
O resumo com as medidas anunciadas pelo Governo de São Paulo está disponível na página https://issuu.com/governosp/docs/apresenta__o_plano_sp__1__0ece10c5fe388c.


(Texto áureo) “Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá, para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o poder para todo o sempre. Amém! ” (1Pedro 4.11).
“Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus”. A
bíblia diz em Números 12:6: “Ouvi agora as minhas palavras; se entre vós houver
profeta, eu, o Senhor, em visão a ele me farei conhecer, ou em sonhos falarei
com ele. ” Note que o profeta é um intermediário, primeiro Deus fala com o
profeta, depois ele deve transmitir as palavras de Deus. Pedro exorta aquele
que usa da Palavra a se limitar a falar as palavras de Deus, isso não seria
necessário se não houvesse casos de pessoas que falam além do que Deus falou,
pois, uma falta ou um detalhe acrescentado pode ser classificado como Palavra
que Deus não falou: “Quando o profeta
falar em nome do Senhor, e essa palavra não se cumprir, nem suceder assim; esta
é palavra que o Senhor não falou; com soberba a falou aquele profeta; não
tenhas temor dele. ” (Deuteronômio 18:22) Vale então a repetição: Se alguém
falar, fale segundo as palavras de Deus
“Se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus
dá “. O apóstolo Pedro exortou a igreja acerca da administração dos dons de
Deus (1Pedro 4.10,11). Ele usou a figura do despenseiro que, antigamente, era o
homem que administrava a despensa e tinha total confiança do patrão. O
despenseiro adquiria os mantimentos, zelava para que não estragassem e os distribuíam
para a alimentação da família. Desta forma, os despenseiros da obra do Senhor
devem alimentar a “família de Deus” (1Corintios 4.1; Efésios 2.19). Eles
precisam ter o cuidado no uso dos dons concedidos pelo Senhor para prover a
alimentação espiritual, objetivando a edificação do Corpo de Cristo: “Cada um
administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da
multiforme graça de Deus.
“Para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo” Se
falarmos conforme as suas palavras e administrarmos os dons de Deus com ordem e
Decência glorificaremos a Deus que deu ao Filho todo o poder nos céus e na
terra. Ele nos concedeu os dons ministeriais e seu Espírito nos concedeu os
dons espirituais, ambos para servir a igreja buscando sua edificação. Essa
igreja quando edificada faz com que Deus seja glorificado no mundo e a Graça de
Jesus honrada e valorizada.
“A quem pertence a glória e o poder para todo o sempre.
Amém! ” A bíblia sobre Cristo nos informa que Ele se humilhou a si mesmo e
tomou a forma de servo (Homem), abrindo com isso mão de sua glória (não de sua
deidade). Neste mundo ele orou: “E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti
mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse. ” (João
17:5) Cumprindo sua missão vicária na cruz do calvário Deus ouviu sua oração e
o ressuscitou com poder e glória: “Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o
dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus, Acima de todo o principado,
e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste
século, mas também no vindouro; E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre
todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja, ” (Efésios 1:20-22). Ele
mesmo afirma a seus discípulos: “É-me dado todo o poder no céu e na terra. ”
(Mateus 28:18). Sendo assim, afirmemos como Pedro: “A ele seja a glória e o poderio
para todo o sempre. Amém. ” (1 Pedro 5:11)
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
26/04/2021
Fontes:
RENOVATO, Elinaldo. Dons espirituais e ministeriais -
Servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário. Rio de Janeiro: CPAD,
2014.
HORTON, Stanley. I e II Pedro – A razão da nossa Esperança. Rio
de Janeiro: CPAD.
HORTON, Stanley M. A Doutrina do Espírito Santo no
Antigo e Novo Testamento. 12 ed., RJ: CPAD, 2012.

(Texto áureo) “A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus” (I Coríntios 2.4,5).
“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em
palavras persuasivas de sabedoria humana”. Por mais que Paulo fosse instruído e
inteligente, conhecedor de diversos idiomas e culturas o assunto principal de seu
discurso era Cristo e este ressuscitado, o que para os judeus era escândalo e
para os gregos loucura. Até mesmo dentro da Igreja de Corinto havia aqueles que
não acreditavam na ressurreição a este Paulo respondeu: “se Cristo não ressuscitou
é vã a vossa fé e permaneceis nos vossos pecados”. Quanto a sabedoria humana
ela deve ser buscada: “Tomai-vos homens sábios e entendidos, experimentados
entre as vossas tribos, para que os ponha por chefes sobre vós. (Deuteronômio
1:13) testemunhamos muitas vezes até mesmo Paulo a usando de maneira eficaz,
porém ela pouco acrescenta a lógica divina da morte e ressurreição do nosso
Salvador. Quando essas sabedorias são paralelas há o que acrescentar, porém
quando são conflitantes devemos rejeitar a humana, pois a loucura de Deus é
mais sabia que a sabedoria dos homens.
