terça-feira, 16 de novembro de 2021

Lição 08: Paulo, o Discipulador de Vidas - 4 Trimestre De 2021


 (Texto Áureo) “E, Paulo tendo escolhido a Silas, partiu, encomendado pelos irmãos à graça de Deus. E passou pela Síria e Cilicia, confirmando as igrejas.” (Atos 15.40-41)

“E, Paulo tendo escolhido a Silas, “ Após a decisão do concílio de Jerusalém: “ Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da fornicação, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá “ (Atos 15:28,29). O apóstolo dos gentios mal podia esperar para confirmar as igrejas recém fundadas na sua primeira viagem missionária, por isso, disse a seu companheiro de viagem: “Tornemos a visitar nossos irmãos por todas as cidades em que já anunciamos a palavra do Senhor, para ver como estão “ (Atos 15:36). Porém, Paulo e Barnabé contenderam sobre João Marcos, primo de Barnabé, que os havia deixado na primeira viagem missionária quando chegaram a Panfília. Para Paulo não parecia razoável que o tomassem consigo nessa nova viagem, mas para Barnabé, mais tolerante na ocasião, queria dar uma nova chance a seu parente. Apesar de forte discordância e separação, Paulo e Barnabé não permitem que a causa do evangelho sofra, pois Barnabé acompanhado por seu primo Marcos partiu para a ilha de Chipre, terra natal de Barnabé. Paulo então escolheu a Silas para ser seu novo companheiro de viagem. Silas aparece pela primeira vez em (Atos 15.22) na narrativa do Novo Testamento como um dos homens escolhidos para levar o decreto do Concílio de Jerusalém para os fiéis gentios. Foi provavelmente um judeu helenista. Era um profeta cristão, capaz de exortar e fortalecer através de sua pregação. Como Paulo, ele tinha cidadania romana (Atos 16.37,38). Silas aparece como Silvano (a forma latina do seu nome) em II Coríntios 1.19; 1 Tessalonicenses 1.1; 2 Tessalonicenses 1.1 e I Pedro 5.12.

“... partiu encomendado pelos irmãos à graça de Deus”. Antes de Paulo e Silas partirem, a comunidade cristã orou publicamente por Paulo e seu sucesso ministerial provavelmente com imposição de mãos, disseram-lhe palavras de ânimo para que prosseguisse na obra e, como não poderiam fazer nada mais para ajudá-lo, transferiram o assunto à graça de Deus, deixando que a graça trabalhasse nele e com ele.

 “E passou pela Síria e Cilicia, confirmando as igrejas.” Parece que cada um foi influenciado pelo sentimento de apego à sua terra nativa, Barnabé embarcou para Chipre com João Marcos, Paulo ao invés de navegar, decidiu ir com Silas por terra evangelizando o norte da Síria e chegando a Cílicia. A capital da Cílicia era Tarso de onde Paulo era natural e aonde Paulo foi encaminhado pelos apóstolos de Jerusalém após sua conversão, de onde também foi resgatado para integrar a igreja gentílica de Antioquia na Síria. Eles levam consigo a carta do Concilio de Jerusalém que tinha sido especificamente dirigida às igrejas na região (Atos 15.23). Enquanto viajam, fortalecem os crentes na fé mediante instrução e exortação. Este período de ajudar as pessoas a serem fortes na fé começa o período mais frutífero no ministério de Paulo e é um ponto decisivo na história da Igreja, pois contribui para alicerçar aqueles novos convertidos na fé cristã. Paulo não inventou nenhum outro método. Ele faz exatamente o que Jesus deixou para os seus discípulos, como vemos em Mateus 28.19,20: “Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado [...]”. A igreja primitiva através dos demais apóstolos evangelizava e discipulava os novos convertidos, visto que evangelização e discipulado são inseparáveis. À medida que a igreja crescia (Atos 2.41,42), os líderes da igreja iam confirmando a fé dos que criam.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
16/11/2021

Fontes:

CABRAL, Elienai. Apóstolo Paulo – Lições da vida e ministério do apóstolo dos gentios para a Igreja de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2021.

