quarta-feira, 6 de novembro de 2024
Texto Áureo Lição 06: A Promessa de Cura Divina. Isaías 53.4
João 5.24 “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida”.
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 06 DE OUTUBRO DE 2024 (Genesis 6.3)
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
06 DE OUTUBRO DE 2024
COM O TEMPO, O HOMEM PASSOU A VIVER MENOS
Genesis 6.3 “Então disse o Senhor: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos. ”
“Então disse o Senhor: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne”
Esse versículo apresenta uma serei de desafios até suas traduções são variadas. A ARA traduz: “Então, disse o Senhor: O meu Espírito não agirá para sempre no homem”. O verbo hebraico para contender pode ser traduzido também como lutar com ou permanecer com. A primeira tradução representaria Deus usando continuamente de força para com os homens rebeldes, para mantê-los em linha e para evitar que se destruam completamente como resultado de seu comportamento pecador. O segundo ponto de vista representaria Deus como tomando a determinação de afastar seu fôlego vital da vida do homem, resultando, é claro, na morte.
A razão para o Espírito que Deus deu ao homem não permanecer (não contender) nele “para sempre” é que ele “é carnal”. A palavra hebraica equivalente a “carnal” (basar), possui vários significados e deve ser entendida segundo o contexto. Aqui essa palavra pode indicar a fragilidade da nossa natureza física: “Ele, porém, que é misericordioso, perdoou a sua iniquidade; e não os destruiu, antes muitas vezes desviou deles o seu furor, e não despertou toda a sua ira. Porque se lembrou de que eram de carne, vento que passa e não volta” (Salmos 78.38-29). Mas também pode ser perfeitamente uma referência à fraqueza da natureza humana decaída “Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos” (Efésios 2.3). Algumas versões traduzem a palavra “carne” por “natureza humana” (NTJ).
“..., porém os seus dias serão cento e vinte anos. ”
Alguns afirmam que Deus encurtou o tempo de vida do homem por causa de sua inclinação para o pecado e a maldade. Será que Deus determinou que, após o dilúvio, Ele limitaria o tempo de vida do homem para uns 120 anos, e não quase 900 anos, como está registrado a respeito dos pré-diluvianos, no capítulo 5? Este palpite é plausível no contexto imediato da destruição do mundo. Talvez Deus tenha decidido não mais tolerar pessoas vivendo por tanto tempo com pensamentos e atos completa e continuamente malignos (6:5).
Alguns continuaram a viver mais de 120 anos. Noé, por exemplo, tinha 600 anos quando o dilúvio sobreveio à terra (7:6) e viveu até os 950 anos (9:29). Abraão viveu 175 anos (25:7), Isaque viveu até 180 anos (35:28) e Jacó, até 147 (47:28). José viveu 110 anos (50:26), Moises ainda era forte quando morreu aos 120 anos (Deuteronômio 34:7) e Josué viveu 110 anos (Josué 24:29). No grupo posterior, só Arão excedeu a idade de 120 (Números 33:39), morrendo aos 123. Obviamente, isto poderia sugerir que 120 anos veio a ser a longevidade máxima depois de Noé. Essa redução aconteceu gradualmente, havendo algumas exceções à regra.
Uma segunda ideia é que os 120 anos representam um período de graça antes do dilúvio, no qual Noé, “pregador de justiça”: “Ele não poupou o mundo antigo quando trouxe o dilúvio sobre aquele povo ímpio, mas preservou Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas” (2 Pedro 2:5), teria tempo para advertir a humanidade de que o julgamento divino estava próximo, visando ao arrependimento daquela geração: “no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão, os quais, noutro tempo, foram desobedientes, quando Deus aguardava com paciência nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca, na qual poucas pessoas, apenas oito, foram salvas através da água” (1 Pedro 3:19, 20). Uma antiga obra judaica interpretou essa declaração como um tempo de provação: “Eu lhes darei um prazo: cento e vinte anos; caso possam ser convertidos”. Esta última ideia é mais sustentável porque se encaixa melhor no contexto mais amplo da longevidade dos indivíduos que viveram após o dilúvio. Além disso, esse tempo foi necessário para que a família de Noé construísse a arca, a qual tinha consideráveis dimensões.
