terça-feira, 30 de setembro de 2025

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 30 DE SETEMBRO DE 2025 (Daniel 7:15)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
30 DE SETEMBRO DE 2025
O ESPÍRITO ABATIDO DENTRO DO CORPO

Daniel 7:15 “Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me perturbaram.”

 

“Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo,”

O presente versículo põe em foco a constituição tríplice do homem, isto é corpo, alma e espírito. O “espírito dentro em mim'' pode aludir a uma entidade separada (imaterial), que é a alma, ou então a palavra "espírito'' pode significar apenas “mente", a faculdade do raciocínio em contraste com o corpo material.

Daniel ficou agitado e perturbado diante do sonho que tivera, e desejou muito saber o que aquilo significava. Assim como os reis pagãos que também tiveram sonhos perturbadores: “E aconteceu que pela manhã o seu espírito perturbou-se, e enviou e chamou todos os adivinhadores do Egito, e todos os seus sábios; e Faraó contou-lhes os seus sonhos, mas ninguém havia que os interpretasse a Faraó” (Gênesis 41:8); “E no segundo ano do reinado de Nabucodonosor, Nabucodonosor teve sonhos; e o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono” (Daniel 2:1).

Daniel após esse sonho não teve descanso e ficou mexendo-se para cá e para lá na cama, durante a noite, pensando em todas as poderosas coisas que vira e não entendera.

 

“... e as visões da minha cabeça me perturbaram.”

Embora lhe tenha sido dada percepção imediata do que significavam as visões do rei, quanto à sua própria visão ele não recebeu resposta imediata. Em ocasião posterior o profeta precisou invocar o anjo (Gabriel?) para interpretar-lhe uma visão: ”E aconteceu que, havendo eu, Daniel, tido a visão, procurei o significado, e eis que se apresentou diante de mim como que uma semelhança de homem” (Daniel 8:15).

Portanto, aprendemos aqui que até os homens mais espirituais passam por seus momentos de ignorância e ansiedade, pelo que não nos admiremos ter de atravessar tempos de indecisão e trevas relativas também.

O custo, em termos pessoais, de se receber revelações divinas nunca é subestimado no Antigo Testamento:  Jeremias 4:19 “Ah, entranhas minhas, entranhas minhas! Estou com dores no meu coração! O meu coração se agita em mim. Não posso me calar; porque tu, ó minha alma, ouviste o som da trombeta e o alarido da guerra”; “Então o Espírito me levantou, e me levou; e eu me fui amargurado, na indignação do meu espírito; porém a mão do Senhor era forte sobre mim” (Ezequiel 3:14).

E o livro de Daniel insiste aqui e nos capítulos subseqüentes (Daniel 8:27; 10:1, 10, 11, 15, 18) na ansiedade e nos distúrbios psicológicos envolvidos no receber, da própria mão de Deus, compreensão do curso futuro da história. “as visões da minha cabeça me perturbaram”.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
30/09/2025

FONTES:

QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

BALDWIN, Joyce G. Daniel – Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1983.

 

Daniel 7:15

Daniel 7:15 “Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me perturbaram.”

 

“Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo,”

O presente versículo põe em foco a constituição tríplice do homem, isto é corpo, alma e espírito. O “espírito dentro em mim'' pode aludir a uma entidade separada (imaterial), que é a alma, ou então a palavra "espírito'' pode significar apenas “mente", a faculdade do raciocínio em contraste com o corpo material.

Daniel ficou agitado e perturbado diante do sonho que tivera, e desejou muito saber o que aquilo significava. Assim como os reis pagãos que também tiveram sonhos perturbadores: “E aconteceu que pela manhã o seu espírito perturbou-se, e enviou e chamou todos os adivinhadores do Egito, e todos os seus sábios; e Faraó contou-lhes os seus sonhos, mas ninguém havia que os interpretasse a Faraó” (Gênesis 41:8); “E no segundo ano do reinado de Nabucodonosor, Nabucodonosor teve sonhos; e o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono” (Daniel 2:1).

Daniel após esse sonho não teve descanso e ficou mexendo-se para cá e para lá na cama, durante a noite, pensando em todas as poderosas coisas que vira e não entendera.

 

“... e as visões da minha cabeça me perturbaram.”

