domingo, 4 de janeiro de 2026

João 17.5

João 17.5 “E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.”

 

“E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo,”

O objetivo de Jesus ao passar pela terra foi glorificar a Deus. Ele fez isso cumprindo a obra que Deus havia o comissionado: "É chegada a hora em que o Filho do homem há de ser glorificado" (João 12.23). Embora Jesus falasse aqui como se a sua obra na terra já tivesse sido consumada, morrer na cruz era o único ato de obediência que lhe faltava realizar. Esse falar mostra seu total comprometimento com a maior obra que Deus lhe confiara. Em outro dia a hora nona ele gritaria na cruz: "Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito" (João 19.30).

Seu primeiro pedido nesta oração foi: “glorifica a teu Filho”. Ele apresentou duas razões para Deus glorificá-lo. Em primeiro lugar, ele pediu que Deus o glorificasse para ele poder dar aos seres humanos a dádiva da vida eterna. Deus já havia concedido a Jesus grande autoridade, por isso ele tinha autoridade para dar vida eterna àqueles que conheciam a Deus (João 17:2, 3). Em segundo lugar, Jesus pediu ao Pai para glorificá-lo porque ele teve êxito em realizar a obra de Deus na terra (João 17:4, 5). Ele manifestou o nome de Deus aos apóstolos, e o resultado foi eles guardarem a sua palavra e saberem que as palavras de Jesus vinham de Deus (João 17:6–8).

Se o objetivo de Jesus era glorificar a Deus, o nosso objetivo também deve ser glorificar a Deus. A mente de Jesus estava na glória de Deus! Ele havia dito anteriormente que não buscava sua própria glória, e sim a de seu Pai e havendo glorificado o Pai, podemos esperar um peso de glória muito excelente: “Se Deus é glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo, e logo o há de glorificar” (João 13:32).

 

“... com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.”

A glória que ele pede para receber do Pai é a mesma de que ele gozou na presença dele antes da criação, naquele “princípio” em que a Palavra era eterna com o Pai (João 1.2). Porém, já que ele reassumiria esta glória através da cruz, inevitavelmente ela teria uma nova dimensão que ela não tinha antes que houvesse mundo. Jesus já falou desta nova dimensão de glória aos seus discípulos: “Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará nele mesmo” (13.32).

Ele ora para que, tendo completado sua missão, o Pai o transporte de volta deste mundo de pecado e tristezas para o estado glorioso que deixou para trás quando se tornou homem: “Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas fez a si mesmo de nenhuma reputação, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome;  Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai “ (Filipenses 2.6-11).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
4/1/2026

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

BRUCE, F, F. Romanos - Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 2002.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202204_00.pdf

https://textoaureoebd.blogspot.com/2024/04/joao-174.html

João 1.18

João 1.18 “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou.”

 

“Deus nunca foi visto por alguém.”

Quando João disse que ninguém jamais viu a Deus, ele não contestou a possibilidade de pessoas terem testemunhada várias revelações de Deus, como suas aparições a Moisés (Números 12:8) e Isaías (Isaías 6:1–13). A palavra “Deus” é usada sem o artigo, dando ênfase à natureza ou essência de Deus e não só à sua pessoa. Segue-se, então, que ninguém jamais viu a essência de Deus. Deus, sendo Espírito puro, é invisível à visão física.

Nem Abraão, o “amigo de Deus” (Tiago 2.23), nem Moisés, “com quem o Senhor tratava face a face” (Deuteronômio 34.10), puderam ver a glória divina em sua plenitude. Quando Moisés pediu para ver a glória de Deus, este lhe disse: “Não me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face, e viverá” (Exodo 33.20). Em vez disto, foi-lhe dito que ficasse em uma fenda da rocha do Sinai enquanto a glória de Deus passava, e ali, Deus disse, “com a mão te cobrirei, até que eu tenha passado. Depois, em tirando eu a mão, tu me verás pelas costas; mas a minha face não se verá” (Exodo 33.22).

 

“O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou.”

A glória, que nem Moisés pôde ver, agora foi apresentada a homens e mulheres através de Jesus: “Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Colossenses 2:9). Alguns textos gregos trazem “Filho unigênito”, enquanto outros têm “Deus unigênito”. Conforme indicado na RA, a evidência textual favorece a tradução “Deus unigênito”, isto é, o único que ocupa um relacionamento especial com o Pai.

