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domingo, 6 de julho de 2025
LIÇÃO 02: A IGREJA DE JERUSALÉM: UM MODELO A SER SEGUIDO - 3 TRIMESTRE DE 2025
TEXTO ÁUREO
Atos 2.42 “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.”
A igreja primitiva (120 irmãos) agora acrescentada de quase 3000 almas. Foi e é um exemplo para a igreja do século 21, eis aqui alguns dos motivos:
“E perseveravam na doutrina dos apóstolos,
Paulo, ao discorrer sobre o mistério do corpo de Cristo, fala de uma só fé (Efésios 4.5) que deve ser preservada zelosamente pelos santos (Judas v.3): “[...] pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Judas 1:3)
Nestes últimos dias, muitos aparecerão em nosso meio dissimulando suas inverdades doutrinárias, com o único intuito de destruir a comunhão dos santos (2 Tessalonicenses 2.3; 2 Pedro 2.1).
“[...] e na comunhão,”
A palavra grega para comunhão é koinonia e significa “ter em comum”, às vezes traduzida por “participar” ou “cooperar”. Ela traz a idéia de cooperação e relacionamento espiritual entre os santos.
O Dicionário Teológico, CPAD define comunhão como o “vínculo de unidade fraternal mantida pelo Espírito Santo e que leva os cristãos a se sentirem um só corpo em Jesus Cristo”
A comunhão que trata as Escrituras resulta da salvação que desfrutamos em Cristo: “Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor” (1 Coríntios 1.9). É a comunhão do e no Espírito Santo (Filipenses 2.1); é a comunhão da fé (Filemom v.6), e a comunhão dos crentes uns com os outros e com Cristo: “O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo”(1 João 1:3)
A comunhão da Igreja Primitiva era completa. Reuniam-se em oração e súplica, mas também se reuniram para socorrer os mais necessitados.
“[...] e no partir do pão,”
Os crentes primitivos mantinham uma comunhão tão intensa entre si que se reuniam com alegria e singeleza de coração para celebrar a Santa Ceia. Era o seu “partir do pão”.
Mais adiante, notaremos que a igreja primitiva reunia-se todo primeiro dia da semana para participar da ceia do Senhor. Evidentemente, essa prática começou imediatamente, e esses bebês em Cristo perseveraram em participar fielmente da comunhão todo primeiro dia da semana.
Eles em Cristo e Cristo em cada um deles. Pode haver comunhão mais plena? Não era simplesmente uma cerimônia; era um memorial “fazei isto em memória de mim” (1 Coríntios 11:24) uma festa na qual lembravam a morte e ressurreição de Jesus — a expressão mais sublime do amor divino.
Voltemos a participar, ou melhor, a celebrar a Santa Ceia como a reunião mais importante e solene da Igreja. Todas as vezes que nos congregamos com essa finalidade, lembramo-nos de que Cristo morreu e ressuscitou e certificamo-nos de que, em breve, virá Ele arrebatar-nos.
“[...] e nas orações.”
Informa-nos Lucas, também, que a comunhão da igreja Primitiva tinha como base a oração. A igreja começou numa atmosfera de oração e assim permaneceu. Isto significa que as reuniões de clamor e intercessão eram-lhes freqüentes e poderosas.
Haja vista que, certa ocasião, a força da oração daqueles santos chegou a abalar a estrutura do prédio em que estavam reunidos “E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus” (Atos 4.31).
Sem oração, a comunhão da Igreja perde a sua força e influência. Sua igreja é uma comunidade de clamor e intercessão? Ela ainda move o coração de Deus? É hora de clamar!
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
03/01/2024
FONTES:
GONÇALVES, José. O Corpo De Cristo – Origem, Natureza e Missão da Igreja no Mundo. Rio de Janeiro CPAD, 2023.
https://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2011/2011-01-04.htm
https://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2007/2007-01-11.htm
http://biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200109_08.pdf
Mateus 10:19
Mateus 10:19 “Mas, quando vos entregarem, não vos dê cuidado como, ou o que haveis de falar, porque naquela mesma hora vos será ministrado o que haveis de dizer.”
“Mas, quando vos entregarem, não vos dê cuidado como, ou o que haveis de falar,”
Jesus suportava as perseguições, por mais desagradáveis que fossem, ajustando-se a elas. Era realista no trato com seus discípulos, advertindo-os sobre as dificuldades futuras. Mais do que preveni-los, deu-lhes instruções sobre como enfrentar a perseguição. Eles seriam entregues. O motivo seria o mesmo porque entregariam a Cristo. O ódio: “ Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia ” (João 15:18,19).
