quarta-feira, 5 de agosto de 2026

DEUS SUSTENTA A MISSÃO MESMO DIANTE DA REJEIÇÃO E DA OPOSIÇÃO (Atos 18:6) 5/8/26


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA  
5 DE AGOSTO DE 2026
DEUS SUSTENTA A MISSÃO MESMO DIANTE DA REJEIÇÃO E DA OPOSIÇÃO 

Atos 18:6 “Mas, resistindo e blasfemando eles, sacudiu as vestes, e disse-lhes: O vosso sangue seja sobre a vossa cabeça; eu estou limpo, e desde agora parto para os gentios.”

 

“Mas, resistindo e blasfemando eles,”

O povo judeu se tornara obstinado, teimoso e rebelde, pois seus corações haviam ficado insensíveis à vontade de Deus, e seus ouvidos estavam surdos aos clamores do Senhor: “Mas a casa de Israel não te quererá dar ouvidos, porque não me querem dar ouvidos a mim; pois toda a casa de Israel é de fronte obstinada e dura de coração” (Deuteronômio 9:6). Estevão denunciou os homens da sua geração dizendo: “Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais” (Atos 7.51).

Paulo enfrenta de cidade e cidade a mesma obstinação do povo que resiste igualmente as palavras do evangelho. O escritor aos hebreus nos orienta a agirmos diferentes: Se ouvirdes hoje a sua voz, Não endureçais os vossos corações, como na provocação, no dia da tentação no deserto. Onde vossos pais me tentaram, me provaram, e viram por quarenta anos as minhas obras. Por isso me indignei contra esta geração, e disse: Estes sempre erram em seu coração, e não conheceram os meus caminhos” (Hebreus 3:7-10).

Além de resistir eles blasfemaram. Nas páginas do Novo Testamento, quando esse verbo é utilizado em relação aos homens, significa caluniar, difamar, insultar, injuriar a reputação de outrem. Como fizeram também com Jesus na cruz: “E os que passavam blasfemavam dele, meneando as cabeças, E dizendo: Tu, que destróis o templo, e em três dias o reedificas, salva-te a ti mesmo. Se és Filho de Deus, desce da cruz. E da mesma maneira também os principais sacerdotes, com os escribas, e anciãos, e fariseus, escarnecendo, diziam: Salvou os outros, e a si mesmo não pode salvar-se. Se é o Rei de Israel, desça agora da cruz, e creremos nele.  Confiou em Deus; livre-o agora, se o ama; porque disse: Sou Filho de Deus” (Mateus 27:39-43).

 

“... sacudiu as vestes,”

Essa ação é similar ao ato de sacudir o pó dos pés ou imitação do mesmo. Sacudir assim as vestes simbolizava o ato de sacudir a poeira que se apegara às mesmas, como se elas estivessem contaminadas por aqueles com quem a pessoa que assim fazia se associara. Isso é um cumprimento literal do mandamento que o Senhor Jesus deu aos seus discípulos, no tocante à atitude que deveriam ter, em casos de perseguição e ultraje contra o cristianismo “E, se ninguém vos receber, nem escutar as vossas palavras, saindo daquela casa ou cidade, sacudi o pó dos vossos pés” (Mateus 10:14).

Pela literatura rabínica somos informados de que nenhum judeu religioso deixava de acautelar-se por não trazer para a Palestina qualquer poeira proveniente de territórios pagãos, porque esse pó poderia ser considerado como uma contaminação própria do paganismo.

Este episódio nos mostra que Paulo se inocentou de qualquer responsabilidade por eles. Com essa atitude, o apóstolo mostrou que os membros daquela sinagoga, que haviam rejeitado a Cristo, com esse ato se tinham declarado indignos do ministério do evangelho, bem como dos benefícios que disso resultam.

 

“O vosso sangue seja sobre a vossa cabeça; eu estou limpo, e desde agora parto para os gentios.”

A expressão: “O vosso sangue seja sobre a vossa cabeça” parece ter-se originado no costume dos hebreus, dos egípcios e de outros povos antigos, de colocarem as mãos sobre a cabeça do animal morto como sacrifício, como se fosse um ato simbólico de transferência de culpa para a vítima sacrificada quando era abatida e o seu sangue era aspergido. O sangue representa a vida da carne e o fato de ser derramado representa a perda dessa vida. Essa expressão veio a ser vinculada à responsabilidade que qualquer indivíduo tem pelo seu próprio destino.

