e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; “

Ao inverso da promessa anterior, quem amaldiçoasse Abraão seria amaldiçoado por Deus, uma vez que tal pessoa não estava se relacionando corretamente com o instrumento escolhido por Deus para trazer bênçãos ao mundo inteiro. Inimigos poderiam amaldiçoar Abraão de várias maneiras: falando mal dele e denegrindo sua reputação, impedindo-o, infligindo danos a ele ou tomando algo (ou alguém) que pertencesse a ele.

Por exemplo, Faraó não se relacionou corretamente com o patriarca porque lhe tomou a esposa para o seu harém (Genesis 12:10–17). Embora tivesse feito isso na ignorância, sem saber que ela era casada, Faraó provocou maldições de Deus (doenças e “pragas”) sobre toda a sua casa com esta ofensa contra Abraão.

“... e em ti serão benditas todas as famílias da terra. “

Esta foi a promessa que coroou todas as demais. Pois ela aponta para o Messias, em quem todas as promessas são cumpridas. Este é o ponto alto e o objetivo final do chamado de Abraão: Em ti serão benditas todas as famílias da terra. No versículo 2, Deus havia exortado o patriarca a “ser uma bênção” e agora Ele estendia essa incumbência: Abraão deveria ser um canal de bênçãos a alcançar além das pessoas do seu círculo imediato de parentes, amigos e conhecidos.

De fato, a promessa final era impressionante, pois continha uma bênção que deveria beneficiar todas as famílias e povos da terra – até nações estrangeiras, como as mencionadas nos capítulos 4 a 11, além de todos que surgiriam futuramente. Abraão deveria ser o progenitor de um povo através do qual bênçãos divinas fluiriam, culminando na vinda de Jesus Cristo como seu “descendente” (semente) prometido e “o Salvador do mundo” (João 4:42; Atos 3:25; Gálatas 3:8; 1 Timóteo 2:3–6). A promessa não era só de uma terra, mas também do Descendente Prometido, Jesus Cristo, e todas as bênçãos que Ele transmitiria a nós: “Ora, as promessas foram feitas a Abraão e à sua descendência. Não diz: E às descendências, como falando de muitas, mas como de uma só: E à tua descendência, que é Cristo” (Gálatas 3:16)

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
27/9/2023

FONTES:

GABY, Wagner. Até os confins da terra – Pregando o evangelho a todos os povos até a volta de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201509_05.pdf

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry – Genesis a Deuteronômio. Rio de Janeiro CPAD.

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 2 DE OUTUBRO DE 2024 (Genesis 9.11)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
2 DE OUTUBRO DE 2024
UMA PROMESSA INCONDICIONAL DE DEUS NO PACTO COM NOÉ

Genesis 9.11 “E eu convosco estabeleço a minha aliança, que não será mais destruída toda a carne pelas águas do dilúvio, e que não haverá mais dilúvio, para destruir a terra.”

 

“E eu convosco estabeleço a minha aliança,”

Após Deus permitir a Noé e sua família sair da Arca após baixar as águas do dilúvio. Deus abençoou Noé e seus filhos dizendo: “Frutificai e multiplicai-vos e enchei a terra (v.1). Deus então os orienta acerca do governo humanos que iniciará a partir desta família, dando-lhes orientações sobre comida, abstenção do sangue e juízo que exerciam a partir dali.

Com eles Deus estabelece sua Aliança. Essa aliança havia sido prometida antes do dilúvio: “Mas contigo estabelecerei a minha aliança; e entrarás na arca, tu e os teus filhos, tua mulher e as mulheres de teus filhos contigo” (Genesis 6.18).

Deus anunciou que Ele estava para Estabelecer ou “confirmar” sua aliança com eles e sua descendência. Poderia significar que Deus “firmaria” uma nova relação (aliança) com os habitantes da arca ou, mais provável neste contexto, Ele implementaria, cumpriria ou executaria o que estava implícito na promessa original que Ele fez a Noé em 6:18.

 

“... que não será mais destruída toda a carne pelas águas do dilúvio, e que não haverá mais dilúvio, para destruir a terra.”

Noé havia obedecido ao Senhor fazendo a arca para salvação da sua família e dos animais, agora Deus que os havia preservados dentro da arca faz promessas.

A promessa de Deus era que não seria mais destruída toda carne nem a terra por águas de dilúvio, e que não haverá mais dilúvio, para destruir a terra.

A aliança que Deus fez com o homem após o dilúvio geralmente é chamada “aliança noeciana”, mas ela não foi apenas uma aliança feita com Noé e sua família. Ela foi feita com toda a “descendência” (9:9) deles e “as gerações perpétuas” no futuro (9:12). Não foi também uma aliança que parou ali; ela incluiu “todos os seres viventes” de cada espécie (9:10, 12, 15). Seres humanos, aves, animais e todos os seres rastejantes foram beneficiados com a promessa de Deus.

Aos sobreviventes do dilúvio, Deus fez uma promessa incondicional que se estenderia até o fim dos tempos: ele jamais mandaria outro dilúvio destruir tudo que vive na terra. Isso deveria evitar que o homem se desesperasse toda vez nuvens anunciando tempestades surgissem no horizonte.