“..., mas em demonstração do Espírito e de poder” Nicodemos
apesar de ir ter tido de noite com Jesus e inicialmente não entender as coisas
terrenas pregadas por Cristo reconheceu que ninguém podia fazer os sinais que
Ele fazia se Deus não for com ele. Os dons espirituais servem a igreja a fim de
que o poder de Deus seja demonstrado através deles. Onde Jesus andava alguma
coisa acontecia, quando o tocavam virtude saía dele. Os apóstolos foram
revestidos de poder na ocasião da descida do Espírito Santo no dia de Pentecoste
e este poder espiritual era ferramenta indispensável na salvação de almas.
Pedro pregava e dizia: recebereis o dom do Espírito Santo e este servia de
sinal quando pela imposição de mãos o poder de Deus era repartido. Apesar de
não vivenciar dos milagres de Cristo Paulo foi usado da mesma forma, diz a
palavra que até os lenços e aventais de Paulo eram distribuídos e pessoas eram curadas.
“...para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens,
” A sabedoria humana não é indispensável para adquirir a sabedoria de Deus. A
bíblia diz que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria (sabedoria de Deus),
pois ela nos torna sábios para a Salvação. Jesus orando ao Pai disse: “Graças
te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios
e entendidos, e as revelaste aos pequeninos. ” (Mateus 11:25) contratando com
isso diz em Jeremias 9:23 “...não se glorie o sábio na sua sabedoria...” e em 1
Coríntios 1:20 “Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor
deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? ” Ora,
diante de Deus a sabedoria deste mundo torna-se obsoleta e nossa fé não pode
ter como firmamento nada obsoleto ou vulnerável.
“..., mas no poder de Deus”. Não podendo a nossa fé firma-se
em algo vulnerável o Espírito Santo nos concede dons para que a nossa fé possua
convicção de que Deus está conosco e essa convicção se dá através dos sinais
que seguem aqueles que creem: “E estes sinais seguirão aos que crerem: “Em meu
nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e,
se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos
sobre os enfermos, e os curarão” (Marcos 16:17,18). Dentro dos sinais preditos
pelo próprio Cristo conseguimos identificar os Dons de Poder que depois veio a
ser manifesto pelo Espírito: Dons de Curar, Dom da Fé, Dom de Operação de
Maravilhas incluído ainda o Dom de línguas que em breve será abordado
especificamente. Que nossa fé sempre se apoio no Poder de Deus!
20/04/2021
Fontes:
RENOVATO, Elinaldo. Dons espirituais e ministeriais -
Servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário. Rio de Janeiro: CPAD,
2014.
HORTON, Stanley. I e II Coríntios – os problemas da igreja e
suas soluções. 3.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
HORTON, Stanley M. A Doutrina do Espírito Santo no
Antigo e Novo Testamento. 12 ed., RJ: CPAD, 2012.
OUZA, Estêvam Ângelo de. Nos Domínios do Espírito. 2 ed., RJ: CPAD, 1987.

(Texto áureo) “Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação” (I Coríntios 14.26).
Depois de usar a palavra para regulamentar os dons espirituais e estabelecer limites a igreja de Corinto para que tudo fosse feito com ordem e decência. (I Coríntios 14:37) “Se alguém cuida ser profeta, ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor.” Paulo faz uma pergunta retórica “Que fareis, pois, irmãos?”. Em sua resposta ele apresenta uma liturgia, que não deve ser entendida de maneira cronológica.
“Tem Salmo” (gr. psalmon, um cântico ou hino com acompanhamento musical) O livro de Salmos era o hinário da Igreja Primitiva e ainda deveria fazer parte de nosso culto. (Salmos 22:3) “Porém tu és Santo, tu que habitas entre os louvores de Israel”
“tem doutrina” Doutrina diz respeito aos ensinamentos sistemáticos contidos nas Escrituras. (2 Timóteo 3:16,17) Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.
