sábado, 25 de janeiro de 2025

João 16.28


João 16.28 “Saí do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai.”

Em quatro frases compactas, Jesus entregou aos discípulos a sua “biografia” completa: “Saí do Pai” — fala da sua preexistência: “O verbo estava com Deus” (João 1.1); “vim ao mundo” — fala da sua encarnação: “E o verbo se fez carne e habitou entre nós” (João 1.14),  deixo o mundo” (estou partindo) — diz respeito da sua morte: “E Jesus, dando um grande brado expirou” (Marcos 15.37)  vou para o Pai” (estou indo) — diz respeito a sua ascensão: “Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à direita de Deus” (Marcos 16.19).

A primeira metade da declaração já fora afirmada mais de uma vez e isso ficou claro aos discípulos, pois confessaram: “Por isso cremos que saíste de Deus” (v.30). Qual era o motivo da fé deles?  Segundo M. Henry uma dos motivos era a onisciência de Jesus que provava que Ele era um mestre vindo de Deus, e mais do que um profeta, pois, Ele conhecia todas as coisas. Ele solucionava as dúvidas que estavam ocultas nos seus corações, e reagia aos escrúpulos que eles não tinham confessado. E isto somente para eles provou que Cristo não somente tinha uma missão divina, mas que era uma pessoa divina, uma vez que Ele discerne os pensamentos e as intenções do coração, e por isto é a Palavra essencial e eterna, (Hebreus 4.12,13).

 A segunda parte trata da idéia principal deste discurso. A sua partida deste mundo. Aqui Jesus coloca sua partida de modo nítido e claro: “deixo o mundo e vou para o Pai”. Uma vez completada a missão da redenção do homem, propiciou ao Filho de Deus a oportunidade de regressar ao Pai, a fim de participar novamente da glória de que dispunha, antes de ter tido começo a criação do mundo: “Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer. E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse”( João 17:4,5). Porém, subiu a alturas ainda mais elevadas e exaltadas, porquanto havia terminado de modo completo a missão que lhe foi dada a desempenhar. (Filipenses 2:10,11)

O retorno do Filho de Deus ao Pai envolve também a preparação dos outros filhos de Deus para que também retornem a ele. Para que participem da mesma glória de que Cristo está investido. A glória e a exaltação do Filho garantem a glória e a exaltação dos filhos de Deus, pois esse é o resultado de sua volta ao Pai: “Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Romanos 8:29).                             

A retirada de Cristo Jesus do meio dos discípulos dar-lhes-ia também vantagens espirituais. A vinda do Espírito Santo, para estar permanentemente com eles: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (João 14.16).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
29/1/2025

FONTES:

SOARES, Esequias. Em defesa da fé: Combatendo as antigas heresias, que se apresentam com nova aparência. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

HARPER, A. F. (Ed.). Comentário Bíblico Beacon. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.

BRUCE, F. F. João introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1987.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry – Mateus a João. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

1 João 5.20


1 João 5.20 “E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para que conheçamos ao Verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna.”

 

E sabemos que já o Filho de Deus é vindo,”

E sabemos“. O tom de confirmação e certeza do capítulo continua aqui. Neste ponto encontramos outra das sete instâncias dessa afirmativa, espalhadas nos versículos décimo terceiro a vigésimo primeiro.

o Filho de Deus é vindo”, isto é, está em foco a encarnação do Logos (o Cristo), apresentada como uma realidade. Em sua encarnação, pois, fundiram-se as naturezas divina e humana. A encarnação ocorreu na plenitude dos tempos para remissão a fim de recebermos a adoção de filhos (Gálatas 4.5).

João começa essa epistola testificando disso: “O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida (Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada); O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo” (1 João 1.1-3).

O Filho de Deus veio ao nosso mundo, e nós o vimos e o conhecemos por todas as evidências que já foram asseveradas. Ele nos revelou o Deus verdadeiro.