A afirmação de que o unigénito está no seio do Pai pode nos lembrar de Lázaro no seio de Abraão, em Lucas 16.22, ou do discípulo amado em sua proximidade a Jesus na última ceia, em João 13.23. Nestas duas passagens a expressão denota um lugar de favor especial, ao lado da pessoa mais importante em um banquete: aqui o significado pode ser o mesmo, mas há também uma indicação do amor e compreensão mútuos a Pai e Filho e da dependência do Filho em relação ao Pai.

Somente alguém que conhece completamente o Pai pode torná-lo totalmente conhecido: “ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Mateus 11:27).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
4/1/2026

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

BRUCE, F, F. Romanos - Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 2002.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202110_02.pdf

Lição 2: O Deus Pai – 1 Trimestre de 2026.

TEXTO ÁUREO

 “Todas as coisas me foram entregues por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Mateus 11.27).

 

“Todas as coisas me foram entregues por meu Pai,”

Este versículo é quase exatamente igual a Lucas 10.22. Cristo, sendo Deus, é igual, em poder e glória, ao Pai; mas como Mediador, Ele recebe o seu poder e a sua glória do Pai; Ele tem todo o julgamento sujeito a si. Ele está autorizado a estabelecer um novo concerto entre Deus e os homens, e a oferecer paz e felicidade ao mundo apóstata, nos termos que Ele julga adequados. Ele foi santificado e selado para ser o único plenipotenciário, para conciliar e estabelecer este grande relacionamento. Para isto, Ele tem “todo o poder no céu e na terra” (cap. 28.18); tem poder sobre toda carne (João 17.2); autoridade para todo o juízo (João 5.22,27).

Isto nos incentiva a ir a Cristo, pois só Ele está designado pelo Pai para nos receber, e nos dar aquilo que precisamos. Aquele que é o Senhor de todas as coisas lhe entregou tudo para que este objetivo seja alcançado. Todos os poderes, todos os tesouros, estão na sua mão. Observe que o Pai entregou todas as suas coisas nas mãos do Senhor Jesus; só temos que entregar as nossas coisas na sua mão, e o trabalho estará feito.

Deus fez de Jesus o grande Juiz, o bendito Arbitro, para estender a sua mão sobre nós; e o que nós devemos fazer é concordar com a referência, é sujeitar-nos à arbitragem do Senhor Jesus, para que esta infeliz controvérsia seja resolvida, e para que possamos receber a sua recompensa.

 

“... e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho,”

Jesus declarou que ninguém conhece o Filho, senão o Pai. Obviamente, Ele não está falando em um sentido relativo como, por exemplo, conhecer a Cristo para a salvação, mas sim em um sentido absoluto. Nenhum ser humano pode compreender plenamente o Cristo divino-humano. A união de duas naturezas em uma única Pessoa está além da nossa compreensão. Há profundidades na existência do Senhor que Seus seguidores não podem sondar.  Mas podemos acreditar nela.

E ninguém conhece o Pai, senão o Filho. Igualmente em um sentido absoluto. O pai só é plenamente conhecido pelo Filho. O Filho tinha estado no seio do Pai desde a eternidade; Ele era um membro do conselho de gabinete (João 1.18). Cristo estava com Ele, durante toda a eternidade passada (João 1.1), de modo que ninguém conhece o Pai, senão Ele.

O Pai conhece o Filho, e o Filho conhece o Pai, e ambos com perfeição (uma consciência mútua, podemos dizer, entre o Pai e o Filho),  Sempre há enganos entre os homens na conclusão de contratos e no rompimento de medidas adotadas, por causa da sua falta de compreensão entre si. Isso não acontece dentro da Trindade Divina.

 

“... e aquele a quem o Filho o quiser revelar”

Jesus afirma que ele é o único que pode revelar Deus aos homens. Pois, Ele é Deus revelado (João 1.18) e nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade (Colossenses 2.9). Não podemos conhecer a Deus separadamente de Cristo.  João o expressou isso também de outra maneira quando nos diz que Jesus afirmou: "Quem me vê a mim vê o Pai" (João 14:9). O que diz Jesus é o seguinte: "Se querem ver como é Deus, se querem ver a mente de Deus, o coração de Deus, a natureza de Deus, se querem ver a atitude de Deus para com os homens olhem para Mim".

