domingo, 10 de dezembro de 2023

Lição 12: O Modelo de Missões da Igreja de Antioquia - 4 Trimestre de 2023

TEXTO ÁUREO

“E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. ” (Atos  13.2)

“E, servindo eles ao Senhor e jejuando,”

Um grupo de mestres de profetas (que exerciam o dom de falar sob inspiração) dedicavam-se a um período especial de oração e jejum. É provável que o restante da igreja estivesse orando também. Os acontecimentos subseqüentes indicam a busca de luz sobre o programa missionário da igreja. Oravam em gratidão pelo que Deus realizara entre os gentios daquela cidade (Antioquia). E também, em favor das multidões não evangelizadas da Ásia Menor e Europa.

O Espírito Santo não procurou os missionários entre os que “esperavam algo para fazer”; Ele fez sua seleção a partir dos que estavam ativos no serviço do Senhor! Se você ainda não encontrou seu lugar adequado na igreja, talvez seja porque não está envolvido em fazer aquilo que pode. “Deus chama pessoas ocupadas.”

Esta é a primeira vez que o jejum (abstinência deliberada de alimento por um período) é mencionado em Atos. No Antigo Testamento, o jejum era uma prática relacionada a um momento de humilhação diante de Deus, seja para receber de Deus o perdão, expressava arrependimento: “Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, e com choro, e com pranto”(Joel 2:12), no Novo Testamento, indica prioridades: “E era viúva, de quase oitenta e quatro anos, e não se afastava do templo, servindo a Deus em jejuns e orações, de noite e de dia” (Lucas 2:37). Jesus jejuou no deserto, antes de ser tentado. Ensinou aos seus discípulos que há espíritos malignos que só seriam expulsos após um período de jejum e oração (Marcos 9.29). Em Atos 10, o centurião Cornélio jejuou por quatro dias e recebeu uma orientação divina para chamar Pedro para falar em sua casa.

O alimento não era tudo o que importava para os primeiros cristãos. Às vezes, para cumprir os propósitos de Deus, eles ignoravam à hora das refeições.

 “[…] Disse o Espírito Santo:”

A pessoa do Espírito Santo fala e direciona os líderes da igreja como Cristo havia prometido aos seus discípulos: “Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar “(João 16: 13,14). Esse mesmo Espírito está disponível hoje a toda a igreja, pois habita dentro dela: “O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós” (João 14:17); “Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus “ (1 Coríntios 2:12). Quando o ouvimos devemos atentar ao seu mandar e orientação, pois Ele fala com autoridade divina: “Hoje, dizendo por Davi, muito tempo depois, como está dito: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações. ” (Hebreus 4:7); “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Apocalipse 2:29). 

“Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.”

A pessoa do Espírito Santo convoca para a obra missionária dois entre os seus líderes: “Barnabé e Saulo”.  

Barnabé era um levita de Chipre. Seu nome era José; o nome Barnabé lhe foi dado pelos apóstolos para indicar o seu caráter (Filho da Consolação, Atos 4.36). Foi o primeiro homem mencionado por sua generosidade, que vendeu uma propriedade e trouxe o dinheiro da venda aos apóstolos para que as necessidades dos membros mais pobres da igreja fossem supridas (Atos 4.36). Ele aparece novamente em Atos 9.27 prestando os seus bons serviços a Saulo de Tarso, quando Saulo retornou a Jerusalém no terceiro ano após a sua conversão, recomendando-o aos apóstolos, afirmando que Saulo era um crente genuíno. Isto sugere que ele já conhecia Saulo. Quando, alguns anos mais tarde, chegou a Jerusalém a notícia de que uma evangelização em larga escala havia ocorrido em Antioquia da Síria, por cristãos helenistas refugiados da perseguição que teve início na Judéia após a morte de Estêvão, Barnabé foi enviado até lá para investigar a situação e agir da forma que julgasse ser mais apropriada. Não podiam ter enviado um homem mais adequado. Longe de sentir-se chocado pelas inovações que ali encontrou, Barnabé sentiu prazer por ver a graça de Deus em ação na conversão dos pagãos em Antioquia, e assim encorajou tanto os evangelistas quanto os novos convertidos com todas as suas forças. Barnabé fortaleceu grandemente os laços de amizade entre a congregação de Antioquia e a igreja-mãe em Jerusalém (At 11.22-30).