 

“... e nos deu entendimento para que conheçamos ao Verdadeiro;”

Sem a sua vinda não conheceríamos “toda a plenitude da divindade” (Colossenses 2.9). Estas coisas são-nos possíveis hoje, somente porque o Filho de Deus é vindo, e, tendo vindo, nos tem dado entendimento. A vinda de Jesus permitiu que conhecêssemos a Deus.

Além da sua encarnação ele nos deu o seu Espírito: “O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós” (João 14.17). O Espírito de Deus nos habilita a conhecer as coisas espirituais. Sem Ele, não poderíamos nem conhecer a Deus nem vencer o pecado.

Jesus nos deu entendimento para reconhecermos o verdadeiro e estarmos no verdadeiro. O benefício da Sua vinda permanece. Sua dádiva Ele não retomará: “Porque os dons e a vocação de Deus são sem arrependimento (Romanos 11:29).

Ele é a verdade (João 14.6). Ele é a verdadeira luz (1.5), o verdadeiro pão (João 6.32), a verdadeira videira (João 15.1). Ele é a verdadeira vida eterna (5.20). O mundo vive de aparências; não conhece a realidade. Nós temos a realidade. Nós temos Jesus. Sem ele não poderíamos conhecer a Deus nem vencer o Maligno.

 

“... e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna. ”

Não há dúvidas razoáveis que essas palavras afirmam a divindade de Cristo: Ele é o verdadeiro Deus. Em redor dessa afirmativa bíblica, naturalmente, tem rugido imensa controvérsia teológica, provocada principalmente por aqueles que não vêem em parte alguma a divindade de Cristo, devido a seus sistemas doutrinários preconcebidos. Para Stott este versículo mina toda a estrutura da teologia dos hereges. Para ele esse versículo é a mais inequívoca afirmação da divindade de Jesus Cristo no Novo Testamento.

Contudo, embora alguns aceitem a divindade de Cristo, pensam que aqui há alusão a Deus Pai e não a Cristo. Argumentam os tais que isso seria mais natural, já que Deus é a fonte originária de toda a vida, que o Filho é apenas o agente da mesma, e que o Pai está presente no contexto, antes e depois deste versículo.

Todavia Stott escreveu que gramaticalmente falando o “Verdadeiro Deus” se refere ao sujeito anterior, neste caso particular, seu Filho Jesus Cristo. Se for assim, esta seria a mais inequívoca afirmação da divindade de Jesus Cristo no Novo Testamento, que os campeões da ortodoxia se apressaram a explorar contra a heresia de Ário. Lutero e Calvino adotaram essa opinião. Henry escreveu que uma construção mais natural do versículo seria: “Este mesmo Filho de Deus é também o verdadeiro Deus e a vida eterna

Seja como for, o fato é que o ensino da divindade de Cristo é perfeitamente comum nas páginas do N.T. O ensinamento acerca da divindade de Cristo não depende deste único versículo como texto de prova.

João também equiparou Jesus com “a vida eterna”. Ele proclamou que “Deus nos deu a vida eterna, e esta vida está em seu Filho” (1 João 5:11).  João também afirmou em seu evangelho: “Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo(João 5:26). Cristo é o doador da vida eterna.

Esse trecho do versículo é uma forte reminiscência de João 17:3: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste, pois lá como cá a vida eterna é definida em termos de conhecer a Deus, tanto ao Pai como ao Filho. O pai é a fonte da vida eterna, e Jesus Cristo transmite essa vida (João 1.4 - 14.6). Lemos no contexto do capítulo: “Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna” (1 João 5:13)

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
25/1/2025

FONTES:

SOARES, Esequias. Em defesa da fé: Combatendo as antigas heresias, que se apresentam com nova aparência. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

STOTT, John. I, II, III João: Introdução e comentário. São Paulo: Edições Vida Nova, 1982.