Não vos dê cuidado é o mesmo de “ não andeis, pois, inquietos ” (Mateus 6.31) ou simplesmente não vos preocupeis. A defesa pessoal diante dos reis judeus e governadores gentios seria uma provação terrível para os galileus humildes. A proibição aplicava-se a casos em que a preparação de um discurso de defesa seria impossível.
Os mais valentes desses pescadores simples poderiam ficar alarmados se lhes dissessem que teriam de responder por suas ações em prol de Cristo na presença dos conselhos judaicos e dos tribunais gentios. Cristo não está aconselhando os pastores a não preparar sermões.
“... porque naquela mesma hora vos será ministrado o que haveis de dizer.”
Naquela mesma hora: “ O Espírito de vosso Pai é que fala em vós e por vós ” (Mateus 10.20). Essa foi a primeira promessa de assistência da parte do Espírito Santo nos relatos do Evangelho (Marcos 13:11; Lucas 21:14, 15; João 14:15–17, 26; 15:26, 27; 16:13–15).
Esses homens seriam inspirados pelo Espírito a responder em defesa própria. Eles dependeriam do Espírito Santo para responder aos interrogatórios, porque sua prisão seria uma oportunidade para testemunhar. Ilustra-se bem esse fato na vida do apóstolo Paulo, cujas prisões deram -lhe a chance de testificar diante de reis e governadores: “ Porque o rei, diante de quem também falo com ousadia, sabe estas coisas, pois não creio que nada disto lhe é oculto; porque isto não se fez em qualquer canto. Crês tu nos profetas, ó rei Agripa? Bem sei que crês. E disse Agripa a Paulo: Por pouco me persuades a me fazer cristão! E disse Paulo: Prouvera a Deus que, ou por pouco ou por muito, não somente tu, mas também todos quantos hoje me estão ouvindo, se tornassem tais qual eu sou, exceto estas cadeias ” (Atos 26:26-29).
James Burton Coffman referiu-se a esse texto como “uma das declarações mais fortes do Novo Testamento sobre a inspiração que guiou os apóstolos a toda a verdade.
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
06/07/2025
FONTES:
GONÇALVES, José. A igreja em Jerusalém – Doutrina comunhão e fé: A base para o crescimento da igreja em meio as perseguições. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_201206_04.pdf
ROBERTSON, A. T. Comentário Mateus & marcos à luz do novo testamento grego. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.
Salmo 2.1
Salmo 2.1 “Por que se amotinam os gentios, e os povos imaginam coisas vãs?”
Essas palavras referem-se ao período de confusão que geralmente ocorria no intervalo entre dois reinados. As nações circunvizinhas viam isto como uma oportunidade para invadira terra. Os filisteus chegaram a invadir Israel quando Davi foi coroado rei. Mas qualquer ataque ao ungido de Deus era na verdade contra o próprio Deus — e qualquer um que desafiasse a Deus estava fadado a fracassar!
Werner de Boor diz com toda razão que os planos dos inimigos não apenas fracassaram, mas sua execução bem-sucedida somente foi capaz de realizar aquilo que a tua mão e o teu propósito predeterminaram que aconteça.
O pensamento implícito desta frase é conforme Marshall, “que é fútil para os homens urdir tramas contra o Deus que não somente criou o universo inteiro como também previu estas coisas vãs.”
Na Espanha, foram erigidas duas colunas monumentais nas quais estava escrito: (1) “Diocleciano Joviano Maximiano Hércules César Augusto, por ter ampliado o império romano para o oriente e para o ocidente, e por ter extinguido o nome dos cristãos que levaram a República à ruína”. (2) “Diocleciano Joviano Maximiano Hércules César Augusto, por ter adotado Galério no oriente, por ter abolido a superstição de Cristo em todos lugares, por ter estendido a adoração dos deuses”.
Certo escritor moderno observou com elegância: “Temos aqui um monumento levantado pelo paganismo em cima da sepultura do seu inimigo derrotado. Mas nisto, ‘os povos imaginam coisas vãs’. Longe de estar morto, o cristianismo estava na véspera do triunfo final e permanente, e a pedra fechava um sepulcro vazio. Nem na Espanha, nem em outro lugar, podemos identificar o lugar do sepultamento do cristianismo. Não existe, pois, aquele que vive não tem sepultura”.
