domingo, 21 de dezembro de 2025

Efésios 4:5

Efésios 4:5 “Um só Senhor, uma só fé, um só batismo;”

 

“Um só Senhor,”

Quem é o senhor do corpo senão a cabeça que o comanda? Assim, Cristo é o Senhor da Igreja (1 Coríntios 12.3; 8.6; Filipenses 2.11). Na afirmação de que há "um só Senhor" encontramos a segunda Pessoa da Trindade, que é Jesus Cristo. “Senhor” era um dos títulos favoritos de Paulo para Cristo. Apesar de Deus ser chamado Senhor no Antigo Testamento, no novo Testamento ele manifestou o seu Filho e o fez Senhor de todos: “Saiba, pois, com certeza toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo” (Atos 2:36).

O título “Senhor” exprimia autoridade, como a de um proprietário de terra, o poder de um senhor sobre o escravo ou o governo de um rei sobre um reino. Sendo o único Senhor, Jesus tem toda a autoridade (Mateus 28:18). Em Efésios 1:22, quando Paulo disse que Jesus é “o cabeça sobre todas as coisas” para a igreja, ele estava se referindo à autoridade de Cristo.

Senhor” também exprime propriedade. Jesus nos possui, pois Ele nos redimiu (1:7) e comprou a igreja com Seu sangue (Atos 20:28). Porque fomos comprados com um preço, já não pertencemos a nós mesmos (1 Coríntios 6:19, 20).

Considerando que o crente vive sob a autoridade de Cristo e pertence a Cristo ele tem o compromisso de obedecer a Ele em todas as coisas. Ele é nosso único Senhor. Quando uma igreja local perde o senhorio de Cristo, certamente outro "senhor" usurpou o lugar dEle. Não se pode servir a dois senhores.

 

“... uma só fé,

“Uma só fé” é uma referência a todo o conjunto de verdades adotadas pelo cristão e uma referência ao cristianismo em si. Esse tipo não é a fé denominacional, mas a fé que produz a vida cristã. É “a fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 3), a fé a que muitos obedeceram (Atos 6:7). Esta fé que Paulo pregou é a que alimenta os crentes (Gálatas 1:23; 1 Timóteo 4:6). É a fé da qual alguns caem, a fé que podemos negar e a fé da qual podemos nos desviar (1 Timóteo 4:1; 5:8; 6:10, 21).

A Bíblia apresenta distintamente vários tipos de fé, como seja: fé para salvação (Romanos 10.9,10; Efésios 2.8); fé como fruto do Espírito (Gálatas 5.22); fé como dom do Espírito (1 Coríntios 12.9); e fé como crença ou aquilo que diz respeito ao que cremos (Gálatas 1.23; 1 Timóteo 3.9; 4.1; 2 Timóteo 6.7). Este último tipo de fé (crença) é o tipo a que se refere o apóstolo Paulo. Existe “uma só fé” porque há um só cristianismo, um só conjunto de verdades para a igreja e uma só revelação de Deus aos seres humanos nos dias atuais.

 

“... um só batismo;”

Quando Paulo fala de "um só batismo", não está anulando os outros batismos dos quais a Bíblia fala e ensina. Os antipentecostais usam a expressão "um só batismo" para combater a doutrina do batismo com o Espírito Santo, mas isto fazem sem nenhum apoio das Escrituras, porque o autor da carta aos Hebreus fala da "doutrina dos batismos" (6.2). O batismo com o Espírito Santo é outro batismo;

Entretanto, entendemos sim, que há um só “batismo de arrependimento”. É esse batismo que Paulo apresenta como requisito para se entrar na comunidade cristã. Desse tipo só pode haver  um. O batismo é o símbolo exterior da obra de regeneração operada pelo Espírito Santo no coração do pecador. Batizar significa mergulhar, e quando alguém recebe Jesus, confessa isso publicamente através do batismo. O batismo que é válido hoje – é uma imersão ou sepultamento em água, segundo Romanos 6:4 e Colossenses 2:12.