PFEIFFER, Charles F.; REA, VOS, Howard F.; REA, John.Dicionário Bíblico Wycliffe. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

ARRINGTON French L; STRONSTAD Roger. Comentário Bíblico Pentecostal – Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

Credo Atanasiano


1. Aquele que quiser ser salvo, antes de tudo deve manter a verdadeira fé cristã.
2. Quem não a conservar na íntegra e inalterada, sem dúvida perecerá eternamente.
3. Ora, a verdadeira fé cristã é esta: que honremos um só Deus na Trindade e a Trindade na unidade.
4. Sem confundir as Pessoas ou dividir a substância.
5. Pois uma é a Pessoa do Pai, outra a do Filho e outra a do Espírito Santo.
6. Mas uma só é a Divindade do Pai e do Filho e do Espírito Santo, iguais em glória e da mesma majestade eterna.
7. Qual o Pai, tal o Filho e tal o Espírito Santo.
8. O Pai é incriado, o Filho é incriado, o Espírito Santo é incriado.
9. O Pai é incomensurável, o Filho é incomensurável, o Espírito Santo é incomensurável.
10. O Pai é eterno, o Filho é eterno, o Espírito Santo é eterno.
11. Contudo não são três eternos, mas um só Eterno.
12. Como também não são três incriados, nem três incomensuráveis, mas um só Incriado e um só Incomensurável.
13. Da mesma maneira, o Pai é todo-poderoso, o Filho é todo-poderoso, o Espírito Santo é todo-poderoso.
14. Contudo não são três todo-poderosos, mas um só Todo-poderoso.
15. Assim, o Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus.
16. Contudo não são três Deuses, mas um só Deus.
17. Assim, o Pai é Senhor, o Filho é Senhor, o Espírito Santo é Senhor.
18. Contudo não são três Senhores, mas um só Senhor.
19. Pois, assim como pela verdade cristã somos obrigados a confessar cada Pessoa em particular como sendo Deus e Senhor, assim somos proibidos pela fé cristã de falar de três Deuses ou Senhores.
20. O Pai por ninguém foi feito, nem criado, nem gerado.
21. O Filho não foi feito, nem criado, mas gerado, somente pelo Pai.
22. O Espírito Santo não foi feito, nem criado, nem gerado pelo Pai e pelo Filho, mas procede dEles.
23. Logo, um só Pai, não três Pais, um só Filho, não três Filhos, um só Espírito Santo, não três Espíritos Santos.
24. E nesta Trindade nada é anterior ou posterior, nada maior ou menor,
        mas todas as três Pessoas são juntamente eternas e iguais entre si.
25. De modo que, como acima já foi dito, em tudo deve ser honrada a Trindade na unidade e a unidade na Trindade.
26. Portanto, quem quiser ser salvo, deve pensar assim da Trindade.
27. Entretanto, é necessário para a eterna salvação que creia também fielmente na encarnação de nosso Senhor Jesus Cristo.
28. Logo, a fé correta é que creiamos e confessemos, que nosso Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, é Deus tanto quanto homem.
29. É Deus da substância do Pai, gerado antes dos tempos, e homem da substância de sua mãe, nascido no tempo.
30. Plenamente Deus, plenamente homem, subsistindo em alma racional e carne humana.
31. Igual ao Pai segundo a sua divindade, menor do que o Pai segundo a sua humanidade.
32. Embora sendo Deus e homem, nem por isso é dois, mas um só Cristo.
33. Um só, porém, não porque a divindade se converteu em carne, mas porque Deus assumiu a humanidade.
34. Um só, não por fusão de substâncias, mas por unidade de pessoa.
35. Pois, assim como alma racional e carne são um só homem, assim Deus e homem é um só Cristo.
36. O qual padeceu pela nossa salvação, desceu ao inferno, ao terceiro dia ressurgiu dos mortos,
37. Subiu ao céu, está sentado à direita do Pai, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos.
38. E na sua vinda, todos os homens devem ressuscitar com os seus corpos e dar contas dos seus próprios atos.
39. E aqueles que fizeram o bem, irão para a vida eterna, os que fizeram o mal, para o fogo eterno.
40. Esta é a verdadeira fé cristã, e quem não nela crer com fidelidade e firmeza, não poderá ser salvo.

Credo Niceno-Constantinopolitano


Credo Niceno (325 d.C.) Credo derivado do Credo de Nicéia (325 dC.), com pequenas alterações introduzidas no Concílio de Calcedônia (451 dC.). 

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisas, visíveis e invisíveis.

E em um só Senhor Jesus Cristo, o unigênito Filho de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos, Deus de Deus, Luz de Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, nascido, não criado, de uma só substância com o Pai, por quem todas as coisas foram feitas; o qual por nós homens e pela nossa salvação desceu do céu e se fez carne pelo Espírito Santo na virgem Maria e se fez homem, e foi crucificado por nós sob Pôncio Pilatos, padeceu e foi sepultado, e ao terceiro dia ressuscitou, segundo as Escrituras, e subiu ao céu e está sentado à direita do Pai, e virá novamente com glória para julgar os vivos e os mortos, e o seu reino não terá fim.