Embora lhe tenha sido dada percepção imediata do que significavam as visões do rei, quanto à sua própria visão ele não recebeu resposta imediata. Em ocasião posterior o profeta precisou invocar o anjo (Gabriel?) para interpretar-lhe uma visão: ”E aconteceu que, havendo eu, Daniel, tido a visão, procurei o significado, e eis que se apresentou diante de mim como que uma semelhança de homem” (Daniel 8:15).

Portanto, aprendemos aqui que até os homens mais espirituais passam por seus momentos de ignorância e ansiedade, pelo que não nos admiremos ter de atravessar tempos de indecisão e trevas relativas também.

O custo, em termos pessoais, de se receber revelações divinas nunca é subestimado no Antigo Testamento:  Jeremias 4:19 “Ah, entranhas minhas, entranhas minhas! Estou com dores no meu coração! O meu coração se agita em mim. Não posso me calar; porque tu, ó minha alma, ouviste o som da trombeta e o alarido da guerra”; “Então o Espírito me levantou, e me levou; e eu me fui amargurado, na indignação do meu espírito; porém a mão do Senhor era forte sobre mim” (Ezequiel 3:14).

E o livro de Daniel insiste aqui e nos capítulos subseqüentes (Daniel 8:27; 10:1, 10, 11, 15, 18) na ansiedade e nos distúrbios psicológicos envolvidos no receber, da própria mão de Deus, compreensão do curso futuro da história. “as visões da minha cabeça me perturbaram”.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
30/09/2025

FONTES:

QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

BALDWIN, Joyce G. Daniel – Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1983.

Zacarias 12:1

Zacarias 12:1 “Peso da palavra do Senhor sobre Israel: Fala o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele.”

 

“Peso da palavra do Senhor sobre Israel:”

Um problema com que todo tradutor se defronta é a impossibilidade de encontrar em outra língua equivalentes exatos para algumas palavras que ele tem de traduzir. A palavra hebraica massã é um destes casos. Ela vem da raiz nãsã que significa “erguer”, “carregar uma carga”, e por isso alguma versões traduzem “a carga (ou peso) da palavra do Senhor”, algumas traduções preferiram as palavras “sentença” ou “oráculo”. Isaías usou a palavra como título para suas profecias às nações.

P. B. H. de Boer fez um estudo detalhado da palavra massã examinando as sessenta e tantas ocorrências no Antigo Testamento, consultando as versões antigas para ver como os tradutores daquele tempo a entendiam, depois de considerar exemplos modernos de exegese. Apesar de dicionários e tradutores terem distinguido dois significados, “carga” e “oráculo”, de Boer não encontra evidências para tal distinção. Ele descobriu que a etimologia e o uso da palavra do Antigo Testamento e nas traduções antigas indicam um só significado.

Massã' é uma carga, “colocada por um senhor sobre os que lhe são subordinados. Quando aplicada a um profeta significa “carga imposta sobre ...”, por isso normalmente pesa sobre o coração do profeta: “Então disse eu: Não me lembrarei dele, e não falarei mais no seu nome; mas isso foi no meu coração como fogo ardente, encerrado nos meus ossos; e estou fatigado de sofrer, e não posso mais” (Jeremias 20:9)

A palavra sublinha o senso de compulsão do profeta ao proclamar a mensagem que segue. Ele não foi voluntário para fazê-lo, mas não tem opção. Ela foi colocada sobre ele, e ele tem de aceitá-la e cumprir sua obrigação com se fosse um estivador. Ele tem de entregar a mensagem como um embaixador, que mesmo que não concorde com ela não pode alterá-la; nisto está o aspecto pesado da sua vocação.

Esse peso é colocado também sobre Israel. Isto é inesperado, pois o interesse está se concentrando em Judá e Jerusalém, mas a dificuldade desaparece se tomarmos “Israel” para o povo todo, e não só para o reino do norte, como em 11:4. O conflito entre Israel e Judá não é trazido para os capítulos 12-14.

 

“Fala o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele.”

Há uma solenidade incomum ligada às palavras iniciais deste oráculo. Para acabar com toda a dúvida sobre sua capacidade de livrar o povo, Deus prefacia a predição deste acontecimento glorioso e invoca o seu poder criativo e sustentador. Fala na função de Criador que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele.