O propósito quádruplo desse único batismo é ser salvo (Marcos 16:16; 1 Pedro 3:21), obter perdão dos pecados (Atos 2:38), ser acrescentado à igreja de Jesus Cristo (1 Coríntios 12:13) e estar em Cristo (Romanos 6:3; Gálatas 3:27).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
21/12/2025

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

Cabral, Elienai. Comentário Bíblico: Efésios - 3a Ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1999

http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201307_04.pdf

Efésios 4:4

MEfésios 4:4 “Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação;”

 

“Há um só corpo e um só Espírito,”

Há um só corpo  significa o corpo de Cristo, a igreja. Deus fez de Cristo a cabeça da igreja, “a qual é o Seu corpo” (1:22, 23). Ele fez de judeus e gentios “um novo homem” e reconciliou ambos em “um só corpo” consigo por intermédio da cruz (2:15, 16). Os convertidos passam a ser “co-herdeiros, membros do mesmo corpo” (3:6) e Paulo ilustrou que o corpo de Cristo é edificado, à medida que cada membro faz a sua parte (4:12, 16). Também lemos que Cristo é o “Salvador do corpo” (5:23).

O “um Espírito” é o Espírito Santo que tornou conhecido, por revelação, o eterno propósito de Deus (1 Coríntios 2:13; Efésios 3:1–10). O Espírito dá vida ao corpo de Cristo (2 Coríntios 3:6). Assim como o corpo humano é dinamizado pelo espírito humano, o corpo de Cristo é dinamizado pelo Espírito de Cristo. Ele também habita na igreja (1 Coríntios 3:16) e vive no cristão (1 Coríntios 6:19).

Este corpo espiritual, que é a Igreja, é constituído por muitos membros que se movem no corpo de Cristo, e esse movimento é a vida operada pelo Espírito Santo na obra da regeneração (2 Coríntios 5.17). Portanto, só farão parte desse corpo, aqueles que foram regenerados, isto é, que receberam uma nova vida: (Romanos 8.9,11; 1 Coríntios 12.13).

 

“... como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação;”

A seguir, lemos: “como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação”. Paulo orou para que os efésios tivessem seus olhos iluminados para “saberem qual é a esperança do seu chamamento”(1.18). Em 4:1 ele insistiu para que “andassem de modo digno da vocação a que foram chamados”. Na primeira passagem, a ênfase estava naquele que chamou, ao passo que na segunda referência estava no chamamento em si. Aqui fala dos indivíduos que são chamados. Fomos chamados pelo evangelho; e quando respondemos da forma correta, tornamo-nos “os chamados”.

Antes estávamos separados de Cristo e sem esperança, porém, quando nos tornamos cristãos, ouvimos o chamado e passamos a ter esperança em Cristo (1:12; 2:12). “Esperança” significa o “desejo por algo bom com a expectativa de obtêlo”.

Temos, assim, a esperança que vem de Deus. Nossa esperança repousa nas promessas divinas. Temos esperança na salvação; esperamos pela ressurreição dos mortos; esperamos em Cristo; vivemos na esperança da vida eterna; esperamos pela segunda vinda de Cristo; esperamos ser como Cristo quando Ele voltar e temos a esperança do céu. Todas essas formas de esperança fazem parte da “esperança da vossa vocação”, a “uma só” esperança.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
21/12/2025

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

Cabral, Elienai. Comentário Bíblico: Efésios - 3a Ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1999

http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201307_04.pdf

Lição 13: Preparando o corpo, a alma e o espírito para a Eternidade. 4 Trimestre de 2025.

TEXTO ÁUREO 

Filipenses 3.20 “Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo. ” 

 

“Mas a nossa cidade está nos céus, “

Qualquer cidadão pertencente a um país para adquirir direito de cidadania em outro país passa por um processo legal de mudança de cidadania para conseguir esse direito. Paulo faz menção da cidadania celestial (v. 20) e declara que para obter esse direito a pessoa precisa corresponder à transformação de vida exigida. Os cidadãos de uma colônia romana deviam sujeição a Roma. A conduta deles era governada pelas leis romanas e a esperança deles se concentrava na glória de Roma. Esperava-se também que eles colonizassem—propagassem o pensamento e a cultura romana.