Sobre a contradição Kidner escreveu: “Os cento e vinte anos poderiam ser o período de espera antes do dilúvio, ou a média menor da duração da vida humana, que doravante se deveria esperar. Qualquer destes significados harmoniza-se com o que se segue em Gênesis. ”
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
04/11/2024
FONTES:
RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.
https://textoaureoebd.blogspot.com/search?q=a+carne+%C3%A9+fraca
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201508_01.pdf
Kidner, Derek. Gênesis: introdução e comentário. Trad. Odayr Olivetti.São Paulo: Vida Nova, 2004.
HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.
terça-feira, 5 de novembro de 2024
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 05 DE NOVEMBRO DE 2024 (Romanos 3.10)
Romanos 3.10 “Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer.”
“Como está escrito:”
Paulo havia declarado sua premissa: tanto judeus como gentios estavam debaixo do pecado e careciam da justiça de Deus. Ele sabia, porém, que um deles — os judeus — resistiria a esse veredito e exigiria uma prova conclusiva. Então, o apóstolo retomou a lei da qual eles se orgulhavam: ”Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei?” (Romanos 2:23), dizendo: “como está escrito”.
Paulo recorre às Escrituras. Essa é a autoridade máxima. A Bíblia não tem uma opinião entre muitas; tem a palavra final, o argumento irresistível e irrefutável.
Franz Leenhardt escreve: “Apoiando-se na autoridade da Escritura, vai Paulo forçar o leitor, judeu ou grego, a penetrar o próprio eu e reconhecer diante de Deus que está ‘debaixo do pecado’”.
Calvino alerta para o fato de que, se Paulo usou a autoridade das Escrituras para convencer os homens de sua iniqüidade, aqueles que estão encarregados do ensino na igreja devem tornar-se muito mais atentos para não agir de outro modo na pregação do evangelho.
“Não há um justo, nem um sequer.”
Paulo citou a tradução grega do Antigo Testamento, como geralmente fazia. Aqui cita Salmo 14:1–33 ao discorrer acerca da situação revoltante da humanidade. Alguns acreditam que pode ter citado uma versão de Eclesiastes 7.20: “Na verdade que não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque”.
Com argumentos irresistíveis expõe a culpabilidade dos gentios e também dos judeus. Deus encerrou todos no pecado para usar de misericórdia para com todos. O pecado atingiu a todos sem exceção. Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Romanos 3.23).
“Justo” é usado aqui no sentido de “estar correto perante Deus”. Toda pessoa responsável faz algumas coisas que são erradas. Conseqüentemente, perante Deus ela está condenada “Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todo” (Tiago 2:10).
A situação poderia ser ilustrada com um recipiente contendo terra e água. Derrame um pouco de água limpa na terra. A água torna a terra limpa? Não. Agora pingue um pouco de terra na água. A terra deixa a água suja? Sem dúvida. O pecado é parecido com isso: por mais que a sua vida tenha coisas boas, existem algumas coisas más — e isso faz de você um pecador. Existem exceções? O salmista não poderia ter sido mais claro. Paulo citou-o dizendo: “não... nem um sequer... não... não... não... nem um sequer”!
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
16/05/2024
FONTES:
http://www.biblecourses.com/Portuguese/Po_lessons/Po_200810_07.pdf
Lopes, Hernandes dias. Romanos: o evangelho segundo Paulo. São Paulo, SP: Hagnos 2010.
HENDRIKSEN, William. Romanos. São Paulo: Cultura Cristã, 2001.