Não devemos considerar essas palavras como um a maldição, como se Paulo lhes estivesse desejando qualquer mal, especialmente algum a perda ou prejuízo. Pelo contrário, somente serviu de solene declaração que não tinha mais qualquer responsabilidade pela perda da vida eterna que com aquela atitude eles condenavam a si mesmos. Paulo havia feito a sua parte como arauto de Deus: Quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; e tu não o avisares, nem falares para avisar o ímpio acerca do seu mau caminho, para salvar a sua vida, aquele ímpio morrerá na sua iniquidade, mas o seu sangue, da tua mão o requererei” (Ezequiel 3:18).

O povo judeu, em Jerusalém, empregara virtualmente essas palavras quando assumiram toda a responsabilidade pela morte bárbara e atroz do Senhor Jesus, aceitando assim toda a culpa que esse trucidamento envolvia: "E, respondendo todo o povo, disse: O seu sangue seja sobre nós e sobre nossos filhos" (Mateus 27:25).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
7/7/2026

FONTES:

GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

 

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Atos 24:13

tos 24:13 “Nem tampouco podem provar as coisas de que agora me acusam.”

 

“Nem tampouco podem provar as coisas de que agora me acusam.”

Depois de receber autorização de Felix para se defender. O apóstolo se defendeu das acusações de ser um agitador entre os judeus argumentando que não causou a confusão em Jerusalém, pois não havia falado com ninguém desde que chegou há 12 dias. E também que não estava profanando o templo e quebrando lei, pois estava cumprindo voto: “Então Paulo, tomando consigo aqueles homens, entrou no dia seguinte no templo, já santificado com eles, anunciando serem já cumpridos os dias da purificação; e ficou ali até se oferecer por cada um deles a oferta” (Atos 21:26).

Após os esclarecimentos nos versos anteriores ele afirmou que seus acusadores não podiam provar as coisas que o acusaram. Pois o Sinédrio não tinha um conhecimento de primeira mão das acusações feitas; só lidara com boatos. Não trouxeram uma testemunha, apenas um orador fluente. Não havia provas para a acusação. 

Na lei judaica para se condenar alguém deveria haver pelo menos duas ou três; não era permitido condenar uma pessoa com base em apenas um testemunho: “Uma só testemunha contra alguém não se levantará por qualquer iniqüidade, ou por qualquer pecado, seja qual for o pecado que cometeu; pela boca de duas testemunhas, ou pela boca de três testemunhas, se estabelecerá o fato” (Deuteronômio 19:15).

O falso testemunho era proibido, pois poderia resultar em uma pessoa perdendo a reputação, seus bens e até sua vida: “Ora, os príncipes dos sacerdotes, e os anciãos, e todo o conselho, buscavam falso testemunho contra Jesus, para poderem dar-lhe a morte” (Mateus 26:59). O castigo por dizer falso testemunho era o mesmo que era planejado para o próximo da pessoa:  “Far-lhe-eis como cuidou fazer a seu irmão; e assim tirarás o mal do meio de ti” (Deuteronômio 19:19).

Mesmo assim, Paulo não foi inocentado ou solto por Félix, que representava Roma, nem sequer depois deste último receber um relatório mais detalhado da parte de Lísias (supondo-se que finalmente o prestou). Paulo permaneceu sendo prisioneiro, e surge a pergunta de por que foi mantido em custódia. A resposta pode ser que Félix suspeitasse que o assunto era mais complexo do que uma mera acusação acerca de uma perturbação isolada da paz no templo, e que Paulo poderia ser um perigo público.