Esta referência ao poderoso Criador do universo, da terra e do homem lembra Isaías 42:5: “Assim diz Deus, o Senhor, que criou os céus, e os estendeu, e espraiou a terra, e a tudo quanto produz; que dá a respiração ao povo que nela está, e o espírito aos que andam nela”, é uma introdução adequada a estes capítulos, que apontam para a consumação de todas as coisas no Senhor, o Rei.

O trecho “que forma o espírito do homem dentro deleé alusão a Gênesis 2.7: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente” , quando a respiração divina animou o homem.

O fôlego divino que foi “soprado” nas “narinas” do homem é identificado como “o fôlego de vida”. O fôlego de vida tornou-se a alma e o espírito do homem, isto é, o princípio da vida dentro dele, de acordo com a necessidade do corpo. Este fôlego de vida vem do Senhor da Criação.

O mesmo Deus que criou céus, terra e o homem é o Deus que cumprirá toda a sua sentença. Seu desejo é que não duvidemos da promessa de Deus, mas que estejamos certíssimos “de que o que” prometeu “também é “poderoso para o fazer” (Romanos  4.21).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
30/09/2025

FONTES:

QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

BALDWIN, Joyce G. Ageu, Zacarias e Malaquias: introdução e comentário. 1. ed. São Paulo: Vida Nova, 1982

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

HARPER, A. F. (Ed.). Comentário Bíblico Beacon. Vol. 6. Rio de Janeiro: CPAD, 2005. 

https://textoaureoebd.blogspot.com/2024/01/genesis-27.html

Jó 7:11

Jó 7:11 “Por isso não reprimirei a minha boca; falarei na angústia do meu espírito; queixar-me-ei na amargura da minha alma.”

 

“Por isso não reprimirei a minha boca;”

Jó sente que nada tem para perder. Para ele não poderia ser mais miserável do que já era. Ele não tinha esperança de que uma vida feliz haveria de fazê-lo retomar à terra, e não tinha nenhuma visão de bem-aventurança na terra. Para algumas pessoas é prudente aceitar o triste fato de que a morte é o fim de tudo e, então, aproveitar o melhor possível a sua vida transitória e fútil. Jó não é assim.

Por conseguinte, ele clamou ao Deus duro, solicitando piedade, e proferiu palavras duras, amargas. Nem por isso, contudo, escorregou para a blasfêmia, conforme Satanás disse que ele faria (Jó 1.11 e 2.5). Mas certamente Jó foi rebelde e descuidado em suas palavras.

Davi, quando meditou sobre a fragilidade da vida humana, fez uso disso de uma maneira completamente diferente  ele diz no Salmo 39.9: “emudeci, e não abri a minha boca”; mas Jó, sentindo-se próximo a expirar, apressa a fazer a sua queixa como se fosse para realizar a sua última vontade, ou como se ele não pudesse morrer em paz até que tivesse dado vazão à sua ira. Ele olha a sua condição frágil e usa seu corpo, seu espírito e sua alma para se queixar.

 

“... falarei na angústia do meu espírito;  queixar-me-ei na amargura da minha alma.”

 Esse verso é apenas um prenúncio das suas queixas. No contexto imediato Jó falará “na angústia do seu espírito” e na “amargura da sua alma” (12-16). Embora seu sofrimento físico fosse intenso e prolongado, como escreveu John Trapp: "Seus maiores problemas eram interiores". A crise espiritual de Jó era mais profunda do que sua crise física ou material”.

As dores físicas e emocionais atingem o aspecto espiritual de quem sofre terríveis aflições. Jó questionou a Deus sobre a razão de ser tratado tão severamente. O sentimento de esquecido e abandonado por Deus invade o coração nos momentos de aflição. Neste momento, Jó sente que Deus é o seu algoz. O leitor sabe como a concepção de Jó sobre Deus estava distorcida pelo sofrimento. A condição de Jó era tão miserável que, neste ponto, sua alma preferiria a libertação da morte.

 


DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
30/09/2025

FONTES:

QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

Andersen

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001. 

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry - Jó a Cantares. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

ANDERSEN, Francis I., Jó: Introdução e comentário, Série Cultura Bíblica. São Paulo: Mundo Cristão, 1991.

https://enduringword-com.translate.goog/bible-commentary/job-7/?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt&_x_tr_pto=tc

Apocalipse 20:4

Apocalipse 20:4 “E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.”