É através de Jesus, e somente através de Jesus que os homens chegam a conhecer o Pai conforme Ele é. Aqueles que desejarem conhecer a Deus, devem procurar a Jesus Cristo; pois a luz do conhecimento da glória de Deus brilha na face de Cristo (2 Coríntios 4.6). Nós somos impelidos a Cristo por toda a revelação que temos da vontade e do amor de Deus Pai, desde que Adão pecou; não existe uma relação confortável entre um Deus santo e um homem pecador, a não ser por meio de um Mediador (João 14.6).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
27/12/2025

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

TASKER, R. V. G. Mateus: Introdução e comentário. Série Cultura Bíblica –São Paulo: Mundo Cristão, 1980.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry - Mateus a João. Rio de Janeiro CPAD.

BARCLAY, William. The Gospel of Matthew - Tradução: Carlos Biagini.

HARPER, A. F. (Ed.). Comentário Bíblico Beacon. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.

MORRIS, Leon L. Lucas, Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 2007. (Série cultura bíblica)

sábado, 3 de janeiro de 2026

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 3 DE JANEIRO DE 2026 (1 Pedro 1.2)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
3 DE JANEIRO DE 2026
A OBRA REDENTORA TRINITÁRIA: PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO 

1 Pedro 1.2 “Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas. “

 

“Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, “

Os propósitos de Deus previstos desde a eternidade foram concretizados quando os Seus “eleitos” passaram a incluir todos que confessam a fé em Jesus, o Cristo. O corpo eleito de que consiste de todo aquele que escolheu considerar os céus como sua residência permanente, e que já virou as costas ao mundo.

Quando os autores inspirados do Novo Testamento escreveram sobre a “presciência” de Deus, o assunto era a Sua “presciência” em relação à salvação revelada no Filho. Trata-se da presciência a respeito do novo Israel, a Sua igreja. Pedro acreditava que era importante os cristãos, fossem pagãos ou judeus de nascença, entenderem que o Deus que Se revelara a Israel era o mesmo Deus que Se revelou em Jesus de Nazaré.

Ou seja, a igreja não era uma ideia de última hora de Deus. Ela sempre esteve na mente de Deus. Deus sabia de antemão e predeterminara que deveria existir uma igreja de Jesus Cristo, um povo escolhido que englobaria não só Israel, mas toda a humanidade.

 

“... em santificação do Espírito, “

A expressão em santificação do Espírito ou “em santidade de Espírito”, declara que os “eleitos” de Deus foram transformados em santos pela ação do Espírito. A mesma frase ocorre em 2 Tessalonicenses 2:13, onde certas traduções dizem “através da santificação pelo Espírito”.

O Espírito santifica o crente (Atos 2:38) e lhe ajuda a viver piedosamente. O crente é denominado “santo” no sentido de que a sua vida é um reflexo da própria santidade de Deus (1 Pedro 1:15, 16). Ele é santo porque foi separado pelo Espírito para ser um dos eleitos de Deus.

 

“... para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: “

A santificação concedida ao crente pelo Espírito Santo visa a sua obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo. Pedro estava lembrando seus leitores de que a santificação não é um ato passivo realizado no cristão. O próprio crente opta por seguir a vontade de Deus de modo que a vontade de Deus se torne a sua própria vontade.

Por um lado, Cristo santifica (1 Coríntios 1:30). Por outro lado, a santificação é um imperativo moral imposto ao crente. É um ato de obediência que deve ocorrer com perseverança até a vinda do Senhor: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12.14).

Afinal, Pedro está falando de um contínuo derramar que acompanha a perseverante obediência do que é santificado. Eis como João trata desse mesmo assunto: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1.7).

 

“Graça e paz vos sejam multiplicadas. “

O apóstolo começou a segunda carta com estas mesmas palavras em grego (2 Pedro 1:2). Paulo costumava usar as palavras “graça e paz” nos cumprimentos de suas cartas. Pedro acrescentou o desejo de que elas se multiplicassem a seus leitores.

Essas palavras eram muito mais do que uma formalidade. Pedro queria comunicar àqueles cristãos seus mais profundos desejos de que a graça e os dons gratuitos de Deus, juntamente com uma paz divina, fossem característicos em suas vidas.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
9/1/2025

FONTES:

SOARES, Esequias. Em defesa da fé: Combatendo as antigas heresias, que se apresentam com nova aparência. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

HORTON, Stanley. I e II Pedro – A razão da nossa Esperança. Rio de Janeiro: CPAD.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201409_02.pdf

 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Texto Áureo Lição 1: O mistério da Santíssima Trindade. Mateus 3.17

TEXTO ÁUREO 

“E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”. (Mateus 3.17)

Lição 1 - Lições Bíblicas Adultos do 1º Trimestre de 2026 - CPAD

1 João 4.14

1 João 4.14 “E vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.” 

 

“E vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.”