“tem revelação” Ou seja, um dos dons de revelação como por exemplo: 1) Palavra da sabedoria: refere-se a uma capacitação divina sobrenatural para tomada de decisões sábias e em circunstâncias extremas e difíceis. De acordo com Estêvam Ângelo de Souza, “a palavra da sabedoria é a sabedoria de Deus, ou, mais especificamente, um fragmento da sabedoria divina, que nos é dada por meios sobrenaturais”. 2) Palavra da ciência: Este dom é o resultado da iluminação do Espírito acerca das revelações dos mistérios de Deus e se relaciona à capacidade sobrenatural concedida pelo Espírito Santo ao crente para este conhecer fatos e circunstâncias ocultas. 3) Dom de discernir os espíritos: É uma capacidade sobrenatural dada por Deus ao crente para discernir a origem e a natureza das manifestações espirituais. De acordo com o termo grego diakrisis, a palavra discernir significa “julgar através de”; “distinguir”. Ela denota o sentido de “se penetrar da superfície, desmascarando e descobrindo a verdadeira fonte dos motivos”. Stanley Horton afirma que este dom “envolve uma percepção capaz de distinguir espíritos, cuja preocupação é proteger-nos dos ataques de Satanás e dos espíritos malignos” (cf. I João 4.1).
“tem língua” Refere-se ao Dom de Línguas que produz edificação particular, quem fala em línguas fala de mistérios e só Deus entende. (I Coríntios 14:39) “Portanto, irmãos, procurai, com zelo, profetizar, e não proibais falar línguas.”
“tem interpretação” Esse último dom do espírito santo é o fruto do contexto pregado, pois uma língua interpretada para toda a congregação é mais preciosa aos olhos de Paulo, pois pode edificar a todos na igreja. (I Coríntios 14:13) “Por isso, o que fala em língua desconhecida, ore para que a possa interpretar.”
“Faça-se tudo para a edificação” Aqui nos é esclarecido o propósito dos dons espirituais e do culto “A edificação”. (I Coríntios 3:10,11) “Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.”
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
16/04/2021
Fontes:
RENOVATO, Elinaldo. Dons espirituais e ministeriais - Servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário. Rio de Janeiro: CPAD, 2014.
HORTON, Stanley. I e II Coríntios – os problemas da igreja e suas soluções. 3.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
HORTON, Stanley M. A Doutrina do Espírito Santo no Antigo e Novo Testamento. 12 ed., RJ: CPAD, 2012.
SOUZA, Estêvam Ângelo de. Nos Domínios do Espírito. 2 ed., RJ: CPAD, 1987.

“Assim, também vós,
como desejais dons espirituais, procurai sobejar neles, para a edificação da
igreja” (I Coríntios 14.12).
Corinto na Acaia era uma
cidade cosmopolita, marcada pela idolatria, paganismo e imoralidade. Ser um
crente fiel naquela cidade não era fácil. Logo, Deus concedeu muitos dons do
Espírito Santo àqueles irmãos a fim de que tivessem condições de lutar contra a
idolatria, a imoralidade e permanecessem em santidade até a Volta de
Cristo. A Igreja de Corinto é agraciada com toda a diversidade de
dons: “De maneira que nenhum dom
vos falta, esperando a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo,” (I Coríntios 1:7).
“como desejais dons espirituais” O apóstolo afirma que eles
desejavam isso e é justamente por isso que não lhes faltava dom algum. “A
Bíblia nos orienta a buscar os dons espirituais ”Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu
vos mostrarei um caminho mais excelente. “(I Coríntios 12:31) - “...procurai
com zelo os dons espirituais (1 Coríntios 14:1) Nos dias atuais a corrente
cessacionista prega e ensina a cessação dos dons espirituais, porém através deste
versículo entendemos porque no meio deles não há dom algum “eles não desejam”.
