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terça-feira, 30 de setembro de 2025

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD 30 DE SETEMBRO DE 2025 (Daniel 7:15)

LEITURA BÍBLICA DIÁRIA CPAD
30 DE SETEMBRO DE 2025
O ESPÍRITO ABATIDO DENTRO DO CORPO

Daniel 7:15 “Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me perturbaram.”

 

“Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo,”

O presente versículo põe em foco a constituição tríplice do homem, isto é corpo, alma e espírito. O “espírito dentro em mim'' pode aludir a uma entidade separada (imaterial), que é a alma, ou então a palavra "espírito'' pode significar apenas “mente", a faculdade do raciocínio em contraste com o corpo material.

Daniel ficou agitado e perturbado diante do sonho que tivera, e desejou muito saber o que aquilo significava. Assim como os reis pagãos que também tiveram sonhos perturbadores: “E aconteceu que pela manhã o seu espírito perturbou-se, e enviou e chamou todos os adivinhadores do Egito, e todos os seus sábios; e Faraó contou-lhes os seus sonhos, mas ninguém havia que os interpretasse a Faraó” (Gênesis 41:8); “E no segundo ano do reinado de Nabucodonosor, Nabucodonosor teve sonhos; e o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono” (Daniel 2:1).

Daniel após esse sonho não teve descanso e ficou mexendo-se para cá e para lá na cama, durante a noite, pensando em todas as poderosas coisas que vira e não entendera.

 

“... e as visões da minha cabeça me perturbaram.”

Embora lhe tenha sido dada percepção imediata do que significavam as visões do rei, quanto à sua própria visão ele não recebeu resposta imediata. Em ocasião posterior o profeta precisou invocar o anjo (Gabriel?) para interpretar-lhe uma visão: ”E aconteceu que, havendo eu, Daniel, tido a visão, procurei o significado, e eis que se apresentou diante de mim como que uma semelhança de homem” (Daniel 8:15).

Portanto, aprendemos aqui que até os homens mais espirituais passam por seus momentos de ignorância e ansiedade, pelo que não nos admiremos ter de atravessar tempos de indecisão e trevas relativas também.

O custo, em termos pessoais, de se receber revelações divinas nunca é subestimado no Antigo Testamento:  Jeremias 4:19 “Ah, entranhas minhas, entranhas minhas! Estou com dores no meu coração! O meu coração se agita em mim. Não posso me calar; porque tu, ó minha alma, ouviste o som da trombeta e o alarido da guerra”; “Então o Espírito me levantou, e me levou; e eu me fui amargurado, na indignação do meu espírito; porém a mão do Senhor era forte sobre mim” (Ezequiel 3:14).

E o livro de Daniel insiste aqui e nos capítulos subseqüentes (Daniel 8:27; 10:1, 10, 11, 15, 18) na ansiedade e nos distúrbios psicológicos envolvidos no receber, da própria mão de Deus, compreensão do curso futuro da história. “as visões da minha cabeça me perturbaram”.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
30/09/2025

FONTES:

QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

BALDWIN, Joyce G. Daniel – Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1983.

 

Daniel 7:15

Daniel 7:15 “Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me perturbaram.”

 

“Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo,”

O presente versículo põe em foco a constituição tríplice do homem, isto é corpo, alma e espírito. O “espírito dentro em mim'' pode aludir a uma entidade separada (imaterial), que é a alma, ou então a palavra "espírito'' pode significar apenas “mente", a faculdade do raciocínio em contraste com o corpo material.

Daniel ficou agitado e perturbado diante do sonho que tivera, e desejou muito saber o que aquilo significava. Assim como os reis pagãos que também tiveram sonhos perturbadores: “E aconteceu que pela manhã o seu espírito perturbou-se, e enviou e chamou todos os adivinhadores do Egito, e todos os seus sábios; e Faraó contou-lhes os seus sonhos, mas ninguém havia que os interpretasse a Faraó” (Gênesis 41:8); “E no segundo ano do reinado de Nabucodonosor, Nabucodonosor teve sonhos; e o seu espírito se perturbou, e passou-se-lhe o sono” (Daniel 2:1).

Daniel após esse sonho não teve descanso e ficou mexendo-se para cá e para lá na cama, durante a noite, pensando em todas as poderosas coisas que vira e não entendera.