Esse salmo foi reconhecido como messiânico no primeiro século a.C. Ele havia predito a oposição do mundo ao seu Cristo, com gentios enfurecidos, povos imaginando coisas vãs, reis se levantando e autoridades ajuntando-se contra o Ungido do Senhor: “Tu falaste pelo Espírito Santo, pela boca de nosso pai Davi, teu servo: 'Por que as nações se enfureceram, e os povos imaginaram coisas vãs? Os reis da terra se levantaram, e os governantes se reuniram juntos contra o Senhor e contra o seu Ungido” (Atos 4:25-26).
Na hora da aflição, a igreja primitiva buscou a Palavra de Deus e descobriu que eles não estavam nas mãos do acaso ou das autoridades judaicas e romanas, mas nas mãos do Todo-poderoso, que governa a história.
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
06/07/2025
FONTES:
GONÇALVES, José. A igreja em Jerusalém – Doutrina comunhão e fé: A base para o crescimento da igreja em meio as perseguições. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
MARSHALL, Howard. Atos - Introdução e Comentário. Vida Nova/Mundo Cristão. 1991.
Lopes, Hernandes Dias Atos: a ação do Espírito Santo na vida da igreja. São Paulo: Hagnos, 2012.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200110_05.pdf
SPURGEON, Charles. Os Tesouros de Davi – Volume I. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.
Atos 4:25
Atos 4:25 “Que disseste pela boca de Davi, teu servo: Por que bramaram os gentios, e os povos pensaram coisas vãs? ”
“Que disseste pela boca de Davi, teu servo:”
A oração da igreja usa o antigo testamento. Ela cita aqui o autor do Salmo 2. O texto diz que Deus falou por meio do Espírito Santo (o inspirador dos profetas) e por boca do Seu servo Davi (como instrumento humano). Davi é descrito como servo de Deus que inspirado escreveu: “Por que se amotinam os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? (Salmo 2.1)
O Salmo 2 (era reconhecido como messiânico já no primeiro século a.C.) tinha predito a oposição do mundo ao seu Cristo, com gentios enfurecidos, povos imaginando coisas vãs, reis se levantando e autoridades ajuntando-se contra o Ungido do Senhor (vs. 26).
Com esse salmo entendemos que a rebelião humana contra Jesus foi prevista por Deus e não colocava em risco a soberania divina. Todos os acontecimentos estavam nos planos eternos de Deus. Na hora da aflição, a igreja buscou a Palavra de Deus e descobriu que eles não estavam nas mãos do acaso ou das autoridades judaicas e romanas, mas nas mãos do Todo-poderoso, que governa a história.
“Por que bramaram os gentios, e os povos pensaram coisas vãs?”
Essas palavras referem-se ao período de confusão que geralmente ocorria no intervalo entre dois reinados. As nações circunvizinhas viam isto como uma oportunidade para invadira terra. Os filisteus chegaram a invadir Israel quando Davi foi coroado rei. Mas qualquer ataque ao ungido de Deus era na verdade contra o próprio Deus — e qualquer um que desafiasse a Deus estava fadado a fracassar!
Werner de Boor diz com toda razão que os planos dos inimigos não apenas fracassaram, mas sua execução bem-sucedida somente foi capaz de realizar aquilo que a tua mão e o teu propósito predeterminaram que aconteça.
O pensamento implícito desta frase é conforme Marshall, “que é fútil para os homens urdir tramas contra o Deus que não somente criou o universo inteiro como também previu estas coisas vãs.”
Na Espanha, foram erigidas duas colunas monumentais nas quais estava escrito: (1) “Diocleciano Joviano Maximiano Hércules César Augusto, por ter ampliado o império romano para o oriente e para o ocidente, e por ter extinguido o nome dos cristãos que levaram a República à ruína”. (2) “Diocleciano Joviano Maximiano Hércules César Augusto, por ter adotado Galério no oriente, por ter abolido a superstição de Cristo em todos lugares, por ter estendido a adoração dos deuses”.