As Assembléias de Deus surgiram dentro de uma denominação cessacionista. Por
influência dos missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren, ambos batizados no
Espírito Santo, um pequeno grupo desta denominação passou a crer na existência
dos dons espirituais em especial no dom de línguas. E conforme creram foram
todos sendo batizados com o Espírito Santo. Só deseja e recebe dons espirituais
aquele que crê: “Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus? ” (João
11:40) – “Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber,
tu lhe pedirias, e ele te daria água viva. (João 4:10)
“procurai sobejar neles” sobejar significa exceder os
limites, por mais que possuamos dons espirituais devemos sempre buscar mais
afinal: “qualquer que pede recebe; e quem busca acha...” (Lucas 11:10). Paulo
orienta os coríntios que possuem o dom de línguas a buscar o dom de
interpretação “Por isso, o que fala em língua desconhecida, ore para que a
possa interpretar.” (1 Coríntios
14:13)
“para a edificação da igreja”. Paulo no capítulo 14 de I Coríntios
está enaltecendo a importância da profecia, pois ela edifica a toda a igreja: “Mas
o que profetiza fala aos homens, para edificação, exortação e consolação. ” (1
Coríntios 14:3) E afirma que o que fala língua desconhecida fala mistérios e só
Deus entende e que quem fala mistérios edifica a si mesmo, mas visando a
edificação de toda a igreja ele orienta os crentes em coríntios a buscar o dom
de Interpretação para que toda a igreja fosse edificada: “eu quero que todos
vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis; porque o que profetiza é
maior do que o que fala em línguas, a não ser que também interprete para que a
igreja receba edificação. ” (1 Coríntios 14:5). Afinal a edificação é o
propósito do Dons concedidos pelo Espírito Santo: “Querendo o aperfeiçoamento
dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo;” (Efésios
4:12)
Deivy Ferreira Paniago
Junior
10/04/2021
Fontes:
RENOVATO, Elinaldo. Dons espirituais e ministeriais -
Servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário. Rio de Janeiro: CPAD,
2014.
MENZIES, W. W.; HORTON, S. M. Doutrinas bíblicas: os
fundamentos da nossa fé. 5.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2005.
HORTON, Stanley. I e II Coríntios – os problemas da igreja e
suas soluções. 3.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

Texto Áureo: “Pelo que diz: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro e deu dons aos homens” (Efésios 4.8).
No texto Paulo está falando a respeito do trajeto que o
messias percorreu em sua ascensão aos céus, após ter voluntariamente se despido
da sua glória descendo as partes mais baixas da terra. (Filipenses 2:6-9) “Que,
sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas
esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos
homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente
até à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e
lhe deu um nome que é sobre todo o nome; ” No contexto imediato está
esclarecido isso (Efésios 4:10) “Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima
de todos os céus, para cumprir todas as coisas. ”
"Pelo que diz" são palavras que identificam o
cumprimento de uma profecia citada pelo apóstolo das gentes (SaImo 68.18,119; 2
Coríntios 6.16). O Salmo 68 fala do triunfo de Deus, representado pela volta da
arca da aliança ao seu santuário original após a derrota dos inimigos de
Israel. Do mesmo modo, Jesus triunfou na batalha contra o reino do mal e, em
virtude dessa vitória, recebeu dons para dar aos seus aliados. Por isso, esse
salmo se aplica à vitória de Cristo no Calvário. Cristo, conquistando o seu
lugar no Céu, deu dons à Igreja.
"Subindo ao alto" fala de sua subida e volta ao
seio do Pai. A palavra "alto" indica a sua morada original — o Céu. (Salmos 24:7-10) “Levantai, ó portas, as
vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória. Quem
é este Rei da Glória? O Senhor forte e poderoso, o Senhor poderoso na guerra. Levantai,
ó portas, as vossas cabeças, levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei
da Glória. Quem é este Rei da Glória? O Senhor dos Exércitos, ele é o Rei da
Glória. (Selá.)
"... levou cativo o cativeiro". ” Que cativeiro é
esse, realmente? Esse cativeiro representa os poderes que estavam sob o domínio
de Satanás: o pecado, a morte e o inferno. O pecado está sob o domínio de
Cristo porque Ele o quitou, livrando o homem da condenação (Romanos 3.23; 6.23).
Pela aceitação da obra da cruz, o pecado não tem mais domínio sobre o crente
fiel (Romanos 6.14). Jesus se fez pecado por nós (Hebreus 9.15) e cravou o
pecado na cruz. A morte perdeu o domínio da sepultura porque Cristo ressuscitou
poderosamente dentre os mortos. A ação da morte no crente está contida: ela só
pode alcançar seu corpo material, nunca sua alma e espírito. O inferno perdeu
seu domínio sobre o crente. O inferno (Hades) é a habitação de espíritos e
almas das pessoas que morrem. Antes da vitória no Calvário, o inferno recebia
bons e maus, justos e injustos, mas separados por um abismo. Os justos ficavam
no paraíso (descanso), e os ímpios, num lugar de tormento. Mas Jesus, pela sua
vitória na cruz, trasladou o paraíso para o Alto (a presença de Deus), e hoje o
inferno só recebe os ímpios, porque não há mais um paraíso "nas partes
mais baixas da terra". A João, na ilha de Patmos, Jesus confirmou sua
vitória, proclamando: "Eu sou o primeiro e o último; e o que vivo e fui
morto; mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da
morte e do inferno" (Apocalipse 1.17,18).