Somente pela obra de regeneração do Espírito Santo será possível ter direito e acesso à “cidade celestial” onde habita o Senhor. A palavra “cidade” é, também, traduzida por “pátria”. Quando Paulo escrevia essas palavras estava pensando no “status” cívico de Filipos, tão importante como colônia romana. A despeito das benesses materiais da cidade de Filipos e de tudo quanto se oferecia à sociedade, Paulo fala de uma cidade que está nos céus. Trata-se de algo superior e espiritual “de onde também esperamos o Salvador” (3.20).

Ralph Herring escreveu que “a igreja local devia ser como uma colônia do céu. Leis celestiais e modos celestiais deviam distinguir seus membros, diferenciando-os dos demais ao redor”. Nossa esperança aponta para a cidade que está nos céus. Em breve o Senhor Jesus virá sobre as nuvens do céu com poder e glória (Mateus 24.31; Atos 1.9-11; 1 Tessalonicenses 4.16; 2 Tessalonicenses 1.7).

Como cristãos, precisamos reconhecer que, no que tange a este mundo, somos “expatriados” (cidadãos de um país que residem em outro país), somos “estrangeiros e peregrinos sobre a terra” (Hebreus 11:13; veja 1 Pedro 2:11). Nossos nomes foram registrados como cidadãos “no livro da vida” nos céus (veja Filipenses 4:3; Hebreus 12:23). Este mundo é só um “endereço provisório” para nós; o céu é o nosso “endereço fixo”. Como os cidadãos das colônias romanas, temos certos privilégios, mas também temos responsabilidades equivalentes. Devemos sujeição ao nosso Pai celestial. Somos governados por Suas leis, e nossa esperança está centrada na Sua glória—Ele espera que propaguemos as verdades cristãs.

 

“... donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo. ”

Paulo também queria que os filipenses se concentrassem numa Pessoa celestial: “...de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (3:20b). Paulo já havia indicado que ele aguardava o último Dia para finalmente conhecer Cristo plenamente (3:10, 11).

O ato de esperar traduz a esperança dos crentes. O cidadão romano honrava a César como o salvador geral do império, enquanto o cristão honra e serve ao Senhor Jesus Cristo, o Rei da pátria celestial. Se a cidadania romana representava vantagens materiais e sociais para os filipenses, muito mais os crentes em Cristo obtêm vantagens com a cidadania celestial.

Durante as últimas horas de Cristo com Seus discípulos, antes de Sua morte, Ele prometeu voltar (João 14:1–4). Quando Ele subiu ao céu, anjos disseram aos que observavam: “Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir” (Atos 1:11). Os primeiros cristãos viviam em estado de expectativa, cientes de que o Senhor poderia voltar a qualquer hora (veja 1 Tessalonicenses 4:13—5:2; Tito 2:13; Hebreus 9:28). A segunda vinda dava sentido às suas vidas. Confiar na volta de Cristo ajudou os cristãos a enfrentarem os problemas diários e sustentou-os durante a perseguição. 

A inclusão da palavra “Salvador” em Filipenses 3:20 é significativa. Paulo não usava esse termo com frequência, mas ele o usou aqui—provavelmente porque ele descrevia com maior precisão o papel do Senhor em relação ao Seu povo quando Ele voltasse. Para os ímpios, Ele apareceria somente como Juiz; mas, para os Seus, Ele viria como Salvador—para libertá-los deste mundo pecaminoso, para recompensá-los e levá-los para estar com Ele por toda a eternidade. 

Assim como os primeiros cristãos, nós precisamos focar nossos corações em Jesus e “esperar ansiosamente” a Sua vinda. Devemos, como eles, reconhecer que Jesus pode voltar a qualquer hora. Devemos, como eles, orar: “Amém. Vem, Senhor Jesus” (Apocalipse 22:20)!