E no Espírito Santo, que é Senhor e Vivificador, o qual procede do Pai e do Filho, que juntamente com o Pai e o Filho é adorado e glorificado, que falou pelos profetas. E em uma só santa Igreja universal e apostólica.

Confesso um só batismo para remissão dos pecados.

Espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo vindouro.

Amém. 

DATAS COMEMORATIVAS DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS (CPAD)

LIÇÕES BÍBLICAS DE ADULTOS - 1º Trimestre de 2022

1° trimestre 2022

Tema:
A Supremacia das Escrituras: A Inspiração, Inerrante e Infalível Palavra de Deus

Comentarista: Douglas Baptista

Sumário
Lição 01: A Autoridade da Bíblia
Lição 02: A Inspiração Divina da Bíblia
Lição 03: A Inerrância da Bíblia
Lição 04: A Estrutura da Bíblia
Lição 05: Como ler as Escrituras
Lição 06: A Bíblia como um Guia para a Vida
Lição 07: A Bíblia transforma pessoas
Lição 08: A Lei e os Evangelhos revelam Jesus
Lição 09: As Histórias e as Poesias falam ao Coração
Lição 10: As Profecias despertam e trazem Esperança
Lição 11: Lucas – Atos: O Modelo Pentecostal para hoje
Lição 12: As Epístolas instruem e formam os Cristãos
Lição 13: A Leitura da Bíblia e a Educação Cristã


Sobre o Comentarista:

Douglas Baptista - É doutor em Teologia Sistemática, mestre em Teologia do Novo Testamento pela FTCB, mestre em Ciências das Religiões pela Faculdade Unida de Vitória; pós-graduado em Docência do Ensino Superior e pela FASSEM, e licenciado em Educação Religiosa pela FASSEM e Filosofia pela ASSESB; é também pastor presidente da Assembleia de Deus de Missão do Distrito Federal, presidente da Sociedade Brasileira de Teologia Cristã Evangélica, do Conselho de Educação e Cultura da CGADB e da Ordem dos Capelães Evangélicos do Brasil; e segundo vice-presidente da Convenção dos Ministros Evangélicos das ADs de Brasília e Goiás, além de diretor geral do Instituto Brasileiro de Teologia e Ciências Humanas.

Adquira também o Livro de apoio:


https://www.cpad.com.br/a-supremacia-das-escrituras-354601/p

quarta-feira, 10 de novembro de 2021

CPAD realiza lançamento do novo Currículo de Escola Dominical


Na manhã desta segunda-feira (01/11) a Casa Publicadora das Assembleias de Deus – CPAD realizou a cerimônia de lançamento do novo Currículo de Escola Dominical, no templo-central da Assembleia de Deus no Belenzinho, São Paulo (SP). A lição do 1º trimestre de 2022 para a classe de adultos tem como título: “A supremacia das Escrituras – a inspirada, inerrante e infalível Palavra de Deus”,  e é comentada pelo Pastor Douglas Baptista – líder da Assembleia de Deus do Distrito Federal e do Conselho de Educação e Cultura da CGADB.

A cerimônia, iniciou com uma oração do presidente da CGADB, pastor José Wellington Costa Júnior, e contou com a presença do Pastor José Wellington Bezerra da Costa – presidente do Conselho Administrativo da CPAD, Dr Ronaldo Rodrigues de Souza – Diretor Executivo da CPAD, Pr Alexandre Coelho – Gerente de Publicações da CPAD, comentaristas das Lições Bíblicas e de diversas lideranças das Assembleias de Deus no Brasil, como o pastor Antônio Xavier dos Santos Vale, pastor Osiel Oliveira, pastor Geremias Couto entre outros.

Biografia do comentarista da CPAD

Douglas Baptista é pastor, líder da Assembleia de Deus de Missão do Distrito Federal, doutor em Teologia Sistemática, mestre em Teologia do Novo Testamento, pós-graduado em Docência do Ensino Superior e Bibliologia, e licenciado em Educação Religiosa e Filosofia; presidente da Sociedade Brasileira de Teologia Cristã Evangélica, do Conselho de Educação e Cultura da CGADB e da Ordem dos Capelães Evangélicos do Brasil; e segundo-vice-presidente da Convenção dos Ministros Evangélicos das ADs de Brasília e Goiás, além de diretor geral do Instituto Brasileiro de Teologia e Ciências Humanas.