Certo escritor moderno observou com elegância: “Temos aqui um monumento levantado pelo paganismo em cima da sepultura do seu inimigo derrotado. Mas nisto, ‘os povos imaginam coisas vãs’. Longe de estar morto, o cristianismo estava na véspera do triunfo final e permanente, e a pedra fechava um sepulcro vazio. Nem na Espanha, nem em outro lugar, podemos identificar o lugar do sepultamento do cristianismo. Não existe, pois, aquele que vive não tem sepultura”.
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
06/07/2025
FONTES:
GONÇALVES, José. A igreja em Jerusalém – Doutrina comunhão e fé: A base para o crescimento da igreja em meio as perseguições. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
MARSHALL, Howard. Atos - Introdução e Comentário. Vida Nova/Mundo Cristão. 1991.
Lopes, Hernandes Dias Atos: a ação do Espírito Santo na vida da igreja. São Paulo: Hagnos, 2012.
http://www.biblecourses.com/Portuguese/po_lessons/PO_200110_05.pdf
SPURGEON, Charles. Os Tesouros de Davi – Volume I. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.
Atos 4.31
Atos 4.31 “E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus."
“E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos;”
A resposta a oração da igreja veio tão rápida como o trovão depois do raio. Enquanto oravam, recebiam conforme suas petições. Primeiro um tremor de terra: “moveu-se o lugar em que estavam reunidos”. Este era um dos sinais que indicavam uma teofania no Antigo Testamento (Exodo 19:18). Os fracos cristãos do cenáculo “moveram a mão que move o mundo", e o local foi sacudido. E em resposta às orações do seu povo que o Senhor se levanta para sacudir a terra.
Mais coisas são operadas mediante a oração do que o mundo poderia imaginar. A história de todos os reavivamentos espirituais demonstram esta verdade. Os eleitos de Deus podem clamar dia e noite contra as opressões que há na terra, e o Senhor pode esperar com paciência: “E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? Digo-vos que depressa lhes fará justiça” (Lucas 18.7,8).
Em breve chegará a hora em que as orações de todos os santos terão sua resposta. Então, todos os poderes malignos deste mundo serão sacudidos: “E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos desde a mão do anjo até diante de Deus. E o anjo tomou o incensário, e o encheu do fogo do altar, e o lançou sobre a terra; e houve depois vozes, e trovões, e relâmpagos e terremotos” (Apocalipse 8.1-5).
“... e todos foram cheios do Espírito Santo”
Após o tremor da terra, houve um tremor de línguas: “todos foram cheios do Espírito Santo”. Apesar de não estar escrito que eles falaram em línguas podemos supor pela observação do historiador. Lucas quando narra pessoas cheias do Espírito Santo sempre associa com manifestação de línguas.
Entendendo que a igreja primitiva era portadora do Espírito Santo e de boas obras. A citação ao preenchimento do Espírito Santo se manifestava com a evidencia do falar em outras línguas. Só assim faz sentido o que observou Simão, o mago, quando quis comprar o Dom do Espírito por dinheiro: “E Simão, (vendo) que pela imposição das mãos dos apóstolos era dado o Espírito Santo, lhes ofereceu dinheiro, Dizendo: Dai-me também a mim esse poder, para que aquele sobre quem eu puser as mãos receba o Espírito Santo” (Atos 8:18,19).
“... e anunciavam com ousadia a palavra de Deus.”
Quais foram às emoções dos discípulos? Conjectura Myer Pearlman. Não tinham medo, senão pediriam proteção. Não tinham ódio, por isso não pediram vingança contra seus inimigos. Foi a corajosa resolução de cumprir a vontade de Deus que os levou a orar: “Concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra”.
Após o mover da terra e o mover do espírito eles deixaram o cenáculo onde se reuniam e anunciavam com ousadia a palavra de Deus. É interessante observarmos o uso da palavra “ousadia” nesse texto. Ela aparece, por exemplo, em Atos 4.13 para se referir à coragem de Pedro e João quando foram interrogados pelos anciãos e escribas. O cristão cheio do Espírito se torna corajoso em sua vida cristã. Ele prega a Palavra de Deus com poder e autoridade.
DEIVY FERREIRA PANIAGO JUNIOR
06/07/2025
FONTES:
GONÇALVES, José. A igreja em Jerusalém – Doutrina comunhão e fé: A base para o crescimento da igreja em meio as perseguições. Rio de Janeiro: CPAD, 2025.
PEARLMAN, Myer. Atos: E as igreja se fez missões. CPAD, 1ª edição, Rio de Janeiro, 1995.