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
10/04/2024

FONTES:

GOMES, Osiel. A Carreira que nos está proposta – O caminho da salvação, santidade e perseverança para chegar ao céu. Rio de Janeiro, CPAD, 2024.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201101_06.pdf

CABRAL, Elienai. Filipenses - A humildade de Cristo como exemplo para a Igreja. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.

sábado, 20 de dezembro de 2025

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 20 DE DEZEMBRO DE 2025 (Efésios 3:16)

 

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
20 DE DEZEMBRO DE 2025
FORTALECIDOS PELO ESPÍRITO NO HOMEM INTERIOR

Efésios 3:16 “Para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder pelo seu Espírito no homem interior;”

 

“Para que, segundo as riquezas da sua glória,”

Paulo manifesta o desejo de que Deus atenda às suas súplicas “segundo as riquezas da sua glória”. A expressão "riquezas da glória" revela a fonte e indica o depósito de tesouros espirituais. Curtis Vaughan diz que o apóstolo tinha em mente os ilimitados recursos que estão disponíveis a Deus.

Podemos fazer pedidos audaciosos a Deus, pois, seus recursos são inesgotáveis. Paulo pede ao Pai Celestial que essas riquezas sejam dadas aos efésios. Quais são as riquezas desse tesouro espiritual? Paulo pediu tanto quanto tinha conhecimento em sua revelação. Ele não foi mesquinho na petição, mas sua fé alcançava uma visão maior: pediu o melhor, pediu as "riquezas da sua glória".

 

 “... vos conceda que sejais fortalecidos com poder pelo seu Espírito no homem interior;”

Paulo orou para que o poder ilimitado de Deus fosse liberado através do Seu Espírito, a fim de fortalecer os efésios internamente. Esse poder é concedido pelo Espírito. A presença do Espírito na vida é a evidência da salvação (Romanos 8.9), mas o poder do Espírito é a evidência da capacitação para testemunhar (Atos 1.8). Jesus realizou seu ministério na terra sob o poder do Espírito Santo (Lucas 4.1,14; Atos 10.38).

“O homem interior” é a parte do cristão que se relaciona com Deus. É a parte humana que nos permite “ter prazer na lei de Deus” (Romanos 7:22) e que é transformada pela renovação da mente (Romanos 12:2), dia a dia (2 Coríntios 4:16). “O homem interior” é “renovado no espírito” da mente como nova criação de Deus em Cristo (Efésios 4:23, 24). Ele é o ser espiritual que cresce à imagem de Deus (Colossenses 3:10) e que precisa de fortalecimento a fim de cumprir o propósito que Deus designou à igreja.

O espírito do homem, por si só, não tem poder de vencer os ataques malignos (Efésios 6.10-12), mas transformado e corroborado (vestido) com o poder do Espírito Santo, ele pode vencer todo o mal. Esse "poder do Espírito" significa força e energia para lutar contra os ataques satânicos e para servir melhor ao Senhor. Isso é o fortalecimento espiritual do "homem interior", da nova natureza recebida através do novo nascimento (2 Coríntios 5.17). O poder da carne só poderá ser detido pelo poder do Espírito (Gálatas 5.16,17).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
02/10/2025

FONTES:

QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201306_08.pdf

LOPES, Hernandes Dias. Efésios: igreja, a noiva gloriosa de Cristo. São Paulo: Hagnos, 2009.

LLOYD-JONES, D. M. As Insondáveis Riquezas de Cristo: exposição sobre Efésios 3. 1. ed. português. São Paulo, SP: PES, 1992

Cabral, Elienai. Comentário Bíblico: Efésios - 3a Ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1999

 

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Mateus 12:18

Mateus 12:18 “Eis aqui o meu servo, que escolhi, o meu amado, em quem a minha alma se compraz; porei sobre ele o meu espírito, e anunciará aos gentios o juízo”.

 

“Eis aqui o meu servo, que escolhi, o meu amado, em quem a minha alma se compraz;”

O verso anterior atribui a Isaías a mensagem inspirada (v.17). Encontramos o texto com poucas diferenças em Isaías 42.1: “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se compraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele; ele trará justiça aos gentios”. Este é o primeiro “Cânticos do Servo” em Isaías.