Os apóstolos foram chamados para serem testemunhas de Cristo: “... e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra” (Atos 1:8). Este versículo afirma a autoridade de uma testemunha ocular para esta epístola. No inicio desta epístola João escreveu: “O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida (Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada); O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo” (1 João 1:1-3).

As palavras de 1 João 1.3: “O que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros", aplicam-se tanto ao evangelho como à carta a que servem de introdução. De fato, como Dorothy Sayers costumava lembrar, “dos quatro evangelhos, o de João é o único que afirma ser o relato direto de uma testemunha ocular” acrescentando: “E qualquer pessoa acostumada a manusear documentos com criatividade percebe que a evidência interna confirma esta afirmação”.

Pedro também anunciou que ele e outros eram “testemunhas oculares de Sua majestade” (2 Pedro 1.16). A palavra traduzida por “testemunhas oculares” só ocorre neste versículo do Novo Testamento. Ele era uma testemunha ocular e não era a única. João estava também presente nessa experiência de Pedro no monte Santo (2 Pedro 1.18), a transfiguração de Jesus. Neste episódio o Pai corroborou a glória de Jesus, identificando-o como o Filho amado em quem se comprazia (2 Pedro 1.17). A transformação que eles viram e a voz que eles ouviram eram prova suficiente para testificar o fato a todos que o ouvissem: “porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido” (Atos 4:20).

O testemunho humano é acrescentado ao testemunho do Pai que disse aos dícipulos:Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; escutai-o” (Mateus 17.5b). Sobre esse mesmo fato o Espírito Santo afirma que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, o Salvador: “Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus” (1 João 4:2). O Espírito de Deus nos leva a confessar que Jesus Cristo veio em carne a este mundo, isto é, é assim que um homem confessa a realidade da encarnação.

Jesus é o salvador de todo o mundo. Isso expressa o desejo de Deus que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade (1 Timóteo 2.3). Por isso “a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens” (Tito 2.11). Segundo os termos neotestamentários, todos os homens são passiveis de redenção, mas isso através da fé e da confissão: “Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (Romanos 10:9).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
2/1/2026

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

1 João 4:10

1 João 4:10 “Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.”

 

“Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós,”

O amor não começou com a nossa iniciativa de amar a Deus, e sim com Deus nos amando e enviando o seu Filho como sacrifício expiatório por nossos pecados. Diferente do amor humano que é condicional, o amor divino é superior, pois se manifesta de forma incondicional: “Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer.Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:6-8).

A palavra grega usada para descrever o amor de Deus pelo homem é “ágape”. Esse tipo de amor é absolutamente singular, já que ele não depende da virtude do objeto a ser amado. O amor de Deus não consiste de palavras, mas de ação. O amor verdadeiro é provado pelo auto-sacrifício. Deus nos amou e enviou seu Filho. O Filho é a dádiva do Pai. Não foi a cruz que gerou o amor de Deus, mas foi o amor de Deus que produziu a cruz.

 

“... e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.”

Cristo veio ao mundo para morrer em nosso lugar, ou seja, como propiciação pelos nossos pecados. A origem da propiciação está clara, é o amor de Deus. Deus deu o seu Filho para morrer pelos pecadores. Esse dom não foi apenas resultado do amor de Deus (João 3.16), nem somente prova e penhor dele (Romanos 8.32), mas a própria essência desse amor.

O fim principal do homem é glorificar a Deus e ter comunhão com ele. O problema supremo do homem, porém, é o pecado, pois este separa o homem de Deus.  O pecado é transgressão da lei de Deus e rebelião contra Deus. O pecado provoca a ira de Deus e precisa ser propiciado para sermos perdoados e aceitos por Deus.

Porém, mediante o sacrifício de Cristo essa comunhão que foi quebrada pelo pecado é restaurada. Jesus não é apenas o propiciador, ele é a propiciação. E por meio do seu sangue que somos purificados do pecado (1 João 1.7).