 

“... e as visões da minha cabeça me perturbaram.”

Embora lhe tenha sido dada percepção imediata do que significavam as visões do rei, quanto à sua própria visão ele não recebeu resposta imediata. Em ocasião posterior o profeta precisou invocar o anjo (Gabriel?) para interpretar-lhe uma visão: ”E aconteceu que, havendo eu, Daniel, tido a visão, procurei o significado, e eis que se apresentou diante de mim como que uma semelhança de homem” (Daniel 8:15).

Portanto, aprendemos aqui que até os homens mais espirituais passam por seus momentos de ignorância e ansiedade, pelo que não nos admiremos ter de atravessar tempos de indecisão e trevas relativas também.

O custo, em termos pessoais, de se receber revelações divinas nunca é subestimado no Antigo Testamento:  Jeremias 4:19 “Ah, entranhas minhas, entranhas minhas! Estou com dores no meu coração! O meu coração se agita em mim. Não posso me calar; porque tu, ó minha alma, ouviste o som da trombeta e o alarido da guerra”; “Então o Espírito me levantou, e me levou; e eu me fui amargurado, na indignação do meu espírito; porém a mão do Senhor era forte sobre mim” (Ezequiel 3:14).

E o livro de Daniel insiste aqui e nos capítulos subseqüentes (Daniel 8:27; 10:1, 10, 11, 15, 18) na ansiedade e nos distúrbios psicológicos envolvidos no receber, da própria mão de Deus, compreensão do curso futuro da história. “as visões da minha cabeça me perturbaram”.

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
30/09/2025

FONTES:

QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

BALDWIN, Joyce G. Daniel – Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1983.

Zacarias 12:1

Zacarias 12:1 “Peso da palavra do Senhor sobre Israel: Fala o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele.”

 

“Peso da palavra do Senhor sobre Israel:”

Um problema com que todo tradutor se defronta é a impossibilidade de encontrar em outra língua equivalentes exatos para algumas palavras que ele tem de traduzir. A palavra hebraica massã é um destes casos. Ela vem da raiz nãsã que significa “erguer”, “carregar uma carga”, e por isso alguma versões traduzem “a carga (ou peso) da palavra do Senhor”, algumas traduções preferiram as palavras “sentença” ou “oráculo”. Isaías usou a palavra como título para suas profecias às nações.

P. B. H. de Boer fez um estudo detalhado da palavra massã examinando as sessenta e tantas ocorrências no Antigo Testamento, consultando as versões antigas para ver como os tradutores daquele tempo a entendiam, depois de considerar exemplos modernos de exegese. Apesar de dicionários e tradutores terem distinguido dois significados, “carga” e “oráculo”, de Boer não encontra evidências para tal distinção. Ele descobriu que a etimologia e o uso da palavra do Antigo Testamento e nas traduções antigas indicam um só significado.

Massã' é uma carga, “colocada por um senhor sobre os que lhe são subordinados. Quando aplicada a um profeta significa “carga imposta sobre ...”, por isso normalmente pesa sobre o coração do profeta: “Então disse eu: Não me lembrarei dele, e não falarei mais no seu nome; mas isso foi no meu coração como fogo ardente, encerrado nos meus ossos; e estou fatigado de sofrer, e não posso mais” (Jeremias 20:9)

A palavra sublinha o senso de compulsão do profeta ao proclamar a mensagem que segue. Ele não foi voluntário para fazê-lo, mas não tem opção. Ela foi colocada sobre ele, e ele tem de aceitá-la e cumprir sua obrigação com se fosse um estivador. Ele tem de entregar a mensagem como um embaixador, que mesmo que não concorde com ela não pode alterá-la; nisto está o aspecto pesado da sua vocação.

Esse peso é colocado também sobre Israel. Isto é inesperado, pois o interesse está se concentrando em Judá e Jerusalém, mas a dificuldade desaparece se tomarmos “Israel” para o povo todo, e não só para o reino do norte, como em 11:4. O conflito entre Israel e Judá não é trazido para os capítulos 12-14.

 

“Fala o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele.”