Publicado 1 semana atrás em 2 de novembro de 2021Por Ricardo Costa

https://www.jmnoticia.com.br/cpad-realiza-lancamento-do-novo-curriculo-de-escola-dominical-pastor-douglas-baptista-e-o-comentarista-da-licao-1o-trimestre/

Conheça a História do Círculo de Oração. (6 de Março de 1942)

O Círculo de Oração tem sido um marco na história das Assembleia de Deus no Brasil, o trabalho nasceu em Recife (PE) no dia 06 de março de 1942, pela Pernambucana Irmã Albertina Bezerra Barreto, falecida no dia 14/08/2008, aos 94 anos, hoje abrange todo o Brasil em várias denominações, e expandiu-se também em outros países como: Argentina, Estados Unidos, Japão, alguns países da África, Venezuela e outros.

A história dessa grande obra veio através da menina Zuleide, filha da irmã Albertina, a menina acometida de uma enfermidade, na época, a qual não andava e nem falava e os médicos especialistas deram-lhe apenas 08 anos de vida, Albertina mãe da pequena Ledinha como toda mulher de oração e fé, convidou algumas Senhoras de sua Igreja para ajudá-la em oração pedindo a Deus pela saúde de sua filha, marcaram a primeira reunião para o dia 06 de março de 1942, no bairro recifense de Casa Amarela, sete irmãs se prontificaram.

Irmãs se unem para orar pela cura da filha da irmã Albertina Bezerra

As irmãs não receberam a resposta das orações de imediato, mas uma vez por semana, se reuniam para clamarem ao Senhor, isto das 9h às 16h, até que a criança começou a andar e articular as primeiras palavras. Depois da experiência, a atividade não parou, passou a ser conhecida e a cada semana aumentava o número de pessoas na congregação do bairro Casa Amarela. Irmã Albertina conta que, por muitas vezes, não conseguiam terminar o trabalho, tamanha era a alegria e a presença do Senhor naquele lugar. “As reuniões eram tão alegres que começávamos às sete horas da manhã e terminávamos às cinco da tarde. A gente não tinha vontade de sair de dentro da igreja“, atesta.

Logo foi inaugurado o primeiro Círculo de Oração, tendo como dirigente a irmã Malphara Bezerra e a irmã Albertina Barreto e, aos poucos, o trabalho foi se espalhando pelas cidades pernambucanas e depois pelo Brasil, se tornando um dos principais trabalhos realizados pela Assembleia de Deus.
O trabalho do Círculo de oração avançou nas congregações do Recife e em todo o Brasil
A fundadora relembra emocionada as palavras do Senhor falando sobre o seu propósito na primeira reunião: “Era isso que queria que tu fizesses, porque por meio de tua filha realizarei uma grande obra, é tão grande que tu não podes imaginar”. Outra vez falou em profecia: “Essa enfermidade não é para morte, mas para gloria do meu nome, fui eu quem gerou essa criança para que por meio dela fosse criado esse trabalho. ” As profecias se cumpriram, Zuleide cresceu, andou e viveu muitos anos.


O NOME “CIRCULO DE ORAÇÃO”

A fundadora ainda relata que foi colocado por causa de um folheto que havia lido cujo texto explicava que a oração era como um círculo nos céus. “Quando oravam lembrou-se da mensagem e disse: vamos circular os céus com nossas orações”. E essa poderosa obra continua circulando não só no Recife, mas em toda nação brasileira, percorrendo também outras partes do mundo.

A Igreja sabe que pode avançar contra o inimigo, pois conta com uma retaguarda composta por um batalhão de mulheres que, em oração, se preparam para auxiliá-la na peleja contra o mal.

A igreja Evangélica Assembleia de Deus no Brasil, completará em breve os seus 106 anos com muitos milagres, curas, batismo no Espírito Santo e vidas restauradas pelo clamor e orações de mulheres de fé e homens de Deus que frequentam o Círculo de oração, dobrando os joelhos em favor dos aflitos, da liderança, dos missionários, dos lares e de todos os que confiam que Deus ouve e atende.


A FUNDADORA

ALBERTINA BEZERRA BARRETO, natural de Pernambuco, aceitou a Jesus aos 13 anos. Crente fiel e dedicada participava do coral e ensinava na Escola Dominical. Casada com Florismundo Barreto Montenegro lhe nasceu Zuleide e Josival, este reside em Brasília e lhe deu oito netos e quatro bisnetos. Iniciou também o Círculo de Oração em João Pessoa – PB, onde dirigiu 14 anos e incentivou a abertura do trabalho em Natal – RN, Bahia e Belo Horizonte – MG.

Irmã Albertina Bezerra idealizadora do Círculo de oração no Brasil.

Entre todos os essenciais preceitos divinos estabelecidos para a igreja, um tem se mostrado mais que necessário para uma trajetória de vitória. – A ORAÇÃO. Tanto que o apóstolo Paulo já aconselhava aos Tessalonicenses “Orai sem cessar! (I Ts. 5:17)”.