LOPES, Hernandes Dias. João: como ter garantia da salvação; - São Paulo: Hagnos 2010. (Comentários expositivos Hagnos)

KISTEMAKER, Simon. Tiago e epístolas de João. Cultura Cristã, 2005.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry - Jó a Cantares. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 25 DE JANEIRO DE 2025 (1 Pedro 1.2)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
25 DE JANEIRO DE 2025
A TRINDADE ATUA NA OBRA DA SALVAÇÃO

1 Pedro 1.2 “Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas. “

 

“Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, “

Os propósitos de Deus previstos desde a eternidade foram concretizados quando os Seus “eleitos” passaram a incluir todos que confessam a fé em Jesus, o Cristo. O corpo eleito de que consiste de todo aquele que escolheu considerar os céus como sua residência permanente, e que já virou as costas ao mundo.

Quando os autores inspirados do Novo Testamento escreveram sobre a “presciência” de Deus, o assunto era a Sua “presciência” em relação à salvação revelada no Filho. Trata-se da presciência a respeito do novo Israel, a Sua igreja. Pedro acreditava que era importante os cristãos, fossem pagãos ou judeus de nascença, entenderem que o Deus que Se revelara a Israel era o mesmo Deus que Se revelou em Jesus de Nazaré.

Ou seja, a igreja não era uma ideia de última hora de Deus. Ela sempre esteve na mente de Deus. Deus sabia de antemão e predeterminara que deveria existir uma igreja de Jesus Cristo, um povo escolhido que englobaria não só Israel, mas toda a humanidade.

 

“... em santificação do Espírito, “

A expressão em santificação do Espírito ou “em santidade de Espírito”, declara que os “eleitos” de Deus foram transformados em santos pela ação do Espírito. A mesma frase ocorre em 2 Tessalonicenses 2:13, onde certas traduções dizem “através da santificação pelo Espírito”.

O Espírito santifica o crente (Atos 2:38) e lhe ajuda a viver piedosamente. O crente é denominado “santo” no sentido de que a sua vida é um reflexo da própria santidade de Deus (1 Pedro 1:15, 16). Ele é santo porque foi separado pelo Espírito para ser um dos eleitos de Deus.

 

“... para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: “

A santificação concedida ao crente pelo Espírito Santo visa a sua obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo. Pedro estava lembrando seus leitores de que a santificação não é um ato passivo realizado no cristão. O próprio crente opta por seguir a vontade de Deus de modo que a vontade de Deus se torne a sua própria vontade.

Por um lado, Cristo santifica (1 Coríntios 1:30). Por outro lado, a santificação é um imperativo moral imposto ao crente. É um ato de obediência que deve ocorrer com perseverança até a vinda do Senhor: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12.14).

Afinal, Pedro está falando de um contínuo derramar que acompanha a perseverante obediência do que é santificado. Eis como João trata desse mesmo assunto: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1.7).

 

“Graça e paz vos sejam multiplicadas. “

O apóstolo começou a segunda carta com estas mesmas palavras em grego (2 Pedro 1:2). Paulo costumava usar as palavras “graça e paz” nos cumprimentos de suas cartas. Pedro acrescentou o desejo de que elas se multiplicassem a seus leitores.

Essas palavras eram muito mais do que uma formalidade. Pedro queria comunicar àqueles cristãos seus mais profundos desejos de que a graça e os dons gratuitos de Deus, juntamente com uma paz divina, fossem característicos em suas vidas.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
9/1/2025

FONTES:

SOARES, Esequias. Em defesa da fé: Combatendo as antigas heresias, que se apresentam com nova aparência. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

HORTON, Stanley. I e II Pedro – A razão da nossa Esperança. Rio de Janeiro: CPAD.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201409_02.pdf

sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 24 DE JANEIRO DE 2025 (Efésios 4.6)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
24 DE JANEIRO DE 2025
TRÊS PESSOAS: PAI É PAI, FILHO É FILHO E ESPÍRITO SANTO É ESPÍRITO SANTO

Efésios 4.6 “Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós. “

 

“Um só Deus e Pai de todos,”

A primeira pessoa da Trindade é apresentada aqui sem a preocupação de colocá-la dentro de uma ordem. Pois já havia sido citado e Espírito (v.4) e o Filho como Senhor (v.5). Deus Pai revela-se uma unidade composta de Pai, Filho e Espírito Santo.