Há uma solenidade incomum ligada às palavras iniciais deste oráculo. Para acabar com toda a dúvida sobre sua capacidade de livrar o povo, Deus prefacia a predição deste acontecimento glorioso e invoca o seu poder criativo e sustentador. Fala na função de Criador que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele.

Esta referência ao poderoso Criador do universo, da terra e do homem lembra Isaías 42:5: “Assim diz Deus, o Senhor, que criou os céus, e os estendeu, e espraiou a terra, e a tudo quanto produz; que dá a respiração ao povo que nela está, e o espírito aos que andam nela”, é uma introdução adequada a estes capítulos, que apontam para a consumação de todas as coisas no Senhor, o Rei.

O trecho “que forma o espírito do homem dentro deleé alusão a Gênesis 2.7: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente” , quando a respiração divina animou o homem.

O fôlego divino que foi “soprado” nas “narinas” do homem é identificado como “o fôlego de vida”. O fôlego de vida tornou-se a alma e o espírito do homem, isto é, o princípio da vida dentro dele, de acordo com a necessidade do corpo. Este fôlego de vida vem do Senhor da Criação.

O mesmo Deus que criou céus, terra e o homem é o Deus que cumprirá toda a sua sentença. Seu desejo é que não duvidemos da promessa de Deus, mas que estejamos certíssimos “de que o que” prometeu “também é “poderoso para o fazer” (Romanos  4.21).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
30/09/2025

FONTES:

QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

BALDWIN, Joyce G. Ageu, Zacarias e Malaquias: introdução e comentário. 1. ed. São Paulo: Vida Nova, 1982

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001.

HARPER, A. F. (Ed.). Comentário Bíblico Beacon. Vol. 6. Rio de Janeiro: CPAD, 2005. 

https://textoaureoebd.blogspot.com/2024/01/genesis-27.html

Jó 7:11

Jó 7:11 “Por isso não reprimirei a minha boca; falarei na angústia do meu espírito; queixar-me-ei na amargura da minha alma.”

 

“Por isso não reprimirei a minha boca;”

Jó sente que nada tem para perder. Para ele não poderia ser mais miserável do que já era. Ele não tinha esperança de que uma vida feliz haveria de fazê-lo retomar à terra, e não tinha nenhuma visão de bem-aventurança na terra. Para algumas pessoas é prudente aceitar o triste fato de que a morte é o fim de tudo e, então, aproveitar o melhor possível a sua vida transitória e fútil. Jó não é assim.

Por conseguinte, ele clamou ao Deus duro, solicitando piedade, e proferiu palavras duras, amargas. Nem por isso, contudo, escorregou para a blasfêmia, conforme Satanás disse que ele faria (Jó 1.11 e 2.5). Mas certamente Jó foi rebelde e descuidado em suas palavras.

Davi, quando meditou sobre a fragilidade da vida humana, fez uso disso de uma maneira completamente diferente  ele diz no Salmo 39.9: “emudeci, e não abri a minha boca”; mas Jó, sentindo-se próximo a expirar, apressa a fazer a sua queixa como se fosse para realizar a sua última vontade, ou como se ele não pudesse morrer em paz até que tivesse dado vazão à sua ira. Ele olha a sua condição frágil e usa seu corpo, seu espírito e sua alma para se queixar.

 

“... falarei na angústia do meu espírito;  queixar-me-ei na amargura da minha alma.”

 Esse verso é apenas um prenúncio das suas queixas. No contexto imediato Jó falará “na angústia do seu espírito” e na “amargura da sua alma” (12-16). Embora seu sofrimento físico fosse intenso e prolongado, como escreveu John Trapp: "Seus maiores problemas eram interiores". A crise espiritual de Jó era mais profunda do que sua crise física ou material”.

As dores físicas e emocionais atingem o aspecto espiritual de quem sofre terríveis aflições. Jó questionou a Deus sobre a razão de ser tratado tão severamente. O sentimento de esquecido e abandonado por Deus invade o coração nos momentos de aflição. Neste momento, Jó sente que Deus é o seu algoz. O leitor sabe como a concepção de Jó sobre Deus estava distorcida pelo sofrimento. A condição de Jó era tão miserável que, neste ponto, sua alma preferiria a libertação da morte.

 


DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
30/09/2025

FONTES:

QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

Andersen

CHAMPLIN, Russell Norman. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo. São Paulo: Hagnos, 2001. 