Saulo, um israelita circuncidado da tribo de Benjamin, que falava a língua aramaica em sua casa, herdeiro da tradição do farisaísmo, estrito observador das exigências da Torá, e mais avançado no judaísmo do que seus contemporâneos era o primeiro e o mais proeminente entre os judeus (Filipenses 3.5,6; Gálatas 1.14). Era um judeu da Dispersão, nascido em Tarso da Cilicia, um lugar que não era insignificante (At 21.39), apesar de ser natural de Tarso estudou desde cedo em Jerusalém como ele mesmo diz aos pés de Gamaliel: “...e nesta cidade criado aos pés de Gamaliel, instruído conforme a verdade da lei de nossos pais, zelador de Deus, como todos vós hoje sois”(Atos 22:3). Após sua célebre conversão no caminho de Damasco procurou conhecer os demais apóstolos em Jerusalém por intermédio de Barnabé, depois de algum tempo em Jerusalém foi enviado para sua terra natal, pois em Jerusalém procuravam matá-lo: “Sabendo-o, porém, os irmãos, o acompanharam até Cesaréia, e o enviaram a Tarso” (Atos 9:30). Após algum tempo em Tarso, foi convidado por Barnabé para ajudá-lo na supervisão daquela da igreja de Antioquia: “E partiu Barnabé para Tarso, a buscar Saulo; e, achando-o, o conduziu para Antioquia” (Atos 11:25). 

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR 
14/11/2023 

FONTES: 

GOMES, Osiel. Os valores do reino de Deus – a relevância do sermão do monte para a igreja de Cristo. Rio de Janeiro: Cpad, 2022. 

PFEIFFER, Charles F.; REA, VOS, Howard F.; REA, John.Dicionário Bíblico Wycliffe. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. 

HENRY, Matthew. Comentário Bíblico – Atos a Apocalipse. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. 

PEARLAM, Myer. Atos – E a igreja se fez missão. Rio de Janeiro: Cpad, 1995. 
http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200201_05.pdf 

Lição 12 - Lições Bíblicas Adultos - 4º Trim./2023 - CPAD

sábado, 9 de dezembro de 2023

Leitura bíblica diária Cpad - 9 de dezembro de 2023 - 2 Coríntios 11.22-28


2 Coríntios 11:22-28

²² São hebreus? também eu. São israelitas? também eu. São descendência de Abraão? também eu.
²³ São ministros de Cristo? (falo como fora de mim) eu ainda mais: em trabalhos, muito mais; em açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes.
²⁴ Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um.
²⁵ Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo;
²⁶ Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos;
²⁷ Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez.
²⁸ Além das coisas exteriores, me oprime cada dia o cuidado de todas as igrejas. 


sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

Leitura bíblica diária - 8 de dezembro de 2023 - Efésios 6.19-20


 (Efésios 6:19,20) “E por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho,pelo qual sou embaixador em cadeias; para que possa falar dele livremente, como me convém falar. “


Após instruir apresentar aos efésios a armadura de deus para que eles possam resistir as astutas ciladas do diabo. Paulo apresenta a última parte da estratégia divina para vencermos a guerra contra Satanás e participarmos do ataque contra o inimigo. Essa estratégia é a oração (v.18).

A palavra "orando" está no gerúndio, o que dá a ideia de continuidade da ação. Podemos concluir que a oração faz parte permanente de todo o equipamento de guerra exposto nos versículos precedentes (vv. 14-17).

Orar não é preparar-se para a batalha; orar é justamente onde a batalha começa! Depois de nos vestirmos para a luta, de sabermos quem é o adversário e de conhecer nossos aliados, estamos prontos para prosseguir ao ataque. O exército do Senhor marcha de joelhos no chão!

O diabo não quer que os cristãos orem. Ele não se importa com outras coisas que venhamos a fazer. Ele não se impressiona com a beleza de nossas vozes ao louvar a Deus nem com o poder da nossa pregação. O diabo zomba de nossos planos, mas ele tem medo das nossas orações.

Ele sabe que é aí que o cristão ganha ou perde a guerra. Jamais seremos mais fortes do que nossas orações. Nenhuma igreja jamais será mais poderosa do que a vida de oração de seus membros. Jesus advertiu: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação...” (Mateus 26:41).