O meu servo” aqui é o Messias.  Pois, o Servo agora é obviamente um indivíduo e não a nação de Israel como um todo. O termo “servo” implica tanto obediência como autoridade delegada. Isto é paralelo ao Salmo 2.7, 12, onde o Pai chama o Messias de seu Filho: “Proclamarei o decreto: O Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei”.

Podemos ver um paralelo quando o Espírito desce sobre Jesus como uma pomba e a voz do Pai declara do céu: “Este é meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mateus 3.17). Estas palavras enfatizam a perfeita obediência de Cristo, que desde a infância (Lucas 2.49) até o clamar “Está consumado”, cumpria sempre os deveres impostos por seu Pai.

 

“... porei sobre ele o meu espírito, e anunciará aos gentios o juízo”.

O Senhor equiparia completamente o seu Servo para a missão. Ele seria especialmente capacitado pelo Espírito Santo: “E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor” (Isaías 11:2).

O cumprimento dessa sentença pode ser visto em Mateus 3:16: “Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele”. Do princípio ao fim, a vida do nosso Senhor relacionava-se ao Espírito Santo, pelo qual foi concebido, ungido, encorajado para enfrentar o Calvário (Hebreus 9.14) e ressuscitado (Romanos 1.4). Finalmente, recebeu a prerrogativa de dar o Espírito a outros.

Ele trará justiça aos gentios”(AT) ou“ Anunciará aos gentios o juízo ” (NT) . Não se emprega aqui a palavra “juízo” no sentido jurídico, porém significando literalmente “retidão”. Alguém traduziu: “E proclamará religião aos gentios”. Certamente esta predição foi bem cumprida, porque, através dos seus mensageiros, Jesus e sua retidão têm sido proclamados entre as nações. O apóstolo Paulo e Barnabé citam Isaías ao declarar: "Eu te constituí como luz para os gentios, a fim de que tu leves a Salvação até os confins da terra" (Atos 13:47).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
19/12/2025

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

HORTON, Stanley. Isaías o Profeta messiânico. Rio de Janeiro: CPAD 2003.

PEARLMAN, Myer. Mateus – O Evangelho do Grande Rei. Rio de Janeiro: CPAD.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201009_04.pdf

https://textoaureoebd.blogspot.com/2025/12/isaias-421.html
 
 

Isaías 42.1

Isaías 42.1 “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se compraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele; ele trará justiça aos gentios.”

 

“Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se compraz a minha alma;”

O meu servo” aqui em contraposição ao “servo” de 41.8 (Israel) é o Messias.  Pois, o Servo agora é obviamente um indivíduo e não a nação de Israel como um todo. Este é o primeiro “Cânticos do Servo” em Isaías. O termo “servo” implica tanto obediência como autoridade delegada. Isto é paralelo ao Salmo 2.7, 12, onde o Pai chama o Messias de seu Filho.

O evangelista Mateus aplica esta passagem a Jesus: “Para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Eis aqui o meu servo, que escolhi, o meu amado, em quem a minha alma se compraz; porei sobre ele o meu espírito, e anunciará aos gentios o juízo” (Mateus 12:17-18). Nós também podemos ver um paralelo quando o Espírito desce sobre Jesus como uma pomba e a voz do Pai declara do céu: “Este é meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mateus 3.17). Estas palavras enfatizam a perfeita obediência de Cristo, que desde a infância (Lucas 2.49) até o clamar “Está consumado”, cumpria sempre os deveres impostos por seu Pai.

 

“... pus o meu espírito sobre ele; ele trará justiça aos gentios.”

O Senhor equiparia completamente o seu Servo para a missão. Ele seria especialmente capacitado pelo Espírito Santo: “E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor” (Isaías 11:2).