(Extraído do livro Círculo de oração em festa. Autora Eliude Marques).

https://www.adhortolandia.org/conheca-a-historia-do-circulo-de-oracao-da-assembleia-de-deus/

segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Lição 07: Paulo o Plantador de Igrejas - 4 Trimestre De 2021.


 (Texto Áureo) “Eu plantei: Apolo regou; mas Deus deu o crescimento. (I Coríntios 3.6)

“Eu plantei: “ Paulo se refere ao fato de ter iniciado o trabalho em Corinto. Em sua segunda viagem missionária após confirmar as igrejas fundadas na primeira viagem missionária, Paulo quando passava pelas regiões da Frígia, Galácia e Mísia planejava ir para o sul (Ásia menor) e para o norte (Bitínia), mas o Espírito não lhe permitiu, isso devido ao fato de todo o que é guiado pelo Espírito ser como o vento: “O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito ” (João 3:8). Quando chegou em Trôade “Paulo teve de noite uma visão, em que se apresentou um homem da Macedônia, e lhe rogou, dizendo: Passa à Macedônia, e ajuda-nos ” (Atos 16:9). Essa experiência foi a direção de Deus para levar Paulo a lugares mais distantes. De Trôade passou para a Samotrácia e, no dia seguinte, para Neápolis (Atos 16:11) e dali para Filipos na Macedônia. Depois passando por Anfípolis e Apolônia, chegaram a Tessalônica (Atos 17:1) de Tessalônica Paulo foi para Beréia e de Beréia passou para a Acaia chegando primeiramente em Atenas (Atos 17:15). E depois disto partiu Paulo de Atenas, e chegou enfim a Corinto (Atos 18:1). Em Corinto Paulo conheceu Áquila e sua esposa Priscila e morou e trabalhou com eles “E todos os sábados disputava na sinagoga, e convencia a judeus e gregos” (Atos 18:4) E ficou ali um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de Deus (Atos 18:11), pois Cristo havia lhe revelado que tinha muito povo nesta cidade. (Atos 18:10)

“...Apolo regou, “ Paulo navegou para a Síria, e levou com ele Priscila e Áqüila e quando chegou a Éfeso, os deixou ali (Atos 18:19). Priscila e Áqüila conheceram em Éfeso um judeu chamado Apolo que era, natural de Alexandria, homem eloquente e poderoso nas Escrituras (Atos 18:24) enquanto ele ousadamente pregava na sinagoga (Atos 18:26), este era instruído no caminho do Senhor e, fervoroso de espírito, falava e ensinava diligentemente as coisas do Senhor, conhecendo somente o batismo de João. (Atos 18:25). Após tê-lo ouvido, Priscila e Aqüila, o levaram consigo e lhe declararam mais precisamente o caminho de Deus (Atos 18:26). Após ele ter se atualizado quanto a pessoa de Jesus Cristo que João, o Batista, profetizara passou para Acaia e foi recomendado através de carta de Priscila e Aqüila e quando chegou a Corinto realizou também grande e próspera obra ali “porque com grande veemência, convencia publicamente os judeus, mostrando pelas Escrituras que Jesus era o Cristo “ (Atos 18:28). Cronologicamente Apolo continuou a obra de Deus em Corinto após Paulo se retirar dali. Como Paulo havia plantado ali uma igreja de Cristo ele afirma que o que Apolo fez foi regar, ou seja, continuar a mesma obra. “Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. ” (I Coríntios 3:10)

“..., mas Deus deu o crescimento. ” Se assemelhando muito com o pensamento de João Batista: “É necessário que ele cresça e que eu diminua” (João 3:30) Paulo afirma que o que planta e o que rega são um, e que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento (I Coríntios 3:7). Estando certo dia Jesus em Cesaréia de Filipe, pouco antes da sua paixão e morte. Ele afirmou, "Edificarei a minha igreja" (Mt 16.18). O Senhor Jesus na sua declaração, "Edificarei a minha igreja", não detalhou como essa edificação teria lugar. Mas pela Palavra de Deus a partir do livro de Atos dos Apóstolos sabemos que Ele edifica a sua Igreja mediante homens que Ele chama, capacita e envia para realizar a obra de edificação da Igreja. Neste mundo, uma edificação ou construção requer um elevado número de trabalhadores de diferentes especialidades até o dia da inauguração da obra. O mesmo ocorre na edificação da Igreja, porém noutra esfera que é a espiritual. Não importa qual seja a nossa chamada, seja, plantador, regador ou cooperador precisamos depender sempre de Deus em todos os passos do nosso trabalho, afinal: "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os edificadores" (SI 127.1). A obra pertence a Ele, se desempenharmos um trabalho sério e dedicado ao Senhor ele há de acrescentar aqueles que se hão de salvar (Atos 2:47)

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
08/11/2021

Fontes:

CABRAL, Elienai. Apóstolo Paulo – Lições da vida e ministério do apóstolo dos gentios para a Igreja de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2021.