“...e deu dons aos homens” A palavra "dom"
significa dádiva, e quando se trata de "dons de Cristo" refere-se às dádivas
concedidas à Igreja, as quais a enriquecem e fortalecem a sua unidade através
dos crentes. Esse direito divino de conceder "dons" representa os
lauréis da vitória de Cristo e o direito pleno de Ele conceder dons à sua
Igreja. Os “dons de Cristo” dizem respeito aos dons ministeriais listados no versículo
11 “E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para
evangelistas, e outros para pastores e doutores,” Os propósitos de o Senhor concedê-los à
Igreja, segundo a Bíblia de Estudo Pentecostal, são, em primeiro lugar,
capacitar o povo de Deus para o serviço cristão; em segundo, promover o
crescimento da igreja local; terceiro, desenvolver a vida espiritual dos
discípulos de Jesus (4.12-16). O Senhor deu à sua Igreja ministros para
servi-la com zelo e amor (1Pedro 5.2,3).
Fontes:
CABRAL, Elienai. Comentário Bíblico: Efésios. 3ª Ed. Rio de
Janeiro: CPAD, 1999
RENOVATO, Elinaldo. Dons espirituais e ministeriais - Servindo
a Deus e aos homens com poder extraordinário. Rio de Janeiro: CPAD, 2014.

(Texto Áureo) “Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo.” (Tito 2.13)
Esse texto claramente confirma a doutrina Pré-Tribulacionista que afirma que a segunda vinda do Senhor ocorrerá em duas fases. Uma primeira de maneira invisível e particular (I Tessalonicenses 4:16-17, I Coríntios 15:5-52) e outra de maneira visível e pública (Mateus 24:30, Apocalipse 1:7).
Nosso texto áureo faz referencia a dois eventos distintos: “a bem-aventurada esperança” e “o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo.”
O primeiro Evento: A Bem-aventurada esperança refere-se a promessa que Cristo fez de maneira particular aos seus discípulos no momento de sua ascenção através de dois anjos: “E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco. Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir “. (Atos 1:10,11) Ou seja, Cristo ascendeu ao céu diante dos seus discípulos e retornará para eles, para que onde Ele estiver, estejamos nós também. Afinal ele prometeu: “Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.” (Apocalipse 3:10). A frase: A Bem-aventurada Esperança, refere-se à forma impar do acontecimento. Não é qualquer Felicidade cristã, é a principal Felicidade, não qualquer promessa, é a maior de todas elas. “Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo. Porque em esperança fomos salvos” (Romanos 8:21-24).
O segundo Evento: O aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo refere-se a sua manifestação visível e em Glória descrita em muitas passagens bíblicas e confundidas muitas vezes com o arrebatamento da igreja já descrito acima. Essa manifestação cumprirá cabalmente todas as profecias referidas a sua vinda que era entendida pelos judeus como um evento único, fato que os induz a descrer no messias que recebemos pela fé. Note na profecia de Isaías 61:1-2 “O espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; A apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes;”. Agora acompanhe o texto lido por Cristo nos Evangelhos: O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados de coração, A pregar liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A pôr em liberdade os oprimidos, A anunciar o ano aceitável do Senhor. E, cerrando o livro, e tornando-o a dar ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele. Então começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos. (Lucas 4:18-21). Note que Cristo não anuncia o cumprimento da segunda parte do segundo versículo de Isaías 61 “e o dia da vingança do nosso Deus”, apenas da primeira parte. Ou seja, o cumprimento será futuro e se cumprirá em sua segunda vinda em glória “O aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo”
Segundo o livro Manual de Escatologia de J.Dwight Pentecost: a profecia muito das vezes possui camadas, não sendo o seu cumprimento para o mesmo tempo como no caso das 70 semanas de Daniel que sabemos ainda restar uma semana de anos a se cumprir. Cabe ainda ressaltar mais um esclarecimento por se tratar de uma tão controversa doutrina escatológica. Muitas doutrinas bíblicas são entendidas através da observação e comparação dos textos bíblicos. Exemplo: Observamos as três pessoas da Trindade de maneira distinta em um só tempo no Batismo de Jesus. Da mesma maneira somos capazes de observar a segunda vinda de Cristo em eventos distintos. Observe: No texto de Apocalipse 19 a palavra do Senhor nos revê-la que após acontecer as Bodas do Cordeiro, Cristo desce sobre com o Cavalo branco acompanhado dos exércitos dos céus “E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro.” (19:14). Referencia aos santos da Igreja que já terão sido glorificados e galardoados: “O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.” (3:5). Fato citado também por Judas: “E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos; Para fazer juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas obras de impiedade, que impiamente cometeram, e por todas as duras palavras que ímpios pecadores disseram contra ele. (Judas 1:14,15). O senhor virá com seus santos para fazer juízo contra os ímpios. Ora, se Cristo virá com sua Igreja em Glória, é fato que a Igreja será tira do mundo antes. “Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória”.(Colossenses 3:4)
Deivy
Ferreira Paniago Junior
25/03/2021
Fontes:
SOARES, Esequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da doutrina bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.