O cumprimento dessa sentença pode ser visto em Mateus 3:16: “Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele”. Do princípio ao fim, a vida do nosso Senhor relacionava-se ao Espírito Santo, pelo qual foi concebido, ungido, encorajado para enfrentar o Calvário (Hebreus 9.14) e ressuscitado (Romanos 1.4). Finalmente, recebeu a prerrogativa de dar o Espírito a outros.

Ele trará justiça aos gentios”(AT) ou“ Anunciará aos gentios o juízo ” (NT) . Não se emprega aqui a palavra “juízo” no sentido jurídico, porém significando literalmente “retidão”. Alguém traduziu: “E proclamará religião aos gentios”. Certamente esta predição foi bem cumprida, porque, através dos seus mensageiros, Jesus e sua retidão têm sido proclamados entre as nações. O apóstolo Paulo e Barnabé citam Isaías ao declarar: "Eu te constituí como luz para os gentios, a fim de que tu leves a Salvação até os confins da terra" (Atos 13:47).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
19/12/2025

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

HORTON, Stanley. Isaías o Profeta messiânico. Rio de Janeiro: CPAD 2003.

PEARLMAN, Myer. Mateus – O Evangelho do Grande Rei. Rio de Janeiro: CPAD.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201009_04.pdf

Marcos 1:10

Marcos 1:10 “E, logo que saiu da água, viu os céus abertos, e o Espírito, que como pomba descia sobre ele.”

 

“E, logo que saiu da água, viu os céus abertos,”

Lucas 3:21 registra que, “ao ser todo o povo batizado, também o foi Jesus”. Pode ser que, embora não haja certeza, todos os que foram até João naquele dia para serem batizados já tivessem sido batizados e ido embora. Isso deixou Jesus e João sozinhos nesse importante momento que teve o céu por testemunha.

Quando ele saiu da água os céus se abriam. Céus abertos significam esperança no Antigo Testamento: “Quem dera rasgasses o céu para descer! Diante de ti as montanhas se derreteriam” (Isaías 63 19). No contexto cristão "Céus abertos" é uma expressão que, simboliza a quebra da barreira entre o divino e o humano, manifestando bênçãos, milagres, revelações e a presença de Deus na vida das pessoas. É um sinal de esperança, prosperidade espiritual e a concretização de sonhos, contrastando com "céus fechados" que trazem dificuldades ou distância de Deus.

 

“... e o Espírito, que como pomba descia sobre ele.”

João Batista testificou que ele viu o Espírito descer sobre Jesus: “Eu vi o Espírito descer do céu como pomba, e repousar sobre ele. E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer o Espírito, e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo. E eu vi, e tenho testificado que este é o Filho de Deus” (João 1:32-34).

João não sabia que Jesus era o Messias até que viu o Espírito Santo descer sobre Ele. Mais tarde, ele pôde anunciar a todos que Jesus era o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1:29b). Crendo que João era profeta, o povo naturalmente aceitou suas declarações sobre essa revelação. A partir de então, ficou evidente que o Espírito em Jesus Lhe deu poder ilimitado: “Porque aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus; pois não lhe dá Deus o Espírito por medida” (João 3.34).

A descida do Espírito sobre Jesus é um dos maiores testemunhos da divindade de Cristo no Novo Testamento. O Espírito Santo desceu sobre Jesus como forma corpórea de uma pomba para que João pudesse identificá-lo como o Messias. O emblema é bastante apropriado, pois a pomba, entre os pássaros, tem a mesma correspondência que o cordeiro em relação aos outros animais. Ela é gentil, tenra e sem malícia. É o símbolo do poder exercido com ternura.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
19/12/2025

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

PEARLMAN, Myer. Marcos: O evangelho do servo de Jeová. Rio de Janeiro CPAD, 2005.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201912_02.pdf

Marcos 1:9

Marcos 1:9 “E aconteceu naqueles dias que Jesus, tendo ido de Nazaré da Galileia, foi batizado por João, no Jordão.”