LEENHARDT, Franz J. Epístola aos Romanos – Comentário Exegético. São Paulo: ASTE, 1969segunda-feira, 4 de novembro de 2024
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 04 DE NOVEMBRO DE 2024 (Genesis 3.1)
04 DE NOVEMBRO DE 2024
O PECADO É A CAUSA DAS DOENÇAS
Genesis 3.1 “ORA, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?”
“ORA, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito.”
A serpente entrou no jardim em que Deus colocara Adão e Eva. Certamente o texto fala aqui de uma serpente real porque o autor a identificou como uma das criaturas que deus tinha feito.
Ele também usou o termo hebraico comum para “serpente”, que aparece no Antigo Testamento. Nachash é a palavra usada para o cajado de Moisés que se transformava em serpente quando lançado ao chão (Êxodo 4:3; 7:15) e descreve as “serpentes abrasadoras” que o Senhor mandou sobre os israelitas rebeldes no deserto.
Também é o termo que Deus usou quando mandou Moisés fazer uma serpente de bronze e colocá-la num poste; assim, os que haviam sido picados podiam olhar para ela e serem curados (Números 21:6, 7, 9).
Isto significa que a serpente não era um deus mitológico nem uma criatura semidivina, conforme descrevem algumas literaturas do Oriente Próximo antigo, como O Épico de Gilgamesh. Embora essa lenda seja às vezes considerada a fonte que deu origem à história bíblica, nada realmente indica que o autor de Gênesis tenha se valido dessa epopéia mesopotâmica.
Posteriormente, intérpretes judeus entenderam que a serpente de Gênesis foi um instrumento que o diabo usou para tentar o primeiro homem e a primeira mulher. Segundo escritores do Novo Testamento, Satanás falou por meio da serpente, enganando os pais da humanidade no jardim do Éden.
João registrou as seguintes palavras de Jesus: “Vós sois do diabo, que é vosso pai... Ele foi homicida desde o princípio... Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” (João 8:44). Preocupado com a possibilidade de os falsos mestres enganarem os cristãos de Corinto, Paulo escreveu estas palavras: “Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo” (2 Coríntios 11:3).
O apóstolo afirmou que “Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça” (2 Coríntios 11:14, 15). Paulo acreditava que Satanás poderia disfarçar-se com o intuito de enganar pessoas. Foi evidentemente isso que ele fez no princípio, usando a serpente como seu instrumento para tentar o primeiro casal no paraíso terreno (Apocalipse 12:9, 15; 20:2).
O súbito aparecimento da serpente na narrativa bíblica poderia surpreender o leitor, se ele já não conhecesse a história. Todavia, o susto não seria tão grande quanto foi para a mulher que de nada suspeitava. De repente, ela se viu numa conversa com uma serpente que era mais sagaz que todos os animais selváticos criados por Deus.
Pode-se entender o termo hebraico aqui empregado como uma virtude positiva quando traduzido por “prudente” ou “sensato” (Provérbios 12:16, 23; 13:16; 14:8, 15, 18; 22:3; 27:12). Todavia, há uma conotação negativa quando o termo é vertido para “sagaz” ou “malicioso” (Jó 5:12; 15:5; veja Êxodo 21:14; Josué 9:4; Salmos 83:3). Seu uso mais significativo, evidentemente, é a referência à serpente em Gênesis 3:1. Em 3:1–5, vemos um contraste entre a percepção maliciosa da serpente e a inocência quase pueril de Adão e Eva em 2:25. .
“E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?”
Por que a serpente falou com a mulher, e não com o homem, é obscuro no relato. Alguns já disseram que as mulheres são naturalmente mais vulneráveis que os homens. Paulo explicou que “Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão” (1 Timóteo 2:14). Por outro lado, Paulo nada disse sobre a natureza de Eva, como se ela fosse mais ingênua que Adão. Ele simplesmente afirmou que, ao contrário de Adão, que pecou com os olhos bem abertos, ela foi enganada. Ela ainda não havia sido criada quando Deus disse a Adão que ele morreria se comesse da “árvore do conhecimento do bem e do mal” (2:17). Isto pode significar que o único conhecimento que Eva tinha sobre a árvore proibida era o que ela recebera em segunda mão de Adão. Talvez a serpente soubesse disso, pois ela formulou sua pergunta insinuando haver um mal-entendido sobre a proibição e o caráter de Deus.