GILBERTO, Antônio. Mensagens, estudos e explanações em I Coríntios. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Cronologia da Escola Dominical no Mundo, no Brasil e nas Assembleias de Deus

 

ANO

 

ACONTECIMENTO
173614/09
Nasce Robert Raikes, na Inglaterra.
1780Robert Rikes, jornalista evangélico (episcopal), com 44 anos,  realiza em Gloucester, Inglaterra, as primeiras aulas aos domingos pela manhã para crianças sobre leitura, escrita, aritmética, instrução moral e cívica e conhecimentos religiosos, dando início à Escola Dominical, não exatamente no modelo que temos hoje, mas como escola de instrução popular gratuita, o que veio a ser a precursora do moderno sistema de ensino público. As primeiras professoras foram assalariadas por Raikes.
178303/11
Dia Natalício da Escola Dominical, pois Raikes, após três anos de experiência com 7 Escolas Dominicais em casas particulares e com 30 alunos em cada uma delas, alcança êxito em seu trabalho com a transformação na vida de duas crianças.
A Escola Dominical passou das casas particulares para os templos, os quais passaram a encher-se de crianças.
1784Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já contava com 250 mil alunos matriculados.
1785
Raikes Organiza a primeira União de Escolas Dominicais, em Gloucester, com ajuda de William Fox.
Surgem as primeiras Bíblias, Testamentos e Livros para serem usados especialmente nas Escolas Dominicais. Raikes publica o Sunday School Companion, que era um simples livro de leitura de versículos bíblicos.
É iniciado o movimento de Escolas Dominicais nos Estados Unidos da América, na Casa de William Elliott, inspirado nos exemplos britânicos.
 1790É fundada a primeira União de Escolas Dominicais dos EUA, em Philadelphia, para prover salas de aulas e professores para as escolas. Em Charleston, EUA, a Conferência Metodista reconhece oficialmente as suas Escolas Dominicais.
1797Somente na Inglaterra chega a mil o número de Escolas Dominicais.
1800Surgem fortes ataques contra a Escola Dominical. Raikes ‚ acusado de “profanador do Dia do Senhor”, pelo fato de fazer funcionar a Escola aos domingos… Tal acusação partiu dos religiosos da época. No Parlamento chegou a ser apresentado um decreto para proibir Escolas Dominicais em toda a Inglaterra. Tal decreto jamais foi aprovado.
1810O movimento já contava com mais de três mil Escolas Dominicais e com aproximadamente 275 mil alunos matriculados.
1811
Começa a separação de classes para que adultos analfabetos, assim como as crianças, também pudessem aprender a ler a Bíblia. O movimento chega a 400 mil alunos matriculados só na Inglaterra.
5/04
Morre Robert Raikes, aos 76 anos de idade, tendo a Escola Dominical se espalhado por toda a Inglaterra e em outras partes do mundo.
1820Começam os primeiros passos para congregar as Uniões locais de Escolas Dominicais numa central – União Americana de Escolas Dominicais.
182425/05
A União Americana de Escolas Dominicais, em Filadélfia, EUA, torna-se a representante nacional de 723 Escolas afiliadas e 50 mil alunos.
1831As Escolas Dominicais chegam a 1.250.000 alunos matriculados, cerca de 25% da população da Inglaterra na época.
183203/10
Realizada a Primeira Convenção Nacional da União Americana de Escolas Dominicais, em New York.
1836O Rev. Justin Spauding, da Igreja Metodista, organiza no Rio de Janeiro, entre estrangeiros, uma congregação com cerca de 40 pessoas e em junho abre uma Escola Dominical com 30 alunos, dos quais alguns eram brasileiros, ensinados na sua própria língua.
185519/08
Robert Kalley e sua esposa Da. Sarah Poulton, casal de missionários escoceses, realizam a primeira aula de Escola Dominical para cinco crianças, em sua residência na cidade de Petrópolis, Rio de Janeiro, o que resultaria na fundação da Igreja Evangélica Fluminense, embrião da Igreja Congregacional.
 1911Dois meses após a fundação das Assembléias de Deus, é realizada a primeira aula de Escola Dominical, na casa do irmão José Batista Carvalho, na Av. São Jerônimo, em Belém, PA.
 1920Começa a circular como suplemento do Jornal Boa Somente em Belém, PA, os Estudos Dominicaes, o embrião da atual revista Lições Bíblicas, para Jovens e Adultos.
 1930Lançada a revista Lições Bíblicas para adultos, inicialmente comentada pelos missionários suecos Samuel Nyström e Nils Kastberg. A CPAD ainda não tinha sido fundada.
 193225 a 31/7