 Ele sofreu a morte que era a recompensa justa dos nossos pecados. E a eficácia de sua morte permanece para sempre.  John Stott escreveu: Cristo ainda é a propiciação, não porque em algum sentido ele continue a oferecer o seu sacrifício, mas porque o seu sacrifício único, uma vez oferecido, tem virtude eterna que é eficaz hoje nos que creem.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
2/1/2026

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

STOTT, John. I, II, III João: Introdução e comentário. São Paulo: Edições Vida Nova, 1982.

LOPES, Hernandes Dias. 1, 2 e 3 João: como ter garantia da salvação; - São Paulo: Hagnos 2010. (Comentários expositivos Hagnos)

https://textoaureoebd.blogspot.com/2026/01/1-joao-49.html

1 João 4.9

1 João 4.9 “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.” 

 

“Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco:”

O Deus que é amor (v.8) “nos amou” (v.10) e expressou o Seu amor enviando o Seu Filho ao mundo: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16). O amor de Deus foi manifestado, isto é, tornou-se claro, real e eficaz para conosco.

O amor não começou com a nossa iniciativa de amar a Deus, e sim com Deus nos amando: “Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós [...]” (1 João  4.10). Diferente do amor humano que é condicional, o amor divino é superior, pois se manifesta de forma incondicional: “Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5.8).

A palavra grega usada para descrever o amor de Deus pelo homem é “ágape”. Esse tipo de amor é absolutamente singular, já que ele não depende da virtude do objeto a ser amado. O amor de Deus não consiste de palavras, mas de ação. O amor verdadeiro é provado pelo auto-sacrifício. Deus nos amou e enviou seu Filho. O Filho é a dádiva do Pai. Não foi a cruz que gerou o amor de Deus, mas foi o amor de Deus que produziu a cruz.

 

“... que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.”

John Stott diz que a vinda de Cristo é uma revelação concreta e histórica do amor de Deus, pois o amor (agapé) é sacrifício próprio, a procura do bem positivo de outrem à custa do seu próprio bem, e maior dádiva de si do que a dádiva que Deus fez do Seu Filho nunca houve, nem poderia haver.

Deus, além de enviar o Seu Filho, enviou o Seu Filho unigênito. Cristo é o único Filho nascido no sentido de que não tem irmãos (Hebreus. 11:17). O termo grego “monogenes” pode indicar “único gerado”, ou seja,  o único Filho da sua espécie, nós somos seus filhos por adoção. Isso demonstra a natureza ímpar de Cristo que foi feito único Salvador e Mediador. Ele é ímpar, como impar é a sua dádiva aos homens, pois eles chegam a participar de sua própria natureza.

Ele foi enviado em favor de todo o mundo (João 3.16). Não somente dos que aceitaram a fé, mas a todos os habitantes desta esfera terrestre.  E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo” (1 João 2:2).

O propósito de Deus em nos enviar seu Filho unigênito além de realizar através dele a expiação dos nossos pecados foi também para vivermos por meio dele. A vida humana é reputada não como verdadeira vida, mas como mera existência, até que Cristo seja formado nos nossos corações. Através da fé em Cristo recebemos a vida eterna (João 14:6). Essa vida começa aqui e agora. Quem partilha da comunhão com Cristo além de Cristo viver nele, também vive por Cristo: “Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim” (João 6.57).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
02/01/2026

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

STOTT, John. I, II, III João: Introdução e comentário. São Paulo: Edições Vida Nova, 1982.

LOPES, Hernandes Dias. 1, 2 e 3 João: como ter garantia da salvação; - São Paulo: Hagnos 2010. (Comentários expositivos Hagnos)

CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 2 DE JANEIRO DE 2026 (Efésios 4:4-6)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
2 DE JANEIRO DE 2026
UM SÓ ESPÍRITO, UM SÓ SENHOR, UM SÓ DEUS

Efésios 4:4-6 “Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; Um só Senhor, uma só fé, um só batismo; Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós.”

 

“Há um só corpo e um só Espírito,”

Há um só corpo  significa o corpo de Cristo, a igreja. Deus fez de Cristo a cabeça da igreja, “a qual é o Seu corpo” (1:22, 23). Ele fez de judeus e gentios “um novo homem” e reconciliou ambos em “um só corpo” consigo por intermédio da cruz (2:15, 16). Os convertidos passam a ser “co-herdeiros, membros do mesmo corpo” (3:6) e Paulo ilustrou que o corpo de Cristo é edificado, à medida que cada membro faz a sua parte (4:12, 16). Também lemos que Cristo é o “Salvador do corpo” (5:23).