O tentador começa com sugestão, antes que com argumento. O tom de incredulidade — “É assim que Deus disse...?” — é ao mesmo tempo perturbador e lisonjeiro; procura impingir a falsa idéia de que a Palavra de Deus está sujeita ao nosso julgamento. O exagero: “Não comereis de toda árvore do jardim” (RV, RSV corretamente dizem: ...de qualquer árvore), é mais um dos estratagemas favoritos do tentador; agitando-o diante de Eva, fê-la entrar na discussão nos termos do seu antagonista.Ao formular a pergunta dessa maneira, a tática da serpente foi lançar dúvida na mente de Eva quanto ao caráter de Deus.
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
24/5/2024
FONTES:
Kidner, Derek. Gênesis: introdução e comentário. Trad. Odayr Olivetti.São Paulo: Vida Nova, 2004.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201507_02.pdf
domingo, 3 de novembro de 2024
Lição 06: A Promessa de Cura Divina | 4° Trimestre de 2024
TEXTO ÁUREO
Isaías 53.4 “Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. ”
“Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si;
“Verdadeiramente” enfatiza vigorosamente um contraste. Independentemente das “enfermidades” e “dores” que o povo pensava ver em Jesus, a realidade era totalmente diferente. Isaías não estava falando das enfermidades e dores de Jesus, mas das nossas enfermidades e dores que Ele carregou na cruz. Não foi por qualquer pecado próprio que Ele sofreu. Ele corajosa e voluntariamente escolheu tomar e levar sobre si o fardo pesado de “nossas enfermidades” (“nossas doenças”) e “nossas dores”.
Estas “enfermidades” e “dores” incluem doenças reais e defeitos físicos, pois a cura delas fariam parte do ministério do messias: “E, chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados, e ele com a sua palavra expulsou deles os espíritos, e curou todos os que estavam enfermos; para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e levou as nossas doenças” (Mateus 8.16-17). Mas não são restritas a elas; esta categoria (como o indica especialmente a palavra “dores”) abrangem toda sorte de sofrimento humano.
Jesus “tomou” e “levou sobre si” este sofrimento; consequentemente, carregou-o vicariamente como alguém que tomou um fardo pesado do ombro de outrem e o carregou para aquela pessoa. O próximo versículo completa isso “Ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades” (Isaías 53.5).
“... e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. ”
A palavra “reputávamos” [“consideramos”; NVI] é um termo contábil para revelar o valor de um objeto ou pessoa. E se refere ao sofrimento físico que Cristo suportou na cruz. Todavia a nação judaica, que considerava sofrimento como castigo pelo pecado, interpretou “ferido de Deus”, como objeto do juízo justo de Deus. Os sofrimentos do Messias deviam-se de fato ao pecado, mas não a Seu próprio pecado. Nesses sofrimentos havia retribuição, administrada pela mão divina, mas contra os nossos pecados. Os judeus não perceberam que a morte vergonhosa de Jesus era na verdade pelos pecados deles e da nossa geração também.
O apóstolo Pedro entendeu bem isso e escreveu sobre a condição de Cristo: “O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente; levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados” (1 Pedro 2.22-24)
A frase “ferido de Deus” deve ser entendida no sentido especial de Deus ter feito sobrevir-Lhe este sofrimento como castigo por este pecado. O contraste não consiste naquele fato, de não ter vindo de Deus, mas no fato de não ter fluído da ira de Deus contra o Seu pecado, e, portanto, que não veio como castigo de que Ele não pudesse escapar, mas foi suportado por Ele voluntariamente.