 

“E aconteceu naqueles dias que Jesus, tendo ido de Nazaré da Galileia,”

O jovem carpinteiro de Nazaré tendo já completado trinta anos de idade sentiu um impulso que reconheceu como a voz do que o enviara a Terra “O Pai Celestial”. Deixando de lado as ferramentas, provavelmente disse à sua mãe: “É chegada a minha hora. Preciso tratar dos assuntos de meu Pai”.

A Voz levava-o para junto do Jordão, onde João estava a batizar. A Bíblia não nos informa se João e Jesus se conheciam antes. Provavelmente, levavam vidas separadas: Jesus, em Nazaré; e, João no deserto da Judéia. O relato de Marcos sobre o batismo de Jesus é mais sucinto que o de Mateus e Lucas. Marcos estava mais preocupado com os feitos miraculosos de Jesus do que com os detalhes de Sua vida pessoal.

 “Naqueles dias”, ou seja, algum tempo durante o ministério de João no deserto, Trata-se de uma declaração indefinida, Nazaré foi o lar de Jesus durante trinta anos. Jesus viajou de Nazaré ao local do ministério de João. Foi uma longa viagem. Jesus teve que percorrer quase cem quilômetros para ir ao encontro de João. Deus espera de nós que sejamos sérios em nossa inquirição espiritual, provando isso com nosso esforço em prol do melhoramento espiritual.

 

“... foi batizado por João, no Jordão.”

Este único ato de humilde obediência aos mandamentos de Seu Pai revela muito sobre a mente de Cristo. Mateus 3:15, que diz que Ele escolheu ser batizado para “cumprir toda a justiça”. Davi, por inspiração, disse: “Todos os Teus mandamentos são justiça” (Salmos 119:172b). Jesus demonstrou Seu respeito por João como profeta de Deus submetendo-se a essa imersão.

Considerando que Jesus era o Filho de Deus e não cometera pecados para serem perdoados (Marcos 1:4; Hebreus 4:15), por que Ele foi até João para ser batizado? Jesus foi batizado por João para cumprir a vontade do Pai e para se identificar totalmente conosco. Como representante da humanidade, Ele foi obediente em tudo.

Nosso batismo deve ter um significado semelhante para nós. Quando somos sepultados com Cristo, nos unimos a Ele e nos identificamos com Ele. Saímos das águas para entrar em uma nova vida com Ele: “Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida” (Romanos 6:3,4).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
19/12/2025

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

PEARLMAN, Myer. Marcos: O evangelho do servo de Jeová. Rio de Janeiro CPAD, 2005.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201912_02.pdf

Marcos 1:11

Marcos 1:11 “E ouviu-se uma voz dos céus, que dizia: Tu és o meu Filho amado em quem me comprazo.”


“E ouviu-se uma voz dos céus, que dizia: Tu és o meu Filho amado em quem me comprazo.”

Essa é uma das três declarações de Deus Pai sobre a divindade de Seu Filho (Mateus 17:5; João 12:28). Essas palavras não são citações diretas do Antigo Testamento, porém são remissivas a certos títulos do Cristo. Jesus é o Filho de Deus, o Ungido do Senhor (Salmos 2:7; Atos 13:33; Hebreus 1:5; 5:5).

João Batista ouviu a voz essa voz. Pois visavam também o seu beneficio, confirmando o testemunho que tinha dado a Cristo e fortalecendo-a para o sofrimento futuro. Foi ocasião muito importante para João Batista, para Jesus e para o mundo inteiro.

A voz dos céus era a voz do Pai para o “seu Filho amado”. Em Marcos a frase é “Tu és o meu Filho amado” (Marcos 1.11) praticamente igual a Lucas 3.22: “Tu és meu Filho amado”, em Mateus consta: “Este é o meu Filho amado”. Não significa o mais amado (superlativo), nem o único amado, mas amado em sentido especial, particular. Essa linguagem também é semelhante à descrição de Isaque, o filho amado da promessa, a quem Abraão foi chamado a sacrificar: “Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas” (Gênesis 22:2).