 

“E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar;”

Este trecho nos fala de um primeiro grupo e de tronos e juízes. Devem ser os mesmos personagens vistos no capítulo 4.4 deste livro, os vinte e quatro anciãos. Esses anciões devem estar representando os santos de todos os períodos da Igreja. Todos eles hão de retornar com o Senhor Jesus para destruir o Anticristo e estabelecer o reinado milenial (Apocalipse 19.14; Mateus 13.30, 34-43; 24.31).

Isto estaria de acordo com a teologia bíblica como um todo, que diz que os santos participarão do reino escatológico de Cristo. O próprio Cristo prometera através do profeta João que todos os que vencessem participariam do seu trono: “Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono” (Apocalipse 3:21).

Em 2:26-28 foi dada a promessa: “Ao vencedor, e ao que guardar até o fim as minhas obras, eu lhe darei autoridade sobre as nações, e com cetro de ferro as regerá, e as reduzirá a pedaços como se fossem objetos de barro; assim como também eu recebi (poder) de meu Pai.” Esta passagem é outra promessa clara de que os santos governarão com Cristo.

Junto com eles, estão os doze apóstolos: "...quando, na regeneração, o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, também vós (os doze Apóstolos) assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel" (Mateus 19.28).

 

“... e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos;”

O segundo grupo é mais fácil de identificar são os mártires da Grande Tribulação (Apocalipse 6.9-11; 12.15). Elas já apareceram no Apocalipse. Quando o quinto selo foi aberto João viu as almas dos mártires sob o altar, fazendo a pergunta melancólica: “Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? [...]  e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram” (Apocalipse 6:11).  

 

“... e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.””

Agora João está vendo novamente as almas dos mártires; mas ele acrescenta imediatamente: Elas“viveram” , ou, melhor, “tornaram a viver” . Eles vão completar o número da chamada primeira ressurreição ou ressurreição da vida. Em 1 Coríntios 15.20,23, Paulo compara a primeira ressurreição com uma colheita.

O Cristo ressuscitado é as primícias dessa colheita. E o fato de Ele ter ressuscitado é a garantia para o restante da colheita - sua Igreja (João 11.25,26; 14.16). A colheita, como um todo, acontece "cada um por sua ordem". Depois da ressurreição de Cristo, e por ocasião de sua vinda, a igreja será arrebatada para e encontrará Jesus nos ares (1 Tessalonicenses  4.17). Nesta ocasião, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, e os que estiveram vivos (também em Cristo) serão arrebatados em corpos glorificados (João 14.3; 1 Coríntios 15.52; 1 Tessalonicenses  4.14). A Bíblia revela que os santos do Antigo Testamento serão incluídos no corpo principal da colheita (Isaías 26.19-21; Daniel 12.2,3). O respigar da colheita serão esses mártires da Grande Tribulação; eles completarão o número dos que participarão da primeira ressurreição.

Esse grupo de mártires se juntará com o primeiro grupo que se assentou nos tronos para reinar com Cristo na Terra por mil anos. Nesse tempo, haverá paz e benção, e a justiça prevalecerá em toda parte (Isaías 2.2-4; Miquéias 4.3-5; Zacarias 9.10).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
30/09/2025

FONTES:

QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

HORTON, Stanley. Apocalipse – as coisas que brevemente devem acontecer. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.

SILVA, Severino Pedro. Apocalipse – versículo por versículo. Rio de Janeiro: CPAD, 1988.

LADD, George Eldon. Apocalipse - introdução e Comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1986.

ZIBORDI, Ciro, Sanches. Erros escatológicos que os pregadores devem evitar. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 29 DE SETEMBRO DE 2025 (Salmo 8.4)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
29 DE SETEMBRO DE 2025
O HOMEM É POUCO MENOR QUE OS ANJOS

Salmo 8.4 “Que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites? ”

 

“Que é o homem mortal para que te lembres dele?

Em hebraico, “homem mortal” significa “homem fraco” ou “homem miserável”. Por conta disso, é evidente que ele fala do homem não de acordo com o estado da criação, mas em relação à posição de caído em estado de pecado, miséria e mortalidade.

Que é o homem? ” A Bíblia dá muitas respostas a essa pergunta. Pergunte ao profeta Isaías “Que é o homem? ”, e ele responde que o homem é “erva”: “Toda carne é erva, e toda a sua beleza, como as flores do campo” (Isaías 40.6). Pergunte a Davi “Que é o homem? ”, e ele responde que o homem é “mentira”, não apenas uma “mentira”, mas uma “vaidade” (SaImo 62.9).