DEIVY FERREIRA PANIAGO
JUNIOR
29/10/2024
FONTES:
RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201010_06.pdf
Ridderbos, J. Isaías: introdução e comentário - 2. Edição. São Paulo: Vida Nova, 1995.
HORTON, Stanley. Isaías o Profeta messiânico. Rio de Janeiro: CPAD 2003.
CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo - Vol.5. São Paulo: Hagnos, 2001.
sábado, 2 de novembro de 2024
Hebreus 13.8
Hebreus 13.8 “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente. ”
“Jesus Cristo é o mesmo,
Provavelmente, o versículo mais conhecido de Hebreus. Gerações de antigos líderes estimados já morreram, mas temos Aquele que continua vivo, a nos servir e ajudar, como já não podem fazer os líderes que partiram. Hebreus 1:12 aplica as palavras de Salmos 102:27 a Ele: “Tu, porém, és o mesmo, e os teus anos jamais terão fim”.
O
Antigo Testamento faz declarações como esta
sobre Deus: “Eu, o SENHOR, o primeiro, e
com os últimos Eu mesmo” (Isaías 41:4; veja 44:6). Aqui em Hebreus, a mesma terminologia é aplicada
a Cristo. Não há incongruência, pois Cristo é, de fato, “o primeiro e o
último” (Apocalipse 1:17).
Esta passagem mostra a imortalidade do Filho de Deus e, por extensão, aquilo que Ele é quanto ao tempo! O Filho é o Criador do Universo (vv. 10-12). A criação como agora existe será “mudada” (v. 12) qual “vestido”, havendo depois novos céus e nova Terra, mas Cristo é eterno, imutável. Cristo é o mesmo, a fé é igualmente a mesma.
Jesus é o mesmo quanto ao Seu propósito e ensino. Nosso ensino sobre Cristo, corretamente interpretado, também deve ser o mesmo. Visto que Ele não muda quanto à verdade da Sua palavra, nós também não devemos mudar nosso procedimento, deixando de seguir o que Cristo ordenou (1 Coríntios 15:58).
“... ontem, e hoje, e eternamente. ”
As três dimensões em que Cristo se apresenta aqui refletem aquilo que Ele foi, e é, e será para sempre o mesmo.
Ele é o mesmo ontem. Cristo é eterno e histórico. Ele nasceu de uma virgem e fez parte do tempo; mas como Deus, Ele é “Pai da Eternidade”: ”Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9.6).
Ele é o mesmo hoje. Cristo é eterno, histórico e atual porque a sua existência transcende o tempo. Ele existiu e está existindo e continuará a existir! Porque Ele vive e reina para sempre: “E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém” (Apocalipse 1.18).
Ele será o mesmo eternamente. Cristo é eterno porque possui em si a natureza da imortalidade. “O qual é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele” (Colossenses 1.15-17).
Jesus Cristo ontem e hoje é o mesmo, e até as eras. Sua obra de ontem, a obra sacrificial e expiatória como sumo sacerdote, foi exposta pelo autor de Hebreus com profundidade. É a própria base do cristianismo. Hoje a obra de Cristo prossegue, na intercessão que ele faz por nós, à mão direita do Pai (Hebreus 7.25; 4.14-16).
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
06/11/2024
FONTES:
RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201408_11.pdf
SILVA, Severino Pedro da. Epístola aos hebreus: as coisas novas e grandes que Deus preparou para você. Rio de Janeiro: CPAD, 2003
BOYD, Frank M. Comentário Bíblico Gálatas, Filipenses, 1 e 2 Tessalonicenses e Hebreus. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 1996.
GUTHRIE, Donald. Hebreus- Introdução e Comentário. São Paulo: Vida Nova, 1984.