As autoridades romanas forçosamente se preocupavam com quaisquer causas possíveis de motins e rebeliões entre os judeus nos anos sempre mais tensos que levaram ao irrompimento da revolta judaica, e um governador romano provavelmente preferiria o caminho mais seguro no caso de um prisioneiro potencialmente perigoso.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
4/8/2026

FONTES:

GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

MARSHALL, Howard. Atos - Introdução e Comentário. Vida Nova/Mundo Cristão. 1991.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200205_08.pdf

https://textoaureoebd.blogspot.com/2025/11/zacarias-817.html

Atos 24:5

Atos 24:5 “Temos achado que este homem é uma peste, e promotor de sedições entre todos os judeus, por todo o mundo; e o principal defensor da seita dos nazarenos;”

 

“Temos achado que este homem é uma peste, e promotor de sedições entre todos os judeus, por todo o mundo;

Tértulo apresentou três acusações contra Paulo perante Felix, duas descritas nesse versículo acusações essas tão falsas quanto sua adulação nos versos anteriores.

A primeira acusação era pessoal: “Porque, tendo nós verificado que este homem é uma peste...” (v. 5a) — literalmente, “uma praga, uma pestilência”! Se a metáfora ainda fosse viva, a implicação seria que a influência de Paulo era infecciosa, ele era um perturbador da ordem pública. Em outras palavras: “Paulo é um agitador de primeira linha, nenhuma pessoa de bom sendo deveria deixá-lo viver!”.

A segunda acusação era política: “promove sedições entre os judeus esparsos por todo o mundo”. Paulo é acusado de levantar sedição em toda a população judaica do mundo romano. Havia muitos agitadores judeus naquela época, falsos Messias que ameaçavam aquela "paz" que Tértulo havia atribuído a Félix. Esta era uma acusação mais concreta, embora ainda lhe faltasse substância. Certamente poderia ser argumentado que o efeito da pregação de Paulo era provocar alvoroços. Essa acusação tinha um fundo de verdade, pois havia ocorrido desordem em muitos lugares em que Paulo estivera. Mas, era uma inverdade deduzir com isso que Paulo havia instigado o tumulto.

 

 “... e o principal defensor da seita dos nazarenos;”

Em terceiro lugar, Paulo foi atacado como sendo o principal defensor da seita dos nazarenos. A palavra hairesis significava "seita, partido, escola" e era aplicada tanto aos saduceus (Atos 5:17) como aos fariseus (Atos 15:5; 26:5), como também a outras tradições dentro do judaísmo. E é nesse sentido que é aplicada aos cristãos.

Este é o único lugar no Novo Testamento onde “Nazareno” se emprega para descrever os cristãos. Foi um termo aplicado ao próprio Jesus (Atos 2:22), e fora do Novo Testamento, aplicava-se mais tarde a grupos de cristãos judaicos que tinham conceitos não ortodoxos. É bem provável que os cristãos judeus fossem cognominados conforme o nome vinculado ao líder deles, especialmente se a palavra tinha referência zombeteira: “De Nazaré pode sair alguma coisa boa?” (João 1:46); mais tarde, a palavra pode ter sido apropriada por algum grupo específico de cristãos.

 

 

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DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
4/8/2026

FONTES:

GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

MARSHALL, Howard. Atos - Introdução e Comentário. Vida Nova/Mundo Cristão. 1991.

STOTT, John. A Mensagem de Atos - Até os confins da terra. São Paulo: ABU, 1994.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200205_08.pdf

Mateus 10:33

Mateus 10:33 “Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus. ”

 

“Mas qualquer que me negar diante dos homens,”

Após falar de como serão honrados aqueles que o confessarem diante dos homens. Jesus advertiu todo discípulo que virasse as costas para Ele: “Mas aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai,que está nos céus”. O verbo “negar” significa “desconhecer” ou “repudiar”.

Os cristãos do começo da igreja foram colocados sob intensa pressão para que negassem a Cristo. Por exemplo, no segundo século d.C.,Plínio, o Jovem, governador de Ponto/Bitínia,escreveu uma carta ao imperador romano Trajano sobre sua política para lidar com cristãos que eram denunciados a ele. Primeiro, ele interrogava-os acusados de serem cristãos duas ou três vezes, dando-lhes oportunidade de negar a Cristo. Depois, executava os que não se retratavam. Todavia, se fossem cidadãos romanos, enviava-os a Roma. Aqueles que negavam ser cristãos eram soltos depois de amaldiçoar a Cristo, invocar os deuses e oferecer oração com incenso e vinho à imagem do imperador.