PENTECOST, J. Dwight. Manual de Escatologia. São Paulo: Editora Vida.

Texto Áureo: “Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28.19).
Esse versículo nos orienta de
maneira cronológica a maneira que deve ser anunciada a Grande Comissão. Em
primeiro lugar deve-se ir onde estão as pessoas sendo longe ou perto. Nosso
Senhor fez o mesmo quando desceu do céu (saiu da zona de conforto), não tendo
aspiração de ser semelhante a Deus (ignorou seu título, sua glória) e assumiu a
forma de servo (fez-se semelhante a nós). E uma vez na nossa forma foi não
somente as ovelhas perdidas da Casa de seu Pai: “Como Deus ungiu a Jesus de
Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo bem, e curando
a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele. ” (Atos 10:38). Cristo
foi o enviado do Pai agora nós que somos conhecidos pelo seu nome somos os
enviados dEle: “Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim
como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós. “ (João 20:21). Ou seja,
devemos nos despojar de todo o nosso orgulho e conquistas, deixar a zona de
conforto e nos misturarmos com aqueles que estão nas trevas a fim de os
resgatar para a nossa maravilhosa luz. ” E, na verdade, tenho também por perda
todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor;
pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória,
para que possa ganhar a Cristo, “ (Filipenses 3:8).
Em segundo lugar deve-se ensinar
todas as nações, afinal o nosso alvo é toda a criatura independente de cultura,
passado, idade ou aparência. Era previsto na palavra que o messias seria mestre
nessa disciplina: “Bom e reto é o Senhor; por isso ensinará o caminho aos
pecadores. ” (Salmos 25:8) e de fato o foi, ora de causar espanto: ”porquanto
os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas. (Mateus 7:29). Nós
igreja do Senhor, somos chamados a realizar as mesmas obras que ele realizou,
sobre esse importante ministério o apostolo Paulo nos exorta: ...” se é
ensinar, haja dedicação ao ensino; (Romanos 12:7). Ensinar para tornar nosso
ouvinte um novo discípulo de Cristo. Discípulo é aquele que aprende de um
mestre. O termo se aplica com frequência nos evangelhos aos seguidores de Jesus
(Mateus 5.1; João 2.12). Disso segue o discipulado, ensino para ser seguidor de
Cristo, ou seja, é o ensino bíblico básico para o novo convertido
desenvolver-se espiritualmente. Trata-se de instruções que abrangem vários
aspectos da vida, na área espiritual, emocional e social. O discipulado não é
opção, é mandamento divino para a edificação e crescimento espiritual de cada
cristão. Além do discipulado, Ele também ordenou que esses novos discípulos
guardem o que aprenderam: “ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos
tenho mandado” (Mateus 28.20). Ou seja, as doutrinas e os pontos doutrinários
que Jesus ensinou. O livro de Atos mostra os apóstolos no cumprimento dessa
palavra (Atos 2.42; 4.1,2; 5.21,28).
Em terceiro lugar “batizando-as”.
O batismo é uma ordenança de Cristo. Na língua original do Novo Testamento, o
grego, a palavra batismo (baptizō) significa “imergir”, “mergulhar”. Todos os
que creem devem ser batizados, porém para isso é necessário ser discípulo e não
apenas ouvinte. Muitos usam o texto do Eunuco etíope para justificar que para se batizar
basta somente crer. Analise o texto: “ E, indo eles caminhando, chegaram ao pé
de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja
batizado? E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo
ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus. ” (Atos 8:36,37). Veja
porem que o texto possui contexto e nos diz nele que esse eunuco “tinha ido a Jerusalém para
adoração” o que quer dizer que era prosélito (Gentio convertido ao judaísmo) e
“assentado no seu carro, lia o profeta Isaías” era conhecedor e estudante das
doutrinas do judaísmo, ele possuía um rolo do profeta Isaias e estudava durante
a viagem. Felipe na oportunidade lhe indicou Cristo e lhe esclareceu que a
profecia que o eunuco lia se referia ao seu recente advento. E acontecendo
assim, ele pediu para ser batizado. Ora, o eunuco não era um leigo das
escrituras como a maioria dos judeus também não eram. Porém nós gentios nos é
esclarecido “Que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de
Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no
mundo. ” (Efésios 2:12). O que quero dizer é que na maioria das vezes muitos de
nós somos leigos acerca das coisas de Deus. Por isso é sim necessário o
discipulado básico ao menos.