HEGNER, Donald A. Hebreus- Novo Comentário Bíblico Contemporâneo. Editora Vida, São Paulo.Genesis 6.3
Genesis 6.3 “Então disse o Senhor: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos. ”
“Então disse o Senhor: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne”
Esse versículo apresenta uma serei de desafios até suas traduções são variadas. A ARA traduz: “Então, disse o Senhor: O meu Espírito não agirá para sempre no homem”. O verbo hebraico para contender pode ser traduzido também como lutar com ou permanecer com. A primeira tradução representaria Deus usando continuamente de força para com os homens rebeldes, para mantê-los em linha e para evitar que se destruam completamente como resultado de seu comportamento pecador. O segundo ponto de vista representaria Deus como tomando a determinação de afastar seu fôlego vital da vida do homem, resultando, é claro, na morte.
A razão para o Espírito que Deus deu ao homem não permanecer (não contender) nele “para sempre” é que ele “é carnal”. A palavra hebraica equivalente a “carnal” (basar), possui vários significados e deve ser entendida segundo o contexto. Aqui essa palavra pode indicar a fragilidade da nossa natureza física: “Ele, porém, que é misericordioso, perdoou a sua iniquidade; e não os destruiu, antes muitas vezes desviou deles o seu furor, e não despertou toda a sua ira. Porque se lembrou de que eram de carne, vento que passa e não volta” (Salmos 78.38-29). Mas também pode ser perfeitamente uma referência à fraqueza da natureza humana decaída “Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos” (Efésios 2.3). Algumas versões traduzem a palavra “carne” por “natureza humana” (NTJ).
“..., porém os seus dias serão cento e vinte anos. ”
Alguns afirmam que Deus encurtou o tempo de vida do homem por causa de sua inclinação para o pecado e a maldade. Será que Deus determinou que, após o dilúvio, Ele limitaria o tempo de vida do homem para uns 120 anos, e não quase 900 anos, como está registrado a respeito dos pré-diluvianos, no capítulo 5? Este palpite é plausível no contexto imediato da destruição do mundo. Talvez Deus tenha decidido não mais tolerar pessoas vivendo por tanto tempo com pensamentos e atos completa e continuamente malignos (6:5).
Alguns continuaram a viver mais de 120 anos. Noé, por exemplo, tinha 600 anos quando o dilúvio sobreveio à terra (7:6) e viveu até os 950 anos (9:29). Abraão viveu 175 anos (25:7), Isaque viveu até 180 anos (35:28) e Jacó, até 147 (47:28). José viveu 110 anos (50:26), Moises ainda era forte quando morreu aos 120 anos (Deuteronômio 34:7) e Josué viveu 110 anos (Josué 24:29). No grupo posterior, só Arão excedeu a idade de 120 (Números 33:39), morrendo aos 123. Obviamente, isto poderia sugerir que 120 anos veio a ser a longevidade máxima depois de Noé. Essa redução aconteceu gradualmente, havendo algumas exceções à regra.
Uma segunda ideia é que os 120 anos representam um período de graça antes do dilúvio, no qual Noé, “pregador de justiça”: “Ele não poupou o mundo antigo quando trouxe o dilúvio sobre aquele povo ímpio, mas preservou Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas” (2 Pedro 2:5), teria tempo para advertir a humanidade de que o julgamento divino estava próximo, visando ao arrependimento daquela geração: “no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão, os quais, noutro tempo, foram desobedientes, quando Deus aguardava com paciência nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca, na qual poucas pessoas, apenas oito, foram salvas através da água” (1 Pedro 3:19, 20). Uma antiga obra judaica interpretou essa declaração como um tempo de provação: “Eu lhes darei um prazo: cento e vinte anos; caso possam ser convertidos”. Esta última ideia é mais sustentável porque se encaixa melhor no contexto mais amplo da longevidade dos indivíduos que viveram após o dilúvio. Além disso, esse tempo foi necessário para que a família de Noé construísse a arca, a qual tinha consideráveis dimensões.