 

“... eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus. ”

Apesar de o negando o nosso sofrimento neste mundo possa ser aliviado. Como Pedro que quando temeu a própria vida assim fez: “E como certa criada, vendo-o estar assentado ao fogo, pusesse os olhos nele, disse: Este também estava com ele. Porém, ele negou-o, dizendo: Mulher, não o conheço” (Lucas 22:56,57). Qualquer pessoa negue e rejeite a Cristo diante dos homens serão negados por Ele no grande dia, quando mais precisarem dele: Ele não considerará como servos aqueles que não o considerarem seu Messias. Ele lhes dirá abertamente: “Nunca vos conheci” (Mateus. 7.23).

Nos primeiros tempos do cristianismo, quando, para um homem, confessar a Cristo significava arriscar tudo o que lhe era caro neste mundo, esta era uma prova de sinceridade maior do que passou a ser mais tarde, quando já havia até mesmo vantagens seculares para aqueles que o confessassem.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
4/8/2026

FONTES:

GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry - Mateus a João. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201206_05.pdf

Mateus 10:32

Mateus 10:32 “Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. ”

 

“Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, ”

A expressão “portanto”, indica que o que Jesus está prestes a dizer é uma conclusão ou lição para Seus pensamentos anteriores. Jesus querendo inspirar seus seguidores a serem destemidos, promete uma grande bênção a todo aquele que [O confessasse]diante dos homens. A palavra grega para “confessar” significa declarar ou reconhecer. A confissão de fé em Cristo é um dos requisitos para quem quer se tornar um cristão (Romanos 10:9, 10; 1 Timóteo 6:12). Implica confessá-lo como seu Senhor e Salvador.

Todavia, confessar a Cristo é mais que uma declaração de lábios. Muitos repelem o Credo, como papagaio, sem saber o que estão dizendo. Externamente, Judas confessou a Cristo, enquanto Pedro, uma vez, o negou. Judas, porém, era apóstata, e Pedro, verdadeiro discípulo. Tanto que Pedro professou o que tem sido chamado de “a boa confissão”, ao declarar: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16).

Os discípulos seriam levados perante tribunais judaicos e governadores e reis gentios (Mateus 10:17,18). Tais confrontos seriam oportunidades para que reconhecessem o Cristo. Os discípulos teriam que vencer todos os medos relativos à perseguição para manterem essa confissão. Eles poderiam até perder a vida por causa de sua profissão de fé, como aconteceu com Tiago, irmão de João. Realmente confessar Cristo significa testificar com os lábios e a vida, aconteça o que acontecer.

No Evangelho de João, muitos dos judeus temiam declarar a fé em Jesus porque seus líderes haviam decidido que, “se alguém confessasse ser Jesus o Cristo, [seria] expulso da sinagoga” (João 9:22). Algumas das autoridades criam em Jesus, mas não O confessaram, “para não serem expulsos da sinagoga” (João 12:42).

Henry diz que é nosso dever, não apenas crer em Cristo, mas também professar esta fé, sofrendo por Ele, quando isto nos for exigido, e também servindo a Ele. Nunca devemos nos envergonhar do nosso relacionamento com Cristo, da nossa presença com Ele, e das expectativas que temos em relação a Ele: com isto, a sinceridade da nossa fé é evidenciada, o seu nome glorificado, e muitos, edificados.

 

“... eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. ”

Embora mesmo que isto possa nos expor à reprovação e a problemas agora, nós seremos abundantemente recompensados por tudo isso na ressurreição dos justos, quando será nossa honra e felicidade indescritível ouvir Jesus –“o mediador entre Deus e os homens” (1 Timóteo2:5; NVI) – nos confessar diante de [Seu] Pai, que está nos céus. No lugar de “diante de meu Pai que está nos céus”, Lucas diz “diante dos anjos deDeus” (Lucas 12:8, 9).