Por
último em Mateus 28.19, encontramos a fórmula do batismo na expressão: “do Pai,
e do Filho, e do Espírito Santo”, pois a salvação procede do Pai que a
planejou; do Filho, que a consumou; e do Espírito Santo que tanto efetuou a
encarnação do Filho, como também aplica a salvação ao homem. A fórmula tríplice
do batismo é uma maneira de ressaltar a Santíssima Trindade: O Pai, o Filho e o
Espírito Santo. No entanto, os unitaristas deturpam e negam a doutrina da
Trindade de Deus. As Escrituras, porém, ensinam que Deus é uno e ao mesmo tempo
triúno, isto é, Deus o Pai, Deus o Filho, e Deus o Espírito Santo.
Deivy Ferreira Paniago Junior
17/03/2021
Fontes:
SOARES, Esequias. O Verdadeiro
Pentecostalismo: A atualidade da doutrina bíblica sobre a atuação do Espírito
Santo. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.
MENZIES, W. W.; HORTON, S. M.
Doutrinas bíblicas: os fundamentos da nossa fé. 5.ed., RJ: CPAD, 2005.

(Texto áureo) “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.” (Romanos 1:16)
Paulo em sua minuciosa
apresentação a Igreja de Roma começa afirmando que não se envergonha de pregar
o Evangelho de Cristo. As dificuldades financeiras ou a falta de recursos
necessários, não o envergonhavam de pregar o Evangelho. Para o apóstolo das
gentes, o Evangelho tem um sentido vivo: não é opaco como certas filosofias
religiosas da época.
O termo “evangelho”, oriundo do
vocábulo grego , significa
literalmente “boa-nova”. A palavra é formada por dois vocábulos gregos: , bom,
e , anúncio. Trata-se de uma expressão antiquíssima da língua grega. A palavra,
contudo, só viria adquirir a conotação com que, hoje, a conhecemos a partir do
advento de Cristo. Após o seu batismo, o Senhor apresentou-se a Israel com o
evangelho do Reino. Ao descrever a ação evangelizadora de Jesus, ressalta-lhe
Mateus não somente as palavras, mas notadamente os atos: “E percorria Jesus
todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho
do Reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo” (Mateus
9.35).
“O Evangelho é poder de Deus”. No grego, a palavra poder é “dunamis” cujo
sentido é dinamite. O Evangelho é dinâmico, não apenas atraente como uma idéia
ou alguma filosofia. A palavra poder, em relação ao Evangelho, significa a
intervenção imediata e instantânea de Deus na vida do pecador. O Evangelho tem
um poder miraculoso que pode transformar o mais vil pecador numa nova criatura.
“Para a Salvação”. A palavra
salvação neste texto tem um sentido individual e também universal, pois é para todo
aquele que crer. Seu alcance tem uma dimensão real, pois não se trata de um
poder abstrato ou inconcebível. E um poder divino que pode ser experimentado e
sentido. A palavra crer, no grego é “pisteuo”, que também significa fé, como um
ato de confiar em alguém. Em relação ao Evangelho, crer significa confiança ou
a entrega pessoal de modo pleno a ponto de colocar-se o que crê, completamente
à disposição de outra pessoa. Crer no Evangelho não implica num mero assentimento
intelectual a uma verdade apresentada, mas requer uma entrega voluntária e sem
reservas à verdade recebida. Crer em Cristo é entregar-se a Ele sem reservas.
“Primeiro do judeu” (1.16) não quer
dizer que é necessário tornar-se judeu para conhecer os benefícios do poder do
Evangelho. Basta crer no Evangelho. Essa afirmação deve ser entendida
cronologicamente. Jesus afirmou a mulher samaritana: Vós adorais o que não
sabeis; nós adoramos o que sabemos por que a salvação vem dos judeus. (João 4:22)
Nós, igreja do Senhor Jesus,
comissionados para pregar o Evangelho a toda à criatura. Não podemos nos envergonhar
dele, afinal o Evangelho é o poder de Deus para a Salvação, ou seja, todos que
chagaram a Cristo foi por intermédio do Evangelho. Se você não se envergonha do
Evangelho. Pregue o Evangelho! “Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de
que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar
o evangelho!” (1 Coríntios 9:16)
Deivy Ferreira Paniago Júnior
12/3/3021
Fontes:
SOARES, Esequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade
da doutrina bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro: CPAD,
2020.
