“Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.” (1 João 4.9).
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 14 DE JANEIRO DE 2025 (1 João 4:10)
LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
14 DE JANEIRO DE 2025
DEUS NOS AMOU PRIMEIRO, ENVIANDO SEU FILHO
1 João 4:10 “Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.”
“Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós,”
O amor não começou com a nossa iniciativa de amar a Deus, e sim com Deus nos amando e enviando o seu Filho como sacrifício expiatório por nossos pecados. Diferente do amor humano que é condicional, o amor divino é superior, pois se manifesta de forma incondicional: “Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer.Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:6-8).
A palavra grega usada para descrever o amor de Deus pelo homem é “ágape”. Esse tipo de amor é absolutamente singular, já que ele não depende da virtude do objeto a ser amado. O amor de Deus não consiste de palavras, mas de ação. O amor verdadeiro é provado pelo auto-sacrifício. Deus nos amou e enviou seu Filho. O Filho é a dádiva do Pai. Não foi a cruz que gerou o amor de Deus, mas foi o amor de Deus que produziu a cruz.
“... e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.”
Cristo veio ao mundo para morrer em nosso lugar, ou seja, como propiciação pelos nossos pecados. A origem da propiciação está clara, é o amor de Deus. Deus deu o seu Filho para morrer pelos pecadores. Esse dom não foi apenas resultado do amor de Deus (João 3.16), nem somente prova e penhor dele (Romanos 8.32), mas a própria essência desse amor.
O fim principal do homem é glorificar a Deus e ter comunhão com ele. O problema supremo do homem, porém, é o pecado, pois este separa o homem de Deus. O pecado é transgressão da lei de Deus e rebelião contra Deus. O pecado provoca a ira de Deus e precisa ser propiciado para sermos perdoados e aceitos por Deus.
Porém, mediante o sacrifício de Cristo essa comunhão que foi quebrada pelo pecado é restaurada. Jesus não é apenas o propiciador, ele é a propiciação. E por meio do seu sangue que somos purificados do pecado (1 João 1.7).
Ele sofreu a morte que era a recompensa justa dos nossos pecados. E a eficácia de sua morte permanece para sempre. John Stott escreveu: Cristo ainda é a propiciação, não porque em algum sentido ele continue a oferecer o seu sacrifício, mas porque o seu sacrifício único, uma vez oferecido, tem virtude eterna que é eficaz hoje nos que creem.
DEIVY FERREIRA
PANIAGO JUNIOR
2/1/2026
FONTES:
BAPTISTA, Douglas. A Santíssima Trindade - O Deus Único Revelado em Três Pessoas Eternas. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
STOTT, John. I, II, III João: Introdução e comentário. São Paulo: Edições Vida Nova, 1982.
LOPES, Hernandes Dias. 1, 2 e 3 João: como ter garantia da salvação; - São Paulo: Hagnos 2010. (Comentários expositivos Hagnos)
https://textoaureoebd.blogspot.com/2026/01/1-joao-49.html