Imagine Cristo dizendo sobre nós: “Eu falarei coisas boas dele, quando ele comparecer diante de meu Pai para receber o seu destino”. Eu o apresentarei e o representarei ao meu Pai”. Aqueles que honram a Cristo, da mesma forma Ele honrará. Eles o honram diante dos homens. Isto é pouco. Ele os honrará diante do seu Pai, o que é muito.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
4/8/2026

FONTES:

GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry - Mateus a João. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201206_05.pdf

A OBRA DE DEUS AVANÇA PELO PODER DO ESPÍRITO (1 Coríntios 2.4-5) 4/8/26

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA  
4 DE AGOSTO DE 2026
A OBRA DE DEUS AVANÇA PELO PODER DO ESPÍRITO

1 Coríntios 2.4-5 “A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder. Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus. ” 


“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana”.

 Por mais que Paulo fosse instruído e inteligente, conhecedor de diversos idiomas e culturas o assunto principal de seu discurso era Cristo e este crucificado e ressuscitado, o que para os judeus era escândalo e para os gregos loucura. Até mesmo dentro da Igreja de Corinto havia aqueles que não acreditavam na ressurreição a estes Paulo respondeu: “se Cristo não ressuscitou é vã a vossa fé e permaneceis nos vossos pecados”. Quanto a sabedoria humana ela deve ser buscada: “Tomai-vos homens sábios e entendidos, experimentados entre as vossas tribos, para que os ponha por chefes sobre vós. (Deuteronômio 1:13), pois, testemunhamos muitas vezes até mesmo Paulo a usando de maneira eficaz, porém, ela pouco acrescenta a lógica divina da morte e ressurreição do nosso Salvador. Quando essas sabedorias são paralelas há o que acrescentar, porém, quando são conflitantes devemos rejeitar a humana, pois a loucura de Deus é mais sabia do que a sabedoria dos homens.


“..., mas em demonstração do Espírito e de poder” 

Nicodemos apesar de ir ter tido de noite com Jesus e inicialmente não entender as coisas terrenas pregadas por Cristo reconheceu que ninguém podia fazer os sinais que Ele fazia se Deus não fosse com ele. Os dons espirituais servem a igreja a fim de que o poder de Deus seja demonstrado através deles. Onde Jesus andava alguma coisa acontecia, quando o tocavam virtude saía dele. Os apóstolos foram revestidos de poder na ocasião da descida do Espírito Santo no dia de Pentecoste e este poder espiritual era ferramenta indispensável na salvação de almas. Pedro pregava e dizia: recebereis o dom do Espírito Santo e este servia de sinal quando pela imposição de mãos era repartido. Apesar de não vivenciar dos milagres de Cristo Paulo foi usado da mesma forma, diz a palavra que até os lenços e aventais de Paulo eram distribuídos e pessoas eram curadas.


“Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, ”

A sabedoria humana não é indispensável para adquirir a sabedoria de Deus. A bíblia diz que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria (sabedoria de Deus), pois ela nos torna sábios para a Salvação. Jesus orando ao Pai disse: "Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos. ” (Mateus 11:25) contrastando com isso o texto em Jeremias 9:23 “...não se glorie o sábio na sua sabedoria...” e em 1 Coríntios 1:20 “Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? ” Ora, diante de Deus a sabedoria deste mundo torna-se obsoleta e nossa fé não pode ter como firmamento nada obsoleto ou vulnerável.


“..., mas no poder de Deus”. 

Não podendo a nossa fé firma-se em algo vulnerável o Espírito Santo nos concede dons para que a nossa fé possua convicção de que Deus está conosco e essa convicção se dá através dos sinais que seguem aqueles que creem: “E estes sinais seguirão aos que crerem: “Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão” (Marcos 16:17,18). Dentro dos sinais preditos pelo próprio Cristo conseguimos identificar os Dons de Poder que depois vieram a ser manifestado pelo Espírito: Dons de Curar, Dom da Fé, Dom de Operação de Maravilhas, incluído ainda o Dom de línguas que em breve será abordado especificamente. Que nossa fé sempre se apoio no Poder de Deus!

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR

Fontes:

RENOVATO, Elinaldo. Dons espirituais e ministeriais - Servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário. Rio de Janeiro: CPAD, 2014.

HORTON, Stanley. I e II Coríntios – os problemas da igreja e suas soluções. 3.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

HORTON, Stanley M. A Doutrina do Espírito Santo no Antigo e Novo Testamento. 12 ed., RJ: CPAD, 2012.