ANDRADE, Claudionor. O desafio da Evangelização. Rio de
Janeiro: CPAD, 2016.
CABRAL, Elienai. Romanos: O evangelho da justiça de Deus.
Rio de Janeiro: CPAD, 1986.
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(Texto Áureo)“E ele que perdoa todas as tuas iniquidades e sara todas as tuas enfermidades” (Salmo 103.3).
No salmo 103 o salmista canta as misericórdias pessoais que ele mesmo recebeu, depois exalta os atributos do Senhor e conclui convocando todas as criaturas do universo a unir-se a ele bendizendo ao Senhor para sempre. No versículo 3 supracitado o salmista inicia a lista das bençãos que recebeu do Senhor.
"Ele perdoa todas as tuas iniquidades" A Bíblia nos revela: (Isaías, 59:1) Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem o seu ouvido, agravado, para não poder ouvir. Ou seja, o pecado nos separa da comunhão com Deus. Não havendo meios para o próprio homem justificar-se, Deus em seu infinito amor propiciou para nós essa justificação, condenando o pecado através do substituto Jesus de Nazaré, o cordeiro de Deus e o cumprimento dos ritos para expiação do pecado exercidos no santuário, o sangue de Cristo cobre os nossos pecados. O profeta Isaías escreveu que Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados. (Isaías 53:4-5). Todo mundo pode participar desse perdão que Deus concedeu não apenas ao salmista pois a graça de Deus se há manifestado e traz salvação a todos os homens conforme escreveu Paulo a Tito. (Tito 2 :11)
"E sara todas as tuas enfermidades" a Bíblia diz: Vinde, e tornemos para o Senhor, porque ele despedaçou e nos sarará, fez a ferida e a ligará. (Oseias, 6:1), E disse-lhe o Senhor: Quem fez a boca do homem? Ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o Senhor? (Êxodo, 4:11). Definimos então Deus como o autor da doença e da cura, entendemos portanto que não havendo pecado que ele não perdoe é certo também que não há enfermidade que ele não cure. Muitas promessas que Deus prometeu ao seu povo Israel no antigo testamento a cura das enfermidades sempre estava associada ao perdão das iniquidades. E disse: Se ouvires atento a voz do Senhor, teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o Senhor, que te sara. (Êxodo, 15:27). A cura inclusive está presente no ministério messiânico de Cristo: "como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele." (Atos, 10:38). Quando cumpriu o seu ministério terreno Jesus concedeu poder para curar enfermidades para os apóstolos, os quais nos testemunharam de muitas curas feitas em nome do Senhor Jesus. Após ressurreição e glorificação do Senhor, Deus derramou sobre a sua igreja, no dia de Pentecostes o poder do alto e manifestou a partir dali os demais dons espirituais incluído entre eles os dons de curar. Esses dons de curar se encontra no plural dando-nos a entender que as doenças curadas serão curadas de acordo com a vontade do senhor, ou seja não cabe ao portador do Dom decidir quem vai curar, mas que tudo será feito para a glória de Deus segundo a sua vontade e no seu tempo. A palavra de Deus chega a nos dizer Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai. (João, 14:12) Essa promessa é reafirmada na grande comissão, pois Cristo convoca: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão. (Marcos, 16:15-18). Tiago irmão do Senhor escreveu sobre os doentes: Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. (Tiago, 5:14-15)
Encerrando quero acrescentar quê a principal doença que Cristo quer curar é o pecado, causador das demais. Quando em Cafarnaum quatro homens levaram um paralítico na casa em que Jesus pregava Jesus vendo-lhes a fé virou para o paralítico e disse filho perdoados estão os teus pecados. Nada mais seria necessário, porém, para que todos soubessem que o Filho do Homem tinha poder de perdoar pecados disse ao paralítico: levanta-te toma tua cama e anda e ele andou. Não adianta termos saúde, beleza, força se dentro de nós permanece aquilo que causa doença, o pecado. Porém Cristo sara todas as nossas enfermidades.
Deivy Ferreira Paniago Júnior
6/3/3021
Fontes:
SOARES, Esequias. O Verdadeiro Pentecostalismo: A atualidade da doutrina bíblica sobre a atuação do Espírito Santo. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.
SPURGEON, Charles. Os tesouros de Davi. vol. 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2017 Rio de Janeiro: CPAD.
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