Até mesmo a astronomia entende a pequenez do homem. O homem é um mero átomo diante da imensidão da criação! Que é o todo deste globo no qual habitamos comparado com o sistema solar com uma massa de matéria dez mil vezes maior? Que ele é em comparação aos mundos que pelo telescópio foram revelados por toda a região estelar? Que é, então, um reino, ou um território baronial do qual temos tanto orgulhoso como se fôssemos os senhores do universo? Que são eles, quando postos em competição com as glórias do céu?

Não obstante, em tais circunstâncias, o homem — esse verme fraco feito do pó, cujo conhecimento é tão limitado e cujas loucuras são tão numerosas tem o desaforo de pavonear-se em toda a arrogância de orgulho e gloriar-se na sua vergonha. E não há disposição mais incongruente ao caráter e circunstância do homem. O homem sempre está pronto para lisonjear a si ou lisonjear outro homem, mas o Espírito Santo através da sua palavra nos lembra claramente o que somos.

Para que te lembres dele? ”, ou seja, para que te importes com ele e lhe concedas tão grandes benefícios. Embora o homem seja um grão de areia em relação à terra inteira, quando comparado às incontáveis miríades de seres que povoam as amplidões da criação, é ao mesmo tempo objeto do cuidado e misericórdia paterna do Altíssimo.

O salmista não pretende humilhar o homem, mas engrandecer a bondade infinita de Deus com essa comparação. O Criador dos céus, cuja glória é tão infinitamente grande quanto a nos impressionar com a mais sublime admiração, se deixe rebaixar tanto quanto a graciosamente tomar sobre si o cuidado da raça humana. Ele se lembra de nós. Não estamos à deriva, mas debaixo do seu controle e providencia.

Moisés nos conta a história de Raquel e Lia que disputavam o amor do seu marido Jacó. Lia havia já gerado seis filhos e uma filha a Jacó, mas o Senhor se lembrou de Raquel: “Então, Deus lembrou‑se de Raquel; ele a ouviu e a tornou fértil” (Genesis 30.22). Ele continua trabalhando em favor daqueles que nele esperam.

 

“E o filho do homem, para que o visites? ”

O filho do homem”, em hebraico, é “o filho de Adão”, o grande apóstata e rebelde contra Deus. O filho pecador de um pai pecador, o seu filho por semelhança de caráter e temperamento, não menos do que por procriação. Tudo isso tende a engrandecer a misericórdia divina.

Para que o visites? ”, Deus visita os homens não com ira, como a palavra por vezes é usada, mas com a graça e misericórdia divina. Ele fazia questão de descer no Éden: ”E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia” (Genesis 3.8). Ele visitava frequentemente o povo de Israel desde o Egito: “E o povo creu; e quando ouviram que o Senhor visitava aos filhos de Israel, e que via a sua aflição, inclinaram-se, e adoraram” (Êxodo 4.31) e nos visita com sua provisão desde a criação: "Tu visitas a terra e a regas; tu a enriqueces copiosamente; os ribeiros de Deus são abundantes de água" (Salmo 65:9).

Deus nos visita pessoalmente, muitas vezes através dos seus servos e também de anjos: “Se alguém receber o que eu enviar, me recebe a mim, e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou” (João 13.20).Não vos esqueçais da hospitalidade, porque por ela alguns, não o sabendo, hospedaram anjos” (Hebreus 13.2).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
25/1/2025

FONTES:

SOARES, Esequias. Em defesa da fé: Combatendo as antigas heresias, que se apresentam com nova aparência. Rio de Janeiro: CPAD, 2024.

SPURGEON, Charles. Os Tesouros de Davi – Volume I. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.

 

domingo, 28 de setembro de 2025

Lição 01: O Homem – Corpo, Alma e Espírito - 4 Trimestre de 2025.

TEXTO ÁUREO

"E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. " (1 Tessalonicenses 5:23)


“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo;”

A epístola de Tessalonicenses é iniciada com ação de graças, encerra-se agora com a confiante expectativa da parte de Paulo de que o Deus de paz, que é fiel, complete neles a obra que já iniciou (v. 24).