Mas esta afirmação de que há "um só Deus", existe um absolutismo divino. Deus é absoluto, isto é, Ele é e não permite que outro seja: “Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro” (Isaías 45.22). Deus é único conforme o Shemá Israel (Deuteronômio 6:4), e por meio de Cristo Ele tornou-se o Pai dos cristãos porque todos que estão em Cristo são Seus filhos (Romanos 8:16, 17; Gálatas 3:26, 27).

Ele é Pai, tanto por geração quanto por regeneração (Efésios 2.10; Tiago 1.17,18; 1 João  5.7). No sentido espiritual, Deus é Pai apenas dos que fazem a sua vontade e se tornaram filhos por adoção através de Jesus Cristo. Uma vez gerados fisicamente, todos somos criaturas de Deus, porém como filhos de Deus somente o são os regenerados (2 Coríntios 5.17).

 

“... o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós. “

A continuação do texto expressa à soberania tríplice do único Deus, a quem servimos.

Ele está “sobre todos”, Ele é o El-Elyon (Deus Altissímo). Isso indica a sua transcendência e a sua soberania sobre a sua criação. Ele está acima de tudo e de todos, tem domínio sobre todas as criaturas e especialmente sobre a sua igreja. Jesus havia dito: “Aquele que vem de cima é sobre todos; aquele que vem da terra é da terra e fala da terra. Aquele que vem do céu é sobre todos” (João 3:31).

Ele é “por todos”,  sugere Seu envolvimento providencial nas vidas das pessoas sustentando e governando-os, protegendo-os e provendo-os nas suas necessidades: “Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé? (Mateus 6.30).

Finalmente ele está “em todos”, essa expressão que fala da habitação do Espírito Santo dentro dos crentes como seu santo templo, pelo seu Espírito e graça especial. Indica que Ele está presente entre o Seu povo e jamais Se ausentará: “e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém” (Mateus 28.20).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
17/1/2025

FONTES:

SOARES, Esequias. Em defesa da fé: Combatendo as antigas heresias, que se apresentam com nova aparência. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

Cabral, Elienai. Comentário Bíblico: Efésios - 3a Ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1999

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry – Atos a Apocalipse. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

http://www.biblecourses.com/(X(1)S(kljxmxq42qhhao45w3qqusv5))/portuguese/po_lessons/PO_201307_04.pdf

quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 23 DE JANEIRO DE 2024 (2 Coríntios 13.13)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
23 DE JANEIRO DE 2024
A SANTÍSSIMA TRINDADE PRESENTE NA BÊNÇÃO APOSTÓLICA

2 Coríntios 13.13 “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. “

Paulo conclui sua segunda epístola aos coríntios com uma benção trinitária. Essa benção se tornou padrão na maioria das igrejas pentecostais. Embora Paulo expresse em outras passagens a obra da redenção sob uma perspectiva trina (Romanos 5 .1 -8; 1 Coríntios 1 2.4- 6; Efésios 1 .3 -1 4; 4 .3 -6), somente aqui encon­tramos esta perspectiva em uma bênção.

Este versículo concorda notavelmente e condensa o entendimento que Paulo tem da salvação de Deus em Cristo. Gordon Fee o chama de "o momento teológico mais profundo no corpo Paulino”.

 

“A graça do Senhor Jesus Cristo, “

A "graça do Senhor Jesus Cristo" expressa o favor imerecido de Deus por nós e é visto na morte de Cristo, que remove a inimizade entre nós e Deus por causa do pecado, nos reconcilia com Ele, e nos concede o direito de estarmos em sua presença (Romanos 5.9-11; 2 Coríntios 5.16-6.1). Foi através da morte de Cristo que a “graça” alcançou a humanidade.