SOUZA, Estêvam Ângelo de. Nos Domínios do Espírito. 2 ed., RJ: CPAD, 1987.

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

A LUZ DO EVANGELHO RESPLANDECE EM AMBIENTES DESAFIADORES (Atos 18:4) 3/8/26


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA  

3 DE AGOSTO DE 2026
A LUZ DO EVANGELHO RESPLANDECE EM AMBIENTES DESAFIADORES 

Atos 18:4 “E todos os sábados disputava na sinagoga, e convencia a judeus e gregos.”

 

“E todos os sábados disputava na sinagoga,”

Era costume do apóstolo Paulo começar sua evangelização pelos judeus e na grande cidade de Corinto não seria diferente. Em sua primeira viagem missionária, acompanhado por Barnabé, na cidade de Salamina, em Chipre, já fazia assim: “E, chegados a Salamina, anunciavam a palavra de Deus nas sinagogas dos judeus” (Atos 13:5). Em Antioquia da Psídia, Paulo explicou aos judeus nas sinagoga o motivo porque fazia assim: “Era mister que a vós se vos pregasse primeiro a palavra de Deus; mas, visto que a rejeitais, e não vos julgais dignos da vida eterna, eis que nos voltamos para os gentios; Porque o Senhor assim no-lo mandou: Eu te pus para luz dos gentios, a fim de que sejas para salvação até os confins da terra” (Atos 13:46,47).

A palavra “disputava” ou “discorria” nos mostra de que modo Paulo propagava o evangelho. Propagava ele p evangelho mediante argumentos razoáveis, que requeriam o raciocínio. Por semelhante modo, Deus nos convida para que cheguemos e raciocinemos com ele: “Vinde então, e raciocinemos juntos” (Isaías 1:18). Paulo era tanto um pregador pentecostal como um pregador racional.

 

“... e convencia a judeus e gregos.”

Paulo ia às sinagogas para persuadir os seus ouvintes em prol da causa de Cristo.  Ele convencia pelos argumentos, ou seja, ele persuadia, isto é, prevalecia contra os opositores. Ele fazia com que passassem para a sua opinião própria. Alguns ficavam convictos ante tais raciocínios, e cediam a Cristo. Para que o pregador convença seus ouvintes, ele como Paulo deve “manejar bem a palavra da verdade” (2 Timóteo 2:15), “retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes” (Tito 1.9).

A sua evangelização foi bem sucedida, tanto entre os judeus, quanto entre os gregos que freqüentavam a sinagoga. Os “gregos” aqui mencionados eram os “tementes a Deus”, não eram judeus que falavam esse idioma como sua língua principal, e, sim, refere-se a gentios de nascimento, ainda que mantivessem algum contacto com a sinagoga, porquanto eram atraídos pela adoração mais pura que a do paganismo, que a li era levada a efeito. Alguns desses gregos chegavam mesmo a se tornarem membros completos das sinagogas judaicas, sendo circuncidados e batizados; a maioria deles, entretanto, eram convertidos ao judaísmo apenas em parte, e eram chamados prosélitos do portão.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
7/7/2026

FONTES:

GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

 

domingo, 2 de agosto de 2026

Lição 06: A Suficiência da Graça na Cidade de Corinto – 3 Trimestre de 2026.

TEXTO ÁUREO

Atos 18.10 “Porque eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade.”

 

“Porque eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal,”

A ordem divina vem reforçada pela promessa de que o Senhor estará com Paulo: “Não temas, pois, porque estou contigo” (Isaías 43:5). Este tipo de promessa é uma forma de Deus assegurar os que chama de que teriam forças para cumprir o Seu mandamento. Ele disse isso a Gideão : "O Senhor é contigo, homem valoroso" (Juízes 6:12); Maria ouviu isso do anjo Gabriel: “Salve, agraciada; o Senhor é contigo” (Lucas 1:28).

Como resultado da proteção divina de Paulo, ninguém poderia colocar nele as mãos para fazer-lhe mal. Isto sugere que Paulo temia o inevitável mal causado pelos judeus invejosos. Talvez ele até pensasse já ter feito em Corinto tudo o que estava ao seu alcance, e estivesse pensando em sair, antes que seus inimigos tivessem uma oportunidade para maltratá-lo. Até homens fortes podem se abalar sob constante pressão.