Ela evoca o Deus de Paz. Paulo emprega essa frase quando está pensando em Deus como sendo a fonte de bênçãos espirituais para Seu povo. (Romanos 15:33; 2 Coríntios 13:11; Filipenses 4.9; 2 Tessalonicenses 3:16). Em sua oração (v. 23), Ele deseja que o nosso ser inteiro seja santificado, consagrado a Deus e conservado plenamente são e irrepreensível para a vinda do nosso Senhor Jesus Cristo.

Sobre a santificação: Ela possui três estágios:

1- Santificação posicional ou inicial. Esta etapa da santificação ocorre de forma instantânea, trata-se do momento em que a pessoa é justificada pela fé na obra vicária de Cristo e purificada de imediato: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5.17). A justificação acontece por meio da fé e não pelos próprios méritos de quem foi justificado. A eficácia da obra expiatória de Cristo na cruz é “creditada na conta” da pessoa que creu (Romanos 4.1-25). A Justificação é um ato de Deus, o Supremo Juiz, que muda o ser humano de réu, condenado à perdição eterna, para a posição de santo e justo diante dEle.

2-Santificação contínua e progressiva. A santificação é dinâmica, um processo progressivo e contínuo. Acontece na vida da pessoa já justificada, como algo natural, pois a pessoa, uma vez justificada, recebe uma nova natureza, que a torna alguém que não se acostuma mais com uma vida de pecado. No entanto, ela deve vigiar, pois a velha natureza continua atuando na vida do crente: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14).

3- Santificação final. A pessoa que é justificada ainda tem de conviver com a velha natureza; a santificação somente alcançará seu estado pleno e perfeito quando a velha natureza foi finalmente removida e mortificada. Portanto, a santificação final não será alcançada nesta vida. Isto acontecerá somente com a glorificação, quando os salvos receberão seus corpos glorificados, semelhantes ao de Cristo, depois da ressurreição: “Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade” (1 Coríntios 15:53)


“... e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. “

Quando o apóstolo Paulo fala sobre Deus nos santificar “completamente”, está falando sobre o nosso ser inteiro, que é composto de espírito, alma e corpo.

  • Seu espírito é a parte de si que tem consciência de Deus e das coisas espirituais.
  • Sua alma é a parte de si que tem consciência de si mesmo.
  • Já seu corpo é a parte de si que tem consciência das coisas naturais.

A santificação divina atinge cada uma destas três partes da seguinte maneira:

Santificação do Espírito – O espírito já passou pela santificação inicial que se deu na ocasião da regeneração (II Co.1:21 – Tg.1:18 – I Pe.1:21). Agora se desenvolve mediante o processo de crescimento (I Pedro 2:2 – Efésios 5:15) é o desenvolver do Fruto do Espírito (Gálatas 5.22).

Santificação da Alma – Alma é a nossa personalidade; sede das emoções, intelecto e vontade. Não é regenerada, mas restaurada (Tiago 1:21) pela Palavra de Deus. Enquanto a santificação do espírito é inicial e imediata, a santificação progressiva tem seu lugar na alma e no corpo. É o processo de mudança de valores (Lucas 5:33-39 – Efésios 4:23 – Jr.18:1-6 – Rm.12:1,2) que também chamamos de desenvolver a salvação (Fl.1:6 e 2:12) e despir-se do velho homem (Ef.4:20 a 5:21);

Santificação do Corpo – O nosso corpo só será totalmente santificado depois de transformado (Rm.8:23 – Fl.2:21 – I Co.15:50-53). Até que isto aconteça, a santificação do corpo é o processo contínuo de sujeitar a carne (I Co.9:27), guardar-se da imoralidade (I Co.6:13-20 – I Ts.4:1-8) e usar adequadamente os membros do corpo. A santificação do corpo abrange ainda a nossa forma de falar e de vestir (Ef.4:25,29 – I Tm.2:9,10).

Ao destacar cada uma das três partes que compõem nosso ser enquanto falava da santificação, o apóstolo Paulo estava nos mostrando a necessidade de trabalharmos com cada parte em separado. Escrevendo aos Coríntios, ele falou sobre nos purificarmos das imundícies tanto da carne como do espírito: “Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus” (2 Coríntios 7:1).


DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
17/8/2023

FONTES:

https://www.estudosgospel.com.br/estudo-biblico-consagracao-como-ser-santo-santificacao/a-santificacao-do-corpo.html

BOYD, Frank M. Comentário Bíblico Gálatas, Filipenses, 1 e 2 Tessalonicenses e Hebreus. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 1996.