A frase “em que me comprazo” é igual a Mateus 3.17 em Lucas está escrito: “Em ti me tenho comprazido”. O texto grego não significa “com o qual eu me agrado” (NAA), e sim, “ em quem o meu prazer está” , ou seja, “aquele no qual o meu plano para a salvação da humanidade está centralizado”. A alusão se refere à profecia messiânica de Isaias 42:1: “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se compraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele; ele trará justiça aos gentios” (Isaías 42:1).

A doutrina dos gnósticos diz que Jesus se tornou neste momento Filho de Deus por adoção. Mas isso não goza do apoio das Escrituras. A encarnação do Verbo deu-se no nascimento, e não no batismo: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (João 1.14). 

Todos os três membros da Divindade estiveram presentes na ocasião do batismo de Jesus. Cristo entrou nas águas com João. O Espírito Santo desceu na forma de uma pomba e pairou sobre Jesus. Enquanto tudo isso acontecia, Deus falou dos céus proclamando o Seu prazer no Seu Filho. A presença de todos os três membros da Divindade no batismo de Jesus é um problema insolúvel para todos que negam a Trindade.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
19/12/2025

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

TASKER, R. V. G. Mateus: Introdução e comentário. Série Cultura Bíblica –São Paulo: Mundo Cristão, 1980.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

ROBERTSON, A. T. Comentário Mateus & marcos à luz do novo testamento grego. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201204_02.pdf

https://textoaureoebd.blogspot.com/2025/12/mateus-317.html

 

Mateus 3.17

Mateus 3.17 “E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”. 

 

“E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”.  

Essa foi a primeira das três declarações de Deus sobre a divindade de Seu Filho (Mateus 17:5; João 12:28). Essas palavras não são citações diretas do Antigo Testamento, porém são remissivas a certos títulos do Cristo. Jesus é o Filho de Deus, o Ungido do Senhor (Salmos 2:7; Atos 13:33; Hebreus 1:5; 5:5).

João Batista ouviu a voz essa voz. Pois visavam também o seu beneficio, confirmando o testemunho que tinha dado a Cristo e fortalecendo-a para o sofrimento futuro. Foi ocasião muito importante para João Batista, para Jesus e para o mundo inteiro.

A voz dos céus era a voz do Pai para o “seu Filho amado”. Em Mateus consta: “Este é o meu Filho amado”, em Marcos a frase é “Tu és o meu Filho amado” (Marcos 1.11) praticamente igual a Lucas 3.22: “Tu és meu Filho amado”. Não significa o mais amado (superlativo), nem o único amado, mas amado em sentido especial, particular. Essa linguagem também é semelhante à descrição de Isaque, o filho amado da promessa, a quem Abraão foi chamado a sacrificar: “Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas” (Gênesis 22:2).

A frase “em que me comprazo” é igual a Marcos 1.11 em Lucas está escrito: “Em ti me tenho comprazido”. O texto grego não significa “com o qual eu me agrado” (NAA), e sim, “ em quem o meu prazer está” , ou seja, “aquele no qual o meu plano para a salvação da humanidade está centralizado”. A alusão se refere à profecia messiânica de Isaias 42:1: “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se compraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele; ele trará justiça aos gentios” (Isaías 42:1).

A doutrina dos gnósticos diz que Jesus se tornou neste momento Filho de Deus por adoção. Mas isso não goza do apoio das Escrituras. A encarnação do Verbo deu-se no nascimento, e não no batismo: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (João 1.14). 

Todos os três membros da Divindade estiveram presentes na ocasião do batismo de Jesus. Cristo entrou nas águas com João. O Espírito Santo desceu na forma de uma pomba e pairou sobre Jesus. Enquanto tudo isso acontecia, Deus falou dos céus proclamando o Seu prazer no Seu Filho. A presença de todos os três membros da Divindade no batismo de Jesus é um problema insolúvel para todos que negam a Trindade.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
17/12/2025

FONTES:

BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

TASKER, R. V. G. Mateus: Introdução e comentário. Série Cultura Bíblica –São Paulo: Mundo Cristão, 1980.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

ROBERTSON, A. T. Comentário Mateus & marcos à luz do novo testamento grego. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201204_02.pdf