Mas Cristo deu a Paulo a promessa solene de que, em Corinto, ele não sofreria mal algum, como sofrera nas outras cidades. Geralmente, o cumprimento das promessas de Deus dão-se anos depois. Neste caso, o cumprimento deu-se imediatamente. Nos versículos seguintes, Lucas mostrou como Deus cumpriu Sua palavra operando através de Gálio, proconsul da Acaia: “Se houvesse, ó judeus, algum agravo ou crime enorme, com razão vos sofreria, Mas, se a questão é de palavras, e de nomes, e da lei que entre vós há, vede-o vós mesmos; porque eu não quero ser juiz dessas coisas” (Atos 18:14,15).

 

“... pois tenho muito povo nesta cidade.”

Vinculada a essa promessa declarada havia uma promessa implícita nas palavras de Jesus: “pois tenho muito povo nesta cidade”. Essa promessa relaciona a garantia de Deus de que Ele constituiria “dentre os gentios, um povo para o seu nome” (Atos 15:14). Deus, que conhece o coração do homem, sabia que existiam gentios receptivos em Corinto, os quais se converteriam a Ele se tivessem tal oportunidade.

Com efeito, Jesus estava prometendo a Paulo que se ele permanecesse na cidade e continuasse a pregar, muitos seriam batizados . (Sem dúvida, o Senhor também poderia nos dizer que tem “muito povo” em nossas cidades e regiões — mas eles nunca O conhecerão, a menos que falemos dEle!).

Howard Marshall diz que a declaração indica a presciência divina do sucesso do evangelho em Corinto. Fortalecido por esta mensagem, Paulo podia aguardar o duplo cumprimento: a sua própria proteção contra a perseguição e a evangelização bem-sucedida.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
7/7/2026

FONTES:

GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200203_07.pdf

MARSHALL, Howard. Atos - Introdução e Comentário. Vida Nova/Mundo Cristão. 1991.

sábado, 1 de agosto de 2026

DEUS CHAMA TODOS AO ARREPENDIMENTO E À SALVAÇÃO (Atos 17.30) 1/8/26


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA  

1 DE AGOSTO DE 2026
DEUS CHAMA TODOS AO ARREPENDIMENTO E À SALVAÇÃO

Atos 17.30 “Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, ordena agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam; ”

 

“Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, ”

Paulo, no final de sua palestra, volta ao assunto inicial que era a ignorância humana: “Homens atenienses, em tudo vos vejo como sendo um tanto supersticiosos; Porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: ao deus desconhecido. Esse, pois, que vós honrais, não o conhecendo, é o que eu vos anuncio” (Atos 17:22,23). Pela inscrição no altar, os atenienses reconheciam ser ignorantes em relação a Deus, e Paulo estava dando provas dessa ignorância. Aquilo que os gregos imaginavam ser refinada sabedoria não passava de crassa ignorância espiritual aos olhos do apóstolo Paulo.

Deus não levou em conta os tempos da ignorância. Isso não significa que ele não percebesse a ignorância, nem que tivesse aquiescido, considerando-a desculpável, mas que em sua longânima misericórdia, não deixou cair sobre eles o juízo que mereciam: “O qual nos tempos passados deixou andar todas as nações em seus próprios caminhos (Atos 14.16).

Durante séculos, Deus se mostrou paciente com o pecado e a ignorância dos homens: “Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus” (Romanos 3:25).

 

“... ordena agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam; ”

Até à vinda da revelação da verdadeira natureza de Deus, através de Jesus Cristo, os homens viviam em ignorância dEle. Agora, porém, a proclamação do evangelho traz ao fim este tempo. Paulo enfatiza a grandeza de Deus, não apenas como o começo e o fim de todas as coisas, mas como aquele a quem devemos a nossa existência e a quem precisamos prestar contas.

E afirmou que todos os seres humanos já sabem disso, portanto, indesculpáveis. Pois Deus nunca "se deixou ficar sem testemunho de si mesmo", pois ele tem nos beneficiado lá do céu, dando-nos chuvas e tempos frutíferos, enchendo de mantimento e de alegria os nossos corações” (Atos 14:17). Ele sempre se revelou por revelação natural ou geral (Salmo 19:1), mas os seres humanos têm detido a verdade pela injustiça: Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça. Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou” (Romanos 1.18-19).