CPAD – Revista Jovens – TEMA: SEPARADOS PARA DEUS – Buscando a Santificação para vermos o Senhor e sermos usados por Ele - Lição 01: Santificação – O Caminho que leva à Vida Eterna com Deus.

sábado, 27 de setembro de 2025

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 27 DE SETEMBRO DE 2025 (1 Coríntios 14:40)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
27 DE SETEMBRO DE 2025
TUDO COM DECÊNCIA E ORDEM

1 Coríntios 14:40 “Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.”

 

“Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.”

 

O capítulo 14 termina com um princípio notável. O culto público por ser muito importante. Tudo nele deve ser feito de maneira tão decente quanto possível, e com a devida consideração pela ordem. Paulo não estava defendendo que a assembléia dos cristãos fosse formal e rígida. Ele estava enfatizando que era necessário certo planejamento e estrutura para evitar que a reunião de adoração se degenerasse em caos ou que fosse dominada por um pequeno grupo de prepotentes.

“decentemente  ou com decência” O sentido dessas palavras é que tudo deveria ser efetuado de maneira apropriada, em boa conduta. A forma verbal significa conduzir-se com dignidade, conduzir-se com decoro, de maneira cavalheiresca.

Por isso a igreja deve evitar todas as coisas que sejam manifestamente indecentes. Eles não devem fazer nada que seja manifestamente infantil (v. 20), ou que dê ocasião para dizer que eles são loucos (v. 23), nem devem agir de tal maneira a produzir confusão (v. 33). Pois, tudo isso levava aqueles crentes a se mostrarem malcomportados, além de se mostrarem indecorosos nos cultos públicos.

“e com ordem” isto é, de conformidade com o que é ordeiro. Champlin comenta que talvez se trate de um termo militar, que indica algo que deve ser feito sob disciplina apropriada. Devemos fazer as coisas em ordem, e não tudo de uma vez; usar cada um a sua vez, e não interromper um ao outro. A igreja de Corinto estava desordenada na celebração da Ceia do Senhor e praticava abuso com os dons espirituais, sobretudo com o dom de línguas.

Todos os cristãos devem contribuir com os dons que possuem para a adoração prestada a Deus através do Seu povo. Wayne A. Meeks, sem dúvida, estava correto ao dizer: “O valor dos dons espirituais é assim estritamente derivado de sua utilidade em solidificar e ‘edificar’ o grupo. ‘Edificar’ é entendido como tendo ocorrido através dos meios racionais.

As indecências manifestas e as desordens devem ser mantidas cuidadosamente fora de todas as igrejas cristãs e de cada parte da divina adoração. Eles não devem ter nada em si que seja infantil, absurdo, ridículo, selvagem ou tumultuado; mas todas as partes da divina adoração devem estar impregnadas de um jeito valoroso, sóbrio, racional, calmo e ordenado.

Deus não deve ser desonrado, nem sua adoração, desgraçada, por nossa atuação inconveniente e desordeira em relação a ela, e à participação nela.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
26/09/2025 

FONTES:

GONÇALVES, José. A igreja em Jerusalém – Doutrina comunhão e fé: A base para o crescimento da igreja em meio as perseguições. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201705_01.pdf

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry – Atos a Apocalipse. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

 

sexta-feira, 26 de setembro de 2025

1 Coríntios 14:40

1 Coríntios 14:40 “Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.”

 

“Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.”

 

O capítulo 14 termina com um princípio notável. O culto público por ser muito importante. Tudo nele deve ser feito de maneira tão decente quanto possível, e com a devida consideração pela ordem. Paulo não estava defendendo que a assembléia dos cristãos fosse formal e rígida. Ele estava enfatizando que era necessário certo planejamento e estrutura para evitar que a reunião de adoração se degenerasse em caos ou que fosse dominada por um pequeno grupo de prepotentes.

“decentemente  ou com decência” O sentido dessas palavras é que tudo deveria ser efetuado de maneira apropriada, em boa conduta. A forma verbal significa conduzir-se com dignidade, conduzir-se com decoro, de maneira cavalheiresca.

Por isso a igreja deve evitar todas as coisas que sejam manifestamente indecentes. Eles não devem fazer nada que seja manifestamente infantil (v. 20), ou que dê ocasião para dizer que eles são loucos (v. 23), nem devem agir de tal maneira a produzir confusão (v. 33). Pois, tudo isso levava aqueles crentes a se mostrarem malcomportados, além de se mostrarem indecorosos nos cultos públicos.