Em 2 Coríntios 8:9, Paulo escreveu: “conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que pela sua pobreza vos tomásseis ricos”. Esta é a natureza da graça de nosso Senhor Jesus Cristo que Paulo invoca sobre seus leitores, graça totalmente imerecida e, no entanto, maravilhosamente generosa e espantosamente voltada para o bem-estar de seres humanos pecadores.

 

“... e o amor de Deus, ”

O amor de Deus, ou seja, Seu amor pelas pessoas, é a constante da vida. O amor de Deus abre o caminho para todas as bênçãos espirituais. Ele é o tema de maior importância na teologia de Paulo. Esse amor ficou superlativamente demonstrado quando Deus providenciou a grande reconciliação efetuada por Cristo, e nela se envolveu, de tal modo que os seres humanos pudessem viver em paz com Ele (Romanos 5:6-8; 2 Coríntios 5:18-21), para que nós que cremos não pereçamos, mas tenhamos a vida eterna (João 3-16; Romanos 5.1,7,8). Esta é a natureza do amor de Deus, que Paulo invoca sobre os seus leitores.

Convém que a graça seja associada ao nome de Cristo e o amor ao nome de Deus, mas Paulo provavelmente não fazia distinção entre esses dois elementos. Ele não hesitou em falar do amor de Cristo (Romanos 8:35) ou do amor de Deus. Em certo sentido, tanto a graça quanto o amor fluem igualmente de Deus Filho e de Deus Pai.

 

“... e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. “

A “comunhão do Espírito Santo”. A palavra comunhão é tradução de koinõnia, que significa essencialmente “participação”. A expressão comunhão do Espírito Santo pode ser interpretada como sendo nossa participação do Espírito Santo; nesse caso, Espírito Santo é a Pessoa da qual os cristãos participam da comunhão com o Pai e com o Filho.

Pode-se também entender que essa expressão significa comunhão criada pelo Espírito Santo que abrange a comunhão uns com os outros e também todas as bênçãos do Espírito (1 João 1.3,7). É igualmente experienciada pelos dons do Espírito expressados no amor mútuo (1 Coríntios 13).

Paulo queria ver essa comunhão restaurada entre os crentes coríntios. Este relacionamento maravilhoso, ainda é acessível a todos os crentes, um relacionamento com o nosso Deus Trino e entre uns com os outros.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
15/1/2025

FONTES:

SOARES, Esequias. Em defesa da fé: Combatendo as antigas heresias, que se apresentam com nova aparência. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

HORTON, Stanley. I e II Coríntios – os problemas da igreja e suas soluções. 3.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

KRUSE, Colin. 2 Coríntios – Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1984.

ARRINGTON, French L.; STRONSTAD, Roger (Eds.). Comentário Bíblico Pentecostal: Novo Testamento. 2ª Edição. RJ: CPAD, 2004.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_202109_03.pdf


quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 22 DE JANEIRO DE 2024 (1 Coríntios 12.4)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
22 DE JANEIRO DE 2025
O DEUS TRIÚNO PRESENTE NA DISTRIBUIÇÃO DOS DONS ESPIRITUAIS

1 Coríntios 12.4 “Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. “

 

“Ora, há diversidade de dons, “

A unidade dos crentes era uma preocupação de Paulo desde a abertura dessa carta aos coríntios: “Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer” (1 Coríntios 1:10).

Os irmãos da igreja de Corinto não haviam perguntado sobre unidade; mas sobre dons espirituais, como deveriam exercê-los e qual a importância deles. Paulo entendeu que essas perguntas eram uma oportunidade para ele esclarecer acerca da unidade do corpo de Cristo. Pois o orgulho humano estava transformando essas dádivas espirituais numa comprovação da posição pessoal.

Então Paulo esclarece que havia diversidade de dons distribuídos pelo Espírito. Era importante os coríntios saberem que nem todo cristão tinha recebido dons do Espírito, pois o Espírito reparte “particularmente a cada um como quer” (v.11). A obra do mesmo Espírito se manifestava de várias maneiras entre os crentes e cada cristão precisava aprender a respeitar os dons dos outros e encontrar alegria naquilo que proporcionava fé e edificação para o corpo.