Realizada a XI Convenção Mundial de Escolas Dominicais, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro
 1943Lançada a primeira revista para crianças na Escola Dominical das Assembléias de Deus, escrita pelas professoras Nair Soares e Cacilda de Brito.
 1955
Surge nova revista infantil da CPAD, chamada Lições Bíblicas para Criança, para as idades de 6 a 8 anos. Publicado o primeiro comentário de Lições Bíblicas de autoria do missionário sueco Eurico Bergstén, que viria ser o comentarista com o maior número de lições escritas: 35.
19/8
Completados 100 anos de fundação das Escolas Dominicais no Brasil.
 1973Novamente lançada pela CPAD uma revista para crianças por iniciativa e comentários do pr. José Pimentel de Carvalho, sob o título: Minha Revistinha, para as idades de 4 e 5 anos.
 1974
Fundado o Departamento de Escola Dominical da CPAD (atual Setor de Educação Cristã), sob a chefia do pastor Antonio Gilberto.
1 a 06/07
Realizado o primeiro CAPED (Curso de Aperfeiçoamento de Professores da Escola Dominical), da CPAD e fundado pelo pastor Antonio Gilberto, na Assembléia de Deus de São Cristóvão, RJ.
Lançado o Livro “Manual da Escola Dominical”, de autoria do pastor Antonio Gilberto, best-seller da CPAD e livro-texto do CAPED.
Lançada pela CPAD a revista infantil Estudando a Bíblia (atual revista Juniores, para crianças de 9 a 11 anos).
 1980
Comemorados os 200 anos de fundação da Escola Dominical no mundo pela Associação lnternacional de Educação Cristã (ICEA).
O número de alunos em todo o mundo‚ é estimado em 120 milhões, com cerca de 2 milhões de Escolas Dominicais (não nos moldes do modelo britânico de Raikes) e 8 milhões de professores.
 1981Lançado pela CPAD o Primeiro Plano de Revistas da Escola Dominical para Assembléias de Deus, formulado pelo pastor Antonio Gilberto, que estabelecia, pela primeira vez, revistas para cada faixa etária da Escola Dominical.
 1982
Lançada a revista Mensageiros da Fé (atual Adolescentes Vencedores), para crianças de 12 a 14 anos.
Lançada revista do Mestre para a revista Lições Bíblicas (Jovens e Adultos), comentadas pelos missionários João Kolenda Lemos e sua esposa Doris Ruth Lemos.
 1985Lançado pela CPAD o Curso Evangelização Infanto-Juvenil (CEI) destinado ao treinamento de professoras de crianças e adolescentes (curso atualmente fora desativado).
 1994Reformulado e Relançado pela CPAD o Plano de Revistas formulado em 1974, com a inclusão de duas novas revistas: Campeões da Fé (atual Juvenis Lições Bíblicas), para adolescentes de 15 a 17 anos, e a revista Discipulando para novos convertidos.
1996
Lançada a campanha da CPAD Biênio da Escola Dominical – 96/97 “Achei o Livro na casa do Senhor”
5 a 07/06
Realizado o I Encontro Nacional de Superioridades de Escola Dominical, no Hotel Glória, Rio de Janeiro, RJ.
1998 10 a 13/6
Realizado o I Congresso Nacional de Escolas Dominicais das Assembléias de Deus, no Riocentro, Rio de Janeiro, RJ.
11 a 20/11
Realizado o primeiro CAPED fora do Brasil, em Moçambique, África.
Lançado o CAPED em vídeo com 5 fitas.
1999 12 a 15/11
Realizada a Conferência Nacional de Escolas Dominicais, no Centro de Convenções da Universidade Federal de Pernambuco, Recife.
Lançada a revista Lições Bíblicas Mestre em CD-ROM.
Lançada a Revista Ensinador Cristão, da CPAD, para circular a partir do 1º trimestre de 2000.
Reformulado e relançado o Plano de Revistas da CPAD da edição de 1994, tendo as primeiras revistas de Escola Dominical no Brasil totalmente coloridas e tendo a inclusão de mais duas revistas: a Maternal, para crianças de 2 e 3 anos, e a Discipulado Mestre.
2000 
Lançadas as revistas de Escola Dominical da CPAD para toda a América Latina pela Editorial Patmos. (editora da CPAD para o mundo hispânico).
24 a 27/05
Realizado o segundo CAPED fora do Brasil: Nova Iorque, EUA.
Lançado o CEI em vídeo com 4 fitas.
Lançada a Cartilha Escola Dominical Revistas e Currículos, para pastores, superintendentes, coordenadores de departamentos e professores.
Lançada a campanha todos na Escola Dominical cada crente um aluno, para mobilizar as Igrejas a envolverem a grande partes de seus membros que não freqüentam a Escola Dominical nas Assembléias de Deus.
06 a 09/09
Realizado o II Congresso Nacional de Escolas Dominicais nas Assembléias de Deus, no Rio-centro, Rio de Janeiro.
https://escola-ebd.com.br/historia-da-escola-dominical-no-brasil/