“e com ordem” isto é, de conformidade com o que é ordeiro. Champlin comenta que talvez se trate de um termo militar, que indica algo que deve ser feito sob disciplina apropriada. Devemos fazer as coisas em ordem, e não tudo de uma vez; usar cada um a sua vez, e não interromper um ao outro. A igreja de Corinto estava desordenada na celebração da Ceia do Senhor e praticava abuso com os dons espirituais, sobretudo com o dom de línguas.

Todos os cristãos devem contribuir com os dons que possuem para a adoração prestada a Deus através do Seu povo. Wayne A. Meeks, sem dúvida, estava correto ao dizer: “O valor dos dons espirituais é assim estritamente derivado de sua utilidade em solidificar e ‘edificar’ o grupo. ‘Edificar’ é entendido como tendo ocorrido através dos meios racionais.

As indecências manifestas e as desordens devem ser mantidas cuidadosamente fora de todas as igrejas cristãs e de cada parte da divina adoração. Eles não devem ter nada em si que seja infantil, absurdo, ridículo, selvagem ou tumultuado; mas todas as partes da divina adoração devem estar impregnadas de um jeito valoroso, sóbrio, racional, calmo e ordenado.

Deus não deve ser desonrado, nem sua adoração, desgraçada, por nossa atuação inconveniente e desordeira em relação a ela, e à participação nela.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
26/09/2025 

FONTES:

GONÇALVES, José. A igreja em Jerusalém – Doutrina comunhão e fé: A base para o crescimento da igreja em meio as perseguições. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201705_01.pdf

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry – Atos a Apocalipse. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Novo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 26 DE SETEMBRO DE 2025 (Atos 15:30)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
26 DE SETEMBRO DE 2025
A NECESSIDADE DE POSSUIR PARÂMETROS

Atos 15:30 “Tendo eles então se despedido, partiram para Antioquia e, ajuntando a multidão, entregaram a carta.”

 

“Tendo eles então se despedido, partiram para Antioquia”

Terminada a Reunião na cidade de Jerusalém, Paulo e seu companheiro Barnabé se despediram de todos os anciões e apóstolos presentes. E de Jerusalém partiram com destino a Antioquia da Síria, igreja gentílica que representaram no concílio: “E na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé e Simeão chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes o tetrarca, e Saulo” (Atos 13:1).

Antioquia foi mencionada no cabeçalho da carta como o primeiro destinatário, pois de lá vieram a controvérsia e o pedido de ajuda: “Os apóstolos, e os anciãos e os irmãos, aos irmãos dentre os gentios que estão em Antioquia, e Síria e Cilícia, saúde” (Atos 15:23).

 

“... e, ajuntando a multidão, entregaram a carta.”

Essa carta era a primeira epístola inspirada de que se tem conhecimento (Atos 15.23-29). Ela continha a decisão do Concílio de Jerusalém que dos gentios não se exigiria nenhuma submissão generalizada à lei judaica, e muito menos ao rito da circuncisão.

Esta reunião da igreja em Antioquia deve tê-los lembrado de uma reunião parecida, realizada algum tempo antes (Atos 14:27). Paulo e Barnabé estavam presentes em ambas as ocasiões. A primeira fora para receber o relatório da primeira viagem missionária, com notícias maravilhosas sobre a conversão dos gentios; agora recebiam a carta de Jerusalém com notícias igualmente maravilhosas: os gentios que haviam crido em Jesus eram aceitos como cristãos, sem a necessidade de se tomarem prosélitos judeus.

Os irmãos de Antioquia ficaram encorajados porque tomaram a decisão de que os gentios não teriam de guardar a Lei; ficaram encorajados porque a controvérsia estava acabada; ficaram encorajados porque as exigências que fizeram não eram difíceis: “E, quando a leram, alegraram-se pela exortação”(Atos 15:31).

 

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
31/08/2025 

FONTES:

GONÇALVES, José. A igreja em Jerusalém – Doutrina comunhão e fé: A base para o crescimento da igreja em meio as perseguições. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

STOTT, John R. W. A Mensagem de Atos: Até aos Confins da Terra, São Paulo: ABU, 1994.

http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200202_05.pdf