A igreja precisa de uma coisa: mais guerreiros de oração! São soldados que clamam pela bênção de Deus, que clamam por Sua força e que clamam por recursos divinos contra o adversário. Paulo ensina a igreja a “orar por todos os santos


“E por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho, ”

Aqui Paulo solicita a intercessão em seu favor. A lição oferecida aqui é que nenhuma pessoa viva pode dispensar a ajuda intercessora dos santos a seu próprio favor. Paulo era exemplo em tudo quanto ensinava. Ele orava incessantemente por todos e carecia da mesma ajuda. Sua batalha era ferrenha contra as forças do mal, e ele sabia que sozinho não podia vencer. Ele precisava de força espiritual e sabia que as intercessões a seu favor muito o ajudariam. A intercessão sincera anula qualquer presunção diante de Deus e nos torna acessíveis às bênçãos que pedimos.

Paulo pede "para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança". Paulo não queria "abrir a boca" para falar de si mesmo ou para falar de vãs filosofias, como os gregos, senão de Jesus Cristo, o Salvador e Senhor. Ele precisava de coragem moral e espiritual para que, ao "abrir a boca", a palavra saísse com segurança e confiança.

Nessa batalha espiritual, a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus, precisava movimentar-se com firmeza, e Paulo deseja usá-la "com confiança" e ter golpes certeiros contra o pecado.

Segundo, pede "para fazer notório o mistério do evangelho" Esse mistério já foi revelado aos "santos", mas aos que estão em trevas lhes é desconhecido. Por isso, precisamos notificá-lo a todos os homens. E o mistério do poder transformador (Romanos 1.16) que o Evangelho realiza na vida dos pecadores. Para "fazer notório" esse mistério é preciso poder espiritual.


“Pelo qual sou embaixador em cadeias; para que possa falar dele livremente, como me convém falar. ”

Anteriormente na carta Paulo se designara tanto “prisioneiro... por amor de vós, gentios” quanto “prisioneiro no Senhor” (3:1; 4:1). Consequentemente, ele está dizendo que o evangelho, o Senhor e os gentios são três razões para a sua prisão.Era, então um prisioneiro por causa desses três fatores.

Mas mesmo nessa condição Paulo recebeu graça para resistir. Paulo pensa em si mesmo como sendo o embaixador de Jesus Cristo, devidamente acreditado para representar o seu Senhor na corte imperial em Roma! O embaixador é aquele que representa os interesses de um governo e os do seu dirigente máximo.

Nas ocasiões festivas, os embaixadores usavam correntes a fim de revelarem riqueza, poder e dignidade do governo que representavam. E Paulo, servindo a Cristo crucificado, consideraria as cadeias dolorosas de ferro que o prendiam como as insígnias mais apropriadas para a representação do seu Senhor!

Como poderia ter vergonha do seu falar no nome dele? Pelo contrário, orgulhava-se de ser o embaixador de Cristo, ainda que estivesse passando pela anomalia de ser “embaixador em cadeias”.

O que mais preocupava Paulo não era, no entanto, que os seus pulsos fossem libertos das cadeias, mas, sim, que a sua boca fosse aberta em testemunho. Não que ele fosse libertado, mas, sim, que o evangelho viesse a ser difundido livremente e sem impedimento. É por isto, pois, que ele orou, e que pediu que os efésios orassem também. Contra esta oração, os principados e as potestades não teriam qualquer poder.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
2/12/2023

FONTES:

GABY, Wagner. Até os confins da terra – Pregando o evangelho a todos os povos até a volta de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201308_12.pdf

Cabral, Elienai. Comentário Bíblico: Efésios - 3a Ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 1999

Stott, John R. W. A mensagem de Efésios: a nova sociedade de Deus [tradução de Gordon Chown] - 6.a ed. - São Paulo: ABU Editora, 2001.


quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

Leitura bíblica diária Cpad - 7 de dezembro de 2023 - Tiago 5.16


Tiago 5:16

¹⁶ Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. 

quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

Leitura Bíblica diária Cpad - 4 de dezembro de 2023 - 1 Coríntios 4.11-13


1 Coríntios 4:11-13

¹¹ Até esta presente hora sofremos fome, e sede, e estamos nus, e recebemos bofetadas, e não temos pousada certa,
¹² E nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos. Somos injuriados, e bendizemos; somos perseguidos, e sofremos;
¹³ Somos blasfemados, e rogamos; até ao presente temos chegado a ser como o lixo deste mundo, e como a escória de todos. 

domingo, 3 de dezembro de 2023

Lição 11: Missões e a Igreja Perseguida - 4 Trimestre de 2023

TEXTO ÁUREO

“E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições. ” (2 Timóteo 3.12)

No versículo 11 Paulo cita as perseguições que ele e Barnabé enfrentaram em sua primeira viagem missionária, quando pregava na região da Galácia, essas perseguições estão descritas no capítulo 13 e 14 de Atos dos apóstolos.