O “um Espírito” é o Espírito Santo que tornou conhecido, por revelação, o eterno propósito de Deus (1 Coríntios 2:13; Efésios 3:1–10). O Espírito dá vida ao corpo de Cristo (2 Coríntios 3:6). Assim como o corpo humano é dinamizado pelo espírito humano, o corpo de Cristo é dinamizado pelo Espírito de Cristo. Ele também habita na igreja (1 Coríntios 3:16) e vive no cristão (1 Coríntios 6:19).

Este corpo espiritual, que é a Igreja, é constituído por muitos membros que se movem no corpo de Cristo, e esse movimento é a vida operada pelo Espírito Santo na obra da regeneração (2 Coríntios 5.17). Portanto, só farão parte desse corpo, aqueles que foram regenerados, isto é, que receberam uma nova vida: (Romanos 8.9,11; 1 Coríntios 12.13).

 

“... como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação;”

A seguir, lemos: “como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação”. Paulo orou para que os efésios tivessem seus olhos iluminados para “saberem qual é a esperança do seu chamamento”(1.18). Em 4:1 ele insistiu para que “andassem de modo digno da vocação a que foram chamados”. Na primeira passagem, a ênfase estava naquele que chamou, ao passo que na segunda referência estava no chamamento em si. Aqui fala dos indivíduos que são chamados. Fomos chamados pelo evangelho; e quando respondemos da forma correta, tornamo-nos “os chamados”.

Antes estávamos separados de Cristo e sem esperança, porém, quando nos tornamos cristãos, ouvimos o chamado e passamos a ter esperança em Cristo (1:12; 2:12). “Esperança” significa o “desejo por algo bom com a expectativa de obtêlo”.

Temos, assim, a esperança que vem de Deus. Nossa esperança repousa nas promessas divinas. Temos esperança na salvação; esperamos pela ressurreição dos mortos; esperamos em Cristo; vivemos na esperança da vida eterna; esperamos pela segunda vinda de Cristo; esperamos ser como Cristo quando Ele voltar e temos a esperança do céu. Todas essas formas de esperança fazem parte da “esperança da vossa vocação”, a “uma só” esperança.

 

“Um só Senhor,”

Quem é o senhor do corpo senão a cabeça que o comanda? Assim, Cristo é o Senhor da Igreja (1 Coríntios 12.3; 8.6; Filipenses 2.11). Na afirmação de que há "um só Senhor" encontramos a segunda Pessoa da Trindade, que é Jesus Cristo. “Senhor” era um dos títulos favoritos de Paulo para Cristo. Apesar de Deus ser chamado Senhor no Antigo Testamento, no novo Testamento ele manifestou o seu Filho e o fez Senhor de todos: “Saiba, pois, com certeza toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo” (Atos 2:36).

O título “Senhor” exprimia autoridade, como a de um proprietário de terra, o poder de um senhor sobre o escravo ou o governo de um rei sobre um reino. Sendo o único Senhor, Jesus tem toda a autoridade (Mateus 28:18). Em Efésios 1:22, quando Paulo disse que Jesus é “o cabeça sobre todas as coisas” para a igreja, ele estava se referindo à autoridade de Cristo.

Senhor” também exprime propriedade. Jesus nos possui, pois Ele nos redimiu (1:7) e comprou a igreja com Seu sangue (Atos 20:28). Porque fomos comprados com um preço, já não pertencemos a nós mesmos (1 Coríntios 6:19, 20).

Considerando que o crente vive sob a autoridade de Cristo e pertence a Cristo ele tem o compromisso de obedecer a Ele em todas as coisas. Ele é nosso único Senhor. Quando uma igreja local perde o senhorio de Cristo, certamente outro "senhor" usurpou o lugar dEle. Não se pode servir a dois senhores.

 

“... uma só fé,

“Uma só fé” é uma referência a todo o conjunto de verdades adotadas pelo cristão e uma referência ao cristianismo em si. Esse tipo não é a fé denominacional, mas a fé que produz a vida cristã. É “a fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 3), a fé a que muitos obedeceram (Atos 6:7). Esta fé que Paulo pregou é a que alimenta os crentes (Gálatas 1:23; 1 Timóteo 4:6). É a fé da qual alguns caem, a fé que podemos negar e a fé da qual podemos nos desviar (1 Timóteo 4:1; 5:8; 6:10, 21).

A Bíblia apresenta distintamente vários tipos de fé, como seja: fé para salvação (Romanos 10.9,10; Efésios 2.8); fé como fruto do Espírito (Gálatas 5.22); fé como dom do Espírito (1 Coríntios 12.9); e fé como crença ou aquilo que diz respeito ao que cremos (Gálatas 1.23; 1 Timóteo 3.9; 4.1; 2 Timóteo 6.7). Este último tipo de fé (crença) é o tipo a que se refere o apóstolo Paulo. Existe “uma só fé” porque há um só cristianismo, um só conjunto de verdades para a igreja e uma só revelação de Deus aos seres humanos nos dias atuais.

 

“... um só batismo;”

Quando Paulo fala de "um só batismo", não está anulando os outros batismos dos quais a Bíblia fala e ensina. Os antipentecostais usam a expressão "um só batismo" para combater a doutrina do batismo com o Espírito Santo, mas isto fazem sem nenhum apoio das Escrituras, porque o autor da carta aos Hebreus fala da "doutrina dos batismos" (6.2). O batismo com o Espírito Santo é outro batismo;

Entretanto, entendemos sim, que há um só “batismo de arrependimento”. É esse batismo que Paulo apresenta como requisito para se entrar na comunidade cristã. Desse tipo só pode haver  um. O batismo é o símbolo exterior da obra de regeneração operada pelo Espírito Santo no coração do pecador. Batizar significa mergulhar, e quando alguém recebe Jesus, confessa isso publicamente através do batismo. O batismo que é válido hoje – é uma imersão ou sepultamento em água, segundo Romanos 6:4 e Colossenses 2:12.

O propósito quádruplo desse único batismo é ser salvo (Marcos 16:16; 1 Pedro 3:21), obter perdão dos pecados (Atos 2:38), ser acrescentado à igreja de Jesus Cristo (1 Coríntios 12:13) e estar em Cristo (Romanos 6:3; Gálatas 3:27).

 

“Um só Deus e Pai de todos,”

A primeira pessoa da Trindade é apresentada aqui sem a preocupação de colocá-la dentro de uma ordem. Deus Pai revela-se uma unidade composta de Pai, Filho e Espírito Santo. Não são três deuses, mas um só Deus em três Pessoas. Na afirmação de que há "um só Deus", vemos todo o absolutismo divino. Deus é absoluto, isto é, Ele é e não permite que outro seja: “Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro” (Isaías 45.22).

Deus é Pai, e isto reveste-se de um significado familiar. Sua paternidade relaciona-se com os crentes em Cristo Jesus, os quais se tornaram "filhos de Deus" por adoção (João 1.12; Efésios 1.5). Por meio de Cristo Ele tornou-se o Pai dos cristãos porque todos que estão em Cristo são Seus filhos (Romanos 8:16, 17; Gálatas 3:26, 27).

 

“...o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós.”

"o qual é sobre todos", e indica a transcendência e a soberania ou supremacia de Deus. Ele está acima de tudo e de todos. Esta frase implica também o domínio de Deus. Não importa o que as aparências indiquem, Deus tem o controle. Pode haver dilúvios, mas “o SENHOR preside aos dilúvios” (Salmo 29:10). Não há nada que esteja fora do domínio de Deus.

Deus está por todos e em todos. Nesta frase está implícita a providência de Deus. Deus não criou o mundo para abandoná-lo à sua própria sorte, como o homem que pode dar corda a um brinquedo e deixá-lo que ande sozinho; Deus está com tudo seu mundo, guiando, dirigindo, sustentando, mantendo e amando. Em tudo e através de toda a providência de Deus se mostra ativa, eficaz e poderosa. Ele está em todos; esta frase implica a presença de Deus.

Finalmente, o terceiro aspecto se vê quando diz: "está em todos", expressão que fala da habitação do Espírito Santo dentro dos crentes, dinamizando-os com sua presença contínua. Ele está presente entre o Seu povo e jamais Se ausentará. Deus habita em nós e está conosco: O Senhor dos Exércitos está conosco” (Salmo 46.7).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
21/12/2025

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

Cabral, Elienai. Comentário Bíblico: Efésios - 3a Ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1999

http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201307_04.pdf

BARCLAY, Willian. The Letter to the Ephesians Tradução: Carlos Biagini O NOVO TESTAMENTO Comentado por William Barclay.