A palavra grega mais comum para “dom” é (dōron); mas Paulo selecionou cuidadosamente charismata como sua palavra para “dons”. Ao usar essa terminologia, Paulo estava sugerindo que os dons a que se referia eram conferidos por Deus como extensões da graça e da alegria que acompanham a confissão de que Cristo é Senhor.

Os “dons” (charismata) da graça divina incluem tudo o que Deus faz pelo Seu povo, até e incluindo a vida eterna (Romanos 6:23); mas o contexto de 1 Coríntios 12 a 14 impõe limites a essa palavra, afinal, Paulo estava respondendo dúvidas sobre “dons espirituais”: “Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes”.  (1 Coríntios 12:1).

 

“... mas o Espírito é o mesmo.”

Apesar da diversidade dos dons espirituais “o Espírito é o mesmo”.  No verso 11 Paulo reafirma essas palavras: Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas”.  Aos efésios Paulo escreveu: “Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; Um só Senhor, uma só fé, um só batismo; Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós” (Efésios 4:4-6).

O mesmo Espírito” unia todos os coríntios num só corpo, independentemente da natureza dos dons individuais. Paulo estava admoestando os que possuíam dons espirituais. Esses cristãos especialmente capacitados pareciam estar entusiasmados com seus dons. Paulo julgou necessário pôr um freio na competição relativa a quem possuía os melhores dons.

O Espírito Santo sempre quer honrar a Jesus. Ele tem a função de glorificar a Cristo: (João 16.14). Ele faz isso não somente chamando-o de Senhor, mas distribuindo uma “diversidade” de dons espirituais para que nós também o glorifiquemos na sua obra. No entanto, as disputas em Corinto por causa dos dons estavam minando “a unidade do Espírito” e só era possível glorificar Cristo restaurando o “ vínculo da paz” (Efésios 4:3).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
17/1/2025

FONTES:

SOARES, Esequias. Em defesa da fé: Combatendo as antigas heresias, que se apresentam com nova aparência. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

http://www.biblecourses.com/(X(1)S(kljxmxq42qhhao45w3qqusv5))/portuguese/po_lessons/PO_201704_02.pdf

HORTON, Stanley. I e II Corintios – os problemas da igreja e suas soluções. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

terça-feira, 21 de janeiro de 2025

Lição 4 - Lições Bíblicas Adultos - 1º Trim./2025 - CPAD

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 21 DE JANEIRO DE 2025 (Isaías 63.9)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
21 DE JANEIRO DE 2025
JAVÉ, O ANJO DE SUA FACE E O ESPIRITO DE SUA SANTIDADE SÃO DISTINGUÍVEIS COMO TRÊS PESSOAS

Isaías 63.9“Em toda a angústia deles ele foi angustiado, e o anjo da sua presença os salvou; pelo seu amor, e pela sua compaixão ele os remiu; e os tomou, e os conduziu todos os dias da antiguidade. ”

 

“Em toda a angústia deles ele foi angustiado,”


Deus estava pessoalmente presente com seu povo em cada situação angustiosa (como a escravidão no Egito e a opressão durante o tempo dos juízes), e “em toda a angústia deles foi ele angustiado”. Como um pai sofre juntamente com seus filhos, o Senhor foi afligido pela aflição deles – uma expressão antropomórfica, na verdade, mas uma expressão que indica como Ele se envolveu profundamente, e foi comovido pelas tristezas deles.

O Senhor não se alegra com o sofrimento de seu povo. Jesus sentiu a dor de Maria quando enlutada por seu irmão Lazaro: “Jesus pois, quando a viu chorar, e também chorando os judeus que com ela vinham, moveu-se muito em espírito, e perturbou-se. E disse: Onde o pusestes? Disseram-lhe: Senhor, vem, e vê. Jesus chorou” (João 11.33-25).

 

 “... e o anjo da sua presença os salvou; ”

O “Anjo [ou Mensageiro] da sua presença” [ou face] não é nenhum anjo comum. Deus está pessoalmente presente nEle. Diz o Senhor: “o meu nome está nele” (Exodo 23.21), e Ele é o Mediador divino entre Deus e a humanidade, o Messias, o Ungido, que realiza a obra do Pai.

Isto não pode ser referência a um dos anjos criados, pois não poderia ser dito a respeito de nenhum deles que ele redimiu a Israel de toda a sua aflição. Portanto, esta referência só pode ser ao Anjo do Senhor, que é o próprio Deus, e também é distinto de Deus.

Ele é o mesmo a quem nós, com base no Novo Testamento, chamamos de Segunda Pessoa da Trindade. Ele é chamado de “anjo” ou “mensageiro” do Senhor porque, como Mediador, realiza a obra do Senhor. A “face” ou “presença” de Deus é a Sua auto-manifestação a Israel; e assim, o “Anjo da sua presença” é o Anjo em quem Ele Se revela a Israel.

 

“... pelo seu amor, e pela sua compaixão ele os remiu; e os tomou, e os conduziu todos os dias da antiguidade. ”

No seu amor e compaixão (mediante os quais eles haviam sido poupados das pragas que feriram os egípcios), e através desse Anjo os redimiu como um Parente-Redentor. Ele protegeu e tomou conta do seu povo conduzindo –o: “Escute-me, ó casa de Jacó, todos vocês que restam da nação de Israel, vocês a quem tenho sustentado desde que foram concebidos, e que tenho carregado desde o seu nascimento. Mesmo na sua velhice, quando tiverem cabelos brancos, sou eu aquele, aquele que os susterá. Eu os fiz e eu os levarei; eu os susterei e eu os salvarei” (Isaías 46.3-4) Isso ele fez todos os dias da antiguidade e continua fazendo.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
19/1/2025

FONTES:

SOARES, Esequias. Em defesa da fé: Combatendo as antigas heresias, que se apresentam com nova aparência. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

HORTON, Stanley.  Isaias, o profeta messiânico. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.

Ridderbos, J. Isaías: introdução e comentário - 2. Edição. São Paulo: Vida Nova, 1995.


segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 20 DE JANEIRO DE 2025 (Genesis 1.1)


LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
20 DE JANEIRO DE 2025
OS PRIMEIROS VISLUMBRES DA TRINDADE

Genesis 1.1 “No princípio criou Deus o céu e a terra. “

 

“No princípio”

O relato da criação se abre com a palavra “bereshith” que tem a ver com o princípio da atividade criativa de Deus. A obra da criação não foi feita na eternidade. A eternidade é um atributo exclusivo de Deus: “Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver, ao qual seja honra e poder sempiterno” (1 Timóteo 6.16). O Criador é sempiterno; a criação, temporal. Ao contrário dos gregos que acreditavam na eternidade da matéria, os hebreus crêem que tudo quanto existe no tempo, foi criado pelo Eterno: “Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente” (Hebreus 11.3).

Sendo o tempo a duração relativa das coisas, gera-nos a noção de presente, passado e futuro: um período contínuo no qual se sucedem os eventos. Deus, porém, é o que é. Ele não está sujeito a qualquer sucessão de dias ou séculos. Presente, passado e futuro são-lhe a mesma coisa: “Porque mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite” (Salmos 90.4). Logo, somente o Eterno poderia criar o tempo. E aqui o tempo é criado.

 

“... criou Deus o céu”

O termo hebraico para Criou (bará) é um verbo que só aceita Deus como seu sujeito no Antigo Testamento; ele sempre descreve um ato criativo de Deus, e não do homem. Sempre significa trazer algo novo à existência, seja sem uma matéria pré-existente (Isaías 43:15, 16; 65:18; Jeremias 31:32).

O termo (Elohim) equivalente a Deus não se trata realmente de um nome pessoal como “Iavé” ou “El Shadai”. Elohim é o plural de Eloah, podendo ser traduzido por “deuses". Segundo Champlin Neste caso o plural é um aumentativo de exaltação, frisando a majestade de Deus e não a idéia de pluralidade de pessoas. Para ele extrair um sentido trinitário é cristianizar demais o texto visto que a Trindade só foi formulada no século II d.C.