Sobre a contradição Kidner escreveu: “Os cento e vinte anos poderiam ser o período de espera antes do dilúvio, ou a média menor da duração da vida humana, que doravante se deveria esperar. Qualquer destes significados harmoniza-se com o que se segue em Gênesis. ”
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
04/11/2024
FONTES:
RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.
https://textoaureoebd.blogspot.com/search?q=a+carne+%C3%A9+fraca
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201508_01.pdf
Kidner, Derek. Gênesis: introdução e comentário. Trad. Odayr Olivetti.São Paulo: Vida Nova, 2004.
HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.
Salmo 90.10
Salmo 90.10 "Os dias da nossa vida chegam a setenta anos, e se alguns pela sua robustez chegam a oitenta anos, o orgulho deles é canseira e enfado, pois logo passa e vamos embora voando".
"Os dias da nossa vida chegam a setenta anos, ”
O próprio Moisés, escritor do salmo, viveu mais do que isto (70 anos), mas o seu caso foi uma exceção, e não regra: no seu tempo, pois a vida já tinha a mesma duração que tem hoje em dia. Lembrem-se que no segundo ano da peregrinação no deserto, conforme o relato de Números 14, Deus declarou que todos aqueles que tinham sido recentemente contados no monte Sinai morreriam no deserto e que apenas Josué e Calebe entraram na terra prometida com mais de sessenta anos.
Isto é a própria brevidade, em comparação com os homens de antigamente, mas não é nada quando em comparação com a eternidade. Mas a vida é suficientemente longa para a virtude e a piedade, e longa demais, para a maldade e a blasfêmia. O Senhor havia dito anteriormente em Genesis 6.3 “Então disse o Senhor: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos. ”
“... e se alguns pela sua robustez chegam a oitenta anos, o orgulho deles é canseira e enfado, ”
A força incomum que ultrapassa o limite de setenta anos somente leva o homem idoso a uma região onde a vida é um cansaço e um lamento. Chegaram os maus dias, e os anos em que o homem clama: “Não tenho neles contentamento”.
Normalmente, a velhice é um estado de fragilidade; o próprio gafanhoto é um peso para ela, (Eclesiastes 12.5). Até mesmo o velho é um peso, para sua esposa, seus filhos, para si mesmo. Como disse Barzilai a Davi: “Da idade de oitenta anos sou eu hoje; poderia eu discernir entre bom e mau? Poderia o teu servo ter gosto no que comer e beber? Poderia eu mais ouvir a voz dos cantores e cantoras?” 2 Samuel 19.35. A velhice, dizemos, é um bom convidado, e deveria ser bem recebida, mas ela traz tal grupo consigo: cegueira, dores, tosses, etc.; estas coisas são incômodas, como poderiam ser bem recebidas? Thomas Adams diz: “Se o melhor deles for canseira e enfado, o que será o pior deles? ”
“... pois logo passa e vamos embora voando".
As suas palavras são mais apropriadamente traduzidas como: “Ele nos conduz rapidamente, e nós voamos”; assim como codornas são levadas juntamente com o forte vento ocidental, também os homens são levados, diante das tempestades da morte.
Mesmo que a vida chegue a 80 anos, parece um período curto, e nós voamos como num sonho (Jó 20:8). Estas palavras adquirem sentido especial para uma pessoa que está à beira da morte e olha para os dias de sua peregrinação. Jacó, que viveu além disso, disse acerca dos seus anos a Faraó: “Os dias dos anos das minhas peregrinações são cento e trinta anos; poucos e maus foram os dias dos anos da minha vida e não chegaram aos dias dos anos da vida de meus pais, nos dias das suas peregrinações” (Genesis 47.9).
Os dias das pessoas são tão passageiros e insatisfatórios como a erva ou a flor do campo, desaparecendo rapidamente: “Quanto ao homem, os seus dias são como a erva, como a flor do campo assim floresce. Passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não será mais conhecido” (salmo 103-15-16)
O Pregador descreve a vida como uma preciosa tigela de ouro suspensa do céu por um cordão de prata que está conectado com o alto, com o céu: “Antes que se rompa o cordão de prata, e se quebre o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se quebre a roda junto ao poço” (Eclesiastes 12:6). A vida está conectada com Deus. Ele deu ao homem o sopro da vida. No entanto, quando o cordão de prata é removido, quando se rompe, a tigela de ouro cai na terra e se despedaça irremediavelmente. A luz da vida é completamente extinta. Depois do fim da vida vem o encontro com Deus. O homem é chamado a se preparar para isso: “Prepare-se para encontrar o seu Deus” (Amós 4:12).