História da Escola Bíblica Dominical


A FUNDAÇÃO DA ESCOLA DOMINICAL 

 A Escola Dominical nasceu da visão de um homem que, compadecido pelas crianças de sua cidade, quis dar-lhes um novo e promissor horizonte. Como ficar insensível ante a situação daqueles meninos e meninas que, sem rumo, perambulavam pelas ruas de Gloucester? Nesta cidade, localizada no Sul da Inglaterra, a delinquência infantil era um problema que parecia insolúvel.

Aqueles menores roubavam, viciavam-se e eram viciados; achavam-se sempre envolvidos nos piores delitos. É nesse momento tão difícil que o jornalista episcopal Robert Raikes entra em ação. Tinha ele 44 anos quando saiu pelas ruas a convidar os pequenos transgressores a que se reunissem todos os domingos para aprender a Palavra de Deus. Juntamente com o ensino religioso, ministrava-lhes Raikes várias matérias seculares: matemática, história e a língua materna - o inglês.

Não demorou muito, e a escola de Raikes já era bem popular. Entretanto, a oposição não tardou a chegar. Muitos eram os que o acusavam de estar quebrantando o domingo. Onde já se viu comprometer o dia do Senhor com esses moleques? Será que o Sr. Raikes não sabe que o domingo existe para ser consagrado a Deus?

Robert Raikes sabia-o muito bem. Ele também sabia que Deus é adorado através de nosso trabalho amoroso e incondicional. Embora haja começado a trabalhar em 1780, foi somente em 1783, após três anos de oração, observações e experimentos, que Robert Raikes resolveu divulgar os resultados de sua obra pioneira.

No dia três de novembro de 1783, Raikes publica, em seu jornal, o que Deus operara e continuava a operar na vida daqueles meninos de Gloucester. Eis porque a data foi escolhida como o dia da fundação da Escola Dominical.

Mui apropriadamente, escreve o pastor Antonio Gilberto: "Mal sabia Raikes que estava lançando os fundamentos de uma obra espiritual que atravessaria os séculos e abarcaria o globo, chegando até nós, a ponto de ter hoje dezenas de milhões de alunos e professores, sendo a maior e mais poderosa agência de ensino da Palavra de Deus de que a Igreja dispõe".

Além de Robert Raikes, muitos foram os evangelistas que se preocuparam com o ensino sistemático da Palavra de Deus às crianças. Eis o que declarou o príncipe dos pregadores, Charles Spurgeon: "Uma criança de cinco anos, se ensinada adequadamente, pode crer para a salvação tanto quanto um adulto. Estou convencido de que os convertidos de nossa igreja que se decidiram quando crianças são os melhores crentes. Julgo que são mais numerosos e genuínos do que qualquer outro grupo, são mais constantes, e, ao longo da vida, os mais firmes". Assim reafirmou Moody o seu apoio ao ensino cristão: "Há muita desconfiança na igreja de hoje quanto à conversão de crianças. Poucos creem que elas podem ser salvas; mas, louvado seja o Senhor, esta mentalidade já está modificando -uma luz começa a brilhar".

Expressando o mesmo sentimento que levou Robert Raikes a fundar a Escola Dominical, pondera o pastor Artur A. M. Conçalves, reitor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo: "As maiores vítimas dos males da nossa sociedade estão sendo as crianças. E é das crianças que vêm os mais angustiantes apelos. Para construirmos um mundo melhor, concentremos nossos esforços nas crianças. Para expandirmos o Reino de Deus, demos prioridade à evangelização das crianças".

A FUNDAÇÃO DA ESCOLA DOMINICAL NO BRASIL

A Escola Dominical no Brasil teve como nascedouro a cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro. A data jamais será esquecida: 19 de agosto de 1885. Nesse dia, os missionários escoceses Robert e Sara Kalley dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi o suficiente para que o seu trabalho florescesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país.

Hoje, naquele local, acha-se instalado um colégio, que faz questão de preservar o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

Fonte:

ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Manual do Superintendente da Escola Dominical. Rio de Janeiro: CPAD, 2000.