O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra” (v.24) ordena a partir desse tempo que todos os homens que se arrependam. O arrependimento é uma exigência imperativa para todos os seres humanos, sem exceção e deve ser exercitado por todas as nações ou por toda a criatura (Marcos 16.15). Assim Paulo os repreendeu com grande solenidade, para que se arrependessem antes que fosse tarde demais.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
25/06/2026

FONTES:

GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

MARSHALL, Howard. Atos - Introdução e Comentário. Vida Nova/Mundo Cristão. 1991.

Lopes, Hernandes Dias Atos: a ação do Espírito Santo na vida da igreja. São Paulo: Hagnos, 2012.

STOTT, John. A Mensagem de Atos - Até os confins da terra. São Paulo: ABU, 1994.

 

sexta-feira, 31 de julho de 2026

DEUS É O CRIADOR E SUSTENTADOR DE TODAS AS COISAS (Atos 17.24) 31/7/26

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA  
31 DE JULHO DE 2026
DEUS É O CRIADOR E SUSTENTADOR DE TODAS AS COISAS 

Atos 17.24 “O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens; “


“O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, “

Observe que quando Paulo falou a pessoas que tinham um conceito errôneo de Deus, ele não começou falando de Jesus, mas de Deus. Todas as falsas religiões do mundo baseiam-se numa visão falsa de Deus. Lembre-se: você deve começar de onde as pessoas estão, não de onde gostaria que estivessem.

Paulo não começou com provas filosóficas da existência de Deus. A maioria das pessoas crê em algo chamado “deus”, como os atenienses criam. Pelo contrário, o sermão de Paulo começou onde o Antigo Testamento começa: “No princípio criou Deus o céu e a terra”(Gênesis 1:1), referindo-se ao Deus “que fez o mundo”. Paulo estava dizendo que eles não haviam feito Deus, mas que Deus os fizera; eles não tinham feito uma casa para Deus, mas Ele fizera uma casa para eles — a terra “E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado” (Gênesis 2:8).

Suas palavras refutavam o conceito materialista dos epicureus de que este mundo veio a existir como resultado de uma colisão de átomos casual. "O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol” (Eclesiastes 1:9).

Qualquer compreensão correta do propósito da vida deve começar com uma compreensão e reconhecimento do Criador. Por isso Satanás continua a lançar um ataque intrépido contra o conceito de criação especial — e precisamos nos opor diligentemente à mentira do diabo de que viemos à existência por acaso!
 

“...sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens; “

Paulo prosseguiu revelando o Deus que fez todas as coisas: sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas e nem tampouco é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse (25a).

A afirmação de que Deus não habita em templos humanos, se refere a sua imensidão, ele não pode ser contido em um lugar. Essa afirmação não é exclusiva do apóstolo Paulo, podemos observa-la na pregação de Estevão, “Mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens...” (Atos 7:48), ambos fazem referência a profecia do profeta Isaías que diz: “Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? ” (Isaías 66:1) e antes disso as palavras do Rei Salomão em (I Reis 8:27) “Mas, na verdade, habitaria Deus na terra? Eis que os céus, e até o céu dos céus, não te poderiam conter, quanto menos esta casa que eu tenho edificado”. (1 Reis 8:27).

Paulo estava cercado pela maior hoste de templos pagãos do mundo. Distante dali estava o templo de Zeus, o maior já construído. Abaixo ficava a praça envolta com ídolos e templos e acima, ficava a Acrópole com mais quarenta templos, incluindo o incomparável Partenon. Deus, porém, não precisava de templos, por mais belos que fossem. Diferente dos ídolos daqueles templos, sem vida e inúteis, Deus não precisava que os atenienses O servissem; mas eles, sim, precisavam de Sua ajuda!



DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
24/7/2023

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A igreja de Cristo e o império do mal – Como viver neste mundo dominado pelo espírito da Babilônia. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

PEARMAN, Myer. João o evangelho do Filho de Deus. Rio de Janeiro: CPAD.

http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200203_05.pdf