Não importa quanto possamos viver, é inevitável que, um dia, voamos desta vida, com a morte.
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
06/11/2024
FONTES:
RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.
SPURGEON, Charles. Os Tesouros de Davi – Volume II. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.
https://bibliotecabiblica.blogspot.com/2015/08/significado-de-salmos-90.html
Ezequiel 36.26
Ezequiel 36.26 “E vos darei um coração novo e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei o coração de pedra da vossa carne e vos darei um coração de carne.
“E vos darei um coração novo e porei dentro de vós um espírito novo; ”
O velho coração estava irremediavelmente corrompido pelo pecado. Assim como Davi, após pecar com Bate-Seba pediu a Deus para “criar nele um coração puro” (Salmos 51:10), Israel carecia dessa nova criação.
Ao dizer que eles receberiam um novo coração, Deus estava declarando uma mente ou intelecto renovado, e uma transformação emocional. Do coração procedem as “fontes da vida” (Provérbios 4:23); se o coração não for guardado, ele nos levará para longe do Senhor: “Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, fornicação, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias” (Mateus 15.19).
O personagem bíblico do Antigo Testamento que recebeu um novo coração foi Saul: “Sucedeu, pois, que, virando ele as costas para partir de Samuel, Deus lhe mudou o coração em outro; e todos aqueles sinais aconteceram naquele mesmo dia” (1 Samuel 10:9), após receber esse novo coração o Espírito de Deus se apoderou dele e começou a profetizar.
“... e tirarei o coração de pedra da vossa carne e vos darei um coração de carne. ”
O povo se tornara obstinado, teimoso e rebelde. Seus corações haviam ficado completamente insensíveis à vontade de Deus, se tornaram pedras; seus ouvidos estavam surdos aos clamores do Senhor: “Mas a casa de Israel não te quererá dar ouvidos, porque não me querem dar ouvidos a mim; pois toda a casa de Israel é de fronte obstinada e dura de coração” (Deuteronômio 9:6).
Estevão denunciou os homens da sua geração dizendo: “Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais” (Atos 7.51).
Agora, com essa transformação, o povo seria sensível, pois receberiam um coração de carne e estariam atentos à palavra do Senhor: “E lhes darei um só coração, e um espírito novo porei dentro deles; e tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne” (Ezequiel 11:19). Com esse novo coração conseguiriam sentir o que Deus sentia, pois possuíram o seu Espírito: “Quem não tem o Espírito não aceita as coisas que vêm do Espírito de Deus, pois lhe são loucura; e não é capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente. Mas quem é espiritual discerne todas as coisas, e ele mesmo por ninguém é discernido; pois "quem conheceu a mente do Senhor para que possa instruí-lo? " Nós, porém, temos a mente de Cristo” (1 Coríntios 2.14-16).
A implantação do Espírito de Deus dentro deles transformará seus motivos e lhes capacitará a viver de acordo com os estatutos e os juízos de Deus: “Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. E não ensinará mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o Senhor; porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados” (Jeremias 31.32-33).
O resultado deste transplante psicológico é que Israel passará por uma verdadeira mudança de sentimentos. Isso ocorrerá de maneira plena na ocasião da manifestação em glória de Cristo: “Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e prantearão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito” (Zacarias 12.10).
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
08/11/2024
FONTES:
RENOVATO, Elinaldo. As Promessas de Deus - Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.
TAYLOR, John B. Ezequiel introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1984.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201910_08.pdf