Esta é uma aliança unilateral, o que significa que a obrigação de guardá-la reside inteiramente no Senhor. Independentemente de quão pecaminoso o homem se torne no futuro: “E o Senhor sentiu o suave cheiro, e o Senhor disse em seu coração: Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem; porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice, nem tornarei mais a ferir todo o vivente, como fiz” (Genesis 8:21), Deus jamais mandará outro dilúvio para destruir a terra completamente. Num sentido, então, a aliança era incondicional; independentemente do que o homem fizesse, a promessa jamais seria abolida.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
29/09/2024

FONTES:

RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201508_07.pdf

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201508_08.pdf

terça-feira, 1 de outubro de 2024

Bibliografia Sugerida: 4 Trimestre de 2024.

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 01 DE OUTUBRO DE 2024 (Isaías 7.14)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
01 DE OUTUBRO DE 2024
JESUS, A PROMESSA DO NOSSO EMANUEL

 
Isaías 7.14 “Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel”. 


“Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal:” 

O contexto imediato do texto está descrevendo a ameaça dos Reis da Síria (Rezim) e do Rei de ISrael (Peca) contra o reino de Judá (Acaz).

O Senhor diz a Isaías e seu filho (Sear-Jasube)  saí ao encontro de Acaz (7.3-4) “E dize-lhe: Acautela-te, e aquieta-te; não temas, nem se desanime o teu coração por causa destes dois pedaços de tições fumegantes” (Isaías 7:4); “Isto não subsistirá, nem tampouco acontecerá” (Isaías 7:7).

Após transmitir essa mensagem a Acaz o Senhor acrescenta: “Pede para ti ao Senhor teu Deus um sinal; pede-o, ou em baixo nas profundezas, ou em cima nas alturas” (Isaías 7:11). Acaz se nega a exigir um sinal de Deus, diferentemente dos fariseus e seguidores da época de Jesus: "Uma geração má e adúltera pede um sinal, porém, não se lhe dará outro sinal senão o sinal do profeta Jonas” (Mateus 12:39). Como nessa passagem o Senhor transmite o sinal para as gerações futuras. Isaías, então, profetiza aos descendentes de Davi (Judá).


“...eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho,” 

Eis a profecia do nascimento virginal do nosso Senhor. Lucas e Mateus descrevem o cumprimento dessa profecia aproximadamente 700 anos após: “Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo” (Mateus 1:18).

Lucas nos relata mais detalhadamente que  foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, A uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria” (Lucas 1:26,27). O anjo a disse: “Eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus” (Lucas 1:31). A resposta de Maria foi: “Como se fará isto, visto que não conheço homem algum?” (Lucas 1:34). A tréplica do Anjo foi: ”Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus” (Lucas 1:35).

Esse fato sobrenatural é o sinal de Deus para toda a humanidade: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos” (Gálatas 4:4,5).


“...e será o seu nome Emanuel”. 

Todavia o noivo de Maria que sabia que não havia ainda consumado seu casamento duvidou quando Maria descreveu essa fato sobrenatural: “Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente” (Mateus 1:19). E quando ele vai dormir um anjo lhe aparece em Sonho e confirma o testemunho de Maria: “não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo;
E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mateus 1:20,21). Quem nos narra esse fato é Mateus, e ele associa o avento a profecia de Isaías: “Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz; Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco” (Mateus 1:22,23)

Emanuel, no hebraico, é a junção de dois termos — immánu, que significa “conosco”, e El, que significa “Deus” ou “Senhor”, literalmente “conosco [está] Deus”. Jesus não somente foi homem, mas estabeleceu morada entre os homens: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós...” (João 1:14).

Essa atitude de Jesus demonstra o imenso amor de Deus para com a humanidade perdida, que de outra forma jamais entenderia esse amor. Ele se tornou como um de nós e nos amou para que nós o amassemos e fôssemos definitivamente dEle.

Jesus não se chamava Emanuel como nome próprio, mas vários textos bíblicos apontam para Ele como sendo designado por esse nome como aquilo que Ele de fato é: Deus Conosco. Esse nome designa sua missão entre a humanidade de fazer Deus estar com a humanidade, de habitar entre os homens.

Mostra a natureza divina do Filho de Deus como sua obra messiânica da graça, habitando entre os homens e ao mesmo tempo significando que “porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Colossenses 2.9).

Mateus aplicou corretamente esta profecia a Jesus, o Messias (Mateus 1.23).” Note também que Mateus termina o seu livro com Jesus dizendo: “E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém” (28.20). Ele continua sendo o Emanuel, “Deus conosco”.

Escatologicamente todos os que nele creem habitarão com Ele: “E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus” (Apocalipse 21.3)

 

DEIVY FERRREIRA PANIAGO JUNIOR
12/06/2023

FONTES:

CABRAL, Elienai. Relacionamentos em Família – Superando desafios e problemas com exemplos da Palavra de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

HORTON, Stanley. Isaías - O profeta messiânico. Rio de Janeiro: CPAD, 2016.

POMMERENING, Clayton Ivan. Lições Bíblicas Jovens - Lição 9: O sinal do Emanuel. CPAD, 3º Trimestre de 2016.