Em Antioquia da Psídia: Paulo havia pregado na sinagoga dos judeus durante dois sábados. No segundo sábado quase toda a cidade se ajuntou para ouvir o Apóstolo, “então os judeus, vendo a multidão, encheram-se de inveja e, blasfemando, contradiziam o que Paulo falava” (Atos 13:45). Após Paulo responder que era mister pregar a palavra de Deus primeiro a eles, mas como eles o haviam rejeitado se voltaria para os gentios para lhes anunciar a salvação “os judeus incitaram algumas mulheres religiosas e honestas, e os principais da cidade, e levantaram perseguição contra Paulo e Barnabé, e os lançaram fora dos seus termos” (Atos 13:50).

Em Icônio: De maneira semelhante, após anunciar Jesus “os judeus incrédulos incitaram e irritaram, contra os irmãos, os ânimos dos gentios” (Atos 14:2). E após algum tempo conseguiram dividir a multidão da cidade “E havendo um motim, tanto dos judeus como dos gentios, com os seus principais, para os insultarem e apedrejarem” (Atos 14:5). Após ficarem sabendo do motim, Paulo e Barnabé partiram para Listra e Derbe.

Em Listra: Após curarem um homem coxo, desde o ventre da sua mãe. Paulo e Barnabé foram aclamados por toda a cidade, pois acreditavam que eles eram deuses e o chamavam “Jupiter e Mercurio”. Após não aceitarem receber sacrifícios disseram: “Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós” (Atos 14:15) e impediram que a multidão lhes sacrificassem. No entanto, após esse evento “sobrevieram ali uns judeus de Antioquia e de Icônio que, tendo convencido a multidão, apedrejaram a Paulo e o arrastaram para fora da cidade, cuidando que estava morto” (Atos 14:19).

Após lembrar Timóteo das perseguições que enfrentou nesses lugares ele o escreve que, de todas essas perseguições, Deus o livrou.

“E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições. ”

A piedade sempre provoca o antagonismo do mundo. Paulo já havia deixado isso claro quando passou novamente nas cidades citadas: “Confirmando os ânimos dos discípulos, exortando-os a permanecer na fé, pois que por muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus” (Atos 14:22), e não quer deixar os irmão de Efeso ignorantes a respeito disso. Aos Tessalonicenses ele havia escrito: “Pois, estando ainda convosco, vos predizíamos que havíamos de ser afligidos, como sucedeu, e vós o sabeis” (1 Tessalonicenses 3:4).

Willian Barclay escreveu: “É melhor sofrer com Deus e com a verdade do que prosperar com os homens e com a mentira, pois a perseguição é transitória, mas a glória final dos fiéis é segura”. As cicatrizes são o preço que todo crente paga por sua lealdade a Cristo. A perseguição é um cálice que todo crente fiel a Cristo precisa beber.

Calvino corrobora essa ideia dizendo que “é inútil tentar separar Cristo de sua cruz, e é muito natural que o mundo odeie a Cristo, incluindo seus membros”. Jesus intercedeu ao Pai por nossa condição: “Não peço que os tire do mundo, mas que os livre do mal”.

Então não podemos nos esquecer que como ele livrou Paulo da suas perseguições ele nos livrará de todo o mal e que em Cristo podemos nos alegrar mesmo sofrendo perseguições: “Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós” (Mateus 5:12).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
28/11/2023
 

FONTES:

GABY, Wagner. Até os confins da terra – Pregando o evangelho a todos os povos até a volta de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2023.

Lopes, Hernandes Dias. 2 Timóteo: o testamento de Paulo à igreja. São Paulo: Hagnos, 2014.

Lição 11 - Lições Bíblicas Adultos - 4º Trim./2023 - CPAD

sábado, 2 de dezembro de 2023

Leitura bíblica diária Cpad - 2 de dezembro de 2023 - Mateus 9.12


Mateus 9:12,13

¹² Jesus, porém, ouvindo, disse-lhes: Não necessitam de médico os sãos, mas, sim, os doentes.
¹³ Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu nào vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento.