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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

AS PRISÕES SERVEM AO PROGRESSO DO EVANGELHO (Filipenses 1:12) 16/9/26

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA  
16 DE SETEMBRO DE 2026
AS PRISÕES SERVEM AO PROGRESSO DO EVANGELHO

Filipenses 1:12 "E quero, irmãos, que saibais que as coisas que me aconteceram contribuíram antes para maior proveito do evangelho." 

 

"E quero, irmãos, que saibais que as coisas que me aconteceram”

Os filipenses estavam profundamente preocupados com o estado físico de Paulo na prisão. Nutriam por ele um grande afeto. Sabiam que ele estava preso, aguardando o julgamento, e que não demoraria o seu julgamento perante o supremo tribunal do Império. Por causa dessa situação, a igreja se preocupava em saber como ele estava se sentindo. Na verdade, a preocupação maior dos filipenses estava em saber o que aconteceria com a igreja plantada por todo o mundo romano se Paulo fosse condenado à morte.

A expressão “coisas que me aconteceram” inclui tudo que Paulo sofreu no passado e estava enfrentando no presente. Paulo estava falando dos seus sofrimentos, mas sua avaliação sobre esses sofrimentos era que eles não deviam ser a razão de compaixão dos filipenses. Ele queria que os filipenses entendessem que o foco, o vértice de tudo e a pessoa para quem deviam olhar era Jesus. Ele avalia seus sofrimentos com uma visão positiva. Ele tinha consciência da importância da sua missão. Na sua mente, todo e qualquer sofrimento infringido contra a sua pessoa no exercício do ministério cristão era circunstancial e estava sob os cuidados de Deus.

Paulo então se regozijava em Cristo. Ele se regozijava nos seus sofrimentos. Aos colossenses, ele repetiu a mesma mensagem quando disse: “Regozijo-me, agora, no que padeço por vós e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja” (Colossenses 1.24). Ele reagia aos sofrimentos com atitude de aceitação positiva e não permitia que a amargura dos sofrimentos ou qualquer resquício de auto-piedade o impedisse de fazer a obra de Deus.

 

“... contribuíram antes para maior proveito do evangelho."

Paulo estava preso em Roma, mas as suas cadeias não o impediam de proclamar o evangelho. Pelo contrário, as coisas que lhe haviam acontecido em sua viagem missionária não eram um entrave para o progresso do evangelho. Além da epístola de Filipenses, na mesma prisão Paulo escreveu as epistolas de Colossensses, Efésios e Filemom e todas chegaram até nós.

Warren Wiersbe, em seu comentário sobre a Carta aos Filipenses, diz “que o mesmo Deus que usou o bordão de Moisés, os jarros de Gideão e a funda de Davi usou as cadeias de Paulo” para a proclamação do evangelho.

A prisão de Paulo, em vez de reter a força do evangelho, promoveu ainda mais a sua disseminação. Nos versículos posteriores ele cita mais desses proveitos: “as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana, e por todos os demais lugares;  E muitos dos irmãos no Senhor, tomando ânimo com as minhas prisões, ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor” (Filipenses 1:13,14). O Espírito Santo usou a prisão de Paulo para tornar o evangelho ainda mais dinâmico e poderoso no seu avanço no mundo.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
24/05/2026

FONTES:

GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de Janeiro: CPAD, 2026.

CABRAL, Elienai. Filipenses - A humildade de Cristo como exemplo para a Igreja. Rio de Janeiro: CPAD, 2013.

 

segunda-feira, 17 de junho de 2024

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 17 DE JUNHO DE 2024 (Romanos 8.24)

  

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
17 DE JUNHO DE 2024
A ESPERANÇA É UMA EXPECTATIVA AO QUE NÃO SE VÊ

Romanos 8.24 Porque em esperança fomos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê como o esperará?”

 

Porque em esperança fomos salvos.”

A esperança para a qual Deus nos salvou é a libertação do corpo sob a pressão do pecado, e do estado de limitação mortal na qual aguardamos o dia quando, vestidos de imortalidade, veremos a Deus.

O que é esperança? Paulo diz que é a confiante expectação das bênçãos prometidas, ainda não presentes, nem vistas. Esta esperança não é o desejo de ter alguma coisa boa demais para ser verdade e improvável de acontecer. O objeto ou a bênção esperada (aqui, a redenção do corpo) é real e distinto, mas ainda não presente.

John Stott diz que a esperança cristã não é algo incerto como nossas esperanças comuns do dia-a-dia, mas uma expectativa jubilosa e confiante que se baseia nas promessas de Deus.

Quando o mundo criado foi sujeito à vaidade ou inutilidade, ele passou a “esperar” ser um dia “libertado”: Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus (vv. 20, 21). Paulo nos mostra que a nossa esperança não é incerta; é tão segura quanto qualquer coisa que possuímos.

Essa esperança, porém, nunca nos decepcionará, nem nos envergonhará por termos confiado nela, porque ela é mantida viva e demonstrada como verdadeira pelo amor de Deus que o Espírito Santo derramou em nosso coração (Romanos 5.5).

 

“Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê como o esperará?”

Se alguém nos perguntar: “Quem espera pelo que já vê?” com certeza responderemos: “Nós”. “Todos os dias eu vejo a casa que um dia espero possuir”, ou “Espero comprar o vestido que vi numa vitrine”. Uma criança pode dizer: “Eu vi o brinquedo que estou querendo que meus pais me dêem”. Todavia nesse versículo a resposta desejada é “não!”.

Quando Paulo usou a palavra “vê”, ele estava falando de algo que não pode ser visto atualmente com os olhos físicos: Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas” (2 Coríntios 4:18), ou seja a redenção do corpo quando Cristo voltar.

Quando finalmente “virmos” isso acontecer, será realidade. Talvez seja útil pensarmos em “ter ou possuir finalmente”. Uma possível tradução seria: “Quem espera por aquilo que já tem?” Phillips parafraseia assim: “a esperança sempre significa esperar por alguma coisa que ainda não vemos”.

O único motivo por que a promessa da nossa ressurreição, do nosso corpo glorificado, do nosso reinar com Cristo, e do nosso futuro eterno é chamada ‘esperança’ é porque ainda não os alcançamos. Mas esperamos que “o mesmo Deus de paz nos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Tessalonicenses 5.23)

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
9/6/2024

FONTES:

HORTON, Stanley M. (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2006

CABRAL, Elienai. Romanos – O evangelho da justiça de Deus. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus. 1986.

LOPES, Hernandes dias. Romanos: o evangelho segundo Paulo. São Paulo, SP: Hagnos 2010.

HARRISON, Everret F; PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1990.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/Po_lessons/Po_200902_03.pdf

quarta-feira, 29 de março de 2023

Lições Bíblicas Antigas 2022

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terça-feira, 22 de março de 2022

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sábado, 20 de novembro de 2021

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