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry - Jó a Cantares. Rio de Janeiro CPAD, 2008.

ANDERSEN, Francis I., Jó: Introdução e comentário, Série Cultura Bíblica. São Paulo: Mundo Cristão, 1991.

https://enduringword-com.translate.goog/bible-commentary/job-7/?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt&_x_tr_pto=tc

Apocalipse 20:4

Apocalipse 20:4 “E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.”

 

“E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar;”

Este trecho nos fala de um primeiro grupo e de tronos e juízes. Devem ser os mesmos personagens vistos no capítulo 4.4 deste livro, os vinte e quatro anciãos. Esses anciões devem estar representando os santos de todos os períodos da Igreja. Todos eles hão de retornar com o Senhor Jesus para destruir o Anticristo e estabelecer o reinado milenial (Apocalipse 19.14; Mateus 13.30, 34-43; 24.31).

Isto estaria de acordo com a teologia bíblica como um todo, que diz que os santos participarão do reino escatológico de Cristo. O próprio Cristo prometera através do profeta João que todos os que vencessem participariam do seu trono: “Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono” (Apocalipse 3:21).

Em 2:26-28 foi dada a promessa: “Ao vencedor, e ao que guardar até o fim as minhas obras, eu lhe darei autoridade sobre as nações, e com cetro de ferro as regerá, e as reduzirá a pedaços como se fossem objetos de barro; assim como também eu recebi (poder) de meu Pai.” Esta passagem é outra promessa clara de que os santos governarão com Cristo.

Junto com eles, estão os doze apóstolos: "...quando, na regeneração, o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, também vós (os doze Apóstolos) assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel" (Mateus 19.28).

 

“... e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos;”

O segundo grupo é mais fácil de identificar são os mártires da Grande Tribulação (Apocalipse 6.9-11; 12.15). Elas já apareceram no Apocalipse. Quando o quinto selo foi aberto João viu as almas dos mártires sob o altar, fazendo a pergunta melancólica: “Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? [...]  e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram” (Apocalipse 6:11).  

 

“... e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.””

Agora João está vendo novamente as almas dos mártires; mas ele acrescenta imediatamente: Elas“viveram” , ou, melhor, “tornaram a viver” . Eles vão completar o número da chamada primeira ressurreição ou ressurreição da vida. Em 1 Coríntios 15.20,23, Paulo compara a primeira ressurreição com uma colheita.

O Cristo ressuscitado é as primícias dessa colheita. E o fato de Ele ter ressuscitado é a garantia para o restante da colheita - sua Igreja (João 11.25,26; 14.16). A colheita, como um todo, acontece "cada um por sua ordem". Depois da ressurreição de Cristo, e por ocasião de sua vinda, a igreja será arrebatada para e encontrará Jesus nos ares (1 Tessalonicenses  4.17). Nesta ocasião, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, e os que estiveram vivos (também em Cristo) serão arrebatados em corpos glorificados (João 14.3; 1 Coríntios 15.52; 1 Tessalonicenses  4.14). A Bíblia revela que os santos do Antigo Testamento serão incluídos no corpo principal da colheita (Isaías 26.19-21; Daniel 12.2,3). O respigar da colheita serão esses mártires da Grande Tribulação; eles completarão o número dos que participarão da primeira ressurreição.

Esse grupo de mártires se juntará com o primeiro grupo que se assentou nos tronos para reinar com Cristo na Terra por mil anos. Nesse tempo, haverá paz e benção, e a justiça prevalecerá em toda parte (Isaías 2.2-4; Miquéias 4.3-5; Zacarias 9.10).

 

DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
30/09/2025

FONTES:

QUEIROZ, Silas. Corpo, Alma e Espírito – A restauração integral do ser humano para chegar a estatura completa de Cristo. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.

HORTON, Stanley. Apocalipse – as coisas que brevemente devem acontecer. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.

SILVA, Severino Pedro. Apocalipse – versículo por versículo. Rio de Janeiro: CPAD, 1988.

LADD, George Eldon. Apocalipse - introdução e Comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1986.

ZIBORDI, Ciro, Sanches. Erros escatológicos que os pregadores devem evitar. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.