Já para Fausset a escolha Elohim por Moisés revela de maneira implicita a Trindade, uma doutrina claramente revelado em outras partes, a saber, que se Deus é um, há uma pluralidade de pessoas na Divindade - Pai, Filho e Espírito Santo, que estavam engajados na obra criadora (Provérbios 8:27 e João 1:3 João 1:10 , Efésios 3:9 , Hebreus 1:2 , Jó 26:13).

Tendo já estabelecido o tempo Deus cria agora o espaço. Ele cria sua própria morada como vislumbramos.  Apesar, dEle não precisa de habitação alguma, pois nem o céu dos céus pode contê-lo: “Mas verdadeiramente habitará Deus com os homens na terra? Eis que o céu e o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que tenho edificado? ” (2 Crônicas 6.18).

Todavia, o Rei do universo delimita um lugar, para nele situar a sua corte. Embora não ocupe a nossa dimensão, a região celeste tem de ser vista como realidade dentro do nosso tempo. Para lá são levadas as almas dos que dormem em Cristo: “E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram” (Apocalipse 6.9). Em breve, nós estaremos ali com o Senhor.

Já criados os céus, o Senhor chama os anjos à existência. Assim o salmista descreve a ação divina: “Os céus por sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de sua boca, o exército deles” (Salmos 33.6). Os seres angelicais também foram criados pelo sopro divino, exatamente como o Senhor procederia com o homem (Genesis 2.7).

O espaço não é sinônimo de vácuo. O Senhor o criou, a fim de conter a sua obra que, embora vastíssima, é finita. Logo, o espaço também é finito: “Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente” (Hebreus 11.3).

O Criador não se acha limitado quer pelo tempo, quer pelo espaço; a criação, sim. Até os mesmos anjos acham-se condicionados temporal e espacialmente, pois não podem estar em dois lugares ao mesmo tempo.

 

“... e a terra. “

Deus criou a Terra, e pô-la exatamente naquela coordenada espacial, onde se encontra até ao dia de hoje. Nosso planeta, já delimitado pelo tempo e pelo espaço.

Quanto ao método usado por Deus na criação da Terra, há diferença de opinião da parte de dedicados servos de Deus. Há alguém que interpreta Genesis 1.1 como sendo apenas uma declaração preliminar que antecede a narrativa da criação e que registra a maneira de transformar um mundo sem forma, num belo estado de "cosmos", que se teria realizado através de sete longos períodos chamados "dias".

Há outros eruditos que são de opinião que Genesis 1.1 refere-se à criação original do sistema solar no longínquo passado, em estado de perfeição; e que Genesis 1.2 seria uma referência a uma calamidade que sofreu a terra tornada um "caos"; e que a narrativa detalhada que se segue é a descrição dum período de "reconstrução", de seis dias, no qual a terra foi restaurada à sua original ordem de beleza e harmonia.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
9/1/2025

FONTES:

SOARES, Esequias. Em defesa da fé: Combatendo as antigas heresias, que se apresentam com nova aparência. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

ANDRADE, Claudionor. O começo de todas as coisas – estudos no livro de Genesis. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201506_02.pdf

OLSON, N. Lawrence. O Plano Divino Atraves Dos Seculos. Olson. Rio de Janeiro: CPAD, 1981.

FAUSSET, A. R.; BROWN, David; JAMIESON , R. Jamieson, Fausset and Brown’s commentary on the whole Bible. Grand Rapids: Zondervan Classic Reference Series, 1999.Crossway Books, 1999.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

PFEIFFER, Charles F.; REA, VOS, Howard F.; REA, John.Dicionário Bíblico Wycliffe. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. 

domingo, 19 de janeiro de 2025

Texto Áureo Lição 4: Deus É Triúno. Mateus 28.19

TEXTO ÁUREO 
 
“Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.” (